Análise de Mercado
Arquivo · página 465
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ArrozAgrolink · Hoje o mundo comemora o Dia Mundial das Pulses ou, para nós, do feijão, diz o Ibrafe (Instituto Brasileiro do Feijão e Pulses). “O nosso pulse com maior volume de produção e grande consumo tem feito história com o passar do tempo. Desde o conceito que era coisa de pobre até chegar ao status de alimento do futuro, tornando-se matéria-prima para confecção de farinhas, para isolamento de proteínas, fibras e outros nutrientes”, relembra o Instituto.
MilhoAgrolink · De acordo com o que informou a TF Agroeconômica, o mercado internacional viu o preço do milho cair na maioria dos países, nesse início de semana. “Nos mercados à vista, as ofertas do Golfo dos EUA para embarque em março caíram 2 c/bu para 85 c/bu sobre os futuros de março em meio à menor demanda”, comenta.
MilhoAgrolink · No mercado de milho do Estado do Rio Grande do Sul, os compradores e vendedores na região de Sarandi e Passo Fundo fazem queda de braço diante de altas nas bolsas, segundo informações da TF Agroeconômica. “As regiões de Sarandi e Passo Fundo já iniciaram suas colheitas no Rio Grande do Sul, sem que, no entanto, muitos negócios aconteçam. A queda de braço nestas regiões reside nos patamares de ideia de venda a R$ 84/85,00 por saca, com compradores da indústria permanecendo na faixa de R$ 81,00 a R$ 82,00”, comenta.
SojaAgrolink · Os futuros da soja em Chicago subiram 15-18 c/bu na terça-feira, na expectativa de que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) cortaria os estoques finais dos EUA para o ano comercial de 2020/21, mas apesar do relatório Wasde ter superado as expectativas, a soja diminuiu no final do dia. As informações são da TF Agroeconômica.
SojaAgrolink · O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) cortou sua previsão de exportação de farelo de soja argentino pelo segundo mês consecutivo, enquanto impulsionava as exportações de óleo de soja sobre a demanda renovada da Índia em sua atualização mensal. As informações são da TF Agroeconômica.
SojaAgrolink · O mercado da soja no estado do Rio Grande do Sul teve movimentações mistas nessa terça-feira, com Ijuí subindo para R$167,00, ante R$166,00 do dia anterior e Santa Rosa subindo para R$168,00, ante R$167,00. “Fora isso, Canoas continua não cotando, com o luto da Bianchini e os valores de Cruz Alta e Rio Grande permanecem estacionados, com o primeiro à R$165,00 e o segundo à R$168,00. Já o preço futuro teve um aumento considerável de 1,80%, indo à R$169,50. A maioria dos vendedores continua esperando por outra alta, mas alguns negócios foram reportados em baixos volumes”, comenta.
MangaAgrolink · A safra de manga está praticamente encerrada na região de Monte Alto/Taquaritinga (SP). A partir de agora, apenas poucos volumes de palmer devem ser colhidos, o que deve terminar na segunda quinzena de fevereiro. Com a disponibilidade bastante reduzida, os preços estão subindo.
Cana-de-açúcarAgrolink · As negociações envolvendo etanol no mercado spot do estado de São Paulo estiveram mais aquecidas na primeira semana deste mês. Apesar disso, os preços do biocombustível avançaram de forma tímida.
Agrolink · A liquidez no mercado spot de açúcar está baixa no estado de São Paulo neste começo de fevereiro. Segundo pesquisadores do Cepea, poucos fechamentos envolvem maiores quantidades do adoçante.
TrigoAgrolink · A baixa disponibilidade de trigo e o ritmo lento de negócios no mercado brasileiro levaram as indústrias a intensificarem as importações do cereal em janeiro. No mercado de lotes, colaboradores do Cepea relataram negócios pontuais, no intuito de liberar espaço em armazéns para a entrada da safra de soja.
MilhoAgrolink · O mercado de milho na B3 de São Paulo, depois de sofrer correção técnica no dia anterior, voltou a fechar em alta, nesta segunda-feira, puxado pela forte alta de Chicago e as notícias sobre a possibilidade de redução de estoques norte-americanos, que poderiam impulsionar exportações brasileiras. Quem informou isso foi a TF Agroeconômica.
MilhoAgrolink · No mercado do Rio Grande do Sul, de acordo com a TF Agroeconômica, a indústria está apostando em mais ofertas no decorrer da semana. “Para a região, vendedor segura os valores em R$83,00 para fevereiro e R$84,00 para março, mas o comprador em peso pede R$1,00 mais barato para cada opção. Raros negócios foram reportados. Com a parada das chuvas, esse fim de semana retomou a colheita com firmeza, o que libera logo a tensão que existe sobre os campos e da tempo ao mercado, por tal motivo a indústria aposta em maiores movimentos para o decorrer da semana”, comenta.
SojaAgrolink · Os futuros da soja abriram a semana com mais firmeza nesta segunda-feira na Bolsa de Chicago, recuperando muitos dos ganhos perdidos de sexta-feira em meio a um relatório da CFTC, mostrando que as compras líquidas estavam praticamente inalteradas, relatórios confirmando que o Brasil estava lutando para obter sua colheita e com o petróleo Brent ultrapassando US$ 60/bbl. As informações foram divulgadas pela TF Agroeconômica.
AlgodãoAgrolink · O Sindiveg (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal) anuncia que os defensivos agrícolas “sofrerão reajustes imediatos e poderão aumentar ainda mais”. O motivo são as altas nos preços de matérias-primas, embalagens e transporte internacional, o que provocará reajustes “para absorver os custos, bem como o impacto do câmbio que continua acima do projetado no ano anterior”. Confira o comunicado na íntegra:
SojaAgrolink · A China comprou três navios no mercado de paper de Paranaguá e nada nos Estados Unidos, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “No mercado à vista, os compradores chineses continuaram quietos devido às fracas margens de esmagamento e ao feriado nacional que se aproxima. Uma esmagadora estatal chinesa estava controlando os preços da soja dos EUA no Golfo para embarques entre outubro e novembro de 2021, mas não houve relatos de negócios”, comenta.
SojaAgrolink · Os preços da soja se movimentaram de forma mista, nesta segunda-feira, no estado do Rio Grande do Sul, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Como a maior parte da soja vai para o mercado interno, a alta de Chicago não influenciou nos preços, nem a queda do dólar, que só afetou os preços futuros. Apesar de estarem 11,26% mais altos do que o mês passado, os vendedores ainda aguardam novas altas para voltar a vender”, comenta.
SuínosAgrolink · O clima seco e a intervenção do governo colocam em alerta os produtores da Argentina, aponta a Consultoria AgResource. “Os contratos da soja e milho na Bolsa de Chicago (CBOT) registraram expressivas altas nesta segunda-feira (08.02). O cereal chegou a subir 2,8%, a US$ 5,64. Entre alguns dos motivos da elevação está a expectativa de grandes cortes na safra sul-americana”, dizem os analistas de mercado.
SojaAgrolink · Com o início do mês, as vendas de ovos se aqueceram, impulsionando as cotações da proteína. Além do aumento da comercialização, os preços também foram favorecidos pela oferta, principalmente de ovos maiores, que continua controlada, refletindo os descartes de poedeiras realizados em janeiro.
MandiocaAgrolink · Apesar de a maioria dos solos ainda apresentar umidade elevada, muitos produtores intensificaram a colheita e a comercialização de raízes nos últimos dias em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. No entanto, a demanda de farinheiras e fecularias pela matéria-prima continua firme, o que sustentou as cotações.
MilhoAgrolink · As negociações envolvendo milho estão lentas no spot brasileiro. Segundo pesquisadores do Cepea, compradores seguem afastados do mercado, atentos à colheita da safra verão, à necessidade de produtores liberarem armazéns e a possíveis quedas nos preços.

