Análise de Mercado
Arquivo · página 339
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MandiocaAgrolink · A recuperação tardia nos preços da mandioca frente aos valores de culturas concorrentes em área e os problemas climáticos durante o plantio reduziram a atratividade da mandiocultura e afetaram a área que havia sido implantada em meados de 2021.
MilhoAgrolink · A temporada brasileira 2021/22 de milho deve se iniciar com preços internos acima da média histórica. Segundo pesquisadores do Cepea, no primeiro semestre de 2022, os baixos estoques e a demanda firme podem limitar a possibilidade de quedas expressivas nas cotações, ao passo que, na segunda metade do ano, pode haver certa pressão sobre os valores, caso se consolidem as projeções de oferta de segunda safra elevada.
SojaAgrolink · A temporada 2021/22 de soja se iniciou com otimismo. Segundo pesquisadores do Cepea, a expectativa é de oferta recorde, mas também de demandas interna e externa aquecidas. O clima favoreceu o início da semeadura e o desenvolvimento das lavouras nacionais nesta temporada 2021/22.
ArrozAgrolink · A China vai controlar 69% das reservas de milho de todo o mundo já no primeiro semestre de 2022, além de 60% das reservas de arroz e 51% do trigo. As projeções são do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), segundo o qual esse acúmulo aumentou em cerca de 20 pontos percentuais nos últimos 10 anos.
TrigoAgrolink · De acordo com a TF Agroeconômica, o mercado de trigo do Brasil está começando a mudar tanto para as matérias-primas, como para as farinhas e farelo. “Deveremos continuar a ter preços altíssimos de matéria-prima, como já estamos tendo, com preços do trigo já começando a subir depois de uma estabilidade em novembro e dezembro”, comenta.
TrigoAgrolink · O mercado de trigo do estado do Rio Grande do Sul segue sendo mais vendedor, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “No mercado, um dia vazio de negócios. Foco continua em entregar/carregar aquilo que já está contratado. Moinhos fora de mercado. Mas, houve ofertas de R$ 1.570,00 interior (pequenos volumes) e até R$ 1.650,00 interior. Preços de pedra em Panambi foram cotados em R$ 83,00 (inalterado). No mercado de exportação tanto para trigo milling como ara trigo feed não houve indicações”, comenta.
TrigoAgrolink · De acordo com a TF Agroeconômica, existem alguns fatores que tornam o ano de 2022 melhor para os moinhos do que foi 2021. "Eu acredito que vai ser um ano melhor para os moinhos do que foi 2021. O que eu estou vendo? Dificuldades, sim, muita dificuldade. Safra de trigo comprometida em relação à qualidade, que acabou comprometendo a quantidade, porque foi encaminhada para exportação, preço nas alturas, farinhas com baixíssima extração, dólar alto e preços das farinhas muitíssimo defasados. Este é o cenário. Teoricamente ruim, péssimo, até”, diz um moinho citado pela consultoria.
MilhoAgrolink · Em relação ao milho na B3, o ano fecha com forte queda de 0,64% no dia e alta de 23,91% no ano, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Nesta quinta-feira, continuou a realização de lucros dos investidores no mercado futuro de São Paulo, seguindo a tendência de baixa da Bolsa de Chicago, que fechou em queda de 1,69%. Apesar da elevação dos preços do mercado físico em alguns estados do Sul do país, os preços de Campinas, São Paulo, base para as cotações da B3, não subiram significativamente”, comenta.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, a TF Agroeconômica afirma que não valeu a pena ter guardado milho nesta safra, mas o preço ainda é lucrativo. “Os preços do milho pagos aos agricultores só caíram durante este ano de 2021: por outro lado, os custos do carregamento da posição só aumentaram ao longo do ano. Para ter valido a pena o milho deveria valer acima de R$ 116,72/saca neste momento, mas, na verdade, está valendo apenas R$88,00/saca, uma defasagem de 24,60%”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja terminou o ano em forte queda, por início da colheita e chuvas no Brasil, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de janeiro22 da soja em grão fechou em forte queda de 2,12% ou $ 28,75 cents/bushel a $ 1327,75; o contrato de maio22, importante para as exportações brasileiras, fechou em queda de 2,20% ou $ 30,25 cents/bushel a $ 1347,50”, comenta.
SojaAgrolink · Uma análise realizada pela TF Agroeconômica indica que não valeu a pena ter guardado soja esse ano, principalmente no Rio Grande do Sul, já que o melhor momento foi no mês de abril, logo depois da colheita. “Para ter valido a pena, o preço hoje deveria estar acima de R$192,00/saca, mas o agricultor está recebendo apenas R$ 163,00/saca, uma diferença de quase R$ 30,00/saca a menos. Por isso, é importante contratar uma boa assessoria de comercialização, tanto quanto uma assessoria técnica”, afirma.
AvesAgrolink · Durante a maior parte de 2021, o mercado de ovos registrou preços elevados, motivados pela demanda aquecida, pela oferta mais controlada e por repasses dos aumentos aos custos de produção, o que resultou em valores recordes para o produto, em termos reais. Dados do Cepea mostram que a caixa de 30 dúzias do produto branco tipo extra, a retirar em Bastos (SP), atingiu R$ 135,51 na média de abril, o valor mais alto de toda a série histórica do Cepea, iniciada em 2013 (valores deflacionados pelo IPCA de novembro/21).
LaranjaAgrolink · 2021 foi um ano de preços altos para a laranja no estado de São Paulo e no Triângulo Mineiro. No geral, a necessidade de matéria-prima permaneceu elevada nas indústrias paulistas, e a baixa produção da fruta manteve a oferta controlada durante todo o ano. Ainda que a remuneração (em Reais por caixa da fruta) tenha sido superior, para muitos citricultores a rentabilidade foi apertada, visto que a produtividade restrita elevou ainda mais os custos unitários de produção.
MilhoAgrolink · Após reversão de lucros no dia anterior, a quarta-feira sustentou altas para o milho na B3, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “ Nesta quarta-feira, a realização de lucros de traders, com os olhos na Bolsa de Chicago, levantaram os preços do milho, que encerraram o dia valendo mais, em uma alta de até 1,21% por vencimento”, comenta.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, a Aprosoja/RS estima perdas entre 40 até 70% e ninguém arrisca assumir os fretes, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “No mercado de lotes muitas informações cruzadas. Grandes compradores indicando R$ 94,00 a R$ 95,00 CIF e médios e pequenos compradores oferecendo R$ 95,00 FOB. Produtor está colhendo e não está fixando absolutamente nada. Preços de pedra base Panambi mantiveram-se em R$ 88,00 (estável)”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja fechou em leve alta, com expectativa de esmagamento recorde, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de janeiro22 da soja em grão fechou em queda de 0,26% ou $ 3,50 cents/bushel a $ 1359,0; o contrato de maio22, importante para as exportações brasileiras, fechou em alta de 0,11% ou $ 1,50 cents/bushel a $ 1377,0”, comenta.
SojaAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul os preços de pedra se valorizam em mais R$ 1,00/saca, enquanto os lotes caem, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Compradores atuam de forma mista no mercado, sem exercer muita pressão em termos de demanda, o que abre espaço para quedas de preço. Hoje os preços de pedra marcaram mais uma alta, alcançando novas máximas com quanto mais se confirma as perdas na safra de 2022, os preços ficaram em R$ 170,00”, comenta.
Gado de CorteAgrolink · Quanto às exportações, apesar da manutenção da suspensão dos envios de carne de boi à China por pouco mais de três meses (do início de setembro até meados de dezembro), os embarques totais da proteína em 2021 ainda devem fechar o ano em volumes elevados.
AlgodãoAgrolink · A média parcial de dezembro (até dia 27), especificamente, é de R$ 6,3537/lp, um recorde, em termos nominais. Ao se considerar a inflação (IGP-DI, base em nov/21), o preço médio de dez/21 foi o maior desde abril/11, quando chegou em R$ 8,3193/lp.
SuínosAgrolink · Assim como já era esperado pelo setor suinocultor nacional, a demanda externa pela carne continuou firme em 2021, e as exportações brasileiras da proteína atingiram novos recordes. Já no mercado nacional, pesquisadores do Cepea ressaltam que o desempenho ficou aquém do esperado por agentes pelo setor.

