Análise de Mercado
Arquivo · página 289
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CaféMelão Martini - Café · O dólar fechou em alta nesta terça-feira (24), depois de três dias seguidos de queda. A moeda norte-americana avançou 0,16%, a R$ 4, 8123.Nos mercados, permanecem preocupações de que a alta da inflação e o aperto dos juros possam provocar uma desaceleração da economia global. Na agenda de indicadores, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) – considerado uma prévia da inflação oficial do país – desacelerou para 0,59% em maio, mas atingiu 12,20% em 12 meses, acima das expectativas do mercado. Para a Capital Economics, o novo aumento da inflação brasileira corrobora a visão de que haverá outros 0,75 pontos percentuais de alta no atual ciclo de aperto monetário, com a Selic subindo para 13,50%. Os investidores reagiam também ao anúncio de mais uma troca no comando da Petrobras em meio a progressiva elevação do preço dos combustíveis. O Ministério de Minas e Energia anunciou em nota oficial na noite desta segunda-feira (23) a demissão de José Mauro Ferreira Coelho, após 40 dias no cargo.
ArrozAgrolink · Com a disponibilidade limitada por vendedores e a demanda ligeiramente maior, parte dos compradores elevou os valores ofertados pelo arroz em casca na última semana, reportando melhora nas vendas do cereal beneficiado. Porém, colaboradores do Cepea mencionaram dificuldades em adquirir lotes, o que, somado à desvalorização do dólar frente ao Real, limitou novos negócios e valorizações mais expressivas do casca.
TrigoAgrolink · Os preços do trigo seguem em alta e renovando as máximas nominais nas regiões acompanhadas pelo Cepea – no Rio Grande do Sul, especificamente, as médias atuais são recordes reais. Segundo pesquisadores do Cepea, os valores são impulsionados pela baixa oferta doméstica, pela menor produção na Argentina e na Ucrânia e por preocupações quanto à menor oferta mundial. Ressalta-se que o movimento de alta foi verificado mesmo diante da desvalorização do dólar frente ao Real, que favorece a importação, e de informações indicando maior safra na Rússia.
ArrozAgrolink · “Todo o feijão-carioca do Brasil acabará antes do final do ano e não há de onde trazer”. A afirmação é de ninguém menos que Marcelo Lüders, presidente do Ibrafe (Instituto Brasileiro de Feijão e Pulses).
Agrolink · Os futuros de trigo foram mais altos nas negociações durante a noite em meio a preocupações com a oferta global em andamento e como a qualidade da safra de trigo de inverno dos EUA foi pouco alterada semana a semana, segundo o agriculture.com. A Ucrânia pediu passagem segura para o trigo que está preso nos campos, no armazenamento ou nos portos de embarque, enquanto a Rússia continua seus ataques ao país.
MilhoAgrolink · Foi identificada a sétima queda seguida das cotações do milho na B3, com perdas acima de R$ 6/saca no período, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “As cotações do milho no mercado futuro de São Paulo começaram a semana novamente em queda, pressionadas pela forte queda do dólar que, somada à queda das cotações em Chicago, continuam tirando a pressão da exportação, aliviando a posição dos compradores locais e chuvas no Brasil, que melhoram as perspectivas da safrinha”, comenta.
MilhoAgrolink · Prêmios e cotações maiores elevaram o custo do milho argentino, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O mercado FOB de milho argentino ficou um pouco mais agitado, nesta segunda-feira, com elevação de prêmios e cotações em Chicago. Para navios Handysize a cotação de junho subiu US$ 2/t para US$ 316/t e, para julho, subiu também US$ 2/t para US$ 316/t. Para agosto o preço subiu US$ 6/t para US$ 310 e setembro caiu forte US$ 10/t para US$304. Para safra nova, em março23, não houve cotação nesta segunda-feira", comenta.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, os compradores de milho se ausentaram, enquanto os preços tiveram evolução negativa neste ano, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Semana começa extremamente travada, com compradores indicando R$ 95,00 CIF e vendedores pedindo R$ 95,00 FOB. Sem demanda firme. Os preços do milho, no mercado de lotes do RS era de R$ 88,00 em 4 de janeiro, subiram para R$ 102,00/saca em 4 de fevereiro, recuaram para R$ 100,00 em 4 de março, para R$ 93,00 em 4 de abril e chegaram nesta segunda-feira a R$ 89,00/saca no interior”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago a soja fechou em queda de 1,06% por vendas técnicas, queda do dólar e dos subprodutos, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Com o mês de maio entrando como mês de entrega, mudamos nossa base para julho. O contrato de soja para julho22 fechou em queda de 1,06% ou 18,0 cents/bushel a $ 1687,25”, comenta.
SojaAgrolink · A semana da soja começa com preços em queda no estado do Rio Grande do Sul e nada de negócios, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Após período de mais de uma semana sem colheita, campos voltam a se mover desde sexta-feira e marcam bom avanço no decorrer do fim de semana com agora restando menos de 10% para que a colheita seja de fato terminada. Quanto aos negócios, sempre há alguma expressão no Rio Grande do Sul, mas os volumes vistos ultimamente raramente chegam a 5.000 toneladas. Os preços de hoje marcaram quedas devido à queda tanto no câmbio (-1,41%) quanto em Chicago para a soja (-1,06%)”, comenta.
MilhoAgrolink · Uma forte onda de frio passou pelo Brasil na semana passada, mas apenas algumas regiões produtoras do Paraná, de Mato Grosso do Sul e de Minas Gerais que registraram geadas. Segundo agentes, o fenômeno climático aconteceu com intensidades de baixas a moderadas, o que não deve resultar em grandes quebras na produção.
SojaAgrolink · As negociações do complexo soja estiveram lentas no mercado brasileiro ao longo da última semana e os preços, enfraquecidos. Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário esteve atrelado à desvalorização do dólar frente ao Real, que torna commodities norte-americanas mais atrativas aos importadores em detrimento das brasileiras.
FeijãoAgrolink · O preço do Feijão-carioca está, pelas cotações de sexta-feira, US$ 92 por saca de 60 quilos, de acordo com o Instituto Brasileiro de Feijão e Pulses (Ibrafe). De acordo com as informações divulgadas, a última vez que, em um mês de maio, o Feijão-carioca alcançou preços acima deste valor foi maio de 2013, que chegou a US$ 113 por saca de 60 quilos.
MilhoAgrolink · As chuvas no Brasil e a queda do dólar causaram a segunda queda consecutiva do milho na B3, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “As cotações do milho no mercado futuro de São Paulo voltaram a fechar em queda, nesta sexta-feira, pressionadas pela forte queda do dólar que, somada à queda das cotações em Chicago, continuam tirando a pressão da exportação, aliviando a posição dos compradores locais e chuvas no Brasil, que melhoram a safrinha”, comenta.
MilhoAgrolink · O milho brasileiro para exportação encerrou a semana sem vendedores, com receio do custo do frete, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os preços sofreram a queda das cotações de Chicago e os prêmios, ao contrário dos prêmios argentinos, que subiram, permaneceram inalterados no Brasil”, comenta.
MilhoAgrolink · Os compradores de milho estão ausentes no estado do Rio Grande do Sul, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Com o término do temor pelo risco de geada afetar o milho de segunda safra, e a previsão de que nova onda de frio e risco deverá vir só no final de junho, praticamente liberando os milhos de perdas, mercado voltou a relaxar e afrouxar as intenções de compras. Praticamente a unanimidade das indústrias preferiram abster-se de indicar preços nessa sexta-feira, preferindo se reposicionar apenas na próxima segunda-feira. Vendedor manteve suas pedidas em R$ 95,00 / R$ 96,00 interior. Sem demanda firme”, comenta.
MilhoAgrolink · O Conselho Internacional de Grãos (IGC) previu a produção global de milho em 1.184 bilhão de toneladas em sua última estimativa, contra 1.197 bilhão de toneladas de sua previsão de abril. No entanto, essa redução ocorre toda nos Estados Unidos, o que pode elevar o preço do cereal no mercado.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago a soja fechou em alta de 0,91% no dia, mas quedas de 1,04% na semana e de 0,40% em maio, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Com o mês de maio entrando como mês de entrega, mudamos nossa base para julho. O contrato de soja para julho22 fechou em alta de 0,91% ou 15,25 cents/bushel a $ 1705,75”, comenta.
Agrolink · A colheita da soja retornou no estado do Rio Grande do Sul, enquanto os preços caíram, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “O Porto devolve novamente os R$ 0,50/saca evoluídas ontem, a melhora já era quase desprezível e nem mesmo elevou o preço da soja no porto para R$ 200,00. O interior retorna a recuar quase que de forma geral, apenas Passo Fundo manteve-se na posição anterior de R$ 192,00, as demais perderam até R$ 2,00/saca. Ijuí perde R$ 2,00/saca e vai a R$ 192,00, Cruz Alta perde R$ 1,50/saca e vai a R$ 193,00 e Santa Rosa ao perder também R$ 2,00/saca vai a R$ 193,00”, comenta.
ArrozAgrolink · Diversos fatores complicam as negociações da próxima safra de soja 2022/23, aponta, os analistas de mercado da Consultoria TF Agroeconômica. Pelo lado dos vendedores, o maior entrave é o do preço: “A maioria estranha preços tão menores do que os da safra atual”.

