Análise de Mercado
Arquivo · página 271
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SuínosAgrolink · “Como há uma previsão de alta – não a curto, mas a médio prazo – nossa recomendação é que o agricultor espere pelo menos umas duas semanas para vender novamente”. A recomendação é do analista sênior da Consultoria TF Agroeconômica, Luiz Pacheco.
MilhoAgrolink · Em relação ao milho exportação, os preços dos meses próximos seguem inalterados, enquanto meses distantes subiram, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os preços FOB do milho brasileiro tiveram um direcionamento errático nesta quinta-feira. Agosto ainda manteve US$ 293, mas setembro também manteve US$ 274, outubro manteve US$ 298, novembro subiu para US$ 285 e dezembro subiu para US$ 289/tonelada”, comenta.
MilhoAgrolink · O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul está com foco em receber contratos antecipados e apostas contraditórias sobre o futuro, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Tudo continua igual no mercado gaúcho de milho: mercado segue lateralizado, com compradores do Oeste Catarinense tem obtido ofertas a R$ 87,0+ R$ 88,0+ e compradores do RS a R$ 89,0+ e R$ 90,0+. Mas, o foco ainda segue, pelo menos até final do mês em receber o que já está já está comprado em contratos futuros”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja volta a cair 0,14% com moagem menor nos Estados Unidos, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para agosto fechou em leve queda de 0,14% ou $ 2,0 cents/bushel a $ 1472,75”, comenta a consultoria.
SuínosAgrolink · Os preços estão caindo, é verdade, pressionados pelo peso de uma colheita de Safrinha muito maior do que o ano passado. “Mas, há boas perspectivas para a recuperação dos preços no segundo semestre”, projeta a equipe de analistas de mercado da Consultoria TF Agroeconômica.
SojaAgrolink · Em relação ao mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, foram vistas quedas expressivas de R$ 3-4/saca no interior, com negócios pontuais no encerramento da semana, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O preço de pedra, moveu-se para R$ 176,00, marcando variação de R$ 1,00/saca para cima. O porto passa por boa baixa, com Rio Grande se desvalorizando em R$ 4,70/saca e levando o preço a R$ 192,00, isso marca retorno total em relação aos ganhos vistos na quinta-feira", comenta.
TrigoAgrolink · As cotações do trigo, em Chicago, continuaram pressionadas para baixo, com o fechamento desta quinta-feira (14) ficando em US$ 7,94/bushel, contra US$ 8,24 uma semana antes. O relatório de oferta e demanda, divulgado no dia 12/07 pelo USDA, indicou, para a safra 2022/23 de trigo, nos EUA, uma produção de 48,5 milhões de toneladas, com aumento de 1,3 milhão de toneladas sobre o indicado em junho. Já os estoques finais estadunidenses ficariam em 17,4 milhões de toneladas, ou seja, levemente superiores ao indicado em junho. Com isso, o preço médio para o produtor de trigo dos EUA, no ano comercial em questão, ficaria em US$ 10,50/bushel. Por sua vez, a produção mundial de trigo foi revista para 771,6 milhões de toneladas, em recuo de quase dois milhões de toneladas sobre o indicado em junho.
MilhoAgrolink · As cotações do milho, em Chicago, recuaram na semana, especialmente após o anúncio do relatório de oferta e demanda do USDA, no dia 12/07. Com isso, a quintafeira (14) fechou em US$ 6,95/bushel, contra US$ 7,47 na semana anterior, após ter chegado a US$ 7,81 na véspera do anúncio do relatório. Esta cotação, abaixo do piso dos US$ 7,00, não acontecia desde o final de fevereiro passado
TrigoAgrolink · O trigo de primavera nos Estados Unidos está abaixo de seu ritmo normal de crescimento devido a "condições excessivamente úmidas" durante o plantio, que foi adiado este ano, disse o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em seu relatório Wheat Outlook de julho. As informações são do agriculture.com.
TrigoAgrolink · O trigo subiu no pregão noturno após algumas boas notícias de demanda, enquanto o milho e a soja subiram devido ao clima quente no centro dos Estados Unidos, segundo o agriculture.com. Os exportadores relataram vendas de trigo de 1,02 milhão de toneladas na semana que terminou em 7 de julho, informou o Departamento de Agricultura dos EUA em relatório na quinta-feira.
MilhoAgrolink · A colheita intensificada acabou fazendo pressão e nem mesmo a exportação ativa sustentou os preços hoje para o milho na B3, segundo o que informa a TF Agroeconômica. “Mesmo com os fechamentos em Chicago um pouco melhores, base para os preços de exportação, foram mais altos (+0,966%) que a alta do dólar (0,51%), ainda permitindo uma elevação do preço de exportação do milho, que esteve muito ativa os preços continuaram pressionados pela boa oferta e pelo recebimento de contratos futuros”, comenta.
MilhoAgrolink · Os preços do milho para exportação tiveram direcionamentos diferentes nesta quinta-feira no Brasil, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Os preços FOB do milho brasileiro tiveram um direcionamento errático nesta quinta-feira. Agosto ainda manteve US$ 293, mas setembro caiu forte para US$ 274, outubro manteve US$ 298, novembro manteve US$ 284 e dezembro subiu para US$ 288/tonelada”, comenta.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, o produtor gaúcho segue recebendo mais pelo milho que o paranaense, segundo o que informa a TF Agroeconômica. “Tudo continua igual no mercado gaúcho de milho: mercado andando de lado, com compradores ainda falando em R$ 89,0 + R$ 90,0+ posto nas fábricas, recebendo milho do MS. Mas, o vendedor de lá, deu uma segurada. Indústrias seguem focadas em receber aquilo que tinham de contratos futuros da segunda safra. As ofertas no mercado local, diferido, estão em R$ 92,00 a R$ 93,00 FOB interior”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, de acordo com a TF Agroeconômica, a soja voltou a cair 0,84% com receio de recessão e menor demanda mundial, enquanto a semana se encaminha para o seu final. “O contrato de soja para setembro fechou em queda de 0,84% ou $ 12,50 cents/bushel a $ 1472,75”, comenta a consultoria.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul teve um dia de muita oscilação, com boas altas de preço, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O mercado dessa quinta-feira trouxe muita oscilação, em especial devido as variações de câmbio causada pelas votações ocorrendo no Brasil, o que como de costume trouxe mais incerteza para o investidor e aumentou a distância entre real e dólar. Além disso, não houve expressão por parte dos vendedores que mesmo diante de valorizações na casa dos R$ 3,00/saca se mantém sem vontade de efetuar negócios”, comenta.
SuínosAgrolink · A demanda por carne suína está um pouco maior nesta primeira quinzena de julho. Segundo pesquisadores do Cepea, além do típico aquecimento da procura em começo de mês, as temperaturas mais baixas e eventos festivos desta época do ano favoreceram o consumo da proteína. Diante disso, a carcaça especial suína registra média de R$ 9,90/kg (até o dia 12 de julho), elevação de 5,6% frente à de junho.
Gado de CorteAgrolink · As vendas externas de carne bovina somaram volume recorde no primeiro semestre e esse resultado foi ancorado pelos envios da proteína à China e aos Estados Unidos. Segundo pesquisadores do Cepea, considerando-se o comportamento das exportações verificado nos últimos anos – em que os envios da proteína brasileira tanto ao país asiático quanto ao norte-americano se intensificam no segundo semestre –, os embarques nacionais podem se manter aquecidos nos próximos meses e renovar, portanto, o recorde anual.
SojaAgrolink · Com o avanço da colheita de milho e sorgo, que ainda se estende em algumas microrregiões do estado de Minas Gerais, muitos compradores iniciaram suas movimentações no mercado de grãos buscando repor seus níveis de estoque. Por outro lado, segundo Bernardo, muitos produtores têm muita disponibilidade de ambos os grãos, tendo que conciliar estratégias de venda e capacidade de armazenamento.
MilhoAgrolink · Auxiliados pela alta de Chicago, maior que a queda do dólar, as cotações do milho sobem na B3, segundo o que informa a TF Agroeconômica. “Os fechamentos em Chicago, base para os preços de exportação, foram mais altos (+1,06%) que a queda do dólar (0,61%), ainda permitindo uma elevação do preço de exportação do milho, que esteve muito ativa (vide Paraná acima)”, comenta.
CaféAgrolink · Dois fatores totalmente fora do controle dos produtores ameaçam o café nos próximos meses: a possibilidade real de um terceiro fenômeno climático La Niña e a guerra na Ucrânia. A análise é do especialista em análise de mercado e agronegócios Carlos Cogo, da Consultoria Cogo Inteligência em Agronegócio.

