INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO
O produto é um inseticida do grupo químico Pirazol que atua por contato e ingestão, que contém o ingrediente ativo Fipronil, na formulação suspensão concentrada para tratamento de sementes, indicado para controle de insetos nas culturas de algodão, arroz, feijão, milho, soja e trigo.
É OBRIGATÓRIA A ADIÇÃO DE UM AGENTE CORANTE no momento do tratamento de sementes, com o objetivo de diferenciar as sementes tratadas dos grãos, conforme legislação vigente. É de responsabilidade da empresa ou do agricultor que for realizar o tratamento de sementes, adicionar o agente corante no momento da aplicação do produto.
MODO DE APLICAÇÃO
O tratamento de sementes deverá ser feito em equipamentos que propiciem uma distribuição uniforme da calda sobre as sementes. Modo de Aplicação Industrial:
1) Colocar uma quantidade de semente conhecida;
2) Adicionar volume de calda desejada para esta quantidade de semente;
3) Obrigatoriamente adicionar o agente corante;
4) Realizar a agitação/movimentação lenta das sementes até obter uma perfeita cobertura das sementes;
5) Atentar para que no final do tratamento, não haja sobra de produto no equipamento utilizado;
6) É obrigatória a utilização de EPI completo durante a operação de tratamentos de sementes.
Observação
Antes da utilização, agitar lentamente a embalagem para uniformização do produto.
Manutenção do equipamento de tratamento da semente:
- Para todos os métodos de tratamento de sementes é importante realizar medições periódicas dos equipamentos, fluxos de sementes e volume de calda para que o tratamento efetuado seja o mais uniforme possível.
- Não tratar sementes sobre lonas, sacos ou mesmo nas caixas de sementes dos equipamentos de plantio (semeadoras).
- Para obter o controle almejado, recomenda-se o uso de equipamentos que promovam uma completa cobertura das sementes.
Importante: manter a calda em agitação constante para evitar decantação.
- Os mecanismos dosadores e/ou pulverizadores destes equipamentos devem ser revisados e limpos diariamente ou a cada parada do equipamento. Resíduos de calda podem reduzir a capacidade das canecas ou copos dosadores
ou afetar a regulagem de bicos e ou mecanismos de aplicação da calda sobre as sementes.
- É obrigatória a utilização de EPI completo durante a operação de tratamentos de sementes.
MODO DE APLICAÇÃO NA PROPRIEDADE
- Volume de calda por 100 kg de sementes nas culturas de milho, soja e algodão deve promover uma boa cobertura das mesmas, sem causar efeitos negativos ao desempenho fisiológico das sementes.
Tratamento da semente:
1) Colocar um peso de semente conhecida;
2) Adicionar volume de calda desejada para esta quantidade de semente;
3) Obrigatoriamente adicionar o agente corante;
4) Realizar a agitação/movimentação lenta das sementes até obter uma perfeita cobertura das sementes;
5) Atentar para que no final do tratamento, não haja sobra de produto no equipamento utilizado;
6) É obrigatória a utilização de EPI completo durante a operação de tratamentos de sementes.
Observação
Antes da utilização agitar lentamente a embalagem para uniformização do produto.
RECOMENDAÇÕES QUANTO À UTILIZAÇÃO E ARMAZENAMENTO DAS SEMENTES TRATADAS
- Não utilizar o produto em desacordo às instruções do rótulo e bula.
- Para o armazenamento das sementes tratadas, utilize sacos de papel.
- Não deixe as sementes tratadas expostas ao sol.
MANUTENÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DE TRATAMENTO DAS SEMENTES
- Para todos os métodos de tratamento de sementes é importante realizar medições periódicas dos equipamentos, fluxos de sementes e volume de calda para que o tratamento efetuado seja o mais uniforme.
- Não tratar sementes sobre lonas, sacos ou mesmo nas caixas de sementes dos equipamentos de plantio (semeadoras).
- Para obter o controle desejado, recomenda-se o uso de equipamentos que promovam uma completa cobertura das sementes. Importante: manter a calda em agitação constante para evitar decantação.
- Os mecanismos dosadores e/ou pulverizadores destes equipamentos devem ser revisados e limpos diariamente ou a cada parada do equipamento. Resíduos de calda podem diminuir a capacidade das canecas ou copos dosadores ou afetar a regulagem de bicos e ou mecanismos de aplicação da calda sobre as sementes.
- É obrigatória a utilização de EPI completo durante a operação de tratamento de sementes.
- A aplicação do produto com equipamentos desregulados ou inadequados podem resultar em cobertura desuniforme das sementes com consequente redução no controle das pragas.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Como o produto é destinado ao tratamento de sementes, não há restrições quanto à reentrada de pessoas em lavouras oriundas de sementes tratadas. Como medida preventiva, recomenda-se o uso de botas de borracha
LIMITAÇÕES DE USO
- O produto deve ser utilizado somente para as culturas que estão registradas, seguindo as instruções de uso aprovadas constantes da bula.
- Não se recomenda o tratamento das sementes diretamente na caixa semeadora, devido a baixa eficiência resultando em pouca aderência e cobertura desuniforme das sementes.
- Não é recomendado a mistura do produto com produtos de reação fortemente alcalina (hormônios, fertilizantes, estimuladores de crescimento, etc.), como com qualquer outro agrotóxico.
- Proceder à regulagem das semeadoras com as sementes já tratadas, pois poderá haver alteração na fluidez das mesmas.
- Para as culturas do feijão e da soja utilizar no máximo 600 ml da calda inseticida para 100 kg de sementes, pois poderá haver absorção de excesso de umidade pelo tegumento, o que poderá alterar a qualidade das mesmas quanto à germinação e vigor vegetativo.
- Não é recomendado efetuar o tratamento de sementes com o uso de ferramentas manuais ou com o uso de lonas plásticas.
- Não utilizar as sementes tratadas para consumo humano ou animal.
FITOTOXICIDADE
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não ocasionará danos às culturas indicadas.
Precauções quanto a saúde humana
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
Precauções quanto ao meio ambiente
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Manejo integrado
É recomendável utilizar outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.
Manejo de resistência
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência. O inseticida é composto por fipronil, que apresenta mecanismo de ação – (Bloqueadores de canais de cloro mediados pelo GABA) pertencente ao Grupo 2B, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). O Uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações de insetos resistente em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência. Adotar as práticas de manejo de resistência de pragas a inseticidas, tais como:
- Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos do Grupo 2B para o controle do mesmo alvo, quando apropriado;
- Adotar outras práticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos devem ser encaminhados para o IRACBR (www.irac-br-org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).