Bula Sparviero 50 - Oxon

Bula Sparviero 50

acessos
Lambda-cialotrina
13918
Oxon

Composição

Lambda-Cialotrina 50 g/L Piretróide

Classificação

Inseticida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão de Encapsulado (CS)
Contato, Ingestão

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicudo
(Anthonomus grandis)
300 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 5 dias ou quando o nível de dano for atingido novamente. 10 dias. Aplicar o produto quando o nível de botões florais danificados atingir no máximo 10% e repetir as aplicações a cada 5 dias ou toda vez que atingir o nível de 10% de botões danificados
Curuquerê
(Alabama argillacea)
100 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações. 10 dias. Aplicar o produto quando foram constadas 2 lagartas/planta ou 25% de desfolha
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
400 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações. 10 dias. Aplicar o produto quando 20% dos ponteiros apresentarem ovos ou 15% dos ponteiros estiverem ameaçados
Percevejo rajado
(Horcias nobilellus)
250 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações. 10 dias. Estabelecer as aplicações por monitoramento da praga
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do bronzeamento
(Enneothrips flavens)
100 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 21 dias. Aplicar o produto logo no início da infestação
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicheira da raiz do arroz
(Oryzophagus oryzae)
150 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar o produto 1 a 2 dias antes da irrigação definitiva
Curuquerê dos capinzais
(Mocis latipes)
100 a 150 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar o produto quando a praga estiver nos estádios iniciais de desenvolvimento larval (lagartas menores de 1,5 cm) e antes da desfolha significativa da lavoura
Percevejo
(Tibraca limbativentris)
150 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar o produto entre 20 e 30 dias após a emergência ou quando a população atingir 1 percevejo por metro quadrado
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
50 a 100 mL p.c./100L água 250 a 800 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. As pulverizações devem ser realizadas visando a redução da população de insetos adultos
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
100 mL p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 45 dias. 1 dia. Aplicar o produto no início da infestação
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
100 mL p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Aplicar o produto no início da infestação
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
15 a 20 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 21 dias. Aplicar o produto ao entardecer, antes da lagarta penetrar no fruto, logo no início do aparecimento dos adultos ou quando o número de adultos capturados pelas armadilhas de feromônio atingirem o nível de controle (6 adultos/armadilha)
Cigarrinha
(Dilobopterus costalimai)
200 a 400 mL p.c./ha 1000 a 2000 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 21 dias. Aplicar quando a praga for detectada nas brotações
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
30 mL p.c./100L água 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 dias. 10 dias. Aplicar o produto logo que verificada a presença de adultos na cultura
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
600 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, reaplicar o produto realizando no máximo duas aplicações. 15 dias. Aplicar preventivamente. Aplicar em alternância com outros produtos específicos. Iniciar o tratamento 28 dias após a emergência
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
150 a 200 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, reaplicar o produto realizando no máximo duas aplicações. 15 dias. Aplicar o produto logo no início da infestação, alternando com outros produtos
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulga do fumo
(Epitrix fasciata)
100 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar o produto quando a infestação atingir 20 a 30 insetos por planta
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
40 a 50 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Aplicar o produto no florescimento ou antes da broca penetrar no interior do fruto, preferencialmente no período da tarde
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
300 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 15 dias. Realizar uma aplicação preventiva por ciclo, podendo ser a mesma aplicação feita para controle da lagarta-militar
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
150 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 15 dias. Aplicar o produto no início da infestação, fase da folha raspada
Percevejo barriga verde
(Dichelops melacanthus)
300 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 15 dias. Aplicar o produto logo no início da infestação, alternando com outros produtos
Percevejo barriga verde
(Dichelops melacanthus)
500 a 600 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 15 dias. Aplicar o produto no início da infestação, assegurando que o jato de pulverização atinja o colo das plantas
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão
(Capitophorus fragaefolii)
80 mL p.c./100L água 500 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Aplicar o produto logo que verificada a presença de adultos na cultura (inicio da infestação)
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
75 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 20 dias. Aplicar o produto quando houver 40 lagartas por batida de pano ou 30% de desfolha (antes do florescimento) ou 15% de desfolha (após florescimento)
Percevejo verde
(Nezara viridula)
150 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 20 dias. Aplicar o produto quando houver 4 percevejos maiores que 0,5 cm, por batida de pano. Em caso de produção de sementes o limite é de 2 percevejos/batida
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
150 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 20 dias. Aplicar o produto quando o nível de dano causado pelo inseto equivaler a 15% da área foliar
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
40 a 50 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar o produto realizando no máximo cinco aplicações. 3 dias. Aplicar o produto logo no início da infestação, alternando com outros produtos
Lagarta da espiga do milho
(Helicoverpa zea)
30 a 50 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 10 - 14 dias. 3 dias. Aplicar o produto no início da frutificação, garantindo que o produto atinja as sépalas
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
100 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. 15 dias. Aplicar o produto logo no início da infestação
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mandarová da uva
(Eumorpha vitis)
50 mL p.c./ha 1000 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, reaplicar o produto realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicar o produto logo após constatação da praga nas folhas

MODO DE APLICAÇÃO/EQUIPAMENTOS:

A dose recomendada do SPARVIERO 50 deve ser diluída em água e aplicada sob a forma de pulverização com equipamento terrestre costal ou tratorizado, ou também através de aeronaves especializadas para pulverização agrícola. Para uma cobertura uniforme sobre as plantas, deve-se observar recomendação do fabricante das pontas de pulverização quanto ao seu espaçamento e pressão de trabalho.

APLICAÇÃO TERRESTRE:
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; tratorizado com barra ou auto-propelido, providos de pontas que produzam gotas médias, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada e a topografia do terreno.
Seguir os seguintes parâmetros de aplicação:

- Pulverizadores costais providos de bicos de jato leque ou equivalentes, com espaçamento, vazão e pressão de trabalho corretamente calibrados.
- Quando aplicar com barra, utilizar bicos cônicos das séries D, ou equivalentes;
- Pressão de trabalho: 40 a 60 lbs/pol2 (costais) e 80 a 150 lbs/pol2 (equipamentos tratorizados);
- Diâmetro de gotas: 200 a 400 µ (micra) DMV (diâmetro mediano volumétrico);
- Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm2;

Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
- Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura de pulverização de no mínimo de 50 cm, adequadas ao equipamento em uso);
- Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
- Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
- Respeitar as faixas de segurança.

Culturas:

Algodão, Amendoim, Batata, Café, Cebola, Couve, Feijão, Fumo, Milho, Soja e Trigo: pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volumes de aplicação entre 100 a 150 L/ha, sempre assegurando uma boa cobertura na aplicação. Realizar de 1 a 5 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalos de 5 a 15 dias, dependendo da cultura e a praga a ser controlada, conforme instruções de uso do produto.
Arroz: pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de aplicação entre 150 a 200 L/ha, sempre assegurando uma boa cobertura na aplicação. Realizar no máximo 1 aplicação durante o ciclo da cultura.
Citros: pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de aplicação de entre 1.000 a 2.000 L/ha, conforme o porte das plantas, sempre assegurando uma boa cobertura na aplicação. Realizar no máximo 1 aplicação em alternância com outros produtos específicos.
Melão: pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de aplicação de 800 L/ha, sempre assegurando uma boa cobertura na aplicação. Realizar no máximo 4 aplicações com intervalo de 7 dias.
Morango: pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de aplicação de 500 L/ha, sempre assegurando uma boa cobertura na aplicação. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 7 dias.
Tomate: pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de aplicação de 600 a 800 L/ha, dependendo da área foliar, sempre assegurando uma boa cobertura na aplicação. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura, repetir a aplicação com 10 a 14 dias de intervalo. No caso específico do tomate rasteiro, utilizar um volume de 400 a 800 litros de calda por hectare, dependendo do estágio da cultura.
Uva: pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de aplicação de 1.000 L/ha, sempre assegurando uma boa cobertura na aplicação. Realizar no máximo 2 aplicações após a constatação da praga nas folhas.

APLICAÇÃO COM AERONAVES AGRÍCOLAS:
O SPARVIERO 50 CS pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos. Seguir os seguintes parâmetros de aplicação:
Culturas: Algodão, Arroz, Amendoim, Batata, Café, Cebola, Citros, Feijão, Fumo, Soja e Trigo.

Equipamento de pulverização:
- Bicos hidráulicos do tipo “CÔNICO VAZIO” da série “D” com difusor “45” com ângulo do jato à 45º para trás;
- Atomizador rotativo “MICRONAIR (AU - 5000)” com ângulo das pás de hélice ajustados em 65º;
- Diâmetro mediano de gotas (DMV) - Gotas médias - (200 a 400 µm);
- Cobertura no alvo, com densidade de gotas: 30 a 40 gotas/cm2;
- Volume de aplicação: ao redor de 10 - 30 L/ha;

Número de bicos na barra de pulverização: Para aviões tipo IPANEMA, qualquer que seja o modelo, utilizar de 40 a 42 bicos, fechando sempre de 4 a 5 unidades em cada ponta externa da asa e três intermediários de cada ponta interna das asas e próximos ao corpo (fuselagem) do avião. Manter em operação os oito bicos originais e existentes sob a “barriga” (fuselagem) do avião e sempre posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas. Para outros tipos ou modelos de aeronaves, utilizar a disposição que permita uma uniformidade de distribuição das gotas sobre a faixa de deposição e evitar a influência e perda das gotas pelos vórtices de pontas das asas. Nota: O fechamento dos bicos das pontas das asas não diminui a amplitude da faixa de deposição adequada para a aeronave, mas ao contrário, permite que o produto arrastado pelos vórtices da ponta das asas não seja perdido, mas distribuído adequadamente pelos bicos ativos.

Altura de vôo:
Com aviões IPANEMA, qualquer modelo, a maior uniformidade de geração e distribuição das gotas nas faixas de deposição, é obtida na altura mínima de vôo de 4 a 5 metros, sempre considerada em relação ao alvo ou a cultura. Outros modelos de aeronaves, operar com os mesmos a uma altura mínima de 3 a 4 metros do alvo estabelecido.
A altura de vôo recomendada deverá ser mantida, durante todo o processo de aplicação do produto, independente das variações que ocorram nas condições climáticas locais. Ajustar sempre o ângulo dos bicos, para manter o padrão de deposição e gotas recomendado.

Volume de aplicação:
Nas aplicações com diluição do produto em água, utilizar vazões de 10 a 30 litros/hectare. Nesta faixa de volume poderão ser usados bicos hidráulicos como recomendados acima ou bicos rotativos tipo MICRONAIR. Caso seja recomendado volume de aplicação acima daqueles valores, é vedado ou não recomendável o uso de bicos rotativos, devendo passar a serem utilizados somente os bicos hidráulicos acima indicados.

Largura da faixa de aplicação:
- Aeronaves do tipo Ipanema, Cessna Agwagon ou Pawnee:15 m;
- Aeronaves do tipo Trush ou Airtractor: 20 m;
- Aeronaves do tipo Dromader: 25 m.

Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
- Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização, adequadas ao equipamento em uso);
- Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
- Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
- Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.

Condições meteorológicas:
- Temperatura do ar: abaixo de 30º C
- Umidade relativa do ar: acima de 55%
- Velocidade do vento: mínima de 3 km/h até 18 km/h

Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo-higrômetro. As recomendações e valores climáticos deverão ser observados sempre no local da aplicação do produto.
Consulte sempre um profissional habilitado.

INTERVALOS DE SEGURANÇA: Culturas Intervalo de Segurança (Dias)
Algodão 10
Amendoim 21
Arroz 30
Batata 3
Café 1
Cebola 3
Citros 21
Couve 10
Feijão 15
Fumo Uso Não Alimentar
Melão 3
Milho 15
Morango 3
Soja 20
Tomate 3
Trigo 15
Uva 7

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS)
LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola.
- Desde que sejam mantidas as recomendações de uso não ocorre fitotoxicidade nas culturas para as quais o produto é recomendado.



- As recomendações e valores climáticos deverão ser observados sempre no local da aplicação do produto.
- Evitar as aplicações com velocidades de vento inferiores a 2 Km/h ou superiores a 18 Km/h.
- Evitar as aplicações durante as horas mais quentes do dia ou com temperaturas muito altas.
- Evitar condições que possam comprometer uma boa cobertura de pulverização.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

Vide “Modo de aplicação”.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE;

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, Inseticidas, Controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
- Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
- Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).