Análise de Mercado
Arquivo · página 270
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FeijãoAgrolink · Os custos do feijão no Brasil registraram uma alta de aproximadamente 62%, enquanto o preço subiu 32%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Feijão e Pulses (Ibrafe). “Produtores seguem resistindo, em alguns casos, em diferenças consideradas pequenas, pois, ontem os negócios não foram fechados por uma diferença de R$ 10 por saca”, comenta.
MilhoAgrolink · Uma queda do milho na Bolsa de Chicago, somada com a queda do dólar, acabou afetando o preço do cereal na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), de acordo com informações da TF Agroeconômica. “O dólar e a cotação que fez subir, fez cair, quando também caíram, o que mostra que a exportação é o grande driver do ilho neste momento e para o próximo semestre, como mostramos no início deste informativo”, comenta.
MilhoAgrolink · Em relação ao milho brasileiro para exportação, a maioria dos meses manteve os mesmos preços, segundo o que informou a TF Agroeconômica. “Os preços FOB do milho brasileiro tiveram um direcionamento errático nesta segunda-feira. Agosto não foi cotado, setembro caiu para US$ 270, outubro manteve US$ 298, novembro caiu a US$ 282 e dezembro caiu para US$ 286/tonelada”, comenta.
MilhoAgrolink · Tudo continua igual no mercado gaúcho de milho: ainda recebendo contratos os compradores do RS não oferecem mais do que R$ 89,0+ e R$ 90,0+CIF, segundo o que informa a TF Agroeconômicas. “Mas, o foco ainda segue, pelo menos até final do mês em receber o que já está comprado em contratos futuros. As ofertas no mercado local, diferido, estão em R$ 92,00 a R$ 93,00 FOB interior. Os preços de balcão, em Panambi, mantiveram-se em R$ 80,00 ao produtor”, comenta.
MilhoAgrolink · De acordo com a agência de notícias Reuters, Cesário Ramalho, chefe de assuntos institucionais do grupo de produtores de milho Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho) está conversando com a China sobre a aceitação de certos tipos de milho transgênico cultivado no Brasil. A partir disso, o Brasil deve começar a vender pra China antes do final do ano.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago a soja recua por chuvas e incerteza sobre demanda, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para agosto fechou em queda de 1,24% ou $ 18,50 cents/bushel a $ 1478,75”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul teve um dia de negócios lentos nessa terça-feira, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado operou o dia bastante dividido com preços mais altos do que na sexta-feira para o porto e com preços mais baixos para a maior parte das regiões no interior. A CBOT caiu juntamente do câmbio, onde o primeiro marcou variações muito mais expressivas e o segundo passou a maior parte do dia a níveis mais baixos do que os de ontem, mas fechou com pouca diferença”, comenta.
SojaAgrolink · Algumas dúvidas sobre o futuro da demanda adicionaram fraqueza ao mercado da soja, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. Além disso, as perspectivas climáticas tornam-se mais favoráveis nos EUA, amenizando os temores do lado do rendimento.
AlgodãoAgrolink · Em junho, o IPPA/CEPEA se manteve estável frente ao do mês anterior. O resultado se deveu ao contrabalanceamento das variações dos Índices de grupos de alimentos. Por um lado, o IPPA-Grãos e o IPPA-Hortifrutícolas recuaram, respectivamente, 0,6% e 0,3%; e, por outro, o IPPA-Pecuária avançou 0,4% e IPPA-Cana-Café, 1,2%. No caso do IPPA-Grãos, a queda esteve atrelada às desvalorizações do algodão em pluma e do milho. O cenário inflacionário e perspectiva de recessão econômica global influenciaram negativamente os preços externos e domésticos do algodão.
TrigoAgrolink · Os negócios têm sido pontuais no mercado interno de trigo. Isso porque, segundo colaboradores do Cepea, os agentes estão atentos à finalização da semeadura em muitas regiões e já aguardam a entrada da nova safra nacional, que deve ter produção recorde.
MilhoAgrolink · Nesta segunda-feira a cotação do açúcar cristal registou um avanço de 2,57% no mercado físico de São Paulo, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O preço a saca de 50 Kg que havia encerrado a semana em R$ 127,72/sc subiu para R$ 131,00/sc”, comenta a consultoria.
MilhoAgrolink · As cotações do milho começaram a semana em boa alta no mercado futuro de São Paulo (B3), segundo a TF Agroeconômica. “Impulsionadas pela alta de 1,20% nas cotações do milho em Chicago, somada à alta de 0,38% do dólar no Brasil as exportações brasileiras tiveram novo impulso nesta segunda-feira, puxando as cotações do mercado futuro e os preços no mercado físico para o alto”, comenta.
MilhoAgrolink · A maioria dos meses se manteve com os mesmos valores relacionados ao milho de exportação do Brasil, segundo informações da TF Agroeconômica. “Os preços FOB do milho brasileiro tiveram um direcionamento errático nesta segunda-feira. Agosto ainda manteve US$ 293, mas setembro subiu para US$ 276, outubro manteve US$ 298, novembro manteve US$ 285 e dezembro manteve US$ 289/tonelada”, comenta.
MilhoAgrolink · O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul se mantém com foco em receber contratos antecipados e apostas contraditórias sobre o futuro, segundo a TF Agroeconômica. “Tudo continua igual no mercado gaúcho de milho: mercado segue lateralizado, com compradores do Oeste Catarinense tem obtido ofertas a R$ 87,0+ R$ 88,0+ e compradores do RS a R$ 89,0+ e R$ 90,0+. Mas, o foco ainda segue, pelo menos até final do mês em receber o que já está já está comprado em contratos futuros”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja subiu com a volta do risco climático e altas do petróleo e dos óleos vegetais, segundo informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para agosto fechou em leve alta de 2,10% ou $ 30,75 cents/bushel a $ 1496,75”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul teve alta de cerca de R$ 1,50/saca nos preços, de acordo com informações com a TF Agroeconômica. “Mercado operou o dia predominantemente com preços mais altos do que na sexta-feira, com CBOT subindo juntamente do câmbio, onde o primeiro marcou variações muito mais expressivas e o segundo passou a maior parte do dia a níveis mais baixos do que os de sexta, mas se recuperou ao fim do pregão. Negócios seguem sendo muito pontuais com pouca atenção para a soja nesse período”, comenta.
SojaAgrolink · A qualidade da lavoura de soja norte-americana segue piorando a cada semana. No relatório de desenvolvimento desta semana, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), divulgou que houve uma redução em um ponto percentual nos campos na comparação com a semana anterior.
MilhoAgrolink · Os preços do milho iniciaram a semana passada em alta, mas voltaram a recuar no encerramento do período. Segundo pesquisadores do Cepea, no começo da semana, as cotações foram sustentadas pela alta nos valores externos, que, por sua vez, subiram diante de preocupações com o clima quente e seco nos Estados Unidos, que poderia atrapalhar o desenvolvimento das lavouras.
SojaAgrolink · O crescimento nas demandas doméstica e externa por farelo de soja incentivou indústrias nacionais a elevarem as aquisições de soja em grão nos últimos dias. Pesquisadores do Cepea indicam que esse cenário acirrou a competitividade entre esses demandantes e importadores, os quais, por sua vez, foram atraídos pelo grão nacional, tendo em vista a valorização do dólar frente ao Real e a necessidade de completar cargas para embarque imediato.
MilhoAgrolink · As cotações do milho na Bolsa de Mercadorias fecharam em leve alta, acompanhando Chicago, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mesmo com os fechamentos em Chicago subindo apenas metade da queda do dólar, o início da competitividade entre exportadores e indústrias pelo milho disponível no país elevou um pouco as cotações no mercado futuro da B3, em São Paulo, nesta sexta-feira", comenta.

