Análise de Mercado
Arquivo · página 290
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ArrozAgrolink · Os preços do milho estão caindo tanto no Brasil como no mundo, com fatores diversos que fatores refletindo com grande precisão no gráfico das cotações na Bolsa de Chicago que, no momento, está apontando para baixo. De acordo com a equipe de analistas de mercado da Consultoria TF Agroeconômica, “vender antes parece que será melhor”.
LaranjaAgrolink · Por mais uma semana, as vendas de cítricos estão desaquecidas no estado de São Paulo. Segundo colaboradores do Cepea, além do período do mês (segunda quinzena), quando normalmente a comercialização diminui, a queda das temperaturas no País reforçou a menor procura pela fruta. Além da demanda, o aumento gradual da oferta de laranjas também está pressionando os valores.
MilhoAgrolink · As cotações do milho, em Chicago, recuaram no final da presente semana, rompendo novamente o piso dos US$ 8,00/bushel. O fechamento desta quinta-feira (19), para o primeiro mês cotado, ficou em US$ 7,83/bushel, contra US$ 8,13 uma semana antes. O clima nos EUA continua preocupando o mercado na medida em que, até o dia 15/05, o plantio do cereal chegava a 49% da área esperada, contra 78% na safra passada, nesta época, e 67% na média histórica. Até a citada data, 14% das lavouras haviam emergido, contra 32% na média histórica. Além disso, a continuidade da guerra no Leste Europeu continua a causar apreensões quanto a oferta do cereal.
SojaAgrolink · As cotações da soja oscilaram bastante, mais uma vez, nesta semana em Chicago. No final, o fechamento da quinta-feira (19) ficou em US$ 16,90/bushel, contra US$ 16,60 uma semana antes. A registrar que o farelo de soja, após chegar a romper com o piso dos US$ 400,00/tonelada curta, em Chicago, nas últimas semanas, subiu fortemente nesta quinta-feira,19/05, atingindo a US$ 425,30, enquanto o óleo acabou recuando nesta semana, rompendo o piso dos 80 centavos de dólar por libra-peso, ao fechar o dia 19/05 em 79,53 centavos, no primeiro mês cotado, valor que não era visto nos últimos 30 dias.
SojaAgrolink · As vendas de exportação de soja e milho dispararam para as mínimas do ano comercial na semana encerrada em 12 de maio, segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). As vendas de soja foram relatadas em 752.700 toneladas métricas, acima das 143.700 toneladas da semana anterior, que foi o nível mais baixo desde o ano de comercialização de 2021-2022, iniciado em 1º de setembro, informou a agência em um relatório.
AlgodãoAgrolink · Os fertilizantes e seus intermediários, com US$ 6,7 bilhões, e os defensivos agrícolas, somando US$ 9,2 bilhões, representam até abril deste ano nada menos que 40,2% do valor da pauta de importação de produtos químicos no Brasil, aponta a Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química). As duas classes puxaram também a inflação no setor.
MilhoAgrolink · A TF Agroeconômica registrou a segunda queda consecutiva do milho na B3, por chuvas no Brasil e queda do dólar. “As cotações do milho no mercado futuro de São Paulo voltaram a fechar em queda, nesta quinta-feira, pressionadas pela forte queda do dólar que continuam tirando a pressão da exportação, aliviando a posição dos compradores locais e chuvas no Brasil, que melhoram a safrinha”, comenta.
MilhoAgrolink · O mercado FOB de milho argentino permaneceu praticamente sem movimento, nesta quinta-feira, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Para navios Handysize não foram apresentados preços para junho (sem extensão) e, para julho, recuaram US$ 4/t para US$ 308/t. Para agosto e setembro e para safra nova, em março23, não houve cotação. Para os navios Panamax, também só foram apresentadas cotações para julho, a US$ 308, queda de US$ 14/t”, comenta.
MilhoAgrolink · O risco de geadas no Paraná e Mato Grosso do Sul permanece, e a inquietude tanto de comprador, quanto de vendedor também, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Indicação de comprador foi R$ 95,00 Santo Ângelo, R$ 96,00 Santa Rosa. R$ 95,00 Chapecó e Frederico, R$ 95,00 Marau e R$ 96,00 Arroio do Meio, sem relatos de negócios. Vendedor subiu suas pedidas para R$ 95,00 / R$ 96,00, ou ainda se ausentou do mercado até ver o real impacto que as geadas poderão ter (ou não) sobre o milho de 2ª safra”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja recupera e supera as perdas do dia anterior com dados robustos da demanda, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Com o mês de maio entrando como mês de entrega, mudamos nossa base para julho. O contrato de soja para julho22 fechou em alta de 1,68% ou 28,0 cents/bushel a $ 1690,75”, comenta.
SojaAgrolink · A colheita da soja no estado do Rio Grande do Sul ainda não retomou devido à umidade e os negócios, enquanto os preços seguem se firmando, segundo informações da TF Agroeconômica. “O preço no porto passa por pequena recuperação parcial ao subir R$ 5,00/saca e ir ao valor de R$ 199,50, na segunda-feira havia alcançado a marca de R$ 200,00, ainda assim nada foi negociado em mercadorias. No interior após dia de quedas os preços ficaram mais parados hoje, com a região de Passo fundo permanecendo na marca de R$ 193,00 e as demais regiões, Cruz Alta subindo R$ 0,50/saca indo a R$ 194,50, Santa Rosa subindo R$ 1,00/saca alcançando R$ 195,00 e Ijuí, assim como Passo Fundo, sem se mover, seguindo a R$ 194,00”, comenta.
CaféMelão Martini - Café · O dólar fechou em queda nesta quinta-feira (19), alinhando-se a movimento internacional de recuperação de moedas consideradas `arriscadas` depois de uma forte onda de vendas na véspera. A moeda norte-americana encerrou o dia vendida a R$ 4,9167, em queda de 1,28%. No exterior, permaneceram as preocupações de que a inflação global e o aperto dos juros nas grandes economias possam provocar uma desaceleração da economia global. Em ata divulgada nesta quinta, autoridades do Banco Central Europeu expressaram preocupação generalizada com a propagação da inflação e defenderam a continuação da normalização de juros. O documento apontou que muitos membros do colegiado estão agora apoiando um aumento da taxa de juros em julho, a primeira alta pelo BCE em mais de uma década, e muitos estão pressionando para elevar sua taxa de depósito para território positivo este ano. Ela está atualmente em -0,5%. Na cena doméstica, o Tribunal de Contas da União (TCU) autorizou na quarta-feira o processo de privatização da Eletrobras.
MilhoAgrolink · Nova queda geral nos preços do milho futuro da B3 foi vista no dia, voltando a se afastar dos R$ 100 que tinha tocado, segundo a TF Agroeconômica. “As cotações do milho no mercado futuro de São Paulo voltaram a fechar em queda, nesta quarta-feira, pressionadas pela forte queda de Chicago, de 2,28%, que continuam tirando a pressão da exportação, aliviando a posição dos compradores locais”, comenta.
MilhoAgrolink · No mercado do milho do Rio Grande do Sul, R$ 100/saca no porto não anima os vendedores, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O risco de geadas no PR e MS, ligou o sinal de alerta nos compradores de milho, que voltaram mais ativos as compras. Indicação de comprador subiu R$ 4/saca para R$ 95,00 Santo Ângelo, R$ 96,00 Santa Rosa. R$ 95,00 Chapecó e Frederico, R$ 95,00 Marau e R$ 96,00 Arroio do Meio. Com isto, acabaram saindo negócios pontuais, para quem estava muito próximo das instalações dos compradores”, comenta.
SojaAgrolink · A soja fechou em queda na Bolsa de Chicago, por realização de lucros depois de ganhos de 5,85% em seis pregões, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Com o mês de maio entrando como mês de entrega, mudamos nossa base para julho. O contrato de soja para julho22 fechou em queda de 0,83% ou 14,0 cents/bushel a $ 1664,0”, comenta.
SojaAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, a colheita ainda não voltou e preços recuam com forte queda na Bolsa de Chicago, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A colheita não retomou devido à umidade e os negócios, assim como nas últimas semanas seguem se arrastando, com vendas sempre abaixo de 5.000 toneladas, demonstrando o baixo interesse dos produtores nos preços atuais”, comenta.
ArrozAgrolink · A segunda safra brasileira de milho da temporada 2021/22, popularmente chamada de “safrinha” deve alcançar uma produção de 87,6 milhões de toneladas, projeta a Consultoria Agroconsult. Os analistas de mercado reajustaram suas previsões nesta quarta-feira, 18 de Maio, promovendo um corte de 4,6 milhões de toneladas sobre a perspectiva anterior.
ArrozAgrolink · Em plena crise mundial de fornecimento de trigo, a inflação do cereal de inverno em meio ao desastre econômico argentino vai exigir aproximadamente “meio bilhão de Dólares a mais, além dos 6,21 bilhões de dólares que o Brasil gastou no ano passado na importação de trigo”. A afirmação é do analista sênior da Consultoria TF Agroeconômica, segundo o qual o custo “terá de ser repassado ao consumidor final, é claro”.
AlgodãoAgrolink · A elevada paridade de exportação, a posição firme de vendedores e a oferta restrita mantêm os preços internos do algodão em pluma em alta. Diante disso, o Indicador CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, vem renovando as máximas nominais praticamente de forma consecutiva e já opera acima de R$ 8/libra-peso.
AlgodãoAgrolink · Foi adiada para o segundo semestre de 2023 a avaliação de risco sobre o glifosato na União Europeia, anunciaram a Agência Europeia dos Produtos Químicos (ECHA) e a Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA). A decisão cria um impasse, uma vez que a atual autorização para comercialização do herbicida expira no final deste ano.

