Bula Pertag 384 EC - Tagros

Bula Pertag 384 EC

acessos
Permetrina
29317
Tagros

Composição

Permetrina 384 g/L Piretróide

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
160 mL p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 2 a 10 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 8 - 12 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações com 10% de infestação, ou seja,10 lagartas/100 plantas
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
325 mL p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 2 a 10 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 8 - 12 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações com 10% de infestação, ou seja,10 lagartas/100 plantas
Lagarta rosada
(Pectinophora gossypiella)
260 mL p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 2 a 10 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 8 - 12 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações com 10% de infestação, ou seja,10 lagartas/100 plantas
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
260 mL p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 2 a 10 L de calda/ha Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 8 - 12 dias. 7 dias. Aplicar no início da infestação
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
260 mL p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 2 a 10 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 8 - 12 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações com 10% de infestação, ou seja,10 lagartas/100 plantas
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta das folhas
(Spodoptera eridania)
65 mL p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 2 a 10 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo cinco aplicações. 20 dias. Aplicar no início da infestação
Arroz - Armazenado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Gorgulho
(Sitophilus zeamais)
10,5 mL/ton 200 a 300 L de calda/ha - O número de aplicações varia de acordo com a infestação da praga. Efetue a aplicação de forma que possibilite uma boa cobertura da parte aérea das plantas. 60 dias. Diluir em água e pulverizar sobre os grãos antes do armazenamento
Gorgulho dos cereais
(Rhyzopertha dominica)
10,5 mL/ton 200 a 300 L de calda/ha - O número de aplicações varia de acordo com a infestação da praga. Efetue a aplicação de forma que possibilite uma boa cobertura da parte aérea das plantas. 60 dias. Diluir em água e pulverizar sobre os grãos antes do armazenamento
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
65 mL p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 2 a 10 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo cinco aplicações. 45 dias. Aplicar no início da infestação
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
100 a 300 mL p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 2 a 10 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo cinco aplicações. 45 dias. Aplicar no início da infestação
Milho - Armazenado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Gorgulho
(Sitophilus zeamais)
10,5 mL/ton 200 a 300 L de calda/ha - O número de aplicações varia de acordo com a infestação da praga. Efetue a aplicação de forma que possibilite uma boa cobertura da parte aérea das plantas. 60 dias. Diluir em água e pulverizar sobre os grãos antes do armazenamento
Gorgulho dos cereais
(Rhyzopertha dominica)
10,5 mL/ton 200 a 300 L de calda/ha - O número de aplicações varia de acordo com a infestação da praga. Efetue a aplicação de forma que possibilite uma boa cobertura da parte aérea das plantas. 60 dias. Diluir em água e pulverizar sobre os grãos antes do armazenamento
Traça
(Sitotroga cerealella)
10,5 mL/ton 200 a 300 L de calda/ha - O número de aplicações varia de acordo com a infestação da praga. Efetue a aplicação de forma que possibilite uma boa cobertura da parte aérea das plantas. 60 dias. Diluir em água e pulverizar sobre os grãos antes do armazenamento
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
40 a 65 mL p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 2 a 10 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo cinco aplicações. 30 dias. Aplicar quando a soja apresentar 20 lagartas por m linear ou com desfolhamento de 30% antes da floração e 15% após o início da floração
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
65 mL p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 2 a 10 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo cinco aplicações. 30 dias. Aplicar quando a soja apresentar 20 lagartas por m linear ou com desfolhamento de 30% antes da floração e 15% após o início da floração
Percevejo verde
(Nezara viridula)
130 mL p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 2 a 10 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo cinco aplicações. 30 dias. Aplicar quando a soja apresentar 20 lagartas por m linear ou com desfolhamento de 30% antes da floração e 15% após o início da floração
Percevejo verde pequeno da soja
(Piezodorus guildinii)
130 mL p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 2 a 10 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo cinco aplicações. 30 dias. Aplicar quando a soja apresentar 20 lagartas por m linear ou com desfolhamento de 30% antes da floração e 15% após o início da floração
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
32,5 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Aplicar no início da infestação e reaplicar a cada 7 dias sistematicamente
Pulgão verde
(Myzus persicae)
16,25 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Aplicar no início da infestação e reaplicar a cada 7 dias sistematicamente
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
32,5 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Aplicar no início da infestação e reaplicar a cada 7 dias sistematicamente
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
16,25 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Aplicar no início da infestação e reaplicar a cada 7 dias sistematicamente
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
32,5 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Aplicar no início da infestação e reaplicar a cada 7 dias sistematicamente
Tripes
(Frankliniella schultzei)
16,25 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Aplicar no início da infestação e reaplicar a cada 7 dias sistematicamente
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia adultera)
65 mL p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 2 a 10 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 18 dias. Aplicar no início da infestação
Pulgão das espigas
(Sitobion avenae)
130 mL p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 2 a 10 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 18 dias. Aplicar no início da infestação
Trigo - Armazenado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Gorgulho
(Sitophilus zeamais)
10,5 mL/ton 200 a 300 L de calda/ha - O número de aplicações varia de acordo com a infestação da praga. Efetue a aplicação de forma que possibilite uma boa cobertura da parte aérea das plantas. 60 dias. Diluir em água e pulverizar sobre os grãos antes do armazenamento
Gorgulho dos cereais
(Rhyzopertha dominica)
10,5 mL/ton 200 a 300 L de calda/ha - O número de aplicações varia de acordo com a infestação da praga. Efetue a aplicação de forma que possibilite uma boa cobertura da parte aérea das plantas. 60 dias. Diluir em água e pulverizar sobre os grãos antes do armazenamento

MODO DE APLICAÇÃO:

Diluir as doses recomendadas por hectare, na quantidade de água necessária para uma aplicação uniforme, considerando o equipamento disponível na propriedade.
A aplicação pode ser efetuada via terrestre ou aérea, usando-se alto ou baixo volume.
Para aplicações via terrestre

Pulverizador: tratorizado de barra, tratorizado com turbo-atomizador, costal manual ou
costal motorizado.
Pressão de trabalho: 60 a 70 psi (equipamentos costais) e 80 a 100 psi (equipamentos
tratorizados).
Tipo de Bico: para equipamentos costais - bicos rotativos (CDA) ou bicos do tipo jato
cônico produzindo 30 - 50 gotas/cm² com tamanho de gota correspondente a 250 micra, ou bicos equipados com ponta e difusor adequados.
Para equipamentos de barra - bicos com 80º de ângulo a 30 cm de altura. Verificar se a barra em toda sua extensão está na mesma altura.

Observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
- Temperatura ambiente: máximo 30ºC
- Umidade relativa do ar: mínimo 60%
- Velocidade do vento: máximo 10 km/h

Para aplicações via aérea
Pressão de trabalho: 30 a 50 llb/pol2.
Bico: micronair ou UBV
Tamanho da gota: 100-200 micra
Densidade da gota: 60 gotas/cm2
Largura da faixa de deposição: 20 – 23 m
Volume de calda: 2 a 10 L/há

Observe as condições climáticas ideais para a aplicação via aérea do produto, tais
como:
- Temperatura ambiente: máximo 30ºC
- Umidade relativa do ar: mínimo 60%
- Velocidade do vento: máximo 7 km/h

A escolha dos equipamentos a serem utilizados para aplicação deste produto poderá
sofrer alterações a critério do Engenheiro Agrônomo, tomando-se o cuidado de evitar
sempre a deriva e perdas do produto por evaporação.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Algodão: 7 dias.
Arroz: 20 dias.
Café: 30 dias.
Couve: 3 dias
Couve-flor: 3 dias
Fumo: U.N.A.
Milho: 45 dias.
Repolho: 3 dias
Soja: 30 dias.
Tomate: 3 dias.
Trigo: 18 dias.
Grãos armazenados: 60 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS
TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda
(no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período,
utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

Fitotoxicidade ausente para a cultura, na dose e condição recomendada.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A
SEREM UTILIZADOS:

Vide Item Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana.

INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
As pulverizações poderão ser via terrestre, através de pulverizadores manuais ou
motorizados, e via aérea.

INFORMAÇÕES SOBRE DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM
DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:

Vide Item Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO,
DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO
DAS EMBALAGENS VAZIAS:

Vide Item Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E
DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Vide Item Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão, botas, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento
hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:

- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Evite entrar na névoa de produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento
hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico
classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:

- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de
reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o
uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI :
macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando

a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra
naturalmente, deite a pessoa de lado. Não de nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15
minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água
corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR PERMETRINA
- Informações Médicas –
Grupo químico Piretróide
Classe
toxicológica
Classe I – Extremamente tóxico
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética Após absorção, por ser lipofílico, é rapidamente distribuído no sítio
de ação (SNC). Rapidamente metabolizado no fígado. Não se
acumula nos tecidos. Não é estocado ou bioacumulado, o que limita
sua toxicidade crônica. É excretado por via urinária.
Mecanismos de
toxicidade
Pode produzir bloqueio da condução nervosa, com despolarização
persistente e redução da amplitude do potencial de ação e colapso
na condução axonal.
Interferem também com o receptor GABA, com supressão dos
canais de cloro. Atua no sistema nervoso central e periférico,
prolongando moderadamente a abertura dos canais de sódio da
membrana celular, o que resulta em maior influxo de sódio, retarda a
regularização e leva a uma hiperexcitabilidade do sistema nervoso
central (SNC). A morte de insetos e ectoparasitas é rápida,
decorrente de paralisia nervosa. Associação com butóxido de
piperonila potencializa a ação. Em doses muito altas, despolariza
completamente a membrana da célula nervosa e bloqueia e
excitabilidade. Pode causar danos permanentes ou por longo tempo
em nervos periféricos.
Sintomas e sinais
clínicos
INTOXICAÇÃO AGUDA
Pele: Eritema, edema, queimação, fisgadas, parestesias.
Olhos: Irritação conjuntiva.
Inalação: Irritação de vias aéreas, rinite, asma, pneumonite, asma,
reações de hipersensibilidade
Ingestão, exposição cutânea e exposição respiratória: causam efeito
no sistema nervoso central (SNC), com convulsões, coma, parada
respiratória. Na ingestão de produto associado ao butóxido de
piperolina ocorre epigastralgia, náuseas, vômitos, diarreia,
depressão leve do SNC. Pode haver aspiração pulmonar em caso de
vomito, com aparecimento de pneumonite química. Com solvente
derivado de petróleo, o risco de pneumonite química aumenta
significativamente.
Reação anafilática: broncoespasmo, edema de orofaringe,
hipotensão arterial e choque.
Mesmo em baixas concentrações, os piretróides modificam a função
sensorial dos neurônios.
A principal via de exposição ocupacional é a cutânea, mas a
respiratória torna-se importante, principalmente nas aplicações me
estufas. A estimulação sensorial causada pelo calor, exposição ao
sol, lesões de pele, sudação e lavagem com água, aumentam a
exposição.
INTOXICAÇÃO CRONICA
Trabalhadores expostos apresentaram sinais cutâneos com
sensação de formigamento da face, coceiras, queimação e fisgadas,
com início em 30 minutos após a exposição, efeito máximo em 8
horas, desaparecendo em 12 a 24 horas. Exposições ocupacionais
repetidas causam, além disso, cefaléia severa, tontura, vertigem,
fadiga, náuseas, perda de apetite, alterações transitórias no
eletroencefalograma.
Casos severos são vistos, sobretudo com ciano-piretroides,
revelando tremores, convulsões e risco de morte. Eles são
agravados pela associação com o butóxido de piperolina ou com
inseticidas organofosforados, que inibem a degradação metabólica
dos piretróides.
Diagnóstico Clínico – história de exposição e presença de sintomas
característicos.
Laboratorial – Não há testes laboratoriais específicos. Outros testes
incluem eletrólitos, glicemia e gasometria.
Tratamento ANTIDOTO: não há antídoto especifico conhecido.
As medidas abaixo relacionadas, especialmente a adequada
oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas
simultaneamente ao tratamento medicamentoso e a
descontaminação. A descontaminação visa limitar a absorção e os
efeitos Iocais.
ADVERTENCIA: A pessoa que presta atendimento ao intoxicado,
especialmente durante a descontaminação, deverá estar protegida
por equipamentos de segurança (luvas, avental e botas
impermeáveis), de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
1. Remover roupas e acessórios, e proceder a descontaminação
cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e
cabelos, com água corrente em abundância e sabão neutro.
Remover a vitima para local ventilado
2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro
fisiológico ou água corrente, por no mínimo 15 minutos.
3. Em caso de ingestão, administrar carvão ativado na proporção de
50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1g/kg
em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de
carvão ativado para 240 ml de água e catático salino. No caso de
superdosagem, proceder à lavagem gástrica e até 1-2 horas ap6s a
ingestão. Se tratar-se de produto liquido com solvente derivado de
petróleo, a lavagem deve ser feita com intubação prévia, devido ao
risco de aspiração. Não provocar vomito. Nos pacientes com risco
devido à ingestão, atentar para os sinais de depressão do SNC ou
de convulsões durante 4-6 h.
4. Inalação: adotar medidas de assistência ventilatória, se
necessário. Administrar diazepam, se ocorrer convulsões.
Casos de hipersensibilidade severa e reação anafilática (raro), o
tratamento deve ser imediato: assistência respirat6ria, adrenalina,
anti-histamínico, corticóide, fluidos endovenosos, segundo a
necessidade. Medidas sintomáticas e de manutenção..

Contraindicações
Vômito induzido - em razão do risco potencial de aspiração:
Diluição - em razão do aumento da superfície: de contato e da
absorção.
Morfina pode comprometer pressão arterial e deprimir função
cardiorrespiratória.
Outros produtos com ação sobre o sistema nervoso central e
periférico, como os organofosforados e carbamatos, por exemplo..
Efeitos sinérgicos Não se conhece efeitos aditivos, sinergéticos e/ou potencializados
relacionados aos diferentes ingredientes.
ATENÇÃO Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o
caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação
(SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: (0xx11) 3124-4455

Permetrina é completa e rapidamente absorvido do trato gastrointestinal, minimamente
absorvido pela pele, rapidamente metabolizada e completamente eliminada pelo
organismo principalmente em curto espaço de tempo. O equivalente a 50 % é eliminado
em 48 horas e é completamente eliminada em 8 a 12 dias após administração.

Efeitos Agudos para animais de laboratório:
DL50 oral para ratos: > 300 - 2000 mg/kg pc
DL50 dérmica para ratos: > 2000 mg/kg pc
CL50 inalatória aguda > 0,45 mg/L.
Irritabilidade dérmica: levemente irritante
Irritabilidade ocular: irritante
Sensibilizante dérmico moderado quando aplicado em cobaias

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é:

(X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
-Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas e peixes.
-Evite contaminação ambiental – Preserve a natureza.
-Não utilize equipamento com vazamento.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-Aplique somente as doses recomendadas.
-Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
corpos d’água . Evite a contaminação da água.
-A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
-Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior
a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para
abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água,
moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
-Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal
concernente às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

-Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
-O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
-A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
-O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
-Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
-Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
-Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
-Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
-Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

-Isole e sinalize a área contaminada.
-Contate as autoridades locais competentes e a Empresa VIGNA BRASIL ASSESSORIA
EM AGRONEGÓCIOS LTDA.
- Telefone de emergência 0xx11 3094-3833.
-Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas
de PVC, óculos protetores e máscara com filtros).
-Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
Piso Pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o
auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O
produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa
registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado.
Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa,
visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das
características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,
TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

-EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

-LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os
mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o
preparo da calda do produto.

•Tríplice lavagem (Lavagem Manual) :

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem,
imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

•Lavagem sob Pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem
sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da
embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem
deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro
de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses
após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE:

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

- EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo o usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE:

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio
ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação
final.
A destinação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este
tipo de operação, equipamentos com câmaras de lavagem de gases efluentes e
aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados juntos de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO,
DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos Órgãos Responsáveis.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os
princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle
biológico (predadores e parasitóides), controle microbiano, controle por comportamento,
variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes
grupos químicos com mecanismo de ação distinto.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode
tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem
ser observados devido à resistência.
O inseticida Permethrin 384 EC pertence ao grupo 3A (moduladores de canais de
sódio – Piretróides e piretrinas) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto
do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações
resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do Permethrin 384 EC como uma ferramenta
útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que
podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
? Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 3A. Sempre
rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
? Aplicações sucessivas de Permethrin 384 EC podem ser feitas desde que o
período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de
uma geração da praga-alvo.
? Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações
permitidas.
? Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do Permethrin 384 EC
ou outros produtos do Grupo 3A quando for necessário;
? Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais
suscetíveis das pragas a serem controladas;
? Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas
(MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por
comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
? Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a
bula do produto;
? Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das
principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a
orientação técnica na aplicação de inseticidas;
? Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros
devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
(www.agricultura.gov.br).