Bula Samurai

CI
Lambda-Cialotrina
2020
Pilarquim

Composição

Lambda-Cialotrina 250 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Inseticida
3 - Produto Moderadamente Tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Ingestão

Abacate

Calda Terrestre Dosagem
Papilio scamander (Lagarta) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Abacaxi

Calda Terrestre Dosagem
Monodes agrotina (Lagarta-das-folhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Abóbora

Calda Terrestre Dosagem
Diaphania nitidalis (Broca dos frutos) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Abobrinha

Calda Terrestre Dosagem
Diaphania nitidalis (Broca dos frutos) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Algodão

Calda Terrestre Dosagem
Alabama argillacea (Curuquerê) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Anthonomus grandis (Bicudo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Heliothis virescens (Lagarta da maçã) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Horcias nobilellus (Percevejo rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pectinophora gossypiella (Lagarta rosada) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Alho

Calda Terrestre Dosagem
Thrips tabaci (Tripes do fumo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Alstroemeria

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Amendoim

Calda Terrestre Dosagem
Enneothrips flavens (Tripes do bronzeamento) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Stegasta bosquella (Lagarta do pescoço vermelho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Arroz

Calda Terrestre Dosagem
Mocis latipes (Curuquerê dos capinzais) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Oryzophagus oryzae (Bicheira da raiz do arroz) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tibraca limbativentris (Percevejo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Atemoia

Calda Terrestre Dosagem
Leptoglossus gonagra (Percevejo escuro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Aveia

Calda Terrestre Dosagem
Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata

Calda Terrestre Dosagem
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Liriomyza huidobrensis (Larva minadora) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata yacon

Calda Terrestre Dosagem
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata-doce

Calda Terrestre Dosagem
Epicauta atomaria (Vaquinha das solanáceas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Berinjela

Calda Terrestre Dosagem
Neoleucinodes elegantalis (Broca pequena do tomateiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Beterraba

Calda Terrestre Dosagem
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Boca de Leao

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cacau

Calda Terrestre Dosagem
Stenoma decora (Broca dos ramos) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Café

Calda Terrestre Dosagem
Leucoptera coffeella (Bicho mineiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Canola

Calda Terrestre Dosagem
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cará

Calda Terrestre Dosagem
Pseudoplusia oo (Lagarta das folhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cebola

Calda Terrestre Dosagem
Thrips tabaci (Tripes do fumo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Centeio

Calda Terrestre Dosagem
Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cevada

Calda Terrestre Dosagem
Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Chuchu

Calda Terrestre Dosagem
Diaphania nitidalis (Broca dos frutos) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Citros

Calda Terrestre Dosagem
Dilobopterus costalimai (Cigarrinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ecdytolopha aurantiana (Bicho furão) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve

Calda Terrestre Dosagem
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Crisântemo

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Thrips tabaci (Tripes do fumo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Ervilha

Calda Terrestre Dosagem
Thrips tabaci (Tripes do fumo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Espatifilo

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Thrips tabaci (Tripes do fumo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão-caupi

Calda Terrestre Dosagem
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Fumo

Calda Terrestre Dosagem
Epitrix fasciata (Pulga do fumo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Gengibre

Calda Terrestre Dosagem
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Gérbera

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Thrips tabaci (Tripes do fumo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Gergelim

Calda Terrestre Dosagem
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Gipsofila

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Thrips tabaci (Tripes do fumo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Girassol

Calda Terrestre Dosagem
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Grão-de-bico

Calda Terrestre Dosagem
Helicoverpa armigera (Helicoverpa) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Guaraná

Calda Terrestre Dosagem
Liothrips adisi (Tripes) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Inhame

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera litura (Lagarta-desfolhadora) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Jiló

Calda Terrestre Dosagem
Neoleucinodes elegantalis (Broca pequena do tomateiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Kiwi

Calda Terrestre Dosagem
Clarkeulia excerptana (Traça-dos-frutos) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Lentilha

Calda Terrestre Dosagem
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Linhaça

Calda Terrestre Dosagem
Rachiplusia nu (Lagarta da soja) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Lisianthus

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Thrips tabaci (Tripes do fumo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mamão

Calda Terrestre Dosagem
Protambulyx strigilis (Lagarta das folhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mandioca

Calda Terrestre Dosagem
Erinnyis ello (Mandarová) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mandioquinha-salsa

Calda Terrestre Dosagem
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Manga

Calda Terrestre Dosagem
Megalopyge lanata (Lagarta de fogo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maracujá

Calda Terrestre Dosagem
Dione juno juno (Lagarta do maracujazeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maxixe

Calda Terrestre Dosagem
Diaphania nitidalis (Broca dos frutos) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melancia

Calda Terrestre Dosagem
Diaphania nitidalis (Broca dos frutos) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melão

Calda Terrestre Dosagem
Diaphania nitidalis (Broca dos frutos) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milho

Dosagem Calda Terrestre
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Morango

Calda Terrestre Dosagem
Capitophorus fragaefolii (Pulgão) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Nabo

Calda Terrestre Dosagem
Trichoplusia ni (Trichoplusia) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pepino

Calda Terrestre Dosagem
Diaphania nitidalis (Broca dos frutos) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pimenta

Calda Terrestre Dosagem
Neoleucinodes elegantalis (Broca pequena do tomateiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pimentão

Calda Terrestre Dosagem
Neoleucinodes elegantalis (Broca pequena do tomateiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Quiabo

Calda Terrestre Dosagem
Platyedra gossypiella (Lagarta dos frutos) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Rabanete

Calda Terrestre Dosagem
Trichoplusia ni (Trichoplusia) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Romã

Calda Terrestre Dosagem
Leptoglossus gonagra (Percevejo escuro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Rosa

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Thrips tabaci (Tripes do fumo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Nezara viridula (Percevejo verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudoplusia includens (Lagarta-falsa-medideira) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tomate

Calda Terrestre Dosagem
Helicoverpa zea (Lagarta da espiga do milho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Neoleucinodes elegantalis (Broca pequena do tomateiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Trigo

Calda Terrestre Dosagem
Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Triticale

Calda Terrestre Dosagem
Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Uva

Calda Terrestre Dosagem
Eumorpha vitis (Mandarová da uva) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 20 L

Tipo: Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 2 L

Tipo: Tambor
Material: Metálico/Plástico
Capacidade: 200 L.

INSTRUÇÃO DE USO

O produto é um inseticida de contato e ingestão recomendado para o controle de pragas nas culturas do algodão, milho e soja.

VIA TERRESTRE

Costal Manual

Utilizar bicos cônicos das séries D ou equivalentes, com pressão de 40 a 60 lbs/pol² (p.s.i.), aplicando 150 a 250 litros de calda por hectare. Observar para que ocorra uma boa cobertura da cultura tratada.

Costal Motorizado

Utilizar bicos cônicos das séries D ou equivalentes, com pressão de 40 a 60 lbs/pol² (p.s.i.), aplicando 40 a 100 litros de calda por hectare.
Tratorizado: Quando aplicar com barra, utilizar bicos cônicos das séries D ou equivalentes com pressão de 80 a 150 lbs/pol² (p.s.i.), aplicando de 100 a 150 litros de calda por hectare. Observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura.

Pulverização Aérea com aeronaves agrícolas (aviões, helicópteros)

Bicos

Utilizar bicos de jato cônico vazio da série D ou similar, com a combinação adequada de ponta e difusor (core) ou bicos rotativos tipo MICRONAIR.
Número de bicos na barra de pulverização: Para aviões tipo IPANEMA, qualquer que seja o modelo, utilizar de 40 a 42 bicos, fechando sempre de 4 a 5 unidades em cada ponta externa da asa e três intermediários de cada ponta interna das asas e próximos ao corpo (fuselagem do avião).
Manter em operação os oito bicos originais e existentes sob a “barriga” (fuselagem) do avião e sempre posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas.
Para outros tipos ou modelos de aeronaves, utilizar a disposição que permita uma uniformidade de distribuição das gotas sobre a faixa de deposição e evitar a influência e perda das gotas pelos vórtices de pontas das asas.
Nota

O fechamento dos bicos das pontas das asas não diminui a amplitude da faixa de deposição adequada para a aeronave, mas ao contrário, permite que o produto arrastado pelos vórtices de ponta das asas não seja perdido, mas distribuído adequadamente pelos bicos ativos.

Altura de voo

Com aviões IPANEMA, qualquer modelo, a maior uniformidade de geração e distribuição das gotas nas faixas de deposição, é obtida na altura mínima de voo de 4 a 5 metros, sempre considerada em relação ao alvo ou a cultura.
Outros modelos de aeronaves, operar com os mesmos a uma altura mínima de 3 a 4 metros do alvo estabelecido.
A altura de voo recomendada deverá ser mantida durante todo o processo de aplicação do produto, independente das variações que ocorram nas condições climáticas locais. Ajustar sempre o ângulo dos bicos, para manter o padrão de deposição e gotas recomendados.

Volume de aplicação

Nas aplicações com diluição do produto em água, utilizar vazões de 10 a 20 litros/hectare. Nesta faixa de volume poderão ser usados bicos hidráulicos como recomendados acima ou bicos rotativos tipo MICRONAIR. Volumes de aplicação acima daqueles valores, é vedado ou não recomendável o uso de bicos rotativos, passando a serem utilizados somente os bicos hidráulicos acima indicados.

Faixa de deposição

Para aviões tipo IPANEMA, ou similares, utilizar a faixa de deposição de 20 metros, independente dos bicos utilizados serem hidráulicos ou rotativos.
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

Condições climáticas
Temperatura ambiente: abaixo de 32º C
Umidade relativa do ar: mínima de 55%;
Velocidade de vento: acima de 2 Km/h até o máximo de 10 Km/h.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca. Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
O produto não é fitotóxico para a cultura indicada na dose e condições recomendadas. Outras restrições a serem observadas:
- As recomendações e valores climáticos deverão ser observados sempre no local da aplicação do produto.
- Evitar as aplicações com velocidades de vento inferiores a 2 Km/h ou superiores a 10 Km/h.
- Evitar as aplicações durante as horas mais quentes do dia ou com temperaturas muito altas.
- Evitar condições que possam comprometer uma boa cobertura de pulverização das plantas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, Inseticidas, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema. Incluir outros métodos de controle de pragas, dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.

GRUPO 3A INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida pertence ao grupo 3A (Moduladores de canais de sódio) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do produto como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência. Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 3A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
- Usar este ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
- Aplicações sucessivas podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
- Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do produto, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos 3A não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização deste ou de outros produtos do Grupo 3A quando for necessário.
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas.
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado.
- Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).




Usamos cookies para armazenar informações sobre como você usa o site para tornar sua experiência personalizada. Leia os nossos Termos de Uso e a Privacidade.