Bula Polytrin 400/40 CE

acessos
Cypermethrin + Profenofós
1338602
Syngenta

Composição

Cipermetrina 40 g/L Piretróide
Profenofós 400 g/L Organofosforado

Classificação

Acaricida, Inseticida
III - Medianamente tóxico
I - Produto extremamente perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão, Profundidade
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
1 L p.c./ha 80 a 200 L de calda/ha - - 20 dias. Aplicar quando houver 40% de plantas com sintomas típicos iniciais do ataque do ácaro, e antes que as folhas mostrem rasgaduras
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - - 20 dias. Iniciar quando aparecerem as primeiras reboleiras de plantas com sintomas típicos, e em folhas do terço médio e superior houver presença de ácaros vivos e ovos
Bicudo
(Anthonomus grandis)
1 L p.c./ha 80 a 200 L de calda/ha - - 20 dias. Até aos 60 dias da cultura as pulverizações devem ser feitas quando houver 5% de botões com sintomas do ataque (puncturas de oviposição e/ou alimentação). Após os 60 dias as pulverizações devem ser feitas quando o nível for de 10% de botões atacados
Curuquerê
(Alabama argillacea)
0,15 a 0,25 L p.c./ha 80 a 200 L de calda/ha - - 20 dias. Aplicar após os 30 dias de idade da cultura quando houver 2 lagartas/planta, ou o nível de desfolha for de 25%
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
1 L p.c./ha 80 a 200 L de calda/ha - - 20 dias. O controle deve ser feito quando constatar 15 lagartas menores que 1 cm em 100 plantas, ou 10 lagartas grandes e pequenas em 100 plantas
Lagarta rosada
(Pectinophora gossypiella)
1 L p.c./ha 80 a 200 L de calda/ha - - 20 dias. Aplicar quando houver 5% de maçãs atacadas, ou forem coletados 10 adultos/dia nas armadilhas de feromonio
Percevejo rajado
(Horcias nobilellus)
1 L p.c./ha 80 a 200 L de calda/ha - - 20 dias. Aplicar quando houver 20% de botões com percevejos (ninfas+adultos)
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do pescoço vermelho
(Stegasta bosquella)
0,3 L p.c./ha 80 a 200 L de calda/ha - - 22 dias. O período crítico da praga vai de 43 a 70 dias de idade da cultura, e não há um nível de controle estabelecido
Tripes do bronzeamento
(Enneothrips flavens)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 80 a 200 L de calda/ha - - 22 dias. O nível de controle é de 3 tripes/folíolo fechado no período da emergência ao florescimento; e de 5 insetos/folíolo no período do florescimento até 80-90 dias
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
1,25 L p.c./ha 800 L de calda/ha - - 14 dias. Aplicar logo que se constatar a presença de adultos e os primeiros sinais de alimentação nas folhas
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa (adulto))
400 a 500 mL p.c./ha 250 L de calda/ha - - 14 dias. Aplicar logo que se constatar a presença de adultos e os primeiros sinais de alimentação nas folhas
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
150 mL p.c./100L água 300 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Aplicar quando 30% de folhas entre 3° e 4° par dos ramos da parte mediana das plantas apresentarem lesões novas da praga
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
0,4 a 0,5 L p.c./ha 600 a 800 L de calda/ha - - 5 dias. Aplicar logo que constatar a presença de ninfas na planta. Fazer no mínimo 3 aplicações semanais
Ervilha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
0,13 L p.c./ha 600 L de calda/ha - - 4 dias. Aplicar assim que constatar a presença de mosca e/ou ninfas na parte de baixo das folhas. Não espere pelo aparecimento de sintomas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
0,3 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - - 14 dias. Aplicar quando constatar a presença de um máximo de 2 adultos ou 2 a 3 ninfas por planta
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
0,8 L p.c./ha 150 L de calda/ha - - 14 dias. Aplicar assim que constatar a presença de mosca e/ou ninfas na parte de baixo das folhas
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa (adulto))
0,8 L p.c./ha 150 L de calda/ha - - 14 dias. Aplicar logo que constatar a presença de adultos e primeiros sinais de alimentação nas folhas
Feijão vagem Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
125 mL p.c./100L água 300 a 500 L de calda/ha - - 4 dias. Aplicar assim que constatar a presença de mosca e/ou ninfas na parte de baixo das folhas
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
100 mL p.c./100L água 600 L de calda/ha - - 4 dias. Aplicar assim que for constatada a presença da praga
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
0,25 a 0,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Antes do florescimento aplicar quando houver 20% de plantas com os sintomas iniciais do ataque, isto é, folhas novas com áreas raspadas pelo inseto
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
40 a 80 mL p.c./100L água 450 a 900 L de calda/ha - - 3 dias. Aplicar a partir do início do florescimento
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
100 mL p.c./100L água 600 L de calda/ha - - 14 dias. Aplicar assim que for constatada a presença da praga
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
0,1 a 0,12 L p.c./ha 80 a 200 L de calda/ha - - 30 dias. Antes do florescimento aplicar quando houver 40 lagartas maiores que 1,5 cm por batida de pano ou 30% de desfolha. Após o florescimento iniciar controle com o mesmo número de lagartas ou 15% de desfolha
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro do brozeamento
(Aculops lycopersici)
75 a 100 mL p.c./100L água 900 L de calda/ha - - 10 dias. Aplicar assim que constatar a presença de mosca e/ou ninfas na parte de baixo das folhas. Não espere pelo aparecimento de sintomas
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
125 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - - 10 dias. Aplicar a partir do florescimento
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
100 mL p.c./100L água 500 a 900 L de calda/ha - - 10 dias. Aplicar assim que constatar a presença de mosca e/ou ninfas na parte de baixo das folhas. Não espere pelo aparecimento de sintomas
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
125 mL p.c./100L água 700 a 1000 L de calda/ha - - 10 dias. Aplicar assim que for constatada a presença da mariposa na lavoura, ponteiros mortos ou folhas com minas grandes
Tripes
(Frankliniella schultzei)
0,75 L p.c./ha 1000 L de calda/ha - - 10 dias. Aplicar a partir de 3 dias após a germinação ou transplante

Lata de fibra de papel (com ou sem saco solúvel interno): 1 litro. Frasco plástico (Polietileno + EVOH): 1 litro. Lata (Folha de flandres): 1 e 5 litros. Bombona (Polietileno + EVOH): 5, 10, 20 e 50 litros. Balde/Tambor (Aço carbono): 20, 50 e 200 litros. Farm-pack (Polietileno): 100; 150; 225; 420; 450; 500; 530 litros.

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO: Polytrin 400/40 CE é um inseticida-acaricida composto de um inseticida-acaricida organofosforado e um inseticida piretróide, com ação de contato, ingestão, e profundidade.

CULTURAS, PRAGAS, DOSES (produto comercial), INICIO, NO. E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:

ALGODÃO: Bicudo do Algodoeiro (Anthonomus grandis): 1,0 l/ha. Até aos 60 dias da cultura as pulverizações devem ser feitas quando houver 5% de botões com sintomas do ataque (puncturas de oviposição e/ou alimentação. Após os 60 dias as pulverizações devem ser feitas quando o nível for de 10% de botões atacados. Ácaro Rajado (Tetranychus urticae): 1,0 l/ha. Iniciar quando aparecerem as primeiras reboleiras de plantas com sintomas típicos, e em folhas do terço médio e superior houver presença de ácaros vivos e ovos. Ácaro Branco (Polyphagotarsonemus latus): 1,0 l/ha. Aplicar quando houver 40% de plantas com sintomas típicos iniciais do ataque do ácaro, e antes que as folhas mostrem rasgaduras. Lagarta das Maçãs (Heliothis virescens): 1,0 l/ha. O controle deve ser feito quando constatar 15 lagartas menores que 1 cm em 100 plantas, ou 10 lagartas grandes e pequenas em 100 plantas. Lagarta Rosada (Pectinophora gossypiella): 1,0 l/ha. Aplicar quando houver 5% de maçãs atacadas, ou forem coletados 10 adultos/dia nas armadilhas de ferômonio. Percevejo Rajado (Horcias nobilellus): 1,0 l/ha. Aplicar quando houver 20% de botões com percevejos (ninfas+adultos). Curuquerê (Alabama argillacea): 0,15-0,25 l/ha. Aplicar após os 30 dias de idade da cultura quando houver 2 lagartas/planta, ou o nível de desfolha for de 25%.

AMENDOIM: Tripes (Enneothrips flavens): 0,25-0,30 l/ha. O nível de controle é de 3 tripes/folíolo fechado no período da emergência ao florescimento; e de 5 insetos/folíolo no período do florescimento até 80-90 dias. Lagarta do Pescoço vermelho (Stegasta bosquella): 0,30 l/ha. O período crítico da praga vai de 43 a 70 dias de idade da cultura, e não há um nível de controle estabelecido.

BATATA: Traça da batatinha (Phthorimaea operculella) e Vaquinha (Diabrotica speciosa): 1,25 l/ha. 400 - 500 **ml/ha. Aplicar logo que se constatar a presença de adultos e os primeiros sinais de alimentação nas folhas. O no. de aplicações depende da pressão da praga.

CAFÉ: Bicho Mineiro (Perileucoptera coffeella): 150 ml/100 l água. Aplicar quando 30% de folhas entre 3° e 4° par dos ramos da parte mediana das plantas apresentarem lesões novas da praga.

CEBOLA: Tripes (Thrips tabaci): 0,4 - 0,5** l/ha. Aplicar logo que constatar a presença de ninfas na planta. Fazer no mínimo 3 aplicações semanais.

ERVILHA: Mosca branca (Bemisia tabaci Raça B): 0,125 l/ha. Aplicar assim que constatar a presença de mosca e/ou ninfas na parte de baixo das folhas. Não espere pelo aparecimento de sintomas. O no. de aplicações depende da pressão da praga.

FEIJÃO: Mosca branca (Bemisia tabaci): 0,8 l/ha. Aplicar assim que constatar a presença de mosca e/ou ninfas na parte de baixo das folhas. Não espere pelo aparecimento de sintomas. O no. de aplicações depende da pressão da praga. Vaquinha (Diabrotica speciosa): 0,8 l/ha. Aplicar logo que constatar a presença de adultos e primeiros sinais de alimentação nas folhas. O no. de aplicações depende da pressão da praga. Cigarrinha (Empoasca kraemeri): 0,3 l/ha. Aplicar quando constatar a presença de um máximo de 2 adultos ou 2 a 3 ninfas por planta. O no. de aplicações depende da pressão da praga.

MELANCIA: Pulgão (Aphis gossypii): 100 ml/100 l. Aplicar assim que for constatada a presença da praga. O nº de aplicações depende da pressão da praga.

MILHO: Lagarta do Cartucho (Spodoptera frugiperda): 0,25-0,40 l/ha. Antes do florescimento aplicar quando houver 20% de plantas com os sintomas iniciais do ataque, isto é, folhas novas com áreas raspadas pelo inseto.

PEPINO: Broca dos frutos (Diaphania nitidalis): 40-80** ml/100 l. Aplicar a partir do início do florescimento. O no. de aplicações depende da pressão da praga.

REPOLHO (1): Pulgão (Brevicoryne brassicae): 100 ml/100 l. Aplicar assim que for constatada a presença da praga. O no. de aplicações depende da pressão da praga

SOJA: Lagarta da Soja (Anticarsia gemmatalis): 0,10-0,12 l/ha. Antes do florescimento aplicar quando houver 40 lagartas maiores que 1,5 cm por batida de pano ou 30% de desfolha. Após o florescimento iniciar controle com o mesmo número de lagartas ou 15% de desfolha.

TOMATE: Ácaro do bronzeamento (Aculops lycopersici): 75-100 ml/100 l. Aplicar assim que for constatada a presença da praga ou bem no início dos sintomas. O nº de aplicações depende da pressão da praga. Mosca branca (Bemisia tabaci): 100 ml/100 l. Aplicar assim que constatar a presença de mosca e/ou ninfas na parte de baixo das folhas. Não espere pelo aparecimento de sintomas. O no. de aplicações depende da pressão da praga. Broca pequena (Neoleucinodes elegantalis): 125 ml/100 l. Aplicar a partir do florescimento. O nº de aplicações depende da pressão da praga. As aplicações devem ser feitas sistematicamente nos 60 dias após a germinação ou transplante. Traça do tomateiro (Tuta absoluta): 125 ml/100 l. Aplicar assim que for constatada a presença da mariposa na lavoura, ponteiros mortos ou folhas com minas grandes. O no. de aplicações depende da pressão da praga. Tripes (Frankniella schulzei): Tomate industrial: 0,75 l/ha. Tomate envarado: 75 ml/100 l. Aplicar a partir de 3 dias após a germinação ou transplante. O nº de aplicações depende da pressão da praga. Com maior infestação aplique a cada 3 dias. Em infestação menor, aplique em frequência semanal.

FEIJÃO-VAGEM: Mosca branca (Bemisia tabaci Raça B): 125 ml/100 l. Aplicar assim que constatar a presença de mosca e/ou ninfas na parte de baixo das folhas. Não espere pelo aparecimento dos sintomas. O no. de aplicações depende da pressão da praga

OBSERVAÇÔES: (*) O volume de calda recomendada é de 300-500 l/ha para plantas em produção, conforme o tipo de cultivar utilizado e idade do mesmo. (**) Usar a dose maior quando houver maior população da praga. (1) Usar espalhante adesivo na faixa de concentração de 25 a 100 ml/100 litros de água, dependendo da concentração do espalhante adesivo.

MODO DE APLICAÇÃO: A dose recomendada deve ser diluída em água e aplicada na forma de pulverização com qualquer tipo de equipamento terrestre, ou também através de aeronaves.

APLICAÇÃO TERRESTRE: VIA EQUIPAMENTOS DE PULVERIZAÇÃO: Poderão ser feitas por meio de pulverizador tratorizado com barra ou com turbo atomizador, e pulverizador costal (manual ou motorizado), utilizando-se bicos hidráulicos de jato cônico vazio (somente para jato dirigido), leque ou "tweenjet', ou com bicos do tipo rotativo (CDA), com uma cobertura no alvo de 20-30 gotas/cm2 com DMV (Diâmetro Mediano volumétrico) de 200-400 micras. Para bicos hidráulicos utilizar pressões entre 60 a 100 PSI.

Na cultura do milho recomenda-se a utilização de bicos de jato leque, preferencialmente os com ângulo de 80°, utilizando pressão de 15 a 30 PSI e DMV > 400 micras.

Para uma cobertura uniforme das plantas recomenda-se os seguintes volumes de água em pulverização: Algodão, Amendoim, Soja: 80-200 l/ha. Batata - p/ controle da traça: 800 l/ha, p/ controle de vaquinha: 250 l/ha. Cebola: 600 -800 l/ha. Café: 300-400 l/ha. Ervilha, repolho, melancia: 600 l/ha. Feijão: p/ controle de vaquinha e mosca branca: 150 l/ha; p/ controle de cigarrinha: 100-150 l/ha. Milho : 200-400 l/ha. Pepino: 450 -900 l/ha. Tomate: p/ controle de ácaro do bronzeamento: 900 l/ha; p/ controle de mosca branca: 500-900l/ha, p/ controle de broca pequena: 500 -1000 l/ha; traça do tomateiro: 700 -1000 l/ha; p/ controle de tripes em tomate industrial: 500 ml/ha ; em tomate envarado: 1000 l/ha.

NOTA: O volume de calda deverá ser ajustado de acordo com o porte e cobertura foliar da planta, evitando-se perda por escorrimento.

OUTROS PARÂMETROS A SEREM OBSERVADOS NA PULVERIZAÇÃO:

EQUIPAMENTOS: ATOMIZADOR: TIPO E N°. DE BICOS: Uma turbina ou uma ponta dosadora especial. PRESSÃO (Lb/pol2): 15 a 40. ESPECTRO DE GOTAS: DMV na faixa de 200 a 400 m e densidade de 20 a 30 gotas/cm2. FAIXA DE DEPOSIÇÃO: TRATORIZADO: 10 a 30 m. COSTAL: 4 a 8 m. CONDIÇÕES METEREOLÓGICAS: Temperatura : Máx. 30°C, Umidade: Mín. 50%, Vento: Máx. 5 m/seg.

EQUIPAMENTOS: PULVERIZADOR: TIPO E No. DE BICOS: Bicos hidráulicos do tipo cônico vazio, leque ou twinjet PRESSÃO (Lb/pol2). TRATORIZADO COM BARRA: 60 a 100. COSTAL: 20 a 40. ESPECTRO DE GOTAS: DMV = gotas médias de 200 a 400 micras com cobertura sem escorrimento e densidade de aproximadamente 20 gotas/cm2. FAIXA DE DEPOSIÇÃO: Equivalente ao comprimento da barra. CONDIÇÕES METEREOLÓGICAS: Evitar as horas mais quentes do dia e deriva excessiva para maior segurança do aplicador e evitar perdas do produto por evaporação.

A aplicação poderá ser feita fora das condições acima especificadas a critério do técnico responsável.

PREPARO DA CALDA: A dose recomendada deve ser colocada no pulverizador contendo 1/4 do tanque com água e em seguida completar o volume desejado mantendo a agitação constante.

APLICAÇÃO AÉREA: As aplicações aéreas podem ser realizadas através de aviões ou helicópteros. O produto deve ser diluído em água à baixo volume, ou seja, aplicação de 10-50 litros/ha, obedecendo os seguintes parâmetros: BICOS: Jato cônico, série D com difusor 25, 45 ou 46 com ângulo do jato ajustado para 45 a 90°; 4 unidade de bicos Micronair, série AU 3000 ou 6 a 8 da série AU 5000 com ângulo das pás ajustado em 65°; PRESSÃO (PSI): 15 a 40. ESPECTRO DE GOTAS: DMV = 200 a 400 micras. Cobertura no alvo com densidade entre 20 a 30 gotas/cm2. FAIXA DE APLICAÇÃO: 15 m para cobertura uniforme com CV < 30% ou no máximo 20 m com CV > 30%*. ALTURA DE VÔO: 2 a 4 m. CONDIÇÕES METEREOLÓGICAS: Temperatura: máxima 30 °C. Umidade Relativa do ar: mínima 55%. Velocidade do vento: máxima: 18 km/hora. mínima: 3 km/hora

* A largura da faixa de aplicação é valida somente para aviões do tipo IPANEMA , CESSNA AGWAGON, PIPER PAWNEE e similares. Para outros modelos de aeronaves de maior porte, consultar o Engo. Syngenta Proteção de Cultivos Ltda.

Para a cultura do algodão, recomendamos a faixa de 15 m, devido a complexidade e diversidade de pragas.

OBS: Nas operações com aeronaves, atender as disposições constantes na Portaria No. 009 do Decreto Lei No. 86.765 de 22/12/81 da Secretaria Nacional de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e do Abastecimento.

INÍCIO, NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: O tratamento deve ser feito observando-se os níveis de controle para as diferentes pragas. O número e época de aplicação dependerá da frequência e intensidade das pragas. As reaplicações somente devem ser feitas quando ocorrerem reinfestações atingindo o nível de controle.

ALGODÃO: Bicudo do Algodoeiro: Até os 60 dias da cultura as pulverizações devem ser feitas quando houver 5% de botões com sintomas do ataque (puncturas de oviposição e/ou alimentação). Após 60 dias as pulverizações devem ser feitas quando o nível for de 10% de botões atacados. O intervalo mínimo entre aplicações deve ser de 7 dias. Ácaro Rajado: Iniciar pulverização quando aparecerem as primeiras reboleiras de plantas com sintomas típicos da praga, e em folhas do terço médio e superior for constatada a presença de ácaros vivos e ovos. Ácaro Branco: Pulverizar quando houver 40% de plantas com os sintomas típicos iniciais do ataque do ácaro, e antes que as folhas mostrem rasgaduras. Lagarta das Maçãs: O controle deve ser feito quando se constatar 15 lagartas menores que 1,0 cm em 100 plantas, ou 10 lagartas grandes e pequenas em 100 plantas. Lagarta Rosada: Pulverizar quando houver 5% de maçãs atacadas, ou forem coletados 10 adultos/dia nas armadilhas de feromonio. Curuquerê: Utilizar o produto após os 30 dias de idade da cultura quando houver 02 lagartas/planta, ou o nível de desfolha for de 25%. Percevejo Rajado: Pulverizar quando houver 20% de botões com percevejos (ninfas + adultos).

AMENDOIM: Tripes: Da emergência da cultura ao florescimento o nível de controle é de 03 tripes/folíolo fechado. Do florescimento até 80-90 dias o nível de controle é de 5 insetos/folíolo. Lagarta do Pescoço Vermelho: O período crítico da praga vai de 43 a 70 dias de idade da cultura, e não há um nível de controle estabelecido.

BATATA: traça: Aplicar logo que se constatar a presença de adultos e os primeiros sinais de alimentação nas folhas.

CAFÉ: Bicho Mineiro: Pulverizar quando 30% de folhas entre 3o e o 4o par dos ramos da parte mediana das plantas apresentarem lesões novas da praga.

MILHO: Lagarta do Cartucho: Pulverizar quando houver 20% de plantas com os sintomas iniciais do ataque, isto é, folhas novas com áreas raspadas pelo inseto.

SOJA: Lagarta da Soja: Antes do florescimento pulverizar quando houver 40 lagartas maiores que 1,5 cm por batida de pano ou 30% de desfolha. Após o florescimento iniciar controle com o mesmo número de lagartas ou 15% de desfolha.

INTERVALO DE SEGURANÇA / PERÍODO DE CARÊNCIA (intervalo de tempo entre a última pulverização e a colheita): algodão: 20 dias, amendoim: 22 dias, café: 30 dias, milho: 30 dias, soja: 30 dias, batata: 14 dias, cebola: 5 dias, ervilha: 4 dias, feijão: 14 dias, melancia: 4 dias, pepino: 3 dias, repolho: 14 dias, tomate: 10 dias, feijão-vagem: 4 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: No primeiro dia após a pulverização não entrar na área tratada sem equipamentos de proteção individual.

FITOTOXICIDADE: Nas culturas e doses recomendadas não apresenta qualquer efeito fitotóxico.

RESTRIÇÕES DE USO: Não pulverizar quando houver ventos fortes. Após a diluição em água, aplicar a calda no mesmo dia.

COMPATIBILIDADE: Não há casos de incompatibilidade conhecidos.

PRECAUÇÕES GERAIS: Uso exclusivamente agrícola. Não coma, não beba, e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamentos com vazamento. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Transporte o produto isolado de rações, alimentos, medicamentos, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Evite o contato do produto com a pele, olhos, nariz e boca. Em caso de acidente VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Não distribua o produto com as mãos desprotegida. Use equipamentos de proteção individual: macacão com mangas compridas, avental impermeável, protetor ocular, luvas, botas e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação. Não aplique o produto contra o vento. Use máscara cobrindo o nariz e a boca. Use macacão com mangas compridas, chapéu, luvas, botas e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize as embalagens vazias. Mantenha o restante do produto na embalagem original, adequadamente fechada, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas, separadamente das roupas normais.

PRIMEIROS SOCORROS: Primeiros socorros em geral: EM CASO DE SUSPEITA DE INTOXICAÇÃO : Procure imediatamente o médico. Ingestão: Em caso de ingestão acidental, NÃO provoque vômito. Procure imediatamente o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receita agronômica do produto. Dê a pessoa carvão ativado com bastante água. Em caso de intoxicação severa, se a assistência médica estiver muito distante o vômito poderá ser provocado tocando-se delicadamente o dedo na garganta. NOTA: Nunca dê nada pela boca a uma pessoa inconsciente. Olhos: Em caso de contato acidental, lave com água em abundância e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receita agronômica do produto. Pele: Em caso de contato acidental, remova as roupas contaminadas, lave a parte atingida com bastante água e sabão. Se houver sinais de irritação, procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receita agronômica do produto. Inalação: Em caso de inalação, remova a pessoa para local arejado e procure um médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receita agronômica do produto.

EFEITOS COLATERAIS: Por não ser produto de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: A norma geral adotada internacionalmente não contempla a realização desses estudos no ser humano. Todavia, estudos efetuados com animais de laboratório possibilitam fornecer as seguintes informações sobre mecanismo de ação, absorção e excreção:

A administração oral de Profenofos para ratos em laboratório revelou que o produto é rapidamente absorvido do trato gastrointestinal para o sistema circulatório, como também rapidamente excretado principalmente pela urina, (em média 94% em 24 horas) e pelas fezes (15 - 2,5% ). Os metabólitos formados foram os mesmos na urina e nas fezes, e são resultantes de degradação por via hídrolitica e conjugação. A soma total dos compostos eliminados via urina e fezes é superior a 99% da dose aplicada, não houve evidências de bioacumulo do produto no organismo do animal e não houve diferenças de eliminação entre machos e fêmeas.

Estudos realizados com ratos, administrando Cypermethrina por via oral, mostrou que a eliminação de 30 a 66% da dose administrada, foi através das fezes em 3 dias e, 6 a 12% através da urina.

Estudos com homens voluntários, administrou-se dose de 0,25 / 0,5 / 1, ou 1,5 mg de cypermetrina em óleo de milho em cápsulas. A excreção de metabólitos de cypermetrina foi rápida. 78% da dose administrada na forma trans e 49% na forma cis foram excretadas em 24 horas.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: Dados de toxicidade aguda da formulação: Classificação Toxicológica: III - (Medianamente Tóxico). DL 50 oral em ratos = 520 mg/kg de peso corpóreo. DL 50 dérmica em ratos = maior do que 3.000 mg/kg de peso corpóreo. Irritação ocular em coelhos = não irritante. Irritação dérmica em coelhos = não irritante. Os sintomas de intoxicação aguda observados em ratos tratados com profenofos foram: sedação, espasmo muscular, postura curvada, dificuldade de respiração, dilatação da pupila, tremores, diarréia, lacrimação, salivação, corrimento nasal.

Estudos agudos realizados com cypermetrina mostram sinais de intoxicação no sistema nervoso central constituindo em efeitos de sedação, ataxia, andar desordenado, tremores ocasionais e convulsões. Os sinais surgem em poucas horas após dosados e a recuperação clínica ocorre em 3 dias.

EFEITOS CRÔNICOS: PROFENOFÓS: A administração do ingrediente ativo na dieta de ratos por período de 2 anos, não revelou efeitos de oncogenicidade. A administração por longo período revelou inibição reversível de colinesterase como principal efeito. Não houve alterações relacionadas ao tratamento quanto a comportamento, consumo de alimento, peso corpóreo e dados clínicos laboratoriais. Os exames microscópicos realizados após sacrifício dos animais não revelaram alterações relacionadas ao tratamento ou sugestivas de efeitos oncogênicos. Inibição de colinesterase foi observado em fêmeas tratadas com 10 e 100 ppm de profenofos por 105 semanas, porém não estatisticamente significativas quando comparado a controles históricos. O nível sem efeito observado para este animal testado em estudo crônico foi de 0,3 ppm. O produto não apresentou indicação de potencial mutagênico em vários testes realizados. Não há potencial teratogênico até dose de 120 mg/kg. Estudos de neurotoxicidade realizados com ratos não revelaram evidências de alterações neuropatológicas relacionados ao tratamento com o produto.

CYPERMETHRINA: Estudo com duração de 2 anos com ratos mostrou que administrando dose de 100mg/kg na dieta, em comparação com o controle, mostrou que houve um comportamento similar, nenhum sinal clínico foi observado, nenhuma alteração clínica, hematológica ou histopatológica foi observada. Conclui-se que doses de até 100mg cypermetrina/kg na dieta não produz efeito tóxico significativo em ratos em período de 2 anos de estudo.

SINTOMAS DE ALARME (Sintoma de Intoxicação): A intoxicação pelo produto tem como consequência os sintomas característicos da inibição da colinesterase, como exaustão, diarréia, salivação excessiva e corrimento nasal, vômito, paralisia e dores estomacais, dores de cabeça, sudorese excessiva, tremores, falta de coordenação motora, contração muscular, fraqueza, confusão mental, visão borrada, dificuldade de respirar, taquicardia, enrubecimento e amarelecimento da pele e lacrimejamento.

ANTÍDOTO: Sulfato da Atropina. Adicionar oximas em paralelo, sob supervisão médica.

TRATAMENTO DE EMERGÊNCIA (INFORMAÇÕES PARA USO MÉDICO): Em caso de intoxicação severa, utilizar Sulfato de Atropina. A dose de Sulfato de Atropina para adultos é de 2 a 4 mg/dose por via endovenosa ou intramuscular. Para crianças a dose é de 0,5 a 2 mg de acordo com a idade. Em ambos os casos, repetir a cada 10 a 15 minutos, até sinais de atropinização. O paciente deve manter atropinizado por tempo por 24 a 48 horas para prevenir subsequente intoxicação, devido a reabsorção retardada.

Em paralelo, usar reativador da colinesterase (Oximas), sendo que este tratamento deve ser iniciado nas primeiras 24 a 36 horas do início da intoxicação. A dose para adultos é de 400 mg em 20 ml de soro fisiológico EV lentamente, a seguir 200 mg cada 4 a 6 horas de infusão contínua. No caso de crianças, 20 mg/kg em 20 ml de soro fisiológico EV lentamente, a seguir 100 a 200 mg cada 4 a 6 horas de infusão contínua.

ATENÇÃO: o uso de morfina, aminofilina e tranquilizantes é contra indicado.

TELEFONE DE EMERGÊNCIA: Plantão Syngenta 24 horas - Tel.: 0800 160210. CENTRO DE INFORMAÇÕES TOXICOLÓGICAS: São Paulo: (011) 257 7611/259 9846. Campinas: (019) 239 8670. Londrina: (043) 221-2001. Curitiba: (041) 225- 7540. Cuiabá: (065) 321-1212. Campo Grande: (067) 787-3333. Porto Alegre: (051) 223-6110/2290203.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Muito Perigoso Ao Meio Ambiente (Classe II). Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos. Evite contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamentos com vazamentos. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos de água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. Observe as disposições constantes na legislação Estadual e Municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Syngenta Proteção de Cultivos LTDA, telefone de Emergência: 0800 160210. Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água;

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em casos de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

OBS.: AS ORIENTAÇÕES ABAIXO DEVERÃO SER MANTIDAS PARA EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

TRIPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO:

AO UTILIZAR PULVERIZADORES DOTADOS DE EQUIPAMENTOS DE LAVAGEM SOB PRESSÃO SEGUIR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

AO UTILIZAR EQUIPAMENTO INDEPENDENTE PARA LAVAGEM SOB PRESSÃO ADOTAR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O Armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, a devolução deverá ocorrer até o fim do seu prazo de validade.

OBS.: AS ORIENTAÇÕES ABAIXO DEVERÃO SER MANTIDAS PARA EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local das onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, a devolução deverá ocorrer até o fim de seu prazo de validade.

OBS.: AS ORIENTAÇÕES ABAIXO DEVERÃO SER MANTIDAS PARA EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio desta embalagem.

Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, a devolução deverá ocorrer até o fim do seu prazo de validade.

OBS.: AS ORIENTAÇÕES ABAIXO DEVERÃO SER MANTIDAS PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito as regras e aos procedimentos da legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser trasnportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.