Bula Ativum - Basf

Bula Ativum

acessos
Piraclostrobina + Epoxiconazol + Fluxapiroxade
11216
Basf

Composição

Epoxiconazol 50 g/L Triazol
Fluxapiroxade 50 g/L Carboxamida
Piraclostrobina 81 g/L Estrobilurina

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Protetor, Sistêmico

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha alvo
(Corynespora cassiicola)
800 a 1000 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 12 a 15 dias. 14 dias Aplicar preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Ramularia
(Ramularia areola)
800 a 1000 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 12 a 15 dias. 14 dias Aplicar preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Ramulose
(Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides)
800 a 1000 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 12 a 15 dias. 14 dias Aplicar preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
800 a 1000 mL p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 14 a 20 dias. 14 dias Aplicar preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha preta
(Pseudocercospora personata)
800 a 1000 mL p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 14 a 20 dias. 14 dias Aplicar preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia coronata var. avenae)
800 a 1200 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 15 a 20 dias. 30 dias Iniciar as aplicações a partir do surgimento dos primeiros sintomas de ataque de manchas foliares e ferrugem
Helmintosporiose
(Drechslera avenae)
800 a 1200 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 15 a 20 dias. 30 dias Iniciar as aplicações a partir do surgimento dos primeiros sintomas de ataque de manchas foliares e ferrugem
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
1000 a 1500 mL p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. 45 dias A aplicação deverá ser efetuada quando forem constatados índices de infecção foliar de até 5%
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
1000 a 1500 mL p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. 45 dias A aplicação deverá ser efetuada quando forem constatados índices de infecção foliar de até 5%
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia hordei)
800 a 1200 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 15 a 20 dias. 30 dias Iniciar as aplicações a partir do surgimento dos primeiros sintomas de ataque de manchas foliares e ferrugem
Mancha angular
(Drechslera teres)
800 a 1200 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 15 a 20 dias. 30 dias Iniciar as aplicações a partir do surgimento dos primeiros sintomas de ataque de manchas foliares e ferrugem
Girassol Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia helianthi)
800 a 1200 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 15 a 20 dias. 30 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, ou preventivamente quando a cultura apresentar o estádio fenológico R1
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora zeae-maydis)
800 a 1200 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 15 a 20 dias. 45 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas ou previamente quando a cultura apresentar 6 a 8 folhas
Ferrugem
(Puccinia sorghi)
800 a 1200 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 15 a 20 dias. 45 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas ou previamente quando a cultura apresentar 6 a 8 folhas
Ferrugem polisora
(Puccinia polysora)
800 a 1200 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 15 a 20 dias. 45 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas ou previamente quando a cultura apresentar 6 a 8 folhas
Ferrugem tropical
(Physopella zeae)
800 a 1200 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 15 a 20 dias. 45 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas ou previamente quando a cultura apresentar 6 a 8 folhas
Mancha foliar de phaoeosphaeria
(Phaeosphaeria maydis)
800 a 1200 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 15 a 20 dias. 45 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas ou previamente quando a cultura apresentar 6 a 8 folhas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum truncatum)
800 a 1000 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações. 14 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
800 a 1000 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações. 14 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas
Ferrugem asiática
(Phakopsora pachyrhizi)
800 a 1000 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações. 14 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha alvo
(Corynespora cassiicola)
800 a 1000 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações. 14 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha parda
(Septoria glycines)
800 a 1000 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações. 14 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
800 a 1000 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações. 14 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas
Oídio
(Microsphaera diffusa)
800 a 1000 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações. 14 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
800 a 1200 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 15 a 20 dias. 30 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
800 a 1200 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 15 a 20 dias. 30 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas

Frasco Plástico 100; 250; 500; 600 e 800 mL 1 e 1,6 L
Bombona Plástico Plástico 2; 2,5; 3; 3,2; 5; 10; 20; 50 e 100 L
Bag in Box Papelão e Plástico 100; 250; 500 e 600 mL 1; 1,6; 2; 2,5; 5 e 10 L
Filme Plástico ou Plástico metalizado 100; 250; 500 e 600 mL 1; 1,6; 2; 2,5; 5 e 10 L
Lata/Balde 1; 5; 10 e 20 L
Tambor Plástico ou Metal 50; 100; 190; 200 e 210 L
Tanque/Container intermediário de Plástico, metal ou fibra de papel com bolsa plástica interna; metal ou plástico; metal ou plástico pallet de madeira de 950; 960; 970; 980; 990; 1.000; 1.800; 2.000; 2.700 e 3.000 L
Tanque/ISOcontainer/Caminhão tanque Metal 5.000; 10.000; 15.000; 16.000; 17.000; 18.000; 19.000; 20.000; 21.000; 22.000; 23.000; 24.000; 25.000; 29.000 e 30.000 L

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Efeito fisiológico: Utilizando Ativum® nas doses recomendadas podem ocorrer efeitos
fisiológicos positivos na fisiologia das plantas, como o incremento da produtividade ou a
qualidade do produto final.
Algodão: Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas e
repetir caso necessário, em intervalo de 12 a 15 dias, dependendo da evolução da doença, não
ultrapassando 4 aplicações por ciclo, respeitando-se o intervalo de segurança. Utilizar as doses
mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas
(clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área).
Amendoim: Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas
o repetir caso necessário, em intervalos de 14 a 20 dias, dependendo da evolução da doença,
não ultrapassando 4 aplicações por ciclo, respeitando-se o intervalo de segurança. Utilizar as
doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições
severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área).
Aveia e Cevada: Iniciar as aplicações a partir do surgimento dos primeiros sintomas de ataque
de manchas foliares e ferrugem, repetir caso necessário com intervalos do 15 a 20 dias
dependendo da evolução da doença, não ultrapassando 2 aplicações por ciclo e respeitando-se
o intervalo de segurança. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da
doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de
sintomas na área).
Café: A aplicação deverá ser efetuada quando forem constatados índices de Infecção foliar (*)
de até 5%, reaplicar Ativum® sempre que o índice de infecção foliar da Ferrugem atingir
novamente até 5%, não ultrapassando 3 aplicações por ciclo e respeitando-se o Intervalo de
segurança. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as
maiores sob condições severas (clima muito favorável).
Em regiões onde as condições são favoráveis à ocorrência de Cercosporiose recomenda-se
realizar uma aplicação preventiva no mês de novembro de fungicida cúprico, seguindo-se com a
aplicação em dezembro de Ativum® na dose de 1,5 L/ha e reaplicando na dose de 1,5 L/ha em
março.
(*) Método de amostragem: coletar ao acaso do terço médio da planta folhas entre o 2o e 4o par
de folhas do ramo, 10 folhas por planta sendo 5 de cada lado de 20 a 30 plantas por talhão
conforme a uniformidade do mesmo.
Girassol: Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, ou
preventivamente quando a cultura apresentar o estádio fenológico R1 o repetir caso necessário
com intervalos de 15 a 20 dias dependendo da evolução da doença, não ultrapassando 2
aplicações por ciclo e respeitando-se e intervalo de segurança. Utilizar as doses mais baixas sob
condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito
favorável, início de surgimento de sintomas na área).
Milho: Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, ou
preventivamente quando a cultura apresentar 6 a 8 folhas e repetir caso necessário com
Intervalos de 15 a 20 dias dependendo da evolução da doença, não ultrapassando 2 aplicações
por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança. Utilizar as doses mais baixas sob condições
de menor pressão de doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início
de surgimento de sintomas na área).
Soja: não ultrapassar 2 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar as doses mais baixas sob
condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito
favorável, início de surgimento de sintomas na área).
Oidio - A aplicação deverá ser efetuada quando forem constatados índices do Infecção foliar de
20% e repetir caso necessário, dependendo da evolução da doença e respeitando-se o Intervalo
de segurança.
Ferrugem-asiática - A aplicação para cultivares de hábito determinado deverá ser efetuada
preventivamente entre o final do estádio vegetativo (estádio fenológico V8) ao início do
florescimento (estádio fenológico R1) e, para cultivares de hábito indeterminado, aplicar 40 a 45
dias após a emergência ou no fechamento das entrelinhas, mesmo que ainda não tenham sido
constatados os sintomas da doença. Se a doença aparecer antes de V8, proceder a aplicação
imediatamente, não importando o estádio fenológico da cultura. Repetir a aplicação quando
necessário, dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de segurança.
Para o alvo Ferrugem-asiática da soja, não ultrapassar o número máximo de 2 aplicações por
ciclo da cultura, seguindo a recomendação do FRAC, com intervalo máximo de 14 dias.
Recomenda-se a alternância de produtos com modos de ações distintos de forma a evitar a
resistência do patógeno.
Antracnose, Doenças de final de ciclo (Crescimento-foliar e Septoriose), Mancha-alvo e Mela - A
aplicação deverá ser efetuada a partir do florescimento (estádio fenológico R1 - R3) e repetir se
necessário dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de segurança.
Trigo: Iniciar as aplicações a partir do surgimento dos primeiros sintomas de ataque de manchas
foliares e ferrugem, repetir caso necessário com intervalos do 15 a 20 dias dependendo da
evolução da doença, não ultrapassando três por ciclo e respeitando-se o intervalo de
segurança. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as
maiores sob condições severas (clima muito favorável, inicio do surgimento de sintomas na área).
MODO DE APLICAÇÃO:
Não é permitida a aplicação do Ativum® por equipamento costal.
Ativum® deve ser diluído em água e aplicado por pulverização sobre as plantas a proteger, de
modo que haja uma boa cobertura. Para melhoria das características da aplicação
(espalhamento, distribuição da calda; redução de evaporação) recomenda-se à adição de
adjuvante não-iônico indicado pelo fabricante em dose de até 0,5% v/v.
A boa cobertura de todos os tecidos da parte aérea das plantas é fundamental para o sucesso
de controle das doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta
forma, o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as
condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem balizar o volume de calda,
pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado.
Modo de preparo da calda: o preparador da calda deve estar munido de equipamento de proteção
Individual (EPI) indicado para esse fim. Diluir o produto em água dentro do tanque de
pulverização, nas doses e volumes recomendados, de acordo com o quadro citado acima. Essa
calda deve ser mantida sob agitação dentro do tanque para garantir a homogeneidade da calda
de aplicação.
Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados:
Aplicação terrestre (tratorizada): Para as culturas do algodão, amendoim, aveia, café, cevada,
girassol, milho, soja e trigo com pulverizador montado ou tracionado por trator, com barra de
bicos de jato cônico ou leque. Os bicos devem ser distanciados 50 cm e a barra deve ser mantida
numa altura que permita uma cobertura total de parte aérea das plantas. Utilizar bicos de jato
cônico ou leque com abertura e pressão que possibilitem densidade de 70 a 100 gotas/cm², com diâmetro entre 100 a 200 micra, bem como a aplicação dos volumes de calda indicados.
Aplicação aérea: Com uso de barra e bicos: Para as culturas do algodão, amendoim, aveia,
cevada, girassol, milho, soja e trigo usar bicos de jato cone vazio, do tipo D6 a D12, com disco
(core) nunca maior que 45 graus. Pressão na barra de 30 a 50 libras por pol2
. Volume de calda
de 20 a 30 litros de água por hectare

PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos de proteção, touca árabe e luvas de nitrila.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.


PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA
- Produto extremamente irritante para os olhos.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por
cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe
P2; óculos de proteção; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- A pulverização do produto produz neblina. Verifique a direção do vento, aplique o produto de
forma a evitar o contato do aplicador com a névoa do produto, conforme equipamento de
aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por
cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de
proteção, touca árabe e luvas de nitrila.
- Não permita que crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que
estiver sendo aplicado o produto, ou em áreas tratadas, logo após a aplicação.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter
os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de
reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso
durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em
local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: touca árabe, óculos de proteção, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar
as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do
produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do
fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com
tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite
a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos.
Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e
sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis,
por exemplo.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Epoxiconazol: estudo de metabolismo conduzido em ratos demonstrou que após sua absorção,
o epoxiconazol foi excretado rapidamente através das fezes (75-79%), sendo a excreção biliar a
principal responsável por este valor, seguida pela urina (12-20%).
Fluxapiroxade: estudo conduzido em ratos demonstrou que o fluxapiroxade foi rapidamente
absorvido pelo trato gastrointestinal, após a administração oral. Baseado em experimentos de
excreção biliar, a biodisponibilidade do BAS 700 radiomarcado em ratos machos e fêmeas foi
calculada ser de aproximadamente 65-80% nos diferentes esquemas de tratamento. A maior
parte da radioatividade foi excretada após 3 dias da administração, sendo independente do
gênero, em menor ocorrência na urina do que nas fezes e sendo mais pronunciada na maior
dose. O fluxapiroxade foi metabolizado pelo fígado principalmente por hidroxilação e ndemetilação.

Piraclostrobina: estudo de metabolismo conduzido em ratos indicou que a piraclostrobina foi
rápida e parcialmente absorvida pelo trato gastrointestinal (45-50%) e amplamente distribuída,
com elevadas concentrações no trato gastrointestinal, fígado e rins. A excreção foi rápida e
ocorreu principalmente através das fezes (74–91%), com cerca de 35-38% através da bile. Não
foi observada bioacumulação. A piraclostrobina foi metabolizada pelo fígado principalmente
através de n-demetoxilação.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Efeitos agudos:
Foram conduzidos testes em animais de laboratório, e o produto Ativum® apresentou DL50
aguda oral para ratos fêmeas maior que 500 mg/kg e menor que 2000 mg/kg p.c.; a CL50
inalatória (4h) para ratos machos e fêmeas igual a 2,38 mg/l de ar/4h; a DL50 aguda dermal para
ratos machos e fêmeas maior do que 5000 mg/kg p.c. O produto mostrou ser levemente irritante
à pele de coelhos e apresentou sinais de irritação ocular em coelhos. O produto não apresentou
potencial sensibilizante dérmico.
Efeitos crônicos:
Epoxiconazol: estudos conduzidos “in vivo” e “in vitro” sugerem que o epoxiconazol não
apresenta potencial genotóxico. Não foram encontradas evidências de efeitos teratogênicos em
estudos de toxicidade para o desenvolvimento em coelhos e ratos. No estudo de reprodução, a
capacidade de se obter gerações subseqüentes não foi afetada. Sinais de toxicidade sistêmica
após administração oral foram observados sendo possível em todos os casos estabelecer um
nível de dose seguro onde nenhum efeito adverso foi detectado.
Piraclostrobina: Não existem evidências de potencial carcinogênico para roedores após
exposição prolongada via oral. Sinais de toxicidade sistêmica após administração oral foram
observados sendo possível em todos os casos estabelecer um nível de dose seguro onde
nenhum efeito adverso foi detectado. Estudos conduzidos in vitro e in vivo sugerem que a
piraclostrobina não apresenta potencial genotóxico. A piraclostrobina não apresentou potencial
teratogênico em coelhos e ratos. Alguns efeitos embriofetais foram observados como
conseqüência da elevada toxicidade materna. Não foram observadas alterações nos parâmetros
reprodutivos dos animais testados.
Fluxapiroxade: estudos conduzidos “in vivo” e “in vitro” sugerem que o fluxapiroxade não
apresenta potencial genotóxico. O fluxapiroxade não apresenta potencial carcinogênico para o
homem segundo evidências de estudos conduzidos em roedores. O Fluxapiroxade não foi
teratogênico em coelhos e ratos. Não foram observadas alterações nos parâmetros reprodutivos
dos animais. Sinais de toxicidade sistêmica após administração oral foram observados sendo
possível em todos os casos estabelecer um nível de dose seguro onde nenhum efeito adverso
foi detectado.

1. PRECAUCOES DE USO E ADVERTENCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTE00 AO MEIO AMBIENTE:

( x ) Muito perigoso ao meio ambiente (Classe II)

- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d´água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas
ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BASF S.A. - telefone de emergência:
08000-11-2273 ou 0xx12-31281357
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio
de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado
não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado
no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d‘água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do
corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ
QUÍMICO, ETC., ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após
o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
-ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre,
o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre,
o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA
DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os
agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou
outros materiais.


RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
Não há.

A integração de medidas de controle é premissa básica para um born manejo de doenças nas plantas cultivadas. As diferentes medidas de controle visam desacelerar, integradamente o ciclo das relações patógeno-hospedeiro. 0 uso de fungicidas adequados, variedades resistentes, rotação de culturas e controle do ambiente devem ser vistos como metodos de controle mutuamente Úteis. Dentro deste principio, todas as vezes que seja possível devemos associar as boas praticas agrícola como: use racional de fungicidas e aplicação no momento e doses indicadas, fungicidas específicos para um determinado fungo, utilização de cultivares resistentes ou tolerantes, semeadura nas Épocas menos propicias para o desenvolvimento dos fungos, eliminação de plantas hospedeiras, rotação de culturas, adubação equilibrada, escolha do local para implantação da cultura, etc.
Manejo de doenças de plantas cultivadas deve ser entendido como a utilização de métodos químicos, culturais e biológicos necessários para manter as doenças abaixo do nível de dano econômico.

RECOMENDAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS PARA A FERRUGEM-DA-SOJA:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo
pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a
esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática para retardar a queda de eficácia dos fungicidas ao fungo causador da ferrugemasiática-da-soja,
seguem algumas recomendações:
• Realizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos, sejam eles de sítio de
ação específicos do Grupo G1, C2 e C3 e/ou multi-sitio, respeitando sempre as estratégias
de manejo de resistência do FRAC. Se o produto tiver apenas um mecanismo de ação, nunca
utilizá-lo isoladamente;
• Respeitar o vazio sanitário e eliminar plantas de soja voluntária;
• Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época
recomendada para cada região (adotar estratégia de escape);
• Jamais cultivar a soja safrinha (segunda época);
• Utilizar cultivares com gene de resistência incorporado, quando disponíveis;
• Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar, o que permitirá
maior penetração e melhor cobertura do fungicida;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas
agrícolas, tais como rotação de culturas, uso de sementes sadias, adubação equilibrada,
manejo da irrigação do sistema, outros controles culturais etc.
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis do agente
causador de doenças a ser controlado;
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de fungicidas;
• Realizar o monitoramento da doença na cultura;
• Adotar estratégia de aplicação preventiva;
• Respeitar intervalo máximo de 14 dias de intervalos entre aplicações;
• Realizar, no máximo, o número de aplicações do produto conforme descrito em bula;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos
fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos
patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de
Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRACBR:
www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA:
www.agricultura.gov.br.)
GRUPO G1 FUNGICIDA
GRUPO C2 FUNGICIDA
GRUPO C3 FUNGICIDA
O produto fungicida (Ativum®) é composto por Epoxiconazol, Fluxapiroxade e Piraclostrobina ,
que apresentam mecanismos de ação da C14 – Desmetilase na biossíntese de esterol
(erg11/cyp51), Inibidores do complexo II: Succinato-desidrogenase e Inibidores do Complexo III:
Citocromo bc1 (ubiquinol redutase) no sitio Qo, pertencentes aos Grupo G1, C2 e C3, segundo
classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas),
respectivamente.
RECOMENDAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo
pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a
esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos
fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo, G1, C2 e C3 para o
controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas
agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de
resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos
fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos
patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de
Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRACBR:
www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA:
www.agricultura.gov.br).
GRUPO G1 FUNGICIDA
GRUPO C2 FUNGICIDA
GRUPO C3 FUNGICIDA
O produto fungicida (Ativum®) é composto por Epoxiconazol, Fluxapiroxade e Piraclostrobina,
que apresentam mecanismos de ação da C14 – Desmetilase na biossíntese de esterol
(erg11/cyp51), Inibidores do complexo II: Succinato-desidrogenase e Inibidores do Complexo III:
Citocromo bc1 (ubiquinol redutase) no sitio Qo, pertencentes aos Grupo G1, C2 e C3, segundo
classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas),
respectivamente.