Bula Alterne

acessos
Tebuconazole
7609
Adama

Composição

Tebuconazole 200 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramularia
(Ramularia areola)
1 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar até 3 pulverizações com intervalos de 15 dias. 30 dias. As pulverizações devem ser realizadas quando aparecerem os primeiros sintomas
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
0,75 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar até 2 aplicações com intervalo de 15 dias. 35 dias. As pulverizações devem ser realizadas quando aparecerem os primeiros sintomas das doenças devendo ser repetidas conforme as condições climáticas
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
0,75 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar até 2 aplicações com intervalo de 15 dias. 35 dias. As pulverizações devem ser realizadas quando aparecerem os primeiros sintomas das doenças devendo ser repetidas conforme as condições climáticas
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
0,75 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar até 2 aplicações com intervalo de 15 dias. 35 dias. As pulverizações devem ser realizadas quando aparecerem os primeiros sintomas das doenças devendo ser repetidas conforme as condições climáticas
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
0,75 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar até 2 aplicações com intervalo de 15 dias. 35 dias. As pulverizações devem ser realizadas quando aparecerem os primeiros sintomas das doenças devendo ser repetidas conforme as condições climáticas
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
0,5 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar até 4 aplicações com intervalos de 15 dias. 5 dias. Iniciar as aplicações em novembro e repetir até o final do período crítico
Sigatoka negra
(Mycosphaerella fijiensis)
0,5 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar até 4 aplicações com intervalos de 15 dias. 5 dias. Iniciar as aplicações em novembro e repetir até o final do período crítico
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar até 4 pulverizações com intervalos de 15 dias. 30 dias. As pulverizações devem ser realizadas quando aparecerem os primeiros sintomas a partir da fase em que as folhas das plantas estiverem no final de seu desenvolvimento, que coincide com o fechamento das linhas e início de desenvolvimento dos tubérculos
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
1 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar até 2 aplicações com intervalo de 45 dias. 30 dias. As aplicações deverão ser realizadas quando aparecerem os primeiros sintomas das doenças, 5% de infecção e repetir sempre que esse nível for atingido novamente
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
1 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar até 2 aplicações com intervalo de 45 dias. 30 dias. As aplicações deverão ser preventivas iniciando em dezembro/janeiro até março
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
1 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir até 4 aplicações com intervalos de 15 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações a partir dos primeiros sintomas da doença
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Drechslera teres)
0,75 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 15 dias. 35 dias. Iniciar as aplicações quando no máximo 5% da área foliar estiver atacada pela doença e repetir a aplicação quando este nível for atingido novamente
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,75 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 15 dias. 35 dias. Iniciar as aplicações quando no máximo 5% da área foliar estiver atacada pela doença e repetir a aplicação quando este nível for atingido novamente
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
0,75 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar até 3 pulverizações com intervalos de 15 dias. 14 dias. Iniciar as pulverizações a partir do início do florescimento, na ocorrência dos primeiros sintomas da doença
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
1 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar até 3 pulverizações com intervalos de 15 dias. 14 dias. Iniciar as pulverizações a partir do início do florescimento, na ocorrência dos primeiros sintomas da doença
Mancha de alternaria
(Alternaria alternata)
1 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar até 3 pulverizações com intervalos de 15 dias. 14 dias. Iniciar as pulverizações a partir do início do florescimento, na ocorrência dos primeiros sintomas da doença
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
30 a 50 mL p.c./100L água - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar até 3 pulverizações com intervalos de 15 dias. 20 dias. Efetuar pulverizações durante o ciclo vegetativo, a partir do início da brotação
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,75 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Efetuar no máximo duas aplicações. Outras aplicações deverão ser feitas com fungicidas de outros grupos químicos. 30 dias. Fazer aplicações preventivas a partir do estádio R4 (quando a maioria das vagens, do terço superior, estiver com 2-4 cm)
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,75 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Efetuar no máximo duas aplicações. Outras aplicações deverão ser feitas com fungicidas de outros grupos químicos. 30 dias. Fazer aplicações preventivas a partir do estádio R4 (quando a maioria das vagens, do terço superior, estiver com 2-4 cm)
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,5 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Efetuar no máximo duas aplicações. Outras aplicações deverão ser feitas com fungicidas de outros grupos químicos. 30 dias. Iniciar as aplicações quando a severidade da doença atingir em torno de 20% da área foliar infectada e repetir quando este índice for atingido novamente
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar até 4 aplicações com intervalos de 15 dias. 7 dias. O controle deve ser realizado a partir do início do florescimento, no aparecimento dos primeiros sintomas
Septoriose
(Septoria lycopersici)
1 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar até 4 aplicações com intervalos de 15 dias. 7 dias. O controle deve ser realizado a partir do início do florescimento, no aparecimento dos primeiros sintomas
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,6 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar até 2 aplicações com intervalo de 15 dias. 35 dias. Iniciar o controle a partir do estádio de alongamento quando surgirem os primeiros sintomas ou quando as doenças alcançarem 5% da área foliar
Fusariose
(Fusarium graminearum)
0,75 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 35 dias. Realizar somente uma pulverização preventiva quando se observar o maior número de flores abertas
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,75 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar até 2 aplicações com intervalo de 15 dias. 35 dias. Iniciar o controle a partir do estádio de alongamento quando surgirem os primeiros sintomas ou quando as doenças alcançarem 5% da área foliar
Mancha das glumas
(Stagonospora nodorum)
0,75 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar até 2 aplicações com intervalo de 15 dias. 35 dias. Iniciar o controle a partir do estádio de alongamento quando surgirem os primeiros sintomas ou quando as doenças alcançarem 5% da área foliar
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,75 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar até 2 aplicações com intervalo de 15 dias. 35 dias. Iniciar o controle a partir do estádio de alongamento quando surgirem os primeiros sintomas ou quando as doenças alcançarem 5% da área foliar
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,6 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar até 2 aplicações com intervalo de 15 dias. 35 dias. Iniciar o controle na fase de afilhamento quando a incidência se situar entre 10 a 15%

Frasco plástico e metálico:
100, 150, 250, 500 ml e 1; 1,5; 2; 2,5 L.

Bombona plástico:
5, 10, 20, 30, 50, 100, 200 e210 L.

Balde metálico:
5, 10, 20, 30 e 50 L.

Tambor metálico:
100, 200, 210 e 500 L.

Container plástico/ fibra e metálico:
1.000, 5.000, 10.000, 15.000, 20.000, 25.000 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
CULTURAS:
O fungicida sistêmico ALTERNE é recomendado para o controle de doenças fúngicas nas culturas de algodão, arroz irrigado, arroz de sequeiro, banana, batata, café, cebola, cevada, feijão, maçã, soja, tomate e trigo.

DOENÇAS E DOSES:
Vide " Indicações de Uso/Doses"
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Algodão
Ramulária: As pulverizações devem ser realizadas quando aparecerem os primeiros sintomas.
Realizar até 3 pulverizações com intervalos de 15 dias.

Arroz
As pulverizações devem ser realizadas quando aparecerem os primeiros sintomas das doenças devendo ser repetidas conforme as condições climáticas.
Realizar até 2 aplicações com intervalo de 15 dias.

Banana
Iniciar as aplicações em novembro e repetir até o final do período crítico. A quantidade de calda poderá ser de 15 L/ha de óleo mineral aplicado em ultra baixo volume através de atomizadores costais e tratorizados. Em aplicação aérea poderá ser aplicado com o uso de pontas do tipo micronairs ou bicos obedecendo ao limite de 15 L/ha. Poderão ainda ser utilizadas caldas com óleo mineral + água até um volume total 20 a 30L/ha litros no máximo. Aplicar preventivamente ao aparecimento dos sintomas principalmente visando à proteção das folhas mais novas (número 0, 1 e 2).
Realizar até 4 aplicações com intervalos de 15 dias.

Batata
As pulverizações devem ser realizadas quando aparecerem os primeiros sintomas a partir da fase em que as folhas das plantas estiverem no final de seu desenvolvimento, que coincide com o fechamento das linhas e início de desenvolvimento dos tubérculos.
Realizar até 4 pulverizações com intervalos de 15 dias.



Café
Ferrugem-do-cafeeiro: As aplicações deverão ser realizadas quando aparecerem os primeiros sintomas das doenças, 5% de infecção e repetir sempre que esse nível for atingido novamente.
Mancha-de-olho-pardo: As aplicações deverão ser preventivas iniciando em dezembro/janeiro até março.
Realizar até 2 aplicações com intervalo de 45 dias.

Cebola
Iniciar as aplicações a partir dos primeiros sintomas da doença.
Repetir até 4 aplicações com intervalos de 15 dias.

Cevada
Iniciar as aplicações quando no máximo 5% da área foliar estiver atacada pela doença e repetir a aplicação quando este nível for atingido novamente.
Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 15 dias.

Feijão
Iniciar as pulverizações a partir do início do florescimento, na ocorrência dos primeiros sintomas doença.
Realizar até 3 pulverizações com intervalos de 15 dias.

Maçã
Efetuar pulverizações durante o ciclo vegetativo, a partir do início da brotação.
Realizar até 3 pulverizações com intervalos de 15 dias.

Soja
Oídio: Iniciar as aplicações quando a severidade da doença atingir em torno de 20% da área foliar infectada e repetir quando este índice for atingido novamente.
Doenças de final de ciclo (Crestamento-foliar e Mancha-parda): Fazer aplicações preventivas a partir do estádio R4 (quando a maioria das vagens, do terço superior, estiver com 2-4cm).
Ferrugem-asiática-da-soja: Adotar práticas de monitoramento da cultura durante o ciclo da cultura, observando-se o terço inferior da planta, a fim de detectar focos da doença ainda em fase inicial. Monitorar as condições climáticas e a presença de focos na região. Aplicações de forma preventiva são recomendadas considerando-se a presença de ferrugem na região, o estádio fenológico da cultura (fase reprodutiva R.1 em diante), condições climáticas favoráveis e logística de aplicação. Se as condições climáticas forem favoráveis aplicar o produto apenas se houver pressão da doença na área. Inspecionar constantemente a cultura, principalmente na pré-florada.
Em caso de aplicações com a doença já instalada, recomenda-se aplicação no surgimento dos primeiros sintomas, repetindo caso necessário, se houver reincidência da doença ou manutenção de condições favoráveis ou aumento da severidade da doença na região.
Efetuar no máximo duas aplicações.. Outras aplicações deverão ser feitas com fungicidas de outros grupos químicos.
Tomate
O controle deve ser realizado a partir do início do florescimento, no aparecimento dos primeiros sintomas.
Realizar até 4 aplicações com intervalos de 15 dias.

Trigo
Oídio: Iniciar o controle na fase de afilhamento quando a incidência se situar entre 10 a 15%. Ferrugem-da-folha e manchas foliares: Iniciar o controle a partir do estádio de alongamento quando surgirem os primeiros sintomas ou quando as doenças alcançarem 5% da área foliar.
Realizar até 2 aplicações com intervalo de 15 dias.
Giberela: Realizar somente uma pulverização preventiva quando se observar o maior número de flores abertas.

ATENÇÃO:
O número de aplicações e o intervalo entre as aplicações dependem das condições climáticas que podem favorecer ou retardar o aparecimento de doenças nas culturas. É importante respeitar o número máximo de aplicações e, o intervalo mínimo entre as aplicações recomendadas.
Recomenda-se fazer vistorias constantes nas lavouras.
No geral, deve-se utilizar um volume de calda/ha de modo a proporcionar a melhor cobertura do alvo até antes do ponto de escorrimento.

MODO DE APLICAÇÃO:
O Produto deve ser emulsionado em água e aplicado na forma de pulverização, utilizando equipamentos terrestres ou aeronaves.

Aplicação aérea
Volume de calda: 30 a 40 L/ha.
Bicos: série D com difusor 25 a 45.
Pressão: 20 a 30 lb/pol2.
Densidade de gotas: maior que 20 gotas/cm2.
Altura de vôo: 3 a 4 metros.
Largura da faixa de deposição efetiva: 15 m (aeronave Ipanema).

Aplicação terrestre
Bicos: pontas de pulverização de jato cônico.
Pressão: 30 lb/pol2.
Tamanho de gotas: 100-200 micrômetros.
Densidade de gotas: maior que 70 gotas/cm2.

Para as culturas de banana e café o equipamento adequado para a aplicação terrestre tratorizada é um atomizador com lança de 4 a 6 metros de altura, assim como também poderá ser utilizado um atomizador costal, obedecendo as mesmas condições de aplicação indicadas.
Condições Climáticas:
A temperatura deve estar abaixo de 30ºC, a velocidade do vento em torno de 3,0 - 5,0 Km/h e a Umidade Relativa do ar maior que 50%.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão ............................................... 28 dias
Arroz .................................................... 35 dias
Banana ................................................. 5 dias
Batata ................................................... 30 dias
Café ..................................................... 30 dias
Cebola .................................................. 14 dias
Cevada ................................................. 35 dias
Feijão ................................................... 14 dias
Maçã .................................................... 20 dias
Soja ...................................................... 30 dias
Tomate ................................................. 7 dias
Trigo .................................................... 35 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
•Uso exclusivamente agrícola.
•Fitotoxicidade para as culturas indicadas: ausente se aplicado de acordo com as recomendações.
•Aplicar somente as doses recomendadas.
•Não aplicar o produto na presença de ventos fortes
•Caso ocorram chuvas logo após a pulverização, repetir a aplicação do fungicida.
•Evitar aplicações sob condições de orvalho na cultura. Aplicar somente após seu desaparecimento.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.


INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS).

3. DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA).

4. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila. Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, ammals c pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas cm primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 I ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Conforme modo de aplicação, de modo a evitar que o aplicador entre na névoa de produto. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo dc segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2/ ou P3 quando, necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. AREA TRATADA e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS:
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocon-a naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

Grupo químico:
Triazol.

Classe toxicológica:
III - Moderamente Tóxico.

Vias de exposição:
Oral, inalatória, ocular e dérmica.

toxicocinética:
- Após administração oral de tebuconazole a ratos, 65 - 80% da dose doi eliminada pleas vias biliar e fecal, ao passo que a eliminação urinária contabilizou em torno de 16-35%.
1- Biotransformação: Ocorrem reações de oxidação, resultando em metabólitos de hidroxilas, carboxilas, trióis e cetoácidos, bem como conjugados (por exemplo, o triazol).

Mecanismos de toxicidade:
Os mecanismo de toxicidade em humanos não são conhecidos.

Sintomas e sinais clínicos:
- Quanto ingerido, o produto pode acarretar distúrbios no comportamento, respiração e movimentos não coordenados.
- Quando inalado, o produto pode causar diminuição da motilidade do trato respiratório.

Diagnóstico:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

Tratamento:
O tratamento deve ser direcionado à adoção de medidas de descontaminação (visam limitar a absorção e os efeitos locais) e controle dos sintomas clínicos. No envenenamento agudo pela via oral, as medidas de urgência consistem no esvaziamento gástico com o emprego de carvão ativado.
O tratamento médico é sintomático.
Não existe ANTÍDODO ou ANTAGONISTA específico para os fungicidas triazóicos.
O profissional de saúde deve utilizar EPIs adequados no atendimento ao paciente intoxicado.

Contra-indicação:
Indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.

Efeitos sinérgicos:
Não há.

ATENÇÃO:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centro de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800-4007505

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
O tebuconazole é rapidamente absorvido pelas partes vegetativas da planta atuando na inibição da desmetilação de estereróides. O Tebuconazole é absorvido pelos animais através do trato gastrointestinal. Após 3 dias, o produto foi quase totalmente eliminado (cerca de 99%), sendo que 83% do produto foi excretado nas fezes e 17% na urina. Um total de 10 componentes foram identificados na excreta. Grande parte dos metabólitos identificados correspondem a sucessivas oxidações de um grupo metil da substância teste.

Efeitos agudos:
DL50 oral aguda para ratos fêmeas é 5000 mg/kg de peso vivo.
DL50 dérmica para ratos machos e fêmeas é maior que 4000 mg/kg de peso vivo.
CL50 inalatória para ratos machos e fêmeas em um período de exposição "nose-only" de 4 horas (4¬h CL50) foi maior do que 2,002; a máxima concentração atingível.
Irritação dérmica: Não irritante.
Irritação ocular: Levemente irritante.
Sensibilização cutânea: Não causou sensibilização dérmica em cobaias.

Efeitos crônicos:
No estudo crânico com ratos que receberam tebuconazole na dieta por de 2 anos, as fêmeas apresentaram uma leve redução de peso quando testadas na dose mais alta e intermediária, diminuição da hemoglobina, hematócrito, metahemoglobina e volume corpuscular média associado a um aparente aumento da liberação de RBCs no baço (maior dose). Ainda observou-se efeitos sobre a glândula adrenal e enzimas hepáticas. O nível sem feito tóxico (NOEL) foi de 100 ppm. Estudos crônicos com cães demonstraram que a glândula adrenal foi o órgão alvo e o nível sem efeito tóxico (NOEL) foi de 100 ppm.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE.

- Este produto é:
- PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens e restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concementes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES.
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES.
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa MILENIA AGROCIÊNCIAS S/A pelo telefone
de emergência: 0800-400-7505 e o Centro de Controle de Intoxicações (CCI): (Oxx43) 3371-2244.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

. Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interromper imediatamente a captação para o consumo humano e animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido;
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPROPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água da lavagem deve ser transferi da para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
o usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RIGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser'-efetuadoem lôéal cübido:> ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuada em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
As embalagens vazia não podem ser transportadas juntos com alimentos, bebidas, medicamentos, rações animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROffiIDO AO USUÁRiO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
•Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
•Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
•Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
•Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.