Bula Pocco 480 SL - Albaugh

Bula Pocco 480 SL

acessos
Glyphosate
12912
Albaugh

Composição

Glifosato 480 g/L Glicina Substituída

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Sistêmico

Arroz irrigado S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Alfafa
(Medicago sativa)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Aveia
(Avena sativa)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 80 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 3 a 4 aplicações com intervalos entre 20 a 40 dias. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Arroz S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Alfafa
(Medicago sativa)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Aveia
(Avena sativa)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 80 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 3 a 4 aplicações com intervalos entre 20 a 40 dias. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Alfafa
(Medicago sativa)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Aveia
(Avena sativa)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 80 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 3 a 4 aplicações com intervalos entre 20 a 40 dias. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Alfafa
(Medicago sativa)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Aveia
(Avena sativa)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 80 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 3 a 4 aplicações com intervalos entre 20 a 40 dias. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cana-de-açúcar (maturação) Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Alfafa
(Medicago sativa)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Aveia
(Avena sativa)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 80 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 3 a 4 aplicações com intervalos entre 20 a 40 dias. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Maturador da cana-de-açúcar
Cana-de-açúcar (Soca) Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. Cultivar IAC | A aplicação deve ser realizada quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do solo ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
50 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. Cultivar NA | A aplicação deve ser realizada quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do solo ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. Cultivar CB | A aplicação deve ser realizada quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do solo ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. Cultivar SP | A aplicação deve ser realizada quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do solo ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. Cultivar CO/CP | A aplicação deve ser realizada quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do solo ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Alfafa
(Medicago sativa)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Aveia
(Avena sativa)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 80 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 3 a 4 aplicações com intervalos entre 20 a 40 dias. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Alfafa
(Medicago sativa)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Aveia
(Avena sativa)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 80 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 3 a 4 aplicações com intervalos entre 20 a 40 dias. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Milho S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Alfafa
(Medicago sativa)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Aveia
(Avena sativa)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 80 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 3 a 4 aplicações com intervalos entre 20 a 40 dias. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Alfafa
(Medicago sativa)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Aveia
(Avena sativa)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 80 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 3 a 4 aplicações com intervalos entre 20 a 40 dias. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Soja S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Alfafa
(Medicago sativa)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Aveia
(Avena sativa)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 80 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 3 a 4 aplicações com intervalos entre 20 a 40 dias. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Trigo S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Alfafa
(Medicago sativa)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Aveia
(Avena sativa)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 80 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 3 a 4 aplicações com intervalos entre 20 a 40 dias. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Alfafa
(Medicago sativa)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Aveia
(Avena sativa)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 80 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 3 a 4 aplicações com intervalos entre 20 a 40 dias. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 17 dias. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água)

Conteúdo: 0,5; 1; 1,5; 2; 2,5; 3; 3,5 ;4; 4,5; 5; 10; 15; 20; 25; 30; 35; 40; 45; 50; 100; 150; 200; 250; 300; 350; 400; 500; 1000 litros.

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA

INSTRUÇÕES DE USO:
POCCO 480 SL é um herbicida não seletivo de ação sistêmica, do grupo químico da glicina substituída, que contém o ingrediente ativo Glifosato, 480 g/L (equivalente a ácido de N-(phosphonomethyl)glycine), na formulação Concentrado Solúvel, indicado para o controle de plantas infestantes em áreas cultivadas ( pós emergência das culturas e das plantas infestantes), nas culturas do café, cana de açúcar, citros, maçã, pastagem, uva; aplicação em área total em pré plantio (pré-plantio da cultura pós-emergência das plantas infestantes) – Sistema de plantio direto para as culturas de arroz, arroz irrigado, soja, milho e trigo e na eliminação do arroz vermelho; e eliminação da soqueira de cana-de-açúcar e como maturador da cana de açúcar.

ALVOS BIOLÓGICOS CONTROLADOS E DOSES DE APLICAÇÃO:

- Plantas infestantes anuais controladas:
Vide "Indicações de Uso/Doses"

MODO / EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

As dosagens indicadas nas tabelas acima, quando aplicadas de acordo com as recomendações da bula, controlam as plantas infestantes na fase jovem até a fase adulta.
As doses menores são recomendadas para os casos de baixa infestação.


ELIMINAÇÃO DA SOQUEIRA DE CANA-DE-AÇÚCAR:

Cultivar Equipamento convencional Equipamento CDA/Bentley
Dose L/ha de PC
IAC 5,0 4,0
NA 5,0 4,0
CB 4,0 3,0
SP 5,0 3,0
CO/CP 5,0 4,0


As doses dependem do estádio de desenvolvimento das plantas infestantes e do tipo de equipamento utilizado.


INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES:
O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração.
Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais.

A aplicação deverá ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água).
Número de aplicações: uma. Para o controle da tiririca; porém, recomenda-se entre 3 a 4 aplicações em intervalos entre 20 a 40 dias.

Maturador da cana-de-açucar:
- Inicio da safra: com o objetivo de antecipar a maturação, devido a condições pouco favoráveis de maturação natural, onde nem mesmo as variedades mais precoces estão no seu potencial máximo de acúmulo de sacarose.
- Meio da safra: com o objetivo de maximizar a qualidade da matéria-prima e/ou antecipar a liberação de área de reforma para o preparo do solo e plantio de cana-de-açúcar de ano ou cereais.
- Final da safra: com o objetivo mínimo de manter um bom nível de maturação, evitando a queda natural que ocorre no inicio das chuvas, podendo ainda elevar o potencial natural da maturação, normalmente baixo nestas áreas, devido ao alto vigor vegetativo apresentado pela cultura.

Período entre aplicação e colheita/dose:
O período entre aplicação e colheita pode ser manejado em função de doses, massa verde e época de aplicação que possibilita uma adequada flexibilidade de colheita. No geral está entre 42 a 56 dias (6 a 8 semanas) para a dose recomendada de 0,6 L/ha do produto.
Idade da cana-de-açúcar: as plantas na área a ser tratada devem estar com um rendimento agrícola estabilizado, onde o objetivo da aplicação é elevar-se o teor de sacarose.
Variedades floríferas: a aplicação do produto como maturador é apropriada mesmo após a diferenciação floral até o estádio de pavio de vela.
Em plantas no estádio pronta para florescer, a aplicação é recomendada para manter e melhorar a qualidade dessa matéria prima.

Não se deve realizar aplicação quando o processo de florescimento estiver em fase já adiantada (cartucho).

Eliminação da soqueira da cana-de-açúcar:
A aplicação deve ser realizada quando a média das folhas estiver entre 0,6m a 1,2m de altura medida a partir do solo, ou quando a ultima lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.

MODO DE APLICAÇÃO:
POCCO 480 SL deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água. Devido aos cuidados de tal forma a não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caule jovem).
Em plantio direto, aplicar o produto em jato dirigido ou protegido, tornando-se o devido cuidado de tal forma a não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caule jovem).
Em plantio direto, aplicar antes do plantio da cultura. Aplicar o produto em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas das plantas infestantes que se deseja o controle.
No caso de eliminação de soqueira, aplicar sobre as folhas em área total.

Equipamento de aplicação:
POCCO 480 SL pode ser aplicado através de pulverizadores manual ou costal pressurizado, pulverizador tratorizado convencional e através de aeronave agrícola. Os equipamentos de pulverização devem ser equipados com filtros adequados a cada tipo de bico.

Tipos de equipamentos:
- Tratorizado convencional: vazão: 80-400 L/ha; pressão: 30-40 Lb/pol²; tamanho de gotas: 300-600 µm; densidade: 30-40 gotas/cm²

- Bentley BT-3: vazão: 80-120 L/ha; pressão: 40-60 Lb/pol²; tamanho de gotas: 200-300 µm; densidade: 50-100 gotas/cm²

- Costal manual:
vazão: 150-200 L/ha; pressão: 20-30 Lb/pol²; tamanho de gotas: 200-400 µm; densidade: 20-30 gotas/cm²
vazão: 300-400 L/ha; pressão: 20-30 Lb/pol²; tamanho de gotas: 200-600 µm; densidade: 20-30 gotas/cm²

-Aplicação Aérea: Barra com bicos para aeronaves de asa fixa
volume de aplicação 40-50 L/ha; altura de vôo - 4-5 m. do topo da cultura; largura da faixa de deposição: 15m; tamanho de gotas: 110-120 µm; densidade de gotas: mínimo 20 gotas/cm² (DMV-420-450 m); bicos de pulverização: jato cônico vazão da série D ou similar, com difusores em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto de forma a obter uma deposição mínima sobre o alvo de 20 gotas/cm2 com DMV 420-450 m à pressão de 15-30 psi.

- Condições climáticas: temperatura máxima: 28ºC; umidade relativa (mínimo): 55%; velocidade do vento (máximo): 10 km/h


Instruções para preparo da calda de pulverização:
Encher metade do tanque do pulverizador com água e adicionar POCCO 480 SL, mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.


Lavagem do equipamento de pulverização:
Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura Intervalo de Segurança (dia)
Arroz (2)
Café 15
Cana-de-açúcar (maturador) 30
Cana-de-açúcar (2)
Citros 30
Maçã 15
Milho (3)
Soja (4)
Pastagens (2)
Uva 17
Trigo (2)
(2) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
(3) O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
(4) O intervalo de segurança para a cultura da soja não é determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
-Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
Somente utilizar as doses recomendadas.
O produto deve ser aplicado quando as condições de desenvolvimento das plantas infestantes estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS)

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)

DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DA SAUDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agricola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicacao do produto.
-Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na s macacão, botas, avental, mascara, óculos, touca árabe e luvas.
Nao utilize equipamentos de protecao individual (EPI) danificados.
Nao utilize equipamentos corn vazamentos ou defeitos.
Nao desentupa bicos, orificios e valvulas corn a boca.
Nao transporte o produto juntamente corn alimentos, medicamentos, raeOes, animais e pessoas. PRECAUÇÕES NA PREPARACAO DA CALDA :
Caso ocorra contato acidental da pessoa corn o produto, siga as orientacOes descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um servico medico de emergencia.
Ao abrir a embalagem, faca-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de protecao individual — EPI: macacao de algodao hidrorrepelente corn mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calcas por cima das botas; botas de borracha; avental impermeavel; mascara corn filtro mecanico classe P2; oculos de seguranca corn protecao lateral; touca arabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Evite o máximo possível o contato corn a área tratada.
Nao aplique o produto na presenca de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Verifique a direcao do vento e aplique de modo a nao entrar na nevoa do produto. Conforme modo de aplicacao, de modo a evitar que o aplicador entre na nevoa de produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de seguranca (intervalo de tempo entre a ultima aplicacao e a colheita).
Utilize equipamento de protecao individual — EPI: macacao de algodão hidrorrepelente corn mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calcas por cima das botas; botas de borracha; mascara corn filtro mecanico classe P2; oculos de seguranca corn protecdo lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
-Sinalizar a área tratada corn os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. AREA TRATADA" e manter os avisos ate o final do periodo de reentrada.
Caso necessite entrar na area tratada corn o produto antes do termino do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicacao.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de criancas e animais.
-Antes de retirar os equipamentos de protecao individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de protecao individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca, árabe, óculos, avental, botas, macacao, luvas e mascara.
Tome banho imetiatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da familia. Ao lavar as roupasutilizar luvas e avental impermeavel.
Faca a manutencao e lavagem dos equipamentos de protecao após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificaçoes do fabricante.
Nao reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de protecao individual — EPI : macacao de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um servieo medico de emergencia levando a embalagem, rotulo, bula e/ou receituario agronomic° do produto.
Ingestio: Se engolir o produto, nao provoque vomito. Caso o vomito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Nao de nada para beber ou comer.
Olhos: Ern caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele corn muita agua corrente e sabao neutro. Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminacao usando luvas e avental impermeaveis, por exemplo.
Grupo quimico: Glicina substituida
Classe toxicologica: Classe III
Vias de exposição: Oral, inalatoria, ocular e dermica.
Mecanismos de toxicidade: Primariamente inflamatorio, causando irritação de pele, mucosas e olhos.
Toxicocinetica: Apos exposicao oral Unica, aproximadamente 35% do volume ingerido e absorvido. Em exposicao cutanea, são absorvidos 5,5% apos 24 horas. Do glifosato absorvido, 14 — 29% e excretado pela urina, e 0,2% excretado pelo ar expirado. 99% da quantidade absorvida e eliminada em ate 7 dias. Somente 0,3 % do glifosato absorvido e biotransformado, e seu unico metabolito e o acido aminometilfosfonico.
Sintomas e sinais clinicos: As manifestações clinicas decorrentes da exposição são diretamente proporcionais A concentração e a quantidade do produto, assim como ao tempo de exposição do organismo ao glifosato.
Em casos de INGESTÃO podem ocorrer lesdes ulcerativas, epigastralgia,vômitos, colicas, diarreia, e,ocasionalmente,ileo paralitico e insuficiencia hepatica aguda; alteraçoes na pressao sangilinea, palpitacoes, choque hipovolemico; pneumonite, edema pulmonar nao cardiogenico; insuficiencia renal por necrose tubular aguda; cefaleia, fadiga, agitação, sonolencia, vertigem, alteracties do controle motor, convulsõies e coma; acidose metabolica.
Em casos de exposição CUTÂNEA podem ocorrer dermatite de contato (erite queimação,rurido e vesiculas),eczema e fotossensibilização(eritema queimação, prurido e vesiculas de aparecimento tardio, entre 5 a 10 dias). Todos esses quadros podem ser agravados por uma infeccao bacteriana secundaria. Exposicao OCULAR pode resultar em irritação, dor e queimação ocular, turvação da visão, conjuntivite e edema palpebral.
Em casos de exposição RESPIRATÓRIA pode ocorrer aumento da frequência respiratória, broncoespasmo e congestao vascular pulmonar.
E necessário observar a toxicidade inerente aos adjuvantes (produtos utilizados em mistura com produtos formulados para melhorar a sua aplicação) presença , formulacão, potencializando os efeitos adversos do glifosato.
Diagnostico:O diagnóstico é estabelecido pela confirmacao da exposicao e pela ocorrenci quadro clinico compativel, e, nos casos de ingestao, confirmado pela presença substância no material gástrico.
Tratamento:NÃO EXISTE ANTÍDOTO PARA GLIFOSATO e a atropina nao tem nenhum efeito neste caso. O tratamento das intoxicacões por glifosato é basicamente sintomatico e de manutencao das funções vitais, e deve ser implementado paralelamente as medidas de descontaminacao. ADVERTENCIA: a pessoa que executa as medidas de descontaminacao, deve estar protegida por avental impermecivel, luvas de nitrila e botas de borracha, para evitar a contaminaccio pelo agente tóxico.
Descontaminacao: remover roupas e acessorios, e proceder descontaminação
cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades, orificios) e cabelos, com agua fria
abundante e sabao. Se houver exposicao ocular, irrigar abundantemente com soro fisiologico ou agua, por no minimo 15 minutos, evitando contaminar o outro olho.Em caso de ingestão, considerar o volume e a concentração da solução ingerida,e o tempo transcorrido ate o atendimento. 1ngestao recente (menos de 2 horas):proceder a lavagem gastrica e administrar carvao ativado na proporcao de 50-100 g em adultos, de 25-50 g em criancas de 1-12 anos e de 1g/kg em menores de 1 ano. 0 carvao ativado deve ser diluido em agua, na proporcao de 30 g para 240 mL de agua. Atentar para nivel de consciencia e proteger vias aereas do risco de aspiracao (intubação).
Emergencia, suporte e tratamento sintomatico: manter vias aereas desobstruidas, aspirar secreções e oxigenar (02 a 100%). Observar atentamente ocorrencia de insuficiencia respiratoria. Caso ocorra edema pulmonar, manter ventilacao e oxigenacao adequada com controle gasometrico. Caso os niveis de pressao parcial de oxigenio (pO2) nao possam ser mantidos, introduzir ventilacao mecanica com pressao pos itiva no final da expiração (PEEP).
Monitorar alteracões na pressao sangilinea e arritmias cardiacas (ECG) que deverao receber tratamento especifico. Manter acesso venoso de bom calibre para infusao de fluidos em caso de hipotensao. Se necessario, associar vasopressores.
Insuficiencia renal, tratar com furosemida. A acidose metabolica deve ser corrigida com solucao de bicarbonato de soclio, e, nos casos refratarios, corn hemodialise.
Lesões da mucosa oral podem ser tratadas corn gel anestesico (tópico). Nas ulcerações gastroduodenais usar bloqueadores H2 (cimetidina, ranitidina, famotidina) ou bloqueadores de bomba de proton (omeprazol, lansoprazol, pantoprazol).
Acompanhar enzimas hepaticas, amilasemia, gasometria, eletrólitos, elementos
anormais e sedimentoscopia de urina. Avaliar conveniencia de realizar radiografia
de torax e endoscopia digestiva alta. Manter em observacao por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
lertar o paciente para retornar em caso de sintomas de fotossensibilizacao e
proceder ao tratamento sintomatico.
Contra-indicações: O vômito é contra-indicado em razao do risco de aspiracao.
A diluição do contendo gastrintestinal é contra-indicada em razão do aumento da
superficie de contato.
A utilização de morfina é contra-indicada porque pode comprometer a pressao
arterial e causar depressao cardiorespiratoria.
Corn os adjuvantes presentes nas formulacoes, que sdo irritantes para pele e
podem aumentar a absorcao do produto.
ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicacao: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da emprasa:0800-770-1028.

MECANISMO DE AÇÃO ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
O Glifosato apresenta alta solubilidade em agua, corn solubilidade baixa em lipideos. Os estudos cientificos demonstram que o Glifosato e muito lentamente absorvido atraves da membrana gastrintestinal, ocorrendo uma retencao minima nos tecidos corn rapida eliminacao pelos rins, atingindo niveis tido detectaveis na urina em torn° do segundo ou terceiro dia, comprovado em varias especies de animais como ratos e caes. Mesmo no caso de exposicao repetida, a nao retencao e rapida eliminacao demonstram que o Glifosato não acumulado no organismo. Os estudos em ratos, camundongos e cães Beagle, demonstraram uma baixa toxicidade, quando da ingestao por urn tempo prolongado.

EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO: DL50 oral para ratos: >2000mg/kg
DL50 dermica para ratos: > 4000mg/kg
Concentracao letal inalatoria em ratos: >3,174 mg/L.
Irritabilidade dermica em coelhos: não irritante.
Irritabilidade ocular em coelhos: medianamente irritante. Sensibilização cutanea ern cobaias: nao sensibilizante.

EFEITOS CRÔNICOS ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Em estudos realizados corn animais de laboratorio corn Glifosato, nao foram observadas reaciies comportamentais incomuns ou sinais toxicologicos relacionados ao tratamento. 0 grupo de animais que recebeu a dose mais alta apresentou reducao no ganho de peso e os exames macroscopicos na necropsia e as avaliaceies histopatologicas nao revelaram quaisquer evidencias de efeitos relacionados a administracao do produto.
No estudo de longo prazo corn camundongos, observou-se redução de peso corporeo e hipertrofia lobular central dos hepatocitos em 34% dos machos no tratamento sem a major dose. Esta alteracão pode ter presentado uma adaptação hepatocelular do metabolismo à substância teste.

DADOS RELATÍVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
I. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AM BIENTE:
• Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
• Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
• Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
Evite a contaminacao ambiental — Preserve a Natureza.
No utilize equipamentos corn vazamento.
Não aplique o produto na presenca de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'agua. Evite a contaminacdo da agua.
A destinacao inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminacao do solo, da agua e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a safide das pessoas.
No execute aplicacao aerea de agrotóxicos em areas situadas a uma distancia inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de agua para abastecimento publico e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de agua, moradias isoladas, agrupamentos de animals e vegetacao suscetível a danos.
Observe as disposiceies constantes na legislacao estadual e municipal concernentes as atividades aeroagricolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVACA.0 E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
0 local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material nao combustivel.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeavel.
Coloque placa de advertencia corn os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas nab autorizadas, principalmente criancas.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponiveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazens, deverao ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Tecnicas — ABNT.
Observe as disposiceies constantes da legislacao estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: lsole e sinalize a area contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a empresa Consagro Agroquimica LTDA., pelo telefone de emergência: 0800-770-1028.
Utilize o equipamento de protecao individual - EPI (macacao impermeavel, luvas e botas de PVC, óculos protetor e mascara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'agua. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: Absorva o produto corn serragem ou areia, recolha o material coin o auxílio de uma pa e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado nao devera ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante atraves do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada ate atingir o solo tido contaminado, recolha esse material e coloque
em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'agua: interrompa imediatamente a captacdo para o consumo humano ou animal, contate o orgdo ambiental mais proximo e o centro de emergencia da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporcoes do acidente, das caracteristicas do corpo hidrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incendio, use extintores de agua em forma de neblina, CO2ou p6 quimico, ficando a favor do vento para evitar intoxicacoes.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUCAO, TRANSPORTE DESTINACAO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPROPRÓPRIOS PARA A UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador devera estar utilizando os mesmos EPI's — de Protecdo Individual — recomendados para o preparo da calda do produto
• Triplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem devera ser submetida ao processo de Triplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
-Esvazie completamente o conterldo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa a embalagem até 1/4 do seu volume;
-Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
-Faça esta operacdo três vezes;
-inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
LAVAGEM SOB PRESSÃO
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressdo seguir os seguintes proced imentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de agua;
- Direcione o jato de agua para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A agua de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plastica ou metalica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressdo adotar os seguintes procedimentos:
lmediatamente após o esvaziamento do conteudo original da embalagem, mante-la invertida sobre a boca do tanque de pulverizacdo, em posicdo vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem e dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
lnutilize a embalagem plástica ou metalica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realizacdo da Triplice Lavagem ou Lavagem sob Pressdo, essa embalagem deve ser armazenada
corn a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens nao lavadas.
o arrnazenamento das embalagens vazias, ate sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e corn piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatOria a devolucao da embalagem vazia, corn tampa, pelo usuario, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto nao tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, sera facultada a devolucao da embalagem em ate 6 meses após o termino do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de urn ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias no podem ser transportadas junto corn alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animals e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, ate sua devolucao pelo usuario, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e corn piso impermeavel, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e corn lacre, o qual devera ser adquirido nos Canals de Distribuicao.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate urn ano da data da compra, é obrigatOria a devolucao da embalagem vazia, corn tampa, pelo usuario, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto no tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, sera facultada a devolução da embalagem em ate 6 meses após o termino do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de urn ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias nao podem ser transportadas junto corn alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e corn lacre, o qual devera ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NAO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e corn piso impermeavel, no praprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
E obrigatória a devolucao da embalagem vazia, pelo usuario, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias no podem ser transportadas junto corn alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, apos a devolucao pelos usuarios, somente poder de ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos orgaos competentes.

PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃ0 E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEM AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINACAO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A Destinacdo inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminacdo do solo, da agua e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saude das pessoas.
- PRODUTOS IMPROPRIOS PARA UTILIZAcA0 OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar imprOprio para utilizacao ou em desuso, consulte o registrante atraves do telefone indicado no Mtulo para sua devolucao e destinacao final.
A desativacao do produto é feita atraves de incineracdo em fomos destinados para este tipo de operacdo, equipados corn camaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte esta sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislacao específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃOS COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.