Bula Timon - Bayer

Bula Timon

acessos
Imidacloprido
8211
Bayer

Composição

Imidacloprido 200 g/L Neonicotinóide

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico

Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
70 mL p.c./100L água 500 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Logo após o aparecimento da praga
Tripes
(Frankliniella schultzei)
70 mL p.c./100L água 500 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Logo após o aparecimento da praga
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
70 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Logo após o aparecimento da praga
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
800 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - 30 dias. Logo após o aparecimento da praga
Percevejo rajado
(Horcias nobilellus)
250 a 350 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - 30 dias. Quando 7 das 10 plantas examinadas estiverem começando a se deformar e existirem pulgões vivos
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
250 a 350 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - 30 dias. Quando em 7 das 10 plantas examinadas, estiverem começando a se deformar e existirem pulgões vivos
Tripes
(Frankliniella schultzei)
250 a 350 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - 30 dias. Quando 7 das 10 plantas examinadas estiverem começando a se deformar e existirem pulgões vivos
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
350 mL p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - 10 dias. 30 dias. Logo após o aparecimento da praga
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
250 mL p.c./ha 600 a 800 L de calda/ha - 15 dias. 21 dias. Logo após o aparecimento da praga
Tripes
(Thrips palmi)
350 mL p.c./ha 600 a 800 L de calda/ha - 15 dias. 21 dias. Logo após o aparecimento da praga
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
35 a 50 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 5 dias. 7 dias. Logo após o aparecimento da praga
Pulgão verde
(Myzus persicae)
35 a 50 mL p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - 5 dias. 7 dias. Logo após o aparecimento da praga
Tripes
(Thrips palmi)
35 a 50 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 5 dias. 7 dias. Logo após o aparecimento da praga
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
350 mL p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - Única. 21 dias. Logo após o aparecimento da praga
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha
(Oncometopia facialis)
15 a 20 mL p.c./100L água 1800 a 2000 L de calda/ha - 14 dias. 21 dias. Logo após o aparecimento da praga. Adicionar 0,25 % de óleo vegetal
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
35 a 50 mL p.c./100L água 1800 a 2000 L de calda/ha - 14 dias. 21 dias. Logo após o aparecimento da praga
Minadora da folhas
(Phyllocnistis citrella)
15 a 20 mL p.c./100L água 1800 a 2000 L de calda/ha - 14 dias. 21 dias. Logo após o aparecimento da praga
Mosca negra do citros
(Aleurocanthus woglumi)
20 mL p.c./100L água 1800 a 2000 L de calda/ha - 14 dias. 21 dias. Logo após o aparecimento da praga
Pulgão preto dos citros
(Toxoptera citricida)
15 mL p.c./100L água 1800 a 2000 L de calda/ha - 14 dias. 21 dias. Logo após o aparecimento da praga
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - - UNA. Logo após o aparecimento da praga
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
500 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 14 dias. 21 dias. Logo após o aparecimento da praga
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
350 a 500 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 14 dias. 21 dias. Logo após o aparecimento da praga
Gérbera Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - - UNA. Logo após o aparecimento da praga
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
350 a 500 mL p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - - 14 dias. Logo após o aparecimento da praga
Pulgão verde
(Myzus persicae)
250 mL p.c./100 L 800 a 1000 L de calda/ha - - 14 dias. Logo após o aparecimento da praga
Tripes
(Thrips palmi)
350 mL p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - - 14 dias. Logo após o aparecimento da praga
Poinsétia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - - UNA. Logo após o aparecimento da praga
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
350 a 500 mL p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - 4 dias. 7 dias. Logo após o aparecimento da praga
Pulgão das solanáceas
(Macrosiphum euphorbiae)
350 mL p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - 4 dias. 7 dias. Logo após o aparecimento da praga
Pulgão verde
(Myzus persicae)
350 mL p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - 4 dias. 7 dias. Logo após o aparecimento da praga
Tripes
(Thrips palmi)
250 a 350 mL p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - 4 dias. 7 dias. Logo após o aparecimento da praga

Frascos de Polietileno (acondicionado em caixa de papelão): 0,25; 0,5 e 1,0 Litro
Bombonas de Polietileno (acondicionado em caixa de papelão): 5,0 Litros

CULTURAS, PRAGAS CONTROLADAS E DOSES:
Vide Indicações de Uso/Doses.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
ALGODÃO: iniciar o controle quando em 7 das 10 plantas examinadas, as folhas estiverem começando a se deformar e existirem pulgões vivos É importante o controle até 50-60 dias após a emergência das plantas. Para mosca-branca, iniciar a aplicação logo após o aparecimento da praga e reaplicar seguindo o ciclo da mesma, fazendo rotação de produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos. Fazer no máximo 04 aplicações/ciclo da cultura.
ALFACE: fazer no máximo 03 aplicações, com intervalo de aplicação de 7 dias, iniciando-se logo após o aparecimento da praga
ALHO: fazer no máximo 05 aplicações, com intervalo de aplicação de 10 dias, iniciando-se logo após o aparecimento da praga.
BATATA: fazer no máximo 03 aplicações, com intervalo de aplicação de 15 dias, iniciando-se logo após o aparecimento da praga.
BERINJELA: fazer no máximo 04 aplicações, com intervalo de aplicação de 5 dias, iniciando-se logo após o aparecimento da praga.
CEBOLA: aplicação única, no início do aparecimento da praga.
CITROS: fazer no máximo 04 aplicações, com intervalo de aplicação de 14 dias, iniciando-se logo após o aparecimento das pragas. Para o controle da cigarrinha-da-cvc (Oncometopia faciallis), adicionar óleo vegetal a 0,25.
FEIJÃO: fazer no máximo 03 aplicações, com intervalo de aplicação de 14 dias, iniciando-se logo após o aparecimento da praga.
MELÃO: fazer no máximo 05 aplicações, com intervalo de aplicação de 7 dias, iniciando-se logo após o aparecimento da praga.
TOMATE: fazer no máximo 05 aplicações, com intervalo de aplicação de 4 dias, iniciando-se logo após o aparecimento da praga.
Para as culturas que normalmente exigem um elevado número de aplicações durante o ciclo vegetativo, tecnicamente é recomendada a rotação com inseticidas de grupos químicos e modo de ação diferentes, visando o não aparecimento de pragas resistentes.

MODO DE APLICAÇÃO:
Nas culturas de algodão e feijão, empregam-se pulverizadores de barra equipados com bicos cônicos, utilizando-se 200 - 300 L de calda/ha. Para alface, no controle de Myzus persicae e Frankliniella schultzei utilizar um volume de calda de 500 L/ha e para Thrips tabaci, utilizar 1000 L de calda/ha. Em berinjela, melão e tomate, utilizar 800 - 1000 L de calda/ha. Para batata, 600 - 800 litros/ha. Para citros, de 1800 - 2000 litros de calda/ha.
Nas culturas de alho e cebola recomenda-se adicionar espalhante adesivo à calda e a aplicação é feita com pulverizadores de barra equipado com bicos cônicos, utilizando-se 500 - 800 L de calda/ha Em crisântemo, gérberas e poinsétia o produto é aplicado na forma de pulverização, utilizando-se 1000 L de calda/ha.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Berinjela e tomate...............................07 dias
Alface e melão.....................................14 dias
Batata, cebola, citros e feijão..............21 dias
Algodão e alho.....................................30 dias
Crisântemo, gérberas e poinsétia........UNA*
*UNA - Uso não alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
- Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos as culturas indicadas.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGAO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral / viseira facial e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de forma a evitar o contato com o produto, dependendo do equipamento de aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral / viseira facial; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (respirado), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

- INTOXICAÇÕES POR TIMON -
INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico: Neonicotinóide.

Classe toxicológica: III - Medianamente tóxico.

Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.

Toxicocinética: Estudos de biocinética em ratos mostraram que o imidacloprido é rapidamente e quase completamente absorvido pelo lúmen intestinal. Da mesma forma a eliminação é rápida e completa. Não há indícios de potencial de bioacumulação do composto parental bem como de seus metabólitos. Os processos de absorção e excreção são independentes da via de exposição. Observa-se como média, 75% da excreção via urina e o restante via fezes pela bile excretada. O pico de concentração plasmática é atingido entre 1 e 2 horas após a administração e o produto se distribui rapidamente do espaço intravascular para os órgãos e tecidos periféricos do corpo. Após 48 horas da aplicação, a presença do imidacloprido nos tecidos é bastante pequena. A transposição da barreira hemato-encefálica é bastante limitada.A taxa de metabolização do imidacloprido em ratos e alta e mais pronunciada em machos que fêmeas. Somente entre 10 a 16% do composto parental é encontrada na excreta. O principal metabólito renal excretado é o ácido 6-cloronicotínico e seu produto glicina conjugado, bem como aos dois correspondentes de biotransformação com anel imidazolidina.
As duas maiores rotas de metabolismo responsáveis pela degradação do imidacloprido são: 1- Clivagem oxidativa gerando nitroimino-imidazolina e ácido cloronicotínico que sofre conjugação com glicina. Estes metabólitos são encontrados somente na urina e excretados rapidamente. Eles constituem a maior parte dos metabólitos identificados e representam cerca de 30% destes. 2- Hidroxilação do anel imidazolina entre as posições 4-5. Cerca de 16% dos metabólitos recuperados identificados foram a soma de 4- e 5-hidroxi-imidacloprido.

Mecanismos de toxicidade: Imidacloprido atua nos receptores nicotínicos (nAChR) do sistema nervoso dos insetos. A ativação do nAChR induz a um fluxo iônico através da membrana celular gerando desbalanço iônico. Esta ativação se dá pelo mensageiro natural acetilcolina (ACh). Este receptor e atuaçãoo ocorre também em vertebrados.

Sintomas e sinais clínicos: Não existem informações sobre sintomas de alarme específicos para o ser humano.

Diagnóstico: O diagnóstico deve ser feito baseado no exame clínico e nas informações disponíveis.
Estudos de casos de incidentes de ingestão de imidacloprido evidenciaram os sintomas de tontura, desorientação, erosão na mucosa da boca, esôfago e estômago. Outros dados sugerem náuseas, dor abdominal e diarréia. Existe a possibilidade de efeitos anticolinérgicos em humanos. Em experimentos animais de dose alta observaram-se distúrbios na respiração e na movimentação, tremores, hipotermia e reflexos pupilares impareados. Os sintomas são similares à intoxicação por nicotina.

Tratamento: Remova o paciente da fonte de exposição. Lave a área do corpo atingida pelo produto com grandes quantidades de água e sabão. Lave os olhos com grande quantidade de água durante 15 minutos. O vômito só deve ser induzido se o produto foi consumido em grandes quantidades desde que a ingestão tenha ocorrido até 1 hora antes do atendimento e o paciente esteja consciente.
Lavagem gástrica deve ser considerada em ingestões significativas (grandes volumes) e no período máximo de 2 horas. Contudo, a administração de carvão ativado e sulfato de sódio é indicado para ingestões significativas.
Tratamento: Não há antídoto específico, o tratamento deve ser sintomático e de suporte.

Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química

Efeitos sinérgicos: Não conhecidos ou existentes.

ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica - RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao Sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da Empresa: (0xx21) 2761-4023 ou 0800-7010450

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos (Resultantes de ensaios com animais - Produto formulado):
Dados de estudos em ratos, com via de administração oral, os efeitos observados foram sonolência, tremores e respiração anormal e se manifestam de 30 a 60 minutos após a aplicação, desaparecendo completamente após 2 dias. Nas vias dérmica e inalatória, os estudos demonstram que o produto não ocasiona lesões e/ou irritação local ou sistêmica, também não apresentando irritação dermal ou a olhos de coelhos e não é sensibilizante dérmico à pele de cobaias.

Efeitos crônicos (Resultantes de ensaios com animais - Produto técnico):
Imidacloprido - nos estudos realizados com ratos em laboratório durante 2 anos, observou-se na dose máxima testada (900 ppm) um retardamento no ganho de peso nos animais. O estudo também mostrou que, com relação à observação de partículas mineralizadas no colóide de folículos da tiróide, os ratos machos se mostraram mais sensíveis que as fêmeas.
Com relação aos demais parâmetros requeridos neste tipo de estudo não foram observados nenhuma anormalidade ou efeitos significativos.
As doses sem efeito, foram, respectivamente, 300 ppm para ratos fêmeas e 100 ppm para ratos machos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é: PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Bayer CropScience Ltda., Telefone de Emergência: (0800)-243334.
- Utilize o equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante como indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- lnutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade. O usuário deverá guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (CAIXA DE TRANSPORTE - NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Incluir outros métodos de controle de insetos (ex: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de Manejo de Resistência a Inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo / bula.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.