Análise de Mercado
Arquivo · página 277
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CaféAgrolink · A colheita da safra 2022/23 de arábica está ganhando ritmo, porém, a quantidade de café novo a chegar no mercado nacional segue limitada, com o volume de negócios sendo fechados no spot está abaixo do esperado para a época. Os fechamentos para entregas futuras também estão lentos, uma vez que a maior parte dos cafeicultores está cautelosa, devido às incertezas em relação ao clima no Brasil e à oferta do grão. Colaboradores do Cepea seguem reportando dificuldades na contratação de mão de obra e aumento dos gastos com colhedores. Além disso, têm crescido as reclamações de quebra de rendimento na secagem dos grãos.
ArrozAgrolink · Os preços médios do arroz em casca vêm se recuperando neste primeiro semestre de 2022 em relação à segunda metade do ano passado. Segundo pesquisadores do Cepea, o impulso vem da menor oferta, sobretudo frente às estimativas iniciais – atualmente, a disponibilidade interna está prevista para ser a menor em três anos. Ainda conforme pesquisadores do Cepea, os maiores preços internacionais e paridades de exportação e importação também influenciaram a recuperação das cotações domésticas.
SuínosAgrolink · A qualidade das lavouras de soja e milho pioraram, de acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Em seu relatório de desenvolvimento de safra divulgado nesta semana, a entidade indicou que o plantio atingiu 98% da área projetada, ficando ligeiramente acima da média dos últimos 5 anos (97%).
AlgodãoAgrolink · O presidente Jair Bolsonaro revelou nesta semana que o Brasil negocia a compra de diesel da Rússia. A ideia do mandatário é aliviar a pressão inflacionário sobre o combustível no Brasil, onde os preços dispararam desde que foram aplicadas sanções econômicas após o país invadir a Ucrânia.
MilhoAgrolink · As cotações do milho fecharam em alta na B3 por compras de oportunidade pelos investidores, com o mercado físico pressionado, segundo informações da TF Agroeconômica. “A intensificação da colheita do milho safrinha está mantendo pressionados os preços do mercado físico. A exportação é o único fator que pode enxugar o mercado e elevar os preços. No entanto, compras de oportunidade pelos investidores fizeram as cotações da B3 fecharem em alta, nesta terça-feira”, comenta.
MilhoAgrolink · Com quedas em Chicago, os preços FOB do milho recuaram nesta segunda-feira, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os preços para julho subiram para US$ 339/t; agosto recuaram para US$ 295; setembro também para a US$ 296; outubro fechou a US$ 300 e novembro a US$ 304/tonelada, nos portos de Santos-SP ou Tubarão-ES. Os preços dos embarques em Barcarena/Itaqui recuaram para a US$ 295/t para agosto e setembro”, comenta.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, a chegada do milho do Centro-Oeste do país deixa mercado local parado, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado de milho continua inalterado, em mais um dia muito parado. Já se percebe um bom volume de caminhões adentrando o estado com milho de segunda safra do centro oeste do país. Preços indicados por compradores, voltaram a piorar, R$ 92,00 CIF Ijuí, Frederico e Santa Rosa, R$ 95,00 Marau, R$ 96,00 Arroio do Meio. As ofertas no mercado local registram que os vendedores ainda estão em R$ 94,00 e R$ 95,00 FOB interior, ou seja, só se viabilizam, quando muito próximas dos pontos de consumo”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja recuperou mais 36,45 cents, mas ainda está 107 cents abaixo do topo, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para julho22 fechou em nova alta de 2,25%% ou $ 36,75 cents/bushel para $ 1667,25”, comenta a consultoria.
SojaAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, os preços sobem de 3-5 reais/saca e 30 mil toneladas foram negociadas, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Dia de alinhamento de altas em CBOT e no câmbio, impulsionaram os preços da soja no RS. De fato, as altas de ontem foram uma sinalização de recuperação, diante de uma situação bastante clara de valorização para o dólar e agora com a recuperação dos grãos em Chicago, níveis de preços retornam aos pontos de interesse do produtor. Com isso, cerca de 30.000 toneladas foram negociadas nesta terça-feira”, comenta.
TrigoAgrolink · Os preços externos do trigo caíram de forma expressiva ao longo da semana passada, influenciados pelo avanço da colheita do cereal nos Estados Unidos, pela desvalorização do milho – substituto na alimentação animal – e por expectativas de safra recorde na Rússia.
SojaAgrolink · Em Chicago a soja recupera mais 22,50 cents das fortes queda da semana passada, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para julho22 fechou em alta de 1,40%% ou $ 22,50 cents/bushel para $ 1633,25. A cotação de maio23, que já está sendo negociada no Brasil, fechou em alta menor, de 0,49%, ou $ 7,0 cents/bushel a $ 1430,0. O contrato de farelo de soja para julho fechou em alta de 2,75%, ou $ 11,9/ton curta a $ 444,50 e o contrato de óleo de soja para julho fechou em alta de mais 1,72% ou $ 1,20/libra-peso a $ 70,95”, comenta.
SojaAgrolink · Os preços da soja passam por altas gerais no estado do Rio Grande do Sul, mas o mercado não responde, segundo a TF Agroeconômica. “Preços no balcão voltaram a subir, mas não empolgaram os produtores para fazerem novas fixações, deixando o mercado muito vazio. Os preços futuros seguem consideravelmente abaixo dos melhores momentos de semana passada, com cerca de R$ 10,00/saca a menos, mas iniciando um momento de recuperações parciais”, comenta.
AlgodãoAgrolink · Os produtores de fertilizantes russos foram obrigados a praticamente paralisar suas atividades, revelou Andrey Guryev, chefe da Associação Russa de Produtores de Fertilizantes (RAPU), durante uma entrevista coletiva em Moscou. Segundo ele, o setor foi pressionado a reduzir seus programas de investimento muitas vezes.
MilhoAgrolink · A queda na Bolsa de Chicago e do dólar esvazia momentaneamente a exportação e preços do milho cedem novamente na B3, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A queda de 0,35% em Chicago e de 0,93% das cotações do milho no mercado futuro de Chicago descomprimiram a pressão de exportação e os preços do mercado físico voltaram a ceder, nesta segunda-feira. Com isto, também as cotações do mercado futuro de São Paulo acompanharam a tendência e recuaram”, comenta.
MilhoAgrolink · Com as quedas na Bolsa de Chicago, os preços FOB para o milho de exportação recuaram nesta segunda-feira, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os preços para julho recuaram para US$ 322/t; agosto para US$ 298; setembro também para a US$ 3298; outubro fechou a US$ 300 e novembro a US$ 305/tonelada, nos portos de Santos-SP ou Tubarão-ES. Os preços dos embarques em Barcarena/Itaqui avançaram para a US$ 303/t para agosto e setembro”, comenta.
MilhoAgrolink · Os preços do milho recuaram R$ 3,00/saca no estado do Rio Grande do Sul, com a chegada de caminhões do Centro-Oeste do país, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Preços indicados por compradores, voltaram a piorar, R$ 92,00 CIF Ijuí, Frederico e Santa Rosa, R$ 95,00 Marau, R$ 96,00 Arroio do Meio. As ofertas no mercado local registram que os vendedores ainda estão em R$ 94,00 e R$ 95,00 FOB interior, ou seja, só se viabilizam, quando muito próximas dos pontos de consumo. Preços do Balcão, em Panambi, mantiveram-se em R$ 82,00 ao produtor”, comenta.
AlgodãoAgrolink · Nova gerente global de pesquisa e desenvolvimento da UPL, Mariana Bittencourt Amaral concedeu entrevista ao portal especializado AgroPages. Ela lembra sua trajetória, construída com formação internacional, e fala sobre seu novo desafio à frente das estações de pesquisa globais no Brasil, dentro da estrutura global de P&D da empresa de origem indiana. Confira:
MandiocaCepea/Esalq · Com a pequena disponibilidade de lavouras de segundo ciclo e o baixo interesse de produtores em comercializar raízes de primeiro ciclo, devido ao menor rendimento de amido, a indústria tem tido dificuldade de intensificar a moagem, principalmente no estado do Paraná.
MilhoAgrolink · Se antes a exportação impulsionava o milho na B3, agora, ausente, favorece o mercado interno, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A alta de 0,37% em Chicago, somada á alta de 0,44% do dólar melhorou um pouco as ofertas da exportação e obrigou as indústrias do mercado interno a permanecerem alertas. No mercado futuro, porém, bem mais sensível que o mercado físico, fez os compradores melhorarem as suas posições e, como consequência, as cotações subiram nesta sexta-feira", comenta.
MilhoAgrolink · O mercado do milho no Rio Grande do Sul segue parado para novos negócios, com compradores recebendo contratos, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Preços indicados por compradores, melhoraram em função do atraso da chegada do milho de segunda safra, e agora estão na faixa de R$ 95,00 CIF Ijuí, Frederico e Santa Rosa, R$ 93,00 Chapecó, R$ 96,00 Marau, R$ 97,00 Arroio do Meio. As ofertas no mercado local estão em R$ 94,00 e R$ 95,00 FOB interior, ou seja, se viabilizam, quando muito próximas dos pontos de consumo”, comenta.

