Mancozeb 75% WG Limin
| Geral | ||
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Nome Técnico:
Mancozebe
Registro MAPA:
11326
Empresa Registrante:
Biorisk |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Mancozebe | 750 g/kg | |
| Classificação | ||
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Técnica de Aplicação:
Terrestre, Aérea
Classe Agronômica:
Fungicida, Acaricida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
III - Produto perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Granulado Dispersível (WG)
Modo de Ação:
Contato
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Algodão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Ramularia areola (Ramularia) | veja aqui | |||
| Arroz | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Pyricularia grisea (Brusone) | veja aqui | |||
| Banana | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Mycosphaerella fijiensis (Sigatoka negra) | veja aqui | |||
| Batata | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Alternaria solani (Pinta preta grande) | veja aqui | |||
| Phytophthora infestans (Requeima) | veja aqui | |||
| Café | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Hemileia vastatrix (Ferrugem do cafeeiro) | veja aqui | |||
| Cebola | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Alternaria porri (Mancha púrpura) | veja aqui | |||
| Peronospora destructor (Míldio) | veja aqui | |||
| Cenoura | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Alternaria dauci (Mancha de alternaria) | veja aqui | |||
| Cevada | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Pyricularia grisea (Brusone) | veja aqui | |||
| Feijão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Alternaria alternata (Mancha de alternaria) | veja aqui | |||
| Colletotrichum lindemuthianum (Antracnose) | veja aqui | |||
| Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular) | veja aqui | |||
| Uromyces appendiculatus (Ferrugem) | veja aqui | |||
| Maçã | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) | veja aqui | |||
| Venturia inaequalis (Sarna da maçã) | veja aqui | |||
| Manga | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) | veja aqui | |||
| Milho | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Phaeosphaeria maydis (Mancha foliar de phaoeosphaeria) | veja aqui | |||
| Soja | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Cercospora kikuchii (Mancha púrpura da semente) | veja aqui | |||
| Corynespora cassiicola (Mancha alvo) | veja aqui | |||
| Phakopsora pachyrhizi (Ferrugem asiática) | veja aqui | |||
| Septoria glycines (Mancha parda) | veja aqui | |||
| Tomate | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Alternaria solani (Pinta preta grande) | veja aqui | |||
| Phytophthora infestans (Requeima) | veja aqui | |||
| Septoria lycopersici (Septoriose) | veja aqui | |||
| Trigo | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Drechslera tritici-repentis (Mancha amarela) | veja aqui | |||
| Pyricularia grisea (Brusone) | veja aqui | |||
| Uva | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Botrytis cinerea (Mofo cinzento) | veja aqui | |||
| Elsinoë ampelina (Antracnose) | veja aqui | |||
| Greeneria uvicola (Podridão amarga) | veja aqui | |||
| Plasmopara viticola (Míldio) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
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INSTRUÇÕES DE USO:
O MANCOZEB 75% WG LIMIN é um fungicida composto pelo ingrediente ativo Mancozebe, que apresenta modo de ação com atividade de contato multissítio, pertencente ao Grupo M03, segundo classificação internacional do FRAC. Indicado para as culturas do algodão, arroz, banana, batata, café, cebola, cenoura, cevada, citros, feijão, maçã, manga, milho, soja, tomate, trigo e uva.
MODO DE APLICAÇÃO:
O produto deve ser adicionado à água e aplicado na forma de pulverização, utilizando equipamentos terrestres ou aeronaves.
Por ser um produto de contato, deve ser aplicado com volume de água suficiente para cobertura completa e uniforme das plantas. Desta forma o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida devem balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas a ser utilizado.
Mantenha a máquina em condições de uso adequadas a fim de evitar possíveis falhas durante a pulverização devido ao entupimento ou desgaste de pontas;
Cuidados para uma boa mistura de calda e aplicação:
a) Com o equipamento e o sistema de aplicação previamente limpos, encher o tanque de pulverização com água até atingir a metade do volume.
Observação: Caso haja a necessidade de correção do pH ou da dureza da água, encher totalmente o tanque com água (100% do volume do tanque com água), e só então adicionar os produtos para a correção do pH e da dureza.
b) Fazer a pré-mistura dos produtos respeitando a ordem a seguir e sempre mantendo a agitação:
1. Água
2. PM / WP
3. WG / DF
4. SC / CS
5. SL
6. CE / EC
7. Adjuvantes
8. Fertilizantes foliares
9. Redutor de espuma.
c) Adicionar os produtos em pré-mistura ao tanque de pulverização cerca de 3 a 5 minutos antes antes do início da aplicação.
d) Para adicionar a pré-mistura ao tanque, ligar o agitador do tanque de pulverização em agitação constante e intensa; mantê-lo funcionando por todo o período de adição da pré- mistura ao tanque de pulverização.
e) Completar o tanque de pulverização com água mantendo o agitador ligado.
f) Manter o agitador funcionando durante toda a aplicação dos produtos em agitação constante e intensa.
g) Promover a limpeza do tanque e do sistema de aplicação sempre que necessário para o bom funcionamento do pulverizador, para manter uma boa aplicação e antes de guardar os equipamentos ao final do dia.
Cuidados com o sistema de aplicação para uma boa pulverização:
a. Certificar a qualidade do sistema de agitação da calda no pulverizador; para circuitos com agitação hidráulica certificar que o volume de retorno de calda no interior do tanque seja de no mínimo 5% até 20% do volume nominal do tanque;
b. Abastecimento do tanque de pulverização gradual e com agitação constante e severa;
c. Não desligar a agitação durante a aplicação do agroquímico;
d. Usar malha de filtros compatíveis com a granulometria do agroquímico (Ex. para mancozebe máximo malha 80);
e. Usar malhas de filtro de sucção, de linha e de pontas com restrição progressiva (Ex: 40 para sucção, 60 para linha e 80 para ponta de pulverização);
f. Não utilizar pressão de pulverização baixa. Preferencialmente próximo do limite superior estabelecido pelo fabricante da ponta de pulverização;
g. Limpar a máquina imediatamente após o uso ou completá-la com água antes de guardá-la quando impossibilitada a limpeza imediata (ver procedimento de limpeza sugerido);
h. Manter a máquina em condições de uso e inspecionada a fim de evitar possíveis falhas durante a pulverização devido a pontas entupidas ou gastas;
i. Para aplicação de mancozebe, adotar o uso de selo mecânico de carbeto de silício nas bombas centrífugas;
j. Estar atento as falhas relacionadas as particularidades de cada equipamento corrigi-las previamente.
Aplicação terrestre:
Equipamentos: pulverizadores de barra ou costal, pulverizadores acoplados a trator ou atomizadores costais motorizados com bomba centrífuga. Utilize bicos tipo cone ou equivalentes, com pressão aferida de acordo com o tipo de bico/fabricante e tamanho de gota desejável. A altura da barra deve permitir uma boa cobertura de toda a parte aérea da planta (caule, folhas e frutos). No caso de se utilizar outros equipamentos, estes devem sempre proporcionar boa cobertura de pulverização das plantas. O volume de aplicação depende das instruções de uso.
Aplicação aérea:
A aplicação aérea deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para aplicação terrestre, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar as condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.
Recomendações específicas:
Para a cultura da Banana as aplicações devem ser feitas em ultrabaixo volume, utilizando-se das seguintes opções:
1) Fazer uma diluição prévia do produto em pequena quantidade de água, adicionar emulsionante na dose recomendada pelo fabricante e 5 litros de óleo agrícola. Completar com água até atingir o volume de 20 litros de calda por hectare.
2) Fazer uma diluição prévia do produto em pequena quantidade de água, adicionar emulsionante na dose recomendada pelo fabricante. Completar com óleo agrícola até atingir o volume de 15 litros de calda por hectare.
Volume de Calda
Para aplicação aérea: 30 a 50 L/ha.
Para aplicação terrestre: vide NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO.
Condições Climáticas:
A temperatura deve estar abaixo de 30ºC, a velocidade do vento em torno de 3,0 a 5,0 km/h e a Umidade
Relativa do ar maior que 50%.
PROCEDIMENTO DE LIMPEZA DO PULVERIZADOR
Passo 1: Para máquinas com tanque de polietileno e aço inoxidável, colocar meio tanque de água. Para máquinas com tanque de fibra de vidro completar o tanque com água até sua capacidade nominal. Adicionar o agente limpante na concentração recomendada no tanque e agitar o líquido por 20 minutos por todo circuito hidráulico. Ligar a pulverização até o esgotamento total do conteúdo do tanque.
Passo 2: Remover as pontas de pulverização, filtros dos bicos, filtros de sucção, filtros de linha, drenos dos segmentos de barra (exceto para máquinas com segmento circulante) e limpá-los separadamente. Deve-se remover também o lastro de calda.
Passo 3: Montar os filtros de sucção, de linha e as pontas de pulverização. Não montar os filtros dos bicos nem os drenos dos segmentos de barra (exceto para máquinas com segmento circulante). Para máquinas com tanque de polietileno e aço inoxidável colocar meio tanque de água. Para máquinas com tanque de fibra de vidro completar o tanque até sua capacidade nominal. Ligar a pulverização até o esgotamento total do conteúdo do tanque. Observe que a ausência de filtros dos bicos e drenos dos segmentos de barra fará o líquido escoar rapidamente pelas barras, o que facilitará a retirada de resíduos sólidos do circuito.
Passo 4: Montar todo o circuito e lavar uma vez mais com água, sendo que para máquinas com tanque de polietileno e aço inoxidável, colocar meio tanque de água e para máquinas com tanque de fibra de vidro completar o tanque até sua capacidade nominal.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Aplicado nas doses recomendadas, não é fitotóxico às culturas indicadas.
• Não deve ser usado em culturas plantadas em sistema hidropônico ou em vasos ou outros recipientes.
• Incompatível com formulações altamente alcalinas, como calda bordalesa e calda sulfocálcica.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Outras práticas de controle devem ser aplicadas sempre que disponíveis, visando à proteção das plantas e do meio ambiente. As táticas de controle devem incluir o monitoramento dos patógenos, o uso correto do produto quanto à época, princípio ativo, à dose, ao modo de aplicação e à tomada de decisão, visando assegurar resultados econômico, ecológico e sociologicamente favoráveis.
GRUPO M03 FUNGICIDA
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como práticas de manejo de resistência e, para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M03 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc.;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).
O produto fungicida MANCOZEB 75% WG LIMIN é composto por Mancozebe, que apresenta Atividade de contato multisítio, pertencente ao Grupo M3, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicida).