Bula Trinca Caps

acessos
Lambda-cialotrina
4110
UPL

Composição

Lambda-Cialotrina 250 g/L Piretróide

Classificação

Inseticida
II - Altamente tóxico
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão de Encapsulado (CS)
Contato, Ingestão

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicudo
(Anthonomus grandis)
60 mL p.c./ha 40 a 250 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Repetir as aplicações a cada 8 dias ou toda vez que o ataque atingir o limiar de 5% de botões danificados. Realizar no máximo 3 aplicações. 10 dias. Quando o nível de botões florais atacados atingir no máximo 5%
Curuquerê
(Alabama argillacea)
20 mL p.c./ha 40 a 250 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações. 10 dias. Quando forem constatadas 2 lagartas/planta ou 25% de desfolha
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do pescoço vermelho
(Stegasta bosquella)
80 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Se necessário, reaplicar em intervalo de 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. 21 dias. Início da infestação da praga
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
20 a 25 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Fazer até duas aplicações por ciclo da cultura. 15 dias. Quando forem encontradas 10 lagartas maiores que 2 cm/m² pós perfilhamento. Antes do perfilhamento mais que 5 lagartas maiores que 2 cm/m²
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
60 a 80 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Reaplicar se necessário em intervalo de 7 dias. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura. 3 dias. Início da infestação da praga
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
20 mL p.c./ha 200 a 400 L/ha - Reaplicar se necessário em intervalo de 20 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. 1 dia. No início da infestação da praga com no máximo 3 a 5 % das folhas minadas
Centeio Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
20 a 25 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Fazer até duas aplicações por ciclo da cultura. 15 dias. Quando forem encontradas 10 lagartas maiores que 2 cm/m² pós perfilhamento. Antes do perfilhamento mais que 5 lagartas maiores que 2 cm/m²
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
20 a 25 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Fazer até duas aplicações por ciclo da cultura. 15 dias. Quando forem encontradas 10 lagartas maiores que 2 cm/m² pós perfilhamento. Antes do perfilhamento mais que 5 lagartas maiores que 2 cm/m²
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
60 a 80 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Reaplicar se necessário em intervalos de 10 dias. Realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura. 15 dias. Início da infestação da praga quando forem encontrados no mínimo 10 insetos por metro linear da cultura
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
60 a 100 mL p.c./ha 400 L de calda/ha - Realizar até 4 pulverizações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias, intercalando com outros inseticidas com modo de ação distintos. 3 dias. Quando se constatar a praga antes ou após o florescimento porém antes das larvas penetrarem nos frutos
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
60 a 100 mL p.c./ha 400 L de calda/ha - Realizar até 4 pulverizações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias, intercalando com outros inseticidas com modo de ação distintos. 3 dias. Quando se constatar a praga antes ou após o florescimento porém antes das larvas penetrarem nos frutos
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
30 mL p.c./ha 40 a 250 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. 15 dias. Primeiros sintomas (folha raspada), geralmente com 3 a 5 folhas definitivas do milho
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
15 mL p.c./ha 40 a 250 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar até duas aplicações por ciclo da cultura. 20 dias. Quando houver 40 lagartas por batidas de pano, ou 30% de desfolha (antes do florescimento) ou 15% de desfolha após o florescimento
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
60 a 80 mL p.c./ha 200 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. 20 dias. Aplicar no manejo em plantio direto, em pré-plantio da cultura da soja, no momento da dessecação da cultura, utilizar a maior dose quando encontrar lagartas maiores que 2,0 cm
Percevejo verde
(Nezara viridula)
30 mL p.c./ha 40 a 250 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar até duas aplicações por ciclo da cultura. 20 dias. Quando o nível de percevejos por pano de batida atingir 2 percevejos/pano para áreas de produção de sementes e 4 percevejos/pano de batida para áreas de produção de grãos
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
10 mL p.c./100L água 200 a 800 L de calda/ha - Reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura. 3 dias. No início da infestação da praga após o florescimento da cultura com a formação dos primeiros frutos
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
20 a 25 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Fzer até duas aplicações por ciclo da cultura. 15 dias. Quando forem encontradas 10 lagartas maiores que 2 cm/m² pós perfilhamento. Antes do perfilhamento mais que 5 lagartas maiores que 2 cm/m²
Triticale Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
20 a 25 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Fazer até duas aplicações por ciclo da cultura. 15 dias. Quando forem encontradas 10 lagartas maiores que 2 cm/m² pós perfilhamento. Antes do perfilhamento mais que 5 lagartas maiores que 2 cm/m²

Balde / bombona plástico (PEAD ou COEX):
5, 10, 20 e 50 L.

Bombona aço:
5, 10, 20 e 50 L.

Container aço inox:
500, 700, 1.000, 1.500 L.

Frasco plástico (PEAD ou COEX):
50, 70, 100, 250, 350, 500 mL e 1; 1,5; 2; 4 e 5 L.

Galão: plástico (PEAD ou COEX):
5 L.

Saco polietileno inserido em conteintores de polietileno e aço inox:
500 700 e 1.000 L.

Tambor plástico/metálico (ferro ou aço):
100 e 200 L.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

ALGODÃO:
- Alabama argillacea (Curuquerê): Aplicar LAMBDA CYHALOTHRIN 250 CS DVA forem constatadas 2 lagartas/planta ou 25% de desfolha. Realizar no máximo 3 aplicações.
- Anthonomus grandis (Bicudo): Para o controle do bicudo, iniciar as plicações de LAMBDA CYHALOTHRIN 250 CS DVA quando o nível de botões florais atacados atingir no máximo 5%, e repetir as aplicações a cada 8 dias ou toda vez que o ataque atingir o limiar de 5% de botões danificados. Realizar no máximo 3 aplicações.

SOJA:
-Anticarsia gemmatalis (Lagarta-da-soja): Aplicar LAMBDA CYHALOTHRIN 250 CS DVA quando houver 40 lagartas por batidas de pano, ou 30% de desfolha (antes do florescimento) ou 15% de desfolha após o florescimento. Realizar até 2 aplicações do produto por ciclo.
-Nezara viridula (Percevejo-da-soja): Iniciar as aplicações quando o nível de percevejos por pano de batida atingir 2 percevejos/pano para áreas de produção de sementes e 4 percevejos/pano de batida para áreas de produção de grãos. Realizar até 2 aplicações do produto por ciclo.

MILHO:
- Spodoptera frugiperda (Lagarta-do-cartucho): Iniciar as aplicações de LAMBDA CYHALOTHRIN 250 CS DVA aos primeiros sintomas (folha raspada). Geralmente com 3 a 5 folhas definitivas do milho. Realizar no máximo 2 aplicações.

MODO DE APLlCACÃO: VIA TERRESTRE:



COSTAL MANUAL: Utilizar bicos cônicos das séries D ou equivalentes ,com pressão de 40 a 60 Ibs/pol2 (p.s.i.), aplicando 150 a 250 litros de calda por hectare . Observar para que ocorra uma boa cobertura da cultura tratada.

COSTAL MOTORIZADO: Utilizar bicos cônicos das séries D ou equivalentes, com pressão de 40 a 60 Ibs/po\2 (p.s.i.), aplicando 40 a 100 litros de calda por hectare.

TRATORIZADO: Quando aplicar com barra, utilizar bico cônico das séries D ou equivalentes com pressão de 80 a 150 Ibs/pol2 (p.s.i.), aplicando de 100 a 150 litros de calda por hectare. Observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura.

VIAS AÉREA:
PULVERIZAÇÃO AÉREA: Com aeronaves agrícolas (aviões, helicópteros).
Bicos: Utilizar de jato cônico vazio da série D ou similar, com a combinação adequada de ponta e difusor (core) ou bicos rotativos tipo MICRONAIR.
Número de bicos na barra de pulverização: Para aviões tipo IPANEMA, qualquer que seja o modelo, utilizar de 40 a 42 bicos, fechando sempre de 4 a 5 unidades em cada ponta externa da asa e três intermediários de cada ponta interna das asas e próximos ao corpo (fuselagem do avião).
Manter em operação os oitos bicos originais e existentes sob a "barriga" (fuselagem) do avião e sempre posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas.
Para outros tipos ou modelos de aeronaves, utilizar a disposição que permita uma uniformidade de distribuição das gotas sobre a faixa de deposição e evitar a influência e perda das gotas pelos vórtices de pontas das asas.

NOTA: O fechamento dos bicos das pontas das asas não diminui a amplitude da faixa de deposição adequada para a aeronave, mas ao contrário, permite que o produto arrastado pelos vórtices de ponta das asas não sejam perdido, mas distribuídos adequadamente pelos bicos áticos. Não utilizar em aplicação aérea (UBV) com óleo como veículo.

ALTURA DO VÔO: Com aviões IPANEMA, qualquer modelo, a maior uniformidade de geração e distribuição das gotas nas faixas de deposição, é obtida na altura mínima de vôo de 4 a 5 metros, sempre considerada em relação ao alvo ou a cultura.
Outros modelos de aeronaves, operar com os mesmos a uma altura mínima de 3 a 4 metros do alvo estabelecido.
A altura de vôo recomendada deverá ser mantida, durante todo o processo de aplicação do produto, independente das variações que ocorram nas condições climáticas locais. Ajustar sempre o ângulo dos bicos, para manter o padrão de deposição e gotas recomendadas.

VOLUME DE APLICAÇÃO: Nas aplicações com diluição do produto em água, utilizar vazões de 10 a 20 litros/hectare. Nesta faixa de volume poderão ser usados bicos hidráulicos como recomendados acima ou bicos rotativos tipo MICRONAIR. Volumes de aplicação acima
MODO DE APLlCACÃO: VIA TERRESTRE:

COSTAL MANUAL: Utilizar bicos cônicos das séries D ou equivalentes ,com pressão de 40 a 60 Ibs/pol2 (p.s.i.), aplicando 150 a 250 litros de calda por hectare . Observar para que ocorra uma boa cobertura da cultura tratada.

COSTAL MOTORIZADO: Utilizar bicos cônicos das séries D ou equivalentes, com pressão de 40 a 60 Ibs/po\2 (p.s.i.), aplicando 40 a 100 litros de calda por hectare.

TRATORIZADO: Quando aplicar com barra, utilizar bico cônico das séries D ou equivalentes com pressão de 80 a 150 Ibs/pol2 (p.s.i.), aplicando de 100 a 150 litros de calda por hectare. Observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura.

VIAS AÉREA:

PULVERIZAÇÃO AÉREA:
Com aeronaves agrícolas (aviões, helicópteros).
Bicos: Utilizar de jato cônico vazio da série D ou similar, com a combinação adequada de ponta e difusor (core) ou bicos rotativos tipo MICRONAIR.
Número de bicos na barra de pulverização: Para aviões tipo IPANEMA, qualquer que seja o modelo, utilizar de 40 a 42 bicos, fechando sempre de 4 a 5 unidades em cada ponta externa da asa e três intermediários de cada ponta interna das asas e próximos ao corpo (fuselagem do avião).
Manter em operação os oitos bicos originais e existentes sob a "barriga" (fuselagem) do avião e sempre posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas.
Para outros tipos ou modelos de aeronaves, utilizar a disposição que permita uma uniformidade de distribuição das gotas sobre a faixa de deposição e evitar a influência e perda das gotas pelos vórtices de pontas das asas.

NOTA: O fechamento dos bicos das pontas das asas não diminui a amplitude da faixa de deposição adequada para a aeronave, mas ao contrário, permite que o produto arrastado pelos vórtices de ponta das asas não sejam perdido, mas distribuídos adequadamente pelos bicos áticos. Não utilizar em aplicação aérea (UBV) com óleo como veículo.

ALTURA DO VÔO: Com aviões IPANEMA, qualquer modelo, a maior uniformidade de geração e distribuição das gotas nas faixas de deposição, é obtida na altura mínima de vôo de 4 a 5 metros, sempre considerada em relação ao alvo ou a cultura.
Outros modelos de aeronaves, operar com os mesmos a uma altura mínima de 3 a 4 metros do alvo estabelecido.
A altura de vôo recomendada deverá ser mantida, durante todo o processo de aplicação do produto, independente das variações que ocorram nas condições climáticas locais. Ajustar sempre o ângulo dos bicos, para manter o padrão de deposição e gotas recomendadas.

VOLUME DE APLICAÇÃO: Nas aplicações com diluição do produto em água, utilizar vazões de 10 a 20 litros/hectare. Nesta faixa de volume poderão ser usados bicos hidráulicos como recomendados acima ou bicos rotativos tipo MICRONAIR. Volumes de aplicação acima A daqueles valores, é vedado ou não recomendável o uso de bicos rotativos, passando a serem utilizados somente os bicos hidráulicos acima indicados.


FAIXA DE DEPOSIÇÃO: Para aviões tipo IPANEMA, ou similares, utilizar a faixa de deposição de 20 metros, independente dos bicos utilizados serem hidráulicos ou rotativos.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: Temperatura ambiente: abaixo de 32º C; Umidade relativa do ar: mínima de 55%; velocidade de vento; acima de 2 km/h até máximo de 10 km/h

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodao: 10 dias.
Milho: 15 dias.
Soja: 20 dias.

INTERVAL DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
- Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas na dose e condições recomendadas.
Outras restrições a serem observadas:
As recomendações e valores climáticos deverão ser observados no local da aplicação do produto.
Evitar as aplicações com velocidades de vento inferiores a 2 Km/h ou superiores a 10 Km/h. Evitar as aplicações durante as horas mais quentes do dia ou com temperaturas muito altas. Evitar condições que possam comprometer uma boa cobertura de pulverização.
Não utilizar em aplicação aérea (UBV) com óleo como veículo.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS
Produto para uso exclusivamente agrícola
Não coma, não beba e não fume durante o manuséio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados. Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto. Conforme modo de aplicação, de modo a evitar que o aplicador entre na névoa de produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro quimico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macaçcão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nirtila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula elou receifuário agronõmico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque võmito. Caso o võmito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermável, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR LAMBDA CIALOTRINA e INTOXICAÇÕES POR NAFT A LEVE INFORMAÇÕES MÉDICAS.

Grupo químico:
LAMBDA CIALOTRINA = Piretróide e NAFTA LEVE = Solvente Aromático

Classe toxicológica:
II- ALTAMENTE TOXICO.

Vias de exposição:
Oral, inalatória, ocular e dérmica.

Toxicocinética:
Estudos, efetuados com animais de laboratório possibilitam fornecer as seguintes infomações sobre mecanismo de ação, absorção e excreção.
LAMBDA CIALOTRINA
Absorção: é bem absorvido após administração oral, extensivamente metabolizado através de hidrólise da ligação éster, oxidação e conjugação e eliminado como conjugados polares na urina.
Biotransformação: Metabolizado extensivamente por c1ivagem do éster do ácido ciclopropanocarboxilico e ácido 3-fenoxibenzoico e eliminado como conjugados.
Distribuição: na maioria dos tecidos dos animais testados, sendo que os maiores niveis de residuos foram encontrados no tecido adiposo.
Excreção: Urina e fezes. Residuos de gorduras foram eliminados com uma meia-vida de 23 dias. A eliminação é precedida pela eficiente clivagem da ligação éster. O lambda cialotrina é rapidamente excretado pela urina em fonma de conjugados polares (metabólitos da c1ivagem éster e seus conjugados), quase na sua totalidade após 48 horas.
NAFTA LEVE
Absorção: atravessam as membranas celulares e barreiras biológicas. A travessam a membrana alveolar para a corrente sanguínea e são transportados dentro de poucos minutos para todo o organismo, incluindo SNC. Atravessam a superfície da pele ou folículos pilosos e caem na corrente sanguínea. São pobremente absorvidos pelo trato gastrintestinal, mas alguma absorção sistêmica ocorre.
Distribuição: altamente distribuídos por sua característica lipofílica. Foram encontrados no leite de todas as lactantes.
Eliminação: principalmente através do trato respiratório.

Mecanismos de toxicidade:
LAMBDA CIALOTRINA
É um inseticida piretróide sintético alfa-ciano. Atuam no sistema nervoso central e periférico, prolongando a abertura dos canais de sódio da membrana celular, o que resulta em maior influxo de sódio, retardando a despolarização. Atuam como estimulantes nervosos, especialmente nos nervos sensoriais, modificando as características de passagem dos canais de sódio sensíveis a voltagem, em membranas neuronais de mamíferos e invertebrados.

Sintomas e sinais clínicos:
LAMBDA CIALOTRINA - EFEITOS AGUDOS
Ingestão aguda: pode causar irritação gastrintestinal, náusea, vomito, ataxía, marcha instável, hiperexcitabilidade, ativação simpática. As crianças jovens são mais suscetíveis ao envenenamento, porque não podem hidrolisar os ésteres piretro.
Inalação: Principal via de exposição. As manifestações clínicas da exposição por inalação podem ser locais ou sistêmicos. Reações localízadas limitadas ao trato respiratório super.ior incluem rinite, espirros, garganta inflamada, edema da mucosa oral, laringe e até mesmo edema de mucosa. Reações localizadas do trato respiratório inferior incluem tosse, falta de ar, chiado e dor no peito. Uma reação como a asma ocorre com exposições aguda em pacientes sensíbilizados. Pneumonite de hipersensibilidade caracterizada por dor torácica, tosse, díspnéía e broncoespasmo podem ocorrer em um indivíduo cronicamente expostos.
Contato com a pele: irritante da pele suave e pode causar formigamento e dormência em áreas expostas (parestesias). Não é um sensibilizador da pele. Subjetivas sensações de pele facíal, acreditados para ser provocada por dísparo repetitivo de terminações nervosas sensoriais da pele. Eles podem ser consideradas como um sinal de alerta indicando que a exposição excessiva da pele ocorreu.
Contato com os olhos: pode causar severa irritação nos olhos. Exposição dos olhos pode resultar em leve a graves lesões da córnea.
NAFTA LEVE - EFEITOS AGUDOS
Ingestão aguda: Náuseas, vómitos, diarréia e dor abdominal. Pode causar miocardite e discretas alterações degenerativas das miofibrilas do coração. Resultam em evidências eletrocardiográficas e vetorcardiográfica de infarto do miocárdio. São sensibilizantes do miocárdio ás catecolaminas. Causam hemólise intravascular e dano renal, que geralmente consiste de discretas alterações degenerativas dos túbulos renais, mas raramente pode resultar em necrose tubular aguda. S ão comuns os riscos de aspiração, dano pulmonar, depressão do SNC transitória ou excitação, e os efeitos secundários de hipóxia, formação de infecção, pneumatocele, e crónica do pulmão disfunção. Complicações cardiacas são raras. Estes hidrocarbonetos são mal absorvidos a partir do trato gastrintestinal e não causam sensível toxicidade sistêmica por esta via, a menos que a aspiração ocorra.
Contato com a pele: é um irritante das membranas mucosas e do trato respiratório. Pode resultar em queimaduras cutâneas e ocasionalmente, efeitos sistêmicos.
Contato com os olhos: irritação ocular de leve a moderada e lesão ocular reversivel pode ocorrer após O conta to com a maioria dos hidrocarbonetos.
Sintomas: subjetivos provenientes do sistema nervoso central, como dor de cabeça, fadiga, falta de concentração, instabilidade emocional, dificuldade de memória e outras funções intelectuais e desempenho psicomotor prejudicado. Alguns efeitos são de curto ou médio prazo, outros são potencialmente persistentes. Em alguns estudos, relações dose-resposta foram observadas entre os sintomas e duração da exposição (duração e intensidade) a solventes. Vapor de nafta é um depressor do SNC, bem como um irritante das membranas mucos as e trato respiratório. A aspiração resulta em pneumonite quimica. Broncoespasmo, hiperemia, edema e atelectasia são notados. Alveolite hemorrágica difusa com infiltrado granulocitica ocorre logo após a aspiração e picos de cerca de 3 dias. Necrose dos tecidos dos brónquios, bronquiolar e alveolar podem ocorrer, juntamente com trombose vascular e formação de micro abscessos. Um processo proliferativo tardio com espessamento alveolar pode ocorrer em 10 dias. As complicações tardias podem incluir a pneumonia bacteriana, anormalidades residuais de pequenas vias aéreas e pneumatoceles. Complicações cardiacas são raras.
ABUSO: inalação de alguns hidrocarbonetos pode resultar em morte súbita, encefalopatia, residual comprometimento neurológico, nefrotoxicidade, hepatotoxicidade, distúrbios ácido-base e rabdomiólise. Injeção de nafta resultou em reações febris, inflamação do tecido local, necrose e trombose com amputação necessária 60% a 80% dos casos e efeitos sistêmicos, incluindo edema pulmonar, pneumonia e CNS depressão leve.
Os casos graves resultaram em síndrome de falência de múltiplos órgãos. Dérmica NAFTA LEVE - EFEITOS CRÓNICOS
A longo prazo ou exposição repetida pode resultar em reações hematológicas, hepatotóxícas, renais, neuropsi uiátricas, neuroló icas e cancerigenas.

Diagnóstico:
O diagnóstico de intoxicações agudas por piretróides deve ser efetuado com base na exposição comprovada, sintomas correspondentes e exclusão racional de outras eventuais doenças. Sintomas em casos leves a moderados podem incluir: parestesia anormal, pá pulas ou dermatite de contato e sintomas como dor de cabeça náusea, falta de apetite, fadiga. Casos de intoxicações severas podem ser caracterizados pelo agravo dos sintomas anteriores, distúrbios de consciência e contração muscular nos membros. Finalmente o diagnóstico só pode ser confirmado pela mensuração de iretróides ou seus metabolitos nos fluidos corpóreos.

Tratamento:
Não existe antídoto ou antagonista especifico para o LAMBDA CIALOTRINA. O tratamento médico é sintomático. Medidas terapêuticas imediatas devem ser tomadas para reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a ação do produto e intensificar sua eliminação. Analise os sinais vitais e as funções, monitorando o estado cardiaco; a temperatura corpórea e o estado mental. O tratamento deve ser baseado nos achados clínicos.
TRATAMENTO BÁSICO: Estabelecer uma via aérea patente. Sucção, se necessário. Ventilações atenção aos sinais de insuficiência respiratória e ajudar se necessário, administrar oxigênio por máscara nonrebreather de 10 a 15 Umin. Monitor para edema pulmonar. Para a contaminação dos olhos, olhos, lave imediatamente com água. Irrigar cada olho de forma continua com soro fisiológico durante o transporte. Não use eméticos.
PARESTESIA: uso de cremes contendo Vitamina E ou óleos. Regressão espontânea, geralmente dentro de 24 horas. "
ASPIRAÇÃO GÁSTRICA:'o esvaziamento gástrico poderá aumentar o risco de aspiração. Alguns médicos preferem carvão 'ativado sozinho em vez de lavagem gástrica em doentes que requerem descontaminação do TGI. O carvão ativado pode causar vómito, o que aumenta o risco de aspiração. Administrar carvão vegetal como uma pasta (240 mL água/30 g de carvão). Dose habitual: 25 a 100 g em adultos e adolescentes, de 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças com menos de 1 ano de idade.
Administrar oxigênio e ajudar ventilação. Tratar broncospasmo com inalado agonista beta2 e corticosteróides orais ou parenteral.
ADVERTÊNCIA: A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a descontaminação, deverá estar protegida por equipamentos de segurança (luvas, avental e botas impermeáveis), de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Remover roupas e acessórios, e proceder à descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água corrente em abundância e sabão neutro. Remover e vítima para local ventilado.
Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água corrente, por no mínimo 15 minutos.
Inalação: adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário. Administrar diazepam, se ocorrer convulsões.
Casos de hipersensibilidade severa e reação anafilática (rara), o tratamento deve ser imediato: assistência respiratória, adrenalina, anti-histamínico, corticóide, fluidos endovenosos, segundo a necessidade. Medidas sintomáticas e de manutenção.

Contra-indicação:
A indução do vomito é contra indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. Diluição - em razão do aumento da superfície de contato.
Morfina ode com rometer ressão arterial e de rimir fun ão cardiorrespiratória.

Efeitos sinérgicos:
Não se conhecem informações a respeito de efeitos aditivos, sinérgicos e/ou potencializadores relacionados ao produto.

ATENÇÃO:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializa das sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informa ões e Assistência Toxicoló ica RENACIAT-ANVISAlMS Notifique ao sistema de informações de a ravos de notifica são SINAN/MS
Telefone de Emergência da empresa: 08007010450 - (019) 3794-5600

MECANISMOS DE AÇÃO. ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Absorção: é bem absorvido após administração oral, extensivamente meta baliza do através de hidrólise da ligação éster, oxidação e conjugação e eliminado como conjugados polares na urina. Biotransformação: Metabolízado extensivamente por clivagem do éster do ácido ciclopropanocarboxilico e ácido 3-fenoxibenzoico e eliminado como conjugados. Distribuição: na maioria dos tecidos dos animais testados, sendo que os maiores níveis de resíduos foram encontrados no tecido adiposo. Excreção: Urina e fezes. Resíduos de gorduras foram eliminados com uma meia-vida de 23 dias. A eliminação é precedida pela eficiente clivagem da ligação éster. O lambda cialotrina é rapidamente excretado pela urina em forma de conjugados polares (metabólitos da c1ivagem éster e seus conjugados), quase na sua totalidade após 48 horas.

EFEITOS AGUDOS E CRÓNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

EFEITO AGUDO:
DL50 oral em ratos (fêmeas) = 50 mg/Kg
DL50 dérmica em ratos = >2000 mg/Kg
CL50 Inalatória = >0,297 e <0,492 mg/L
Irritação dérmica: o produto pode causar eritema.
Irritação ocular: o produto pode causar hiperemia, quemose e secreção com regressão das reações. Sensibilização dérmica: Não sensibilizante.
Não mutagênico.

EFEITOS CRÓNICOS:
LAMBDA CIALOTRINA - Quando o produto foi administrado na dieta de animais de laboratório, não se detectou efeitos no sistema nervoso, efeitos carcinogênicos ou mutagênicos nas avaliações crânicas. Foram notados aumento no ganho de peso corpóreo e aumento no peso do fígado durante os estudos de carcinogenicidade. Deram resultados negativos em uma série de testes in vivo e in vitro, para detectar as mutações genéticas, danos cromossâmicos e outros efeitos genotóxicos. Quando administrado oralmente para ratos e coelhos durante o periodo de organogênese, não foI nem embriotóxlcos ou teratogénlcos em níveiS de dose que provocasse toxlcldade materna.
NAFTA LEVE
A longo prazo ou exposição repetida pode resultar em reaçõe s hepatotóxlcas, renais, neuropslquiátncas, neurológicas e cancerígenas.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE I).

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO PARA ORGANISMOS AqUÁTICOS.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO PARA ABELHAS, podendo afetar outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicações aéreas de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa DVA AGRO DO BRASIL - COMÉRCIO,
IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS LTDA., pelo telefone de Emergência (0800) 7010450 - (019) 3794-5600.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtro)
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimento: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a emrpes registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quatindade de água.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RíGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPls- Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posiçãovertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 14 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressao seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
o armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário de ver efetuado em loca coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
o usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fsicalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLÉXIVEL

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fsicalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuanos, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do Solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICO, COMPONENETES AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podêm ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de inseto pode se tomar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência a ele. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas-IRAC-BR, recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência, visando prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da praga.
- Usar somente doses recomendadas na bula/rótulo.
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas.
- Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex. Controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.