Bula Array 200 EC

acessos
Tebuconazole
6708
Albauch

Composição

Tebuconazole 200 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/cova 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 35 dias. Logo após o aparecimento dos sintomas nas folhas
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 35 dias. Logo após o aparecimento dos sintomas nas folhas
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 30 dias. Quando a infecção atingir 5 %
Mancha das folhas
(Ascochyta coffeae)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 60 dias. 30 dias. Logo após o aparecimento dos sintomas nas folhas
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 30 dias. Preventivo, período crítico dezembro a março
Seca de ponteiros
(Phoma costaricensis)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 30 dias. 30 dias. Preventivo. Logo após a florada
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 14 dias. A partir do começo do florescimento, no início da infecção
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 14 dias. A partir do começo do florescimento, no início da infecção
Mancha de alternaria
(Alternaria alternata)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 14 dias. A partir do começo do florescimento, no início da infecção
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,75 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 30 dias. Quando atingir o estádio fenológico de início de granação
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,75 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 30 dias. Quando atingir o estádio fenológico de início de granação
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 30 dias. Quando a infecção atingir 50 %
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 10 a 12 dias. 35 dias. Preventivo, no início do espigamento
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. A partir do estágio de alongamento, quando a doença alcançar 5 % da área foliar ou 80 % de incidência
Ferrugem do colmo
(Puccinia graminis)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. A partir do estágio de alongamento, quando a doença alcançar 5 % da área foliar ou 80 % de incidência
Fusariose
(Fusarium graminearum)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. Quando se observar o maior número de flores abertas
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. A partir do estágio de alongamento, quando a doença alcançar 5 % da área foliar ou 80 % de incidência
Mancha das glumas
(Stagonospora nodorum)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. A partir do estágio de alongamento, quando a doença alcançar 5 % da área foliar ou 80 % de incidência
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. A partir do estágio de alongamento, quando a doença alcançar 5 % da área foliar ou 80 % de incidência
Mancha salpicada
(Septoria tritici)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. A partir do estágio de alongamento, quando a doença alcançar 5 % da área foliar ou 80 % de incidência
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. Durante o estádio do afilhamento, incidência em folhas situar-se entre 10 a 15 %

Frasco plástico: 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 3,5; 4,0; 4,5 e 5 L
Bombona plástica: 5; 10; 15; 20; 25; 30; 35; 40; 45; 50; 100; 150; 200; 250; 300; 350; 400; 450; 500 e 1000 L

O ARRAY 200 EC é um fungicida sistêmico do grupo dos triazóis com ação preventiva e curativa que contém o ingrediente ativo Tebuconazol, 200 g/L, na formulação concentração emulsionável, indicando para o controle de doenças foliares na cultura do arroz, café, feijão, soja e trigo.

CULTURAS, DOENÇAS CONTROLADAS E DOSES RECOMENDADAS: Vide sessão indicações de uso/doses

INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

ARROZ:
Realizar no máximo 2 aplicações por safra da cultura, com intervalo de 14 dias. As aplicações devem ser feitas logo após o aparecimento dos sintomas nas folhas.

CAFÉ:
Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura. Ascochyta coffeae:
A aplicação deve ser feita no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença na folha e repetida com um intervalo de 60 dias após. Cercospora coffeicola:
As aplicações preventivas, devem iniciar em dezembro/janeiro, totalizando duas aplicações, até março, que, em condições normais, é o período crítico da doença. Hemileia vastatrix:
Recomenda-se iniciar a aplicação quando a infecção atingir 5% e repetir a mesma se esse nível for novamente atingido. Phoma costaricensis:
O controle é preventivo iniciando-se as aplicações logo após a florada (flor murcha). Efetuar uma 2' aplicação 30 dias após e uma 3a, se as condições favoráveis à doença persistirem.
Quando for constatada a doença atacando ponteiros no final do período das chuvas (abril/maio), fazer uma a duas aplicações, com intervalo de 30 dias.

FEIJÃO:
Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.
A aplicação deve ser feita, a partir do começo do florescimento, no início da infecção. Pode se feita mais uma ou duas aplicações com intervalo de 15-20 dias.

SOJA:
Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura Cercospora kikuchü e Septoria Rlvcines:
Recomenda-se a primeira aplicação, quando a soja atingir o estádio fenológico do início da granação (estádio 5.2 a 5.4). Uma segunda aplicação poderá ser realizada dependendo do estágio de evolução da doença, ao final da granação, quando as vagens verdes estiverem com volume máximo (estádio 6 a 7.1).

Microsphaera difusa
Realizar a primeira aplicação quando o índice de infestação estiver entre 50%. A segunda aplicação deverá ser realizada, quando este índice for atingido novamente, respeitando-se o Intervalo de Segurança.

TRIGO:
Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Blumeria graminis sp. Tritici:
O controle deve ser iniciado quando a incidência em folhas, durante o estádio de afilhamento,
situar-se entre 10 -15%. Bipolaris sorokiniana, Drechslera tritici repentis, Puccinia Rraminis, Puccinia triticina, Septoria tritici e Stagonospora nodorum:
Iniciar o controle a partir do estádio de alongamento, quando as doenças alcançarem o valor de 5%
da área foliar ou 80% de incidência. Fusarium graminearum:
Pulverizações preventivas contra giberela devem ser realizadas quando se observar o maior número
de flores abertas. Pyricularia grises:
A primeira aplicação preventiva deve ser feita no início do espigamento, complementada por mais
uma num intervalo de 10 a 12 dias.

ATENÇÃO:
O número de aplicações e o intervalo entre as aplicações dependem das condições climáticas que podem favorecer ou retardar o aparecimento de doenças nas culturas. É importante respeitar o número máximo de aplicações e, o intervalo mínimo entre as aplicações recomendadas. Recomenda-se fazer vistorias constantes nas lavouras.
No geral, deve-se utilizar um volume de calda/ha de modo a proporcionar a melhor cobertura do alvo até antes do ponto de escorrimento.

MODO / EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
O produto deve ser emulsionado em água e aplicado na forma de pulverização, utilizando equipamentos terrestres ou aeronaves. Aplicação terrestre:
Usar pulverizadores de barra com bicos cônicos (D2), com pressão de 80 a 100 lb/po12 e vazão de 200 a 300 L de calda/ha para as culturas arroz, feijão, soja e trigo.
Na cultura de café empregam-se atomizadores e o volume de calda varia de 250 - 500 L/ha. Condições Climáticas:
Temperatura: < 30°C
Velocidade do vento: < 15 km/h
Umidade relativa: superior a 60 % Aplicação aérea

Nas culturas soja e trigo: usar micronair ou barra equipada com bicos cônicos D6 a D12, altura de vôo de 2 a 4 m, pressão da bomba 30 a 50 L b/pol2, vazão de 10 a 20 L/ha para micronair e 20 a 30 L/ha quando se emprega barra, largura da faixa de deposição 15 a 18 m, com densidade mínima de 80 gotas/cm2.

Condições Climáticas:
Aplicação aérea:
Temperatura: < 30°C
Velocidade do vento: entre 2,0 km/h e 10 km/h Umidade relativa: superior a 60 %

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Arroz .......................................................35 dias
Café ........................................................30 dias
Feijão ......................................................14 dias
Soja .........................................................30 dias
Trigo ........................................................35 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
-Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Além dos intervalos de segurança e reentrada na cultura, não aplicar o produto na cultura de feijão antes da floração.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÓES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇOES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie OU aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇOES NO MANUSEIO:
Produto extremamente irritante para os olhos.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos Utilize equipamento de proteção individual- EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro para vapores orgânicos, cobrindo nariz e a boca; óculos de proteção e luvas de nitrila Manuseie o prOduto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇOES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança;
Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
Evite o máximo possível contato com a área de aplicação;
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro para vapores orgânicos, cobrindo nariz e a boca; óculos de proteção e luvas de nitrila.

PRECAUÇOES APÓS A APLICAÇÃO:
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as Suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado, Não dê nada para beber ou comer.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado'), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a égua de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico: Triazol
Classe Toxicológica: I - Extremamente Tóxico
Mecanismos de toxidade:Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecido
Vias de Exposição: Oral, inalatória e dérmica.
Sintomas e sinais clínicos:
Em humanos há irritação dérmica leve e não há evidência de toxicidade sistêmica. Pode ocorrer irritação ocular após exposição ao triazol.
Baseado nos estudos de toxicidade animal do ingrediente ativo tebuconazol, pode haver efeitos tóxicos nos seguintes órgãos:
baço, fígado, adrenal e cristalino dos olhos.
Toxicocinética:
Após administração oral de tebuconazol a ratos, 65-80% da dose foi eliminada pelas vias biliar e fecal, ao passo que a eliminação urinária contabilizou em torno de 16-35%.
Biotransformação: Ocorrem reações de oxidação, resultando em metabólitos de hidroxilas, carboxilas, trióis e cetoácidos, bem como conjugados (por exemplo, o triazol).
Diagnóstico:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
Tratamento:
No envenenamento agudo, as medidas de urgência consistem no esvaziamento gástrico com o emprego de carvão ativado. Não existe antídoto ou antagonista específico para os fungicidas triazóicos. O tratamento médico é sintomático.
Contra-indicações:
O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.
Atenção:
As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos Telefones de Emergência PARA INFORMAÇOES MEDICAS:

Disque-Intoxicação: 0800-722-6001

Rede Nacional de Centros de Informação e Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
Telefone de Emergência da Empresa: 0800-770-1028

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Não são conhecidos mecanismos de toxicidade específicos para o ingrediente ativo. Após a administração oral do tebuconazol em ratos, cerca de 6S - 80% da dose administrada foi excretada pela via biliar e fecal, por volta de 2S% da dose foi excretada na urina. A maior concentração plasmática foi atingida O,S - 2h após a administração do Tebuconazol.
Menos de 1 % da dose administrada foi encontrada nos tecidos dos animais 2 - 3 dias após o tratamento, principalmente no fígado. Os principais metabólitos encontrados em machos foram os produtos de oxidação do grupo metil, grupos do butil terciário, do álcool e do ácido carboxílico. Grupos de ratos foram tratados por via tópica com tebuconazol diluído em etanol, em uma dose intermediária cerca de 60% da dose administrada foi absorvia pela pele em 24h e na maior dose testada apenas 12% da dose foi absorvida pela pele.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos (produto formulado):
DL5O oral em ratos 5OO mg/kg (fêmeas)
DL5O dérmica em ratos> 4.000 mg/kg (machos e fêmeas)
CL5O inalatória em ratos (4h): (machos e fêmeas) > 9,79 mg/L
Irritação dérmica: o produto apresentou índice 1,33 de irritação cutânea média.
Irritação ocular: o produto no olho dos animais causou pequenas alterações na córnea, hiperemia circuncorneal e alterações na conjuntiva. Todas as irritações voltaram ao normal dentro de 21 dias em % dos olhos, enquanto a opacidade da córnea ainda foi notada em 1/2 dos olhos em 21 dias de observação. Outros efeitos oculares notados foram a neovascularização da córnea em 7 dias em % dos animais e 7, 14 e 21 dias em % dos animais, secura aguda da superfície da córnea em 1 hora em % dos animais e alopecia periocular em 14 dias em % dos animais. Os sinais de irritação voltaram ao normal em 24 horas após o tratamento.

Efeitos crônicos:
O tebuconazol não apresentou evidência de carcinogenicidade em um estudo realizado em ratos. O NOEL foi de 100 ppm, baseado na redução de ganho de peso dos animais.
Em um estudo de duas gerações em ratos os sinais observados após a administração do tebuconazol foram: redução do ganho de peso na geração parental e diminuição do tamanho médio as ninhada, redução da taxa de sobrevivência até o quinto dia após o nascimento e até a lactação e diminuição do ganho de peso nas ninhadas expostas a maior dose testada. O NOEL estabelecido para este estudo foi de 300 ppm. Em estudos realizados em ratos, coelhos e camundongos foi relatado um aumento da atividade das enzimas hepáticas, em camundongos houve um aumento na incidência de malformações na dose mais elevada do estudo. O NOEL para embriotoxicidade e teratogenicidade foi de 10 mg/kg/dia.

TELEFONES DE EMERGÊNCIA:
Atenção:
As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos Telefones de Emergência

Disque Intoxicação: 0800-722-6001 - Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica IRENACIAT ANVISA/MS

SINITOXlCICT/FIOCRUZ:
Fone: (21) 2573-3244
Fax: (21) 2578-7079

Centro de Assistência Toxicológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
Atendimento Médico Fone: (11) 5011-5111 ramais: 250; laboratório 251
Atendimento Médico 252; Administração 253 e 254
Atendimento: 0800-771-3733

Centro de Informações Toxicológicas do Rio Grande do Sul:
Fone: (51) 2139-9200 Fax: (51) 2139-9201 Atendimento: 0800-780-200

CONSAGRO AGROQUÍMICA: 0800-770-1028

Este produto é:
Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite a contaminação ambiental- Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250(duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aero-agrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa Consagro Agroquímica Ltda. - telefone de Emergência: 0800-770-1028.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d' água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, USE EXTINTORES DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ QUíMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

2. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOlUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual- recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 14 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

. Lavagem sob Pressão:

. Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

o armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

o usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

-, DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
E obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS:
Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
- Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MIO) quando disponíveis e apropriados.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.