Bula Trivor - Adama

Bula Trivor

CI
Acetamiprido; Piriproxifem
32518
Adama

Composição

Acetamiprido 186 g/L
Piriproxifem 124 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Inseticida
4 - Produto Pouco Tóxico
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Dispersível (DC)
Sistêmico, Contato, Ingestão

Abacate

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Protopulvinaria longivalvata (Cochonilha)

Abacaxi

Calda Terrestre Dosagem
Dysmicoccus brevipes (Cochonilha do abacaxi)

Abóbora

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)

Abobrinha

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)

Algodão

Calda Terrestre Dosagem
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro)
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)

Alho

Calda Terrestre Dosagem
Thrips tabaci (Tripes do fumo)

Batata

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Myzus persicae (Pulgão verde)

Batata-doce

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Myzus persicae (Pulgão verde)

Berinjela

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)

Beterraba

Calda Terrestre Dosagem
Liriomyza huidobrensis (Larva minadora)

Cebola

Calda Terrestre Dosagem
Thrips tabaci (Tripes do fumo)

Chuchu

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)

Feijão

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Empoasca kraemeri (Cigarrinha verde)

Jiló

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)

Mamão

Calda Terrestre Dosagem
Aonidiella comperei (Cochonilha)
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Solanasca bordia (Cigarrinha verde do mamoeiro)

Mandioquinha-salsa

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)

Manga

Calda Terrestre Dosagem
Aulacaspis tubercularis (Cochonilha branca)
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Erosomyia mangiferae (Mosquinha da manga)
Frankliniella schultzei (Tripes)
Saissetia oleae (Cochonilha)

Maxixe

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)

Melancia

Calda Terrestre Dosagem
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro)
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)

Melão

Calda Terrestre Dosagem
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro)
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)

Pimenta

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)

Pimentão

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)

Quiabo

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)

Tomate

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Frankliniella schultzei (Tripes) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tipo: Bag in box.
Material: Fibra celulósica com bolsa plástica interna.
Capacidade: 1,0 - 50 L.

Tipo: Balde.
Material: Metálico/Plástico.
Capacidade: 3 - 50 L.

Tipo: Bombona.
Material: Plástico.
Capacidade: 3 - 50 L.

Tipo: Bulk.
Material: Plástico.
Capacidade: 100 - 500 L.

Tipo: Frasco.
Material: Plástico.
Capacidade: 0,2 - 2,5 L.

Tipo: Sachê com tampa.
Material: Plástico/ Plástico aluminizado/Plástico metalizado.
Capacidade: 1 - 50 L.

Tipo: Tambor.
Material: Metálico/Plástico.
Capacidade: 60 - 500 L.

INSTRUÇÕES DE USO

O TRIVOR é um inseticida sistêmico com ação de contato e ingestão, recomendado para o controle de pragas nas culturas do: abacaxi, abacate, abóbora, abobrinha, alho, algodão, batata, batata doce, berinjela, beterraba, cebola, chuchu, feijão, jiló, mamão, mandioquinha salsa, manga, maxixe, melancia, melão, pimenta, pimentão, quiabo, soja, tomate rasteiro para fins industriais e tomate envarado.

MODO DE APLICAÇÃO

A aplicação do inseticida TRIVOR poderá ser efetuada através de pulverização terrestre ou aérea.

APLICAÇÃO TERRESTRE

Para as culturas de abacaxi, abacate, abóbora, abobrinha, alho, algodão, batata, batata doce, berinjela, beterraba, cebola, chuchu, feijão, jiló, mamão, mandioquinha salsa, manga, maxixe, melancia, melão, pimenta, pimentão, quiabo, soja, tomate rasteiro para fins industriais e tomate envarado, TRIVOR pode ser aplicado na parte aérea das plantas com equipamento terrestre (costal, tratorizado ou autopropelido).
Utilizar equipamentos com pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico ou leque, que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que evitem a ocorrência deriva:
- Pressão de trabalho: 30-60 lb/pol²;
- Diâmetro de gotas: 150 a 300 µ (micra) VMD;
- Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm²;
- Volume de calda:
• Algodão, feijão e soja: 150 L/ha
• Alho, batata, batata doce, beterraba, cebola, mandioquinha salsa, melancia, melão e tomate rasteiro para fins industriais: 400-600 L/ha
• Abacaxi, Abóbora, abobrinha, berinjela, chuchu, jiló, maxixe, pimenta, pimentão, quiabo, tomate envarado: 500-1000 L/ha
• Abacate, mamão e manga: 1000 L/ha

APLICAÇÃO AÉREA

Para as culturas de algodão e soja, TRIVOR pode ser aplicado via aérea através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos hidráulicos Spraying Systems D8, core 46 ou atomizadores rotativos (Micronair AU 5000 ou semelhante) apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota fina a média. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Altura de vôo:
A altura do vôo depende das características da aeronave, das condições da área-alvo, em especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao vôo, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas, em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de vôo situa-se entre 2 a 4 metros acima da vegetação a controlar, sendo maior quanto maior o porte da aeronave.
Largura da faixa de deposição:
12 a 15 metros. Deve ser determinada mediante testes de deposição com as aeronaves e equipamentos que serão empregados na aplicação. Varia principalmente com a altura de vôo, porte da aeronave e diâmetro das gotas.
Diâmetro de gotas:
150 a 300 µ (micra) DMV. Usar o diâmetro maior nas condições mais críticas de evaporação e/ou deriva, monitorando sempre as variáveis meteorológicas.
Densidade de gotas:
Mínimo de 40 gotas/cm² variando com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação.
Volume de aplicação:
Deve ser estabelecido em função do diâmetro e densidade de gotas. Como orientação geral, aplicar de 20 a 40 litros/hectare de calda.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS

Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação via terrestre e aérea do produto, tais como:
- Temperatura ambiente até 30ºC;
- Umidade relativa do ar no mínimo de 50%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h;
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Abacate, abacaxi, feijão, mamão, manga, melancia, melão: 14 dias
Abóbora, abobrinha, alho, algodão, batata, batata-doce, berinjela, beterraba, cebola, chuchu, jiló, mandioquinha-salsa, maxixe, pimenta, pimentão, quiabo, tomate envarado, tomate rasteiro para fins industriais: 7 dias
Soja: 30 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

• Uso exclusivo para culturas agrícolas

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de
culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;

GRUPO 4A INSETICIDA
GRUPO 7C INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida TRIVOR pertence ao grupo 4A (moduladores competitivos de receptores nicotínicos da acetilcolina - Neonicotinóides) e ao grupo 7C (mímicos do hormônio juvenil – Pyriproxyfen) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do TRIVOR como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 4A e 7C. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar TRIVOR ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de TRIVOR podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do TRIVOR, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos Neonicotinóides e dos Pyriproxyfen não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do TRIVOR ou outros produtos do Grupo 4A e 7C quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).