Bula Trivor - Adama

Bula Trivor

acessos
Acetamiprido + Piriproxifem
32518
Adama

Composição

Acetamiprido 186 g/L Neonicotinóide
Piriproxifem 124 g/L Éter piridiloxipropílico

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Dispersível (DC)
Contato, Ingestão, Sistêmico

Abacate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cochonilha
(Protopulvinaria longivalvata)
20 a 30 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 dias. 14 dias. Aplicar assim que for identificado a ocorrência da praga na área. O monitoramento do pomar deve ser realizado a cada dez dias, inspecionando-se 1% das plantas da área plantada. Recomenda-se examinar um ramo por quadrante da planta, tendo-se o cuidado de olhar a face inferior das folhas onde a cochonilha se aloja. Adicionar 0,25 % v/v de adjuvante a base de óleo vegetal
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
30 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 dias. 14 dias. Aplicar quando do aparecimento dos primeiros adultos da praga. Em condição de alta infestação recomenda-se usar a maior dose. Como estratégia para o manejo da resistencia, recomenda-se o uso de rotação de produtos com diferentes modos de ação. Adicionar 0,25 % v/v de adjuvante a base de óleo vegetal
Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cochonilha do abacaxi
(Dysmicoccus brevipes)
30 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 dias. 14 dias. Aplicar TRIVOR quando for encontrada no mínimo cinco plantas com sintoma de murcha ou presença de colônias nas áreas de até cinco hectares, e, pelo menos dez plantas em áreas acima de cinco hectares. Realizar o monitoramento, a fim de se observar a presença de plantas com sintomas de murcha ou com colônia de cochonilhas. Adicionar 0,25 % v/v de adjuvante a base de óleo vegetal
Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
50 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Aplicar quando for observado a presença dos primeiros adultos da praga. Em alta infestação realizar aplicações sequenciais. Como estratégia para o manejo da resistencia, recomenda-se o uso de rotação de produtos com diferentes modos de ação. Adicionar 0,25 % v/v de adjuvante a base de óleo vegetal
Abobrinha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
50 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Aplicar quando for observado a presença dos primeiros adultos da praga. Em alta infestação realizar aplicações sequenciais. Como estratégia para o manejo da resistencia, recomenda-se o uso de rotação de produtos com diferentes modos de ação. Adicionar 0,25 % v/v de adjuvante a base de óleo vegetal
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
200 a 300 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Deve ser aplicado quando for observado a presença dos primeiros adultos da praga
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
200 a 300 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 10 dias. 7 dias. A aplicação deve ser baseada na cultivar de algodão semeada e no índice de infestação do pulgão. Nas cultivares resistentes à virose, iniciar o controle quando 50 - 70% de plantas infestadas. Para as variedades susceptíveis à virose, a aplicação deve ser iniciada quando 5 a 10% das plantas apresentarem pulgões
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
200 a 300 mL p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Aplicar quando for observado o início da infestação da praga, e, reaplicar caso haja reinfestação. A dose maior deverá ser aplicada em condições de alta infestação. Adicionar 0,25 % v/v de adjuvante a base de óleo vegetal
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
200 a 300 mL p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Deve ser aplicado quando for observado a presença dos primeiros adultos da praga
Pulgão verde
(Myzus persicae)
200 a 300 mL p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Iniciar a aplicação quando aparecerem os primeiros pulgões na área e repetir conforme a necessidade, respeitando o número e intervalo entre aplicações
Batata-doce Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
200 a 300 mL p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Deve ser aplicado quando for observado a presença dos primeiros adultos da praga
Pulgão verde
(Myzus persicae)
200 a 300 mL p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Iniciar a aplicação quando aparecerem os primeiros pulgões na área e repetir conforme a necessidade, respeitando o número e intervalo entre aplicações
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
50 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Aplicar quando for observado a presença dos primeiros adultos da praga
Beterraba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
200 a 300 mL p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Aplicar quando for observado a presença dos primeiros adultos da praga
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
200 a 300 mL p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Aplicar quando for observado o início da infestação da praga, e, reaplicar caso haja reinfestação
Chuchu Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
50 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Aplicar quando for observado o início da infestação da praga, e, reaplicar caso haja reinfestação
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
200 a 300 mL p.c./ha 150 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 14 dias. Aplicar quando for observado o início da infestação da praga na área e repetir conforme a necessidade, respeitando o número e intervalo entre aplicações
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
200 a 300 mL p.c./ha 150 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 14 dias. Aplicar quando for observado a presença dos primeiros adultos da praga
Jiló Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
50 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Aplicar quando for observado a presença dos primeiros adultos da praga
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cochonilha
(Aonidiella comperei)
20 a 30 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 dias. 14 dias. As aplicações deverão ser iniciadas assim que identificado a ocorrência da praga O monitoramento do pomar deve ser realizado a cada dez dias, inspecionando-se 1% das plantas da área plantada. Recomenda-se examinar um ramo por quadrante da planta, tendo-se o cuidado de olhar a face inferior das folhas onde a cochonilha se aloja
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
30 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 dias. 14 dias. Aplicar quando for observado a presença dos primeiros adultos da praga
Mandioquinha-salsa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
200 a 300 mL p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Aplicar quando for observado a presença dos primeiros adultos da praga
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da mal formação das gemas
(Eriophyes mangiferae)
30 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 dias. 14 dias. Iniciar a aplicação quando encontrar 10% ou mais de brotações, folhas ou ramos infestados e/ou 2 % de panículas florais e/ou frutos infestados.A amostragem deverá ser feita ao acaso, dividindo-se a copa da planta em quadrantes. Em cada planta amostrada, observar oito brotações ou ramos (dois em cada quadrante) e quatro panículas florais e/ou frutos (um por quadrante). A amostragem deve ser iniciada logo na primeira semana da brotação vegetativa
Cochonilha
(Saissetia oleae)
20 a 30 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 dias. 14 dias. Iniciar a aplicação quando encontrar 10% ou mais de folhas infestadas e/ou presença de cochonilhas nos frutos. Observar a presença ou ausência de cochonilhas vivas em cada quadrante da planta, em folhas de dois ramos das partes mediana e inferior da planta. Da fase de “chumbinho” até 25 dias antes da colheita, observar, ao acaso, a presença ou ausência de cochonilhas vivas em um fruto por planta, em cada quadrante
Cochonilha branca
(Aulacaspis tubercularis)
20 a 30 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 dias. 14 dias. Iniciar a aplicação quando encontrar 10% ou mais de folhas infestadas e/ou presença de cochonilhas nos frutos. Observar a presença ou ausência de cochonilhas vivas em cada quadrante da planta, em folhas de dois ramos das partes mediana e inferior da planta. Da fase de “chumbinho” até 25 dias antes da colheita, observar, ao acaso, a presença ou ausência de cochonilhas vivas em um fruto por planta, em cada quadrante
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
30 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 dias. 14 dias. Aplicar quando for observado a presença dos primeiros adultos da praga
Tripes
(Frankliniella schultzei)
30 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 dias. 14 dias. Deverá ser aplicado quando detectado 40 % ou mais de ramos infestados por tripes, 10% de inflorescências ou frutos infestados por tripes
Maxixe Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
50 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Aplicar quando for observado a presença dos primeiros adultos da praga
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
200 a 300 mL p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 14 dias. Aplicar quando for observado a presença dos primeiros adultos da praga
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
200 a 300 mL p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 14 dias. Deve ser aplicado quando aparecerem os primeiros pulgões na área e repetir conforme a necessidade, respeitando o número e intervalo entre aplicações
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
200 a 300 mL p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 14 dias. Aplicar quando for observado a presença dos primeiros adultos da praga
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
200 a 300 mL p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 14 dias. Deve ser aplicado quando aparecerem os primeiros pulgões na área e repetir conforme a necessidade, respeitando o número e intervalo entre aplicações
Pimenta Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
50 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Aplicar quando for observado a presença dos primeiros adultos da praga
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
50 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Aplicar quando for observado a presença dos primeiros adultos da praga
Quiabo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
50 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Aplicar quando for observado a presença dos primeiros adultos da praga
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
200 a 300 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 30 dias. Aplicar quando for observado a presença dos primeiros adultos da praga
Tomate envarado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
50 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Deverá ser aplicado no início da infestação da praga, devendo ser reaplicado se houver reinfestação
Tripes
(Frankliniella schultzei)
50 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Deverá ser aplicado no início da infestação da praga, devendo ser reaplicado se houver reinfestação
Tomate industrial Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
200 a 300 mL p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Deverá ser aplicado no início da infestação da praga, devendo ser reaplicado se houver reinfestação
Tripes
(Frankliniella schultzei)
200 a 300 mL p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Deverá ser aplicado no início da infestação da praga, devendo ser reaplicado se houver reinfestação


MODO DE APLICAÇÃO:

A aplicação do inseticida TRIVOR poderá ser efetuada através de pulverização terrestre ou aérea.

APLICAÇÃO TERRESTRE:

Para as culturas de abacaxi, abacate, abóbora, abobrinha, alho, algodão, batata, batata doce, berinjela, beterraba, cebola, chuchu, feijão, jiló, mamão, mandioquinha salsa, manga, maxixe, melancia, melão, pimenta, pimentão, quiabo, soja, tomate rasteiro para fins industriais e tomate envarado, TRIVOR pode ser aplicado na parte aérea das plantas com equipamento terrestre (costal, tratorizado ou autopropelido).
Utilizar equipamentos com pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico ou leque, que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que evitem a ocorrência deriva:
- Pressão de trabalho: 30-60 lb/pol2;
- Diâmetro de gotas: 150 a 300 µ (micra) VMD;
- Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm2;
- Volume de calda:
• • Algodão, feijão e soja: 150 L/ha
• • Alho, batata, batata doce, beterraba, cebola, mandioquinha salsa, melancia, melão e tomate rasteiro para fins industriais: 400-600 L/ha
• • Abacaxi, Abóbora, abobrinha, berinjela, chuchu, jiló, maxixe, pimenta, pimentão, quiabo, tomate envarado: 500-1000 L/ha
• • Abacate, mamão e manga: 1000 L/ha

APLICAÇÃO AÉREA:

Para as culturas de algodão e soja, TRIVOR pode ser aplicado via aérea através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos hidráulicos Spraying Systems D8, core 46 ou atomizadores rotativos (Micronair AU 5000 ou semelhante) apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota fina a média. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Altura de vôo: A altura do vôo depende das características da aeronave, das condições da área-alvo, em especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao vôo, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas, em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de vôo situa-se entre 2 a 4 metros acima da vegetação a controlar, sendo maior quanto maior o porte da aeronave.
Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros. Deve ser determinada mediante testes de deposição com as aeronaves e equipamentos que serão empregados na aplicação. Varia principalmente com a altura de vôo, porte da aeronave e diâmetro das gotas.
Diâmetro de gotas: 150 a 300 µ (micra) DMV. Usar o diâmetro maior nas condições mais críticas de evaporação e/ou deriva, monitorando sempre as variáveis meteorológicas.
Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm² variando com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação.
Volume de aplicação: Deve ser estabelecido em função do diâmetro e densidade de gotas. Como orientação geral, aplicar de 20 a 40 litros/hectare de calda. 13 BULA_TRIVOR_19102018

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação via terrestre e aérea do produto, tais como:
- Temperatura ambiente até 30ºC;
- Umidade relativa do ar no mínimo de 50%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h;
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Abacate ............................................. 14 dias
Abacaxi ............................................. 14 dias
Abóbora ............................................ 7 dias
Abobrinha ......................................... 7 dias
Alho .................................................. 7 dias
Algodão ............................................ 7 dias
Batata ..................................... 7 dias
Batata-doce ......................... 7 dias
Berinjela ........................................... 7 dias
Beterraba .......................................... 7 dias
Cebola .............................................. 7 dias
Chuchu ............................................. 7 dias
Feijão ................................................ 14 dias
Jiló .................................................... 7 dias
Mamão .............................................. 14 dias
Mandioquinha-salsa ......................... 7 dias
Manga ............................................... 14 dias
Maxixe .............................................. 7 dias
Melancia ........................................... 14 dias
Melão ................................................ 14 dias
Pimenta ............................................. 7 dias
Pimentão ........................................... 7 dias
Quiabo .............................................. 7 dias
Soja ................................................... 30 dias
Tomate envarado............................... 7 dias
Tomate rasteiro para fins industriais.... 7 dias


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO
• Uso exclusivo para culturas agrícolas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:

GRUPO 4A INSETICIDA
GRUPO 7C INSETICIDA
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida TRIVOR pertence ao grupo 4A (moduladores competitivos de receptores nicotínicos da acetilcolina - Neonicotinóides) e ao grupo 7C (mímicos do hormônio juvenil – Pyriproxyfen) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do TRIVOR como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 4A e 7C. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar TRIVOR ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de TRIVOR podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do TRIVOR, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos Neonicotinóides e dos Pyriproxyfen não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do TRIVOR ou outros produtos do Grupo 4A e 7C quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).