Bula Monaris

acessos
Azoxystrobin
5814
Syngenta

Composição

Azoxystrobin 200 g/L Estrobilurina
Ciproconazol 80 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramularia
(Ramularia areola)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 - 21 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações ao redor de 40-45 dias após a emergência da cultura
Ramulose
(Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 - 21 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações ao redor de 25 dias após a emergência da cultura ou estágio de 2 a 4 folhas verdadeiras
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
500 a 750 mL p.c./ha 400 L de água/ha - Repetir as aplicações a cada 60 dias, totalizando no máximo 3 aplicações/safra, ou a cada 90 dias, totalizando 2 aplicações por safra. 30 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
500 a 750 mL p.c./ha 400 L de água/ha - Repetir as aplicações a cada 60 dias, totalizando no máximo 3 aplicações/safra, ou a cada 90 dias, totalizando 2 aplicações por safra. 30 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia melanocephala)
250 a 500 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 30 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no surgimento dos primeiros sintomas de doença na área
Ferrugem alaranjada da cana
(Puccinia kuehnii)
500 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 30 dias. Não especificado devido à modalidade de empego. Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no surgimento dos primeiros sintomas de doença na área
Podridão da coroa
(Ceratocystis paradoxa)
250 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não especificado devido à modalidade de emprego. Aplicar sobre os toletes no sulco de plantio, através de pulverização em jato dirigido
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia hordei)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 21 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações de forma preventiva, ou no máximo no surgimento dos primeiros sintomas de doença na área
Mancha angular
(Drechslera teres)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 21 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações de forma preventiva, ou no máximo no surgimento dos primeiros sintomas de doença na área
Girassol Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria helianthi)
250 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha - 14 dias. 21 dias. Iniciar as aplicações quando do surgimento dos primeiros sintomas das doenças
Oídio
(Erysiphe cichoracearum)
200 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha - 14 dias. 21 dias. Iniciar as aplicações quando do surgimento dos primeiros sintomas das doenças
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora zeae-maydis)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 42 dias. Deverá ser aplicado de forma preventiva aos 40-50 dias após o plantio
Mancha foliar de phaoeosphaeria
(Phaeosphaeria maydis)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 42 dias. Deverá ser aplicado de forma preventiva aos 40-50 dias após o plantio
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum truncatum)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 21 - 28 dias. 30 dias. Realizar a primeira aplicação de forma preventiva, até no máximo no estádio R 2 (florescimento pleno)
Ferrugem asiática
(Phakopsora pachyrhizi)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 - 21 dias. 30 dias. Realizar a primeira aplicação de forma preventiva no estádio R 1 (início do florescimento)
Mancha alvo
(Corynespora cassiicola)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 21 - 28 dias. 30 dias. Realizar a primeira aplicação de forma preventiva, até no máximo no estádio R 2 (florescimento pleno)
Mancha aureolada
(Thanatephorus cucumeris)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 21 - 28 dias. 30 dias. Realizar a primeira aplicação de forma preventiva, até no máximo no estádio R 2 (florescimento pleno)
Mancha parda
(Septoria glycines)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Realizar aplicação no estádio R 5.1
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Realizar aplicação no estádio R 5.1
Oídio
(Microsphaera diffusa)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar quando o índice de infecção atingir 20%
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 - 21 dias. 30 dias. Deverá ser aplicado de forma preventiva ou nos estágios iniciais de infecção das doenças foliares do trigo (até 5% de incidência)
Ferrugem do colmo
(Puccinia graminis)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 - 21 dias. 30 dias. Deverá ser aplicado de forma preventiva ou nos estágios iniciais de infecção das doenças foliares do trigo (até 5% de incidência)
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 - 21 dias. 30 dias. Deverá ser aplicado de forma preventiva ou nos estágios iniciais de infecção das doenças foliares do trigo (até 5% de incidência)

Frasco Plástico 0,1 0,25 0,5 1,5 2L
Lata Metálico 0,25 0,5 1 1,5 5L
Bombona Plástico 10 15 20 25 100 180 200L
Balde Metálico 10 15 20 25L
Tambor Plástico 100 180 200 220L
Tambor Metálico 100 180 200 220L
Tambor Com sacos internos Fibra Celulósica 10 15 20 25 100 180 200 220L
IBC Plástico 500 600 750 1.000L
Tanque Plástico 5.000 20.000L
Tanque Metálico 5.000 20.000 24.000 25.000 26.000 28.000L
Bag-in-Box Plástico / Papelão 10 15 20 25 100 180 200 220 500 1.000L

MONARIS deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para as culturas registradas.
Aplicação terrestre:
Volume de aplicação: 100 a 200 litros água/ha para as culturas do algodão, da cana-de-açúcar,
da cevada, do milho, da soja, do girassol e do trigo e 400 litros água/ha para a cultura do café. Nas culturas do algodão, da cana de açúcar, da cevada, do milho, da soja e do trigo, utilizar
pulverizador tratorizado de barra, equipado com bicos apropriados para a aplicação de
fungicidas, produzindo um diâmetro de gotas de 50 a 200 vt, uma densidade de 50 a 70 gotas
por cm2, e uma pressão de 40 a 60 libras.
Na cultura do café, utilizar equipamento tipo turbo atomizador ou costal, equipado com bico tipo
Jato cônico com série "X" ou "D", a uma pressão de 10 a 40 psi (para o atomizador) e 30 a 60
(para o costal), produzindo um diâmetro de gotas na faixa de 150 a 250 e densidade maior
que 100 gotas/cm2.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 27°C, com umidade relativa acima de 60% e
ventos de no máximo 15 km/hora.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
Para a cultura da cana-de-açúcar, utilizar volume de calda de 100 L/ha. Utilizar pulverizadores acoplados às plantadoras mecanizadas ou máquinas específicas para fechamento do sulco (tampador), imediatamente antes do fechamento.
Aplicação aérea (culturas do algodão, cana-de-açúcar, cevada, milho, soja e trigo): Utilizar barra com um volume de 30 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação, como por exemplo, cônicos D6 e D12 e disco "core" inferior a 45.
Largura efetiva de 15-18 m, com diâmetro de gotas de 80 g, e um mínimo de 60 gotas por cm2. O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada.
Observar ventos de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 27°C e umidade relativa superior a 60% visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação.
INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):
CULTURA DIAS
Algodão 30 dias
Café 30 dias
Cana-de-açúcar 30 dias
Cana-de-açúcar (1)
Cana-de-açúcar (2)
Cevada 30 dias
Girassol 21 dias
Milho 42 dias
Soja 30 dias
Trigo 30 dias
(1) intervalo de segurança nao determinado devido à modalidade de emprego (aplicação no sulco de
plantio).
(2) Não determinado devido à modalidade de emprego (tratamento de propágulos vegetativos - mudas).
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para as culturas.
Outras restrições a serem observadas:
A azoxistrobina é extremamente fitotoxica para certas variedades de maçãs e por essa razão, não pulverizar o produto quando a deriva da pulverização possa alcançar macieiras. Não use equipamentos de pulverização que tenham sido usados previamente para aplicar PRIORI XTRA, para pulverizar macieiras. Mesmo resíduos do produto que tenham permanecido nos equipamentos podem causar fitotoxicidade inaceitável para certas variedades de maçã.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendado.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos
na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• O produto é irritante para os olhos.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações
descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2, cobrindo nariz e a boca; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Não aplique o produto na presença de vento se utilizar equipamento costal. Se utilizar trator, aplique o produto contra o vento, de modo a evitar que o aplicado,- entre na névoa do produto.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe 2, cobrindo nariz e a boca; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Caso seja necessário entrar na lavoura antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para uso durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produtoc adequadamente fechado, na embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção indi 'dual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados
na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizadas, utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha).
PRIMEIROS SOCORROS:
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorrer naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente durante 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
- INTOXICAÇÕES POR MONARIS -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO: Azoxistrobina:
Absorção: A principal rota de absorção é pela via oral, sendo as demais vias secundárias. O produto é rapidamente metabolizado.
- Distribuição: Quando o produto radiomarcado foi administrado via oral em ratos, pequena radioatividade foi retida nos tecidos. Menos de 0,8% da dose administrada estava presente nos tecidos e carcaças de ratos de ambos os sexos. A maior concentração da radioatividade presente em tecidos foi encontrada no rim, concentrações menores foram encontradas no fígado e sangue.
- Ação: A azoxistrobina é bem metabolizado, resultando na formação de no mínimo 15 metabólitos. As duas principais rotas metabólicas são: hidrólise ao metoxiácido, seguido pela conjugação da glucoronide; e, a conjugação da glutationa ao anel cianofenil seguido pelo posterior metabolismo via um número de intermediários ao metabólito mercaptúrico ácido.
Azoxistrobina também pode ser hidroxilado à posição 8 e 10 do anel cianofenil, seguido da conjugação guoronide.
Os metabólitos resultantes são polares, e conseqüentemente, excretados, em sua grande maioria em 48 horas.
Excreção: A principal via de eliminação é as fezes. Em 48 horas, mais que 96% da dose administrada oralmente foi eliminada através das fezes de ratos machos e fêmeas. A urina também contribuiu com a eliminação de cerca de 12,5% a 17,0% em outro experimento realizado corr ratos de laboratório
- Quando o produto foi aplicado so e a pele de coelhos, não foram observados achados hematológicos, química línica e histopatologia que pudessem ser atribuídos à administração em doses pet idas do produto.
Ciproconazol:
A absorção foi quase que completa (pelo menos 86%), independente do nível de dose ou regime (intubação gástrica ou injeção na veia femural).
Os níveis mais elevados foram observados no fígado e no córtex adrenal seguido da gordura renal, rins e baço. Não houve nenhuma retenção especial de materiais derivados do composto nos ratos e a dosagem múltipla não influenciou o padrão de distribuição (não houve acumulação significativa).
O Ciproconazol foi extensivamente metabolizado pelo rato, independente da rota ou
regime de dose e sexo do animal teste. As principais vias de metabolismo são as seguintes:
• Eliminação oxidativa do anel triazole;
• Hidroxilações da cadeia lateral que possui o anel ciclopropil:
• Quebra oxidativa do anel cipropil;
• Eliminação do anel lateral que possui o anel ciclopropil, seguida por oxidação. Um total de cerca de 35 metabólitos foram detectados em ratos, entre os quais 13, de maior significância foram isolados. Todos os outros estiveram presentes em
quantidades muito pequenas (< 3% do total de resíduos) e, portanto, considerados não significativos.
O produto e/ou seus metabólitos foram eliminados do sangue com uma meia-vida de eliminação de cerca de 30 horas e sem diferença significativa das vias e regimes de dosagem. Após 168 horas da dosagem, a eliminação principal ocorreu através da bile, em fezes (60 a 75%; sendo que 90% dessa quantidade dentro das primeiras 24 horas) e urina (30 a 40%). Após 7 dias, os resíduos nos órgãos e tecidos foram muito
baixos e não houve retenção significativa do composto e/ou seus metabólitos nos ratos, nas condições testadas.
EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Toxicidade aguda oral: DLso aguda oral em ratos machos: > 2.000 mg/kg, mas menor que 3.000 mg/kg de peso vivo e em ratos fêmeas: > 500 mg/kg, mas menor que 2.000 mg/kg de peso vivo. Foram observadas redução na atividade, pêlos eriçados e posição curvada na administração de altas doses do produto.
Toxicidade aguda dermal: DLso aguda dermal em ratos machos e fêmeas: > 5.000 mg/kg. Não houve nenhum sintoma de intoxicação. Foi observada uma leve irritação. Irritação dermal em coelhos: O produto provocou uma irritação muito leve (score 1) em pele de coelhos.
Irritação nos olhos de coelhos: O produto é medianamente irritante- (classe 4 de uma
escala de 0-8) aos olhos de coelhos, reversível em 4 dias. Não houve efeitos na córnea ou na íris.
EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Azoxistrobina: Em estudo de 3 meses com ratos, o produto técnico Azoxistrobina administrado através da dieta causou uma diferença no desenvolvimento do peso corpóreo nos animais tratados com a dose de 6.000 ppm. A avaliação histopatológica demonstrou que o órgão alvo foi o fígado. A dose testada de efeito não observado (NOEL) foi correspondente a 20 mg/kg de . -so corpóreo/dia.
Em estudos de dois anos com ratos, o produto Azoxistrobina foi administrado através
da dieta. O fígado foi considerado o órgão alvo e houve corrências de hiperplasia epitelial ou ulceração do ducto biliar e hiperlasia biliar do fígado. As alterações no fígado foram consideradas como secundárias para a toxicidade do ducto biliar. Não houve evidências de que Azoxistrobina tenha sido carcinogênico aos ratos. O nível de dosagem de 18 mg/kg de peso corpóreo/dia foi tanto o NOEL como NOAEL.
No estudo de 18 meses com camundongos, a administração de Azoxistrobina na dieta foi tolerada sem a ocorrência de toxicidade excessiva. Houve uma redução no crescimento dos animais na dose mais alta, demonstrando com isso que a dose máxima havia sido atingida. O padrão e incidência das alterações não¬neoplasmáticas foram típicas das alterações encontradas nesta linhagem de camundongo. Não houve diferenças estatisticamente significativas entre os animais controle e os animais tratados. Conclui-se que o produto Azoxistrobina não é carcinogêncio para camundongos.
Ciproconazol: Em estudo crônico de 1 ano com cães, foi observada redução no ganho de peso corpóreo nos cães machos, na dose máxima do estudo de 350 ppm. Em adição, alterações químicas de depressão dos níveis de colesterol e triglicerídeos, redução na albumina e elevação dos níveis de enzimas do fígado indicaram uma leve hepatotoxicidade relacionados ao tratamento com o Ciproconazol. Algumas alterações histopatológicas do fígado foram relatadas nos níveis de 100 e 350 ppm.
Essas alterações, no entanto, representam uma adaptação fisiológica reversível, sem relevância toxicológica.
Em estudo de 2 anos com ratos, foi observada redução no ganho de peso corpóreo na dose de 350 ppm. Foram observados efeitos no fígado, onde houve um aumento na incidência de gordura e hipertrofia hepática. Não houve evidência de efeito no sistema endócrino.
O nível sem efeito observado em cães foi de 30 ppm na dieta equivalente a um consumo de 1 mg/kg de peso corpóreo. O nível sem efeito observado em ratos foi de 50 ppm na dieta, equivalente a um consumo de 2,22 mg/kg de peso corpóreo. Nestas doses ou em doses menores, não foram observados efeitos dos ingredientes ativos nos animais testados.
EFEITOS ADVERSOS:
Por não ser produto de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos adversos.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
[ ] - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
[ X ] - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
[ ] - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
[ ] - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhen-tos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas
2- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PRE-VENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e
outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3- INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Syngenta Proteção de Cativos Ltda. - tele-fone de emergência: 0800-704 4304.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, ócu-los protetor e máscara com filtro)
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questa quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTI¬NAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 'Á do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressã2guir os seguintes proce¬dimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, dire¬cionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazena¬da com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade , será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, ra
ções, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado enn local co
berto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separada-mente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até unn ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fsicalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXíVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local co
berto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparen-te (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o términ validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fsicalização, pelo prazo um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

MONARIS é um fungicida composto por uma estrobilurina,a azoxistrobina, e um triazol, o ciproconazole. Estes ingredientes ativos apresentam dois diferentes modos de ação , o primeiro pertencente ao grupo dos Qol e o segundo pertencente ao grupo dos IBEs. Esta combinação de diferentes ativos faz parte de uma estratégia de manejo de resistência.
Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao
desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas
(FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a
vida útil dos fungicidas:
• Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados
no rótulo/bula.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando
disponíveis e apropriados.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações
locais para o manejo de resistência.