Análise de Mercado
Arquivo · página 278
Arquivo · página 278
MilhoAgrolink · Os preços brasileiros para o milho de exportação avançaram nessa sexta-feira, com alta de Chicago e do Dólar, segundo o que informou a TF Agroeconômica. “A simples comparação dos prêmios do milho argentino (-30 para julho) com os do Brasil (+25 para julho) mostra que os compradores preferem o argentino, no momento. Mesmo assim, os preços para julho avançaram novamente para US$ 325/t; agosto para US$ 307; setembro também para a US$ 307, nos portos de Santos-SP ou Tubarão-ES. Os preços dos embarques em Barcarena/Itaqui avançaram para a US$ 303/t para agosto e setembro”, comenta.
MilhoAgrolink · Influenciados pelo avanço da colheita da segunda safra, que tem sido beneficiada pelo clima seco na maior parte das regiões produtoras, e pela consequente pressão de compradores, os preços do milho voltaram a cair, segundo dados do Cepea. Em Campinas (SP), o Indicador ESALQ/BM&FBovespa fechou a R$ 85,65/saca de 60 quilos nessa sexta-feira, 24, recuo de 0,78% em relação à sexta anterior, 17.
SojaAgrolink · As cotações do óleo de soja recuaram nos últimos dias, pressionando os valores do grão, conforme apontam dados do Cepea. Entre 17 e 24 de junho, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa – Paranaguá (PR) recuou 5,32%, a R$ 188,96/sc de 60 kg na sexta, 24. O Indicador CEPEA/ESALQ – Paraná caiu 4,95%, fechando a R$ 184,07/saca de 60 kg.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a Soja recuperou 15 cents dos 59 perdidos no dia anterior, com compras de oportunidade, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para julho22 fechou em alta de 0,99% ou $ 15,75 cents/bushel para $ 1609,0”, comenta a consultoria.
SojaAgrolink · Apesar das altas do dia de hoje, o impacto de R$ 10,00/saca, que atingiu os preços de balcão essa semana, acabaram por inibir fixações dos produtores, deixando o mercado muito vazio para a soja no Rio Grande do Sul. De acordo com a TF Agroeconômica, os preços decaíram em cerca de R$ 10,00/saca para porto no julho em um espaço de 3 dias, outras regiões decaíram muito mais, com isso, nada foi feito em negócios.
SojaAgrolink · Os fundamentos atuais do mercado agrícola global são altistas, já que a oferta não tem “sobras” para substituir o déficit e a necessidade da demanda. No entanto, os preços de todos os futuros de agronegócios listados no mercado norte-americano CME Group desabaram, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica.
SuínosAgrolink · A entrada da segunda safra de milho brasileira, a popularmente chamada “Safrinha”, está pressionando os preços internos, aponta a equipe de analista de mercados da Consultoria TF Agroeconômica. “Com aproximadamente 10% colhidos na média do país, começa a haver maior disponibilidade de produto, trazendo alívio para o abastecimento dos compradores, que não precisam elevar os preços para fazer suas compras”, afirmam.
TrigoAgrolink · As cotações do trigo, em Chicago, igualmente despencaram nesta semana, com o fechamento da quinta-feira (23) ficando em US$ 9,37/bushel, contra US$ 10,78 uma semana antes. Entre os dias 06 e 23 de junho o bushel perdeu 14,3% de seu valor naquela Bolsa. O mercado voltou a trabalhar abaixo dos US$ 10,00/bushel, sendo que o valor deste dia 23/06 é o mais baixo desde o último dia útil de fevereiro passado.
MilhoAgrolink · As cotações do milho, em Chicago, recuaram durante esta semana. O fechamento desta quinta-feira (23), para o primeiro mês cotado, ficou em US$ 7,46/bushel, contra US$ 7,88 uma semana antes. Aliás, o milho é o grão que tem apresentado menos volatilidade em Chicago nestes últimos meses. Dito isso, nos EUA, 95% das lavouras semeadas já estavam germinadas até o dia 19/06, enquanto, em termos de condições das lavouras, 70% estavam entre boas a excelentes, 24% regulares e 6% entre ruins a muito ruins.
SojaAgrolink · As cotações da soja despencaram nesta semana. O primeiro mês cotado veio a US$ 15,93/bushel, no fechamento desta quinta-feira (23), contra US$ 17,09 uma semana antes. Nos últimos nove dias úteis o bushel perdeu US$ 1,76 naquela Bolsa. Diversos motivos fizeram o mercado reverter, por enquanto, a tendência altista. Dentre eles, os principais são o novo aumento na taxa básica de juro nos EUA (o maior ciclo de aperto monetário neste país desde 1994/95), fato que faz parte dos operadores, especialmente os especuladores, a buscarem os títulos do governo estadunidense ao invés das commodities; e a forte queda no valor do óleo de soja em Chicago, puxado pelo recuo importante no valor do petróleo no mercado mundial, além da decisão da Malásia em liberar a exportação de óleo de palma.
MilhoAgrolink · Em relação ao milho na B3, com as fortes quedas em Chicago, os preços do mercado físico de exportação recuaram cerca de US$ 49/t no porto de Santos, o que não é pouca coisa, tirando grande parte do interesse dos compradores deste mercado. As informações são da TF Agroeconômica.
MilhoAgrolink · De acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica, foi identificada uma nova queda ao redor de US% 10/t para o milho de exportação, mesmo com alta nos prêmios. “A simples comparação dos prêmios do milho argentino (-5 para julho) com os do Brasil (+30 para julho) mostra que os compradores preferem o argentino, no momento. Com isto os preços para julho recuaram novamente para US$ 322/t; agosto para US$ 300; setembro também para a US$ 300, nos portos de Santos-SP ou Tubarão-ES”, comenta.
MilhoAgrolink · O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul se encontra parado para novos negócios, com compradores recebendo contratos, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Preços indicados por compradores, melhoraram em função do atraso da chegada do milho de segunda safra, e agora estão na faixa de R$ 95,00 CIF Ijuí, Frederico e Santa Rosa, R$ 93,00 Chapecó, R$ 96,00 Marau, R$ 97,00 Arroio do Meio. As ofertas no mercado local estão em R$ 94,00 e R$ 95,00 FOB interior, ou seja, se viabilizam, quando muito próximas dos pontos de consumo”, comenta.
HortaliçasAgrolink · A Comissão Europeia (CE) anunciou essa semana proposta para reduzir em 50% o uso de pesticidas químicos até 2030. O órgão executivo da União Europeia afirmou que não pretendem proibir totalmente o uso de pesticidas, mas apenas avançar em sua estratégia “Farm to Fork”, que visa tornar os sistemas alimentares mais “saudáveis e ecológicos”.
SojaAgrolink · A soja fechou em nova forte queda na Bolsa de Chicago, puxada pelas vendas de Fundos, recessão mundial e petróleo, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para julho22 fechou em nova queda de 3,62% 26,75 cents/bushel para $ 1593,0”, comenta.
SojaAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, os preços da soja recuaram novamente, sem nada de negócios, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado seguiu caindo nesta quinta-feira, refletindo a saída de posição de fundos, sobre as commodities e buscando abrigo em outros ativos. Prêmios também cederam com a melhora do clima nos EUA, aumento da oferta e queda dos óleos vegetais. Com isto, os preços recuaram cerca de R$ 10,00/saca para porto no espaço de 3 dias, outras regiões decaíram muito mais, com isso, nada foi feito em negócios”, comenta.
CaféAgrolink · A companhia de origem ítalo-japonesa Sipcam Nichino anuncia resultados significativos no café com a aplicação do acaricida Fujimite 50 SC. Conforme a fabricante, o produto possui amplo espectro de ação sobre as fases jovens, adultas e os ovos de ácaros que incidem no cafeeiro, principalmente o ácaro da mancha-anular e o ácaro vermelho.
SojaAgrolink · A soja fechou em nova queda na Bolsa de Chicago, puxada pelas quedas nos óleos vegetais, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para julho22 fechou em nova queda de 1,59% 26,75 cents/bushel para $ 1654,25. A cotação de maio23, que já está sendo negociada no Brasil, fechou em queda, de 1,71%, ou $ 25,75 cents/bushel a $ 1481,0. O contrato de farelo de soja para agosto fechou em queda de 0,14%, ou $ 0,90/ton curta a $ 432,2 e o contrato de óleo de soja para julho fechou em nova queda de mais 3,37% ou $ 2,47/libra-peso a $ 70,90”, comenta.
SojaAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, os preços da soja recuaram em até R$ 6,00/saca, sem nada de negócios, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado seguiu caindo nesta quarta-feira, refletindo a saída de posição de fundos, sobre as commodities e buscando abrigo em outros ativos. Prêmios também cederam diante do risco de um aumento de tensões entre China e EUA. Com isso, os preços recuaram em cerca de R$ 6,00/saca para porto no espaço de 2 dias, outras regiões recuaram muito mais. Assim, nada foi feito em negócios. Estima-se que 99% de toda a safra já tenha sido colhida”, comenta.
Agrolink · Os prognósticos de safra de milho maior derrubaram os preços e as cotações nesta quarta-feira na B3, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Prognósticos de que a colheita do milho estaria mais bem adiantada (14,7%) do que a do ano passado (8,3%) e de que a Safrinha seria maior do que a esperada (89,3 MT, acima dos 87,6 MT previstos anteriormente) deixaram os compradores mais aliviados e pressionaram as cotações, tanto no mercado físico, quanto no mercado futuro (-1,6%)”, comenta.

