Bula Fox - Bayer

Bula Fox

acessos
Trifloxystrobin
13509
Bayer

Composição

Protioconazol 175 g/L Triazolintiona
Trifloxistrobina 150 g/L Estrobilurina

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico, Mesostêmico

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha alvo
(Corynespora cassiicola)
0,5 L p.c./ha 70 a 150 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 14 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ainda na fase vegetativa da cultura, entre os 35-40 dias após emergência da cultura
Ramularia
(Ramularia areola)
0,4 L p.c./ha 70 a 150 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 10 a 14 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ainda na fase vegetativa da cultura, entre os 35-40 dias após emergência da cultura
Ramulose
(Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides)
0,5 L p.c./ha 70 a 150 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 10 a 14 dias. 30 dias. PreveIniciar as aplicações preventivamente ainda na fase vegetativa da cultura, entre os 35-40 dias após emergência da cultura
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
0,4 a 0,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 14 dias. 15 dias. Realizar a primeira aplicação preventivamente no estádio fenológico V4 (quarta folha verdadeira)
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 14 dias. 15 dias. Realizar a primeira aplicação preventivamente no estádio fenológico V4 (quarta folha verdadeira)
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
0,4 a 0,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 14 dias. 15 dias. Realizar a primeira aplicação preventivamente no estádio fenológico V4 (quarta folha verdadeira)
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora zeae-maydis)
0,4 a 0,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações até a fase de pendoamento da cultura. 15 dias. Realizar a primeira aplicação de maneira preventiva, quando a cultura apresentar 6 a 8 folhas ou quando aparecerem os primeiros sintomas da doença, caso a doença ocorra mais cedo
Ferrugem
(Puccinia sorghi)
0,4 a 0,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações até a fase de pendoamento da cultura. 15 dias. Realizar a primeira aplicação de maneira preventiva, quando a cultura apresentar 6 a 8 folhas ou quando aparecerem os primeiros sintomas da doença, caso a doença ocorra mais cedo
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum truncatum)
0,4 L p.c./ha 70 a 150 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de15 a 21 dias. 30 dias. Realizar a primeira aplicação de forma preventiva ao aparecimento da doença, entre os estádios fenológicos Vn (fim da fase vegetativa) e R1 (início da floração) ou no pré-fechamento das entrelinhas da cultura
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
0,4 L p.c./ha 70 a 150 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 a 21 dias. 30 dias. Realizar a primeira aplicação de forma preventiva ao aparecimento da doença, entre os estádios fenológicos Vn (fim da fase vegetativa) e R1 (início da floração) ou no pré-fechamento das entrelinhas da cultura
Ferrugem asiática
(Phakopsora pachyrhizi)
0,4 L p.c./ha 70 a 150 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações 15 a 21 dias. 30 dias. Realizar a primeira aplicação de forma preventiva ao aparecimento da doença, entre os estádios fenológicos Vn (fim da fase vegetativa) e R1 (início da floração) ou no pré-fechamento das entrelinhas da cultura, garantindo assim que todas as folhas receberão produto e estarão devidamente protegidas a ocorrência da doença
Mancha alvo
(Corynespora cassiicola)
0,4 L p.c./ha 70 a 150 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 a 21 dias. 30 dias. Realizar a primeira aplicação de forma preventiva ao aparecimento da doença, entre os estádios fenológicos Vn (fim da fase vegetativa) e R1 (início da floração) ou no pré-fechamento das entrelinhas da cultura
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,4 L p.c./ha 70 a 150 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 a 21 dias. 30 dias. Realizar a primeira aplicação de forma preventiva ao aparecimento da doença, entre os estádios fenológicos Vn (fim da fase vegetativa) e R1 (início da floração) ou no pré-fechamento das entrelinhas da cultura
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,4 L p.c./ha 70 a 150 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 a 21 dias. 30 dias. Realizar a primeira aplicação de forma preventiva ao aparecimento da doença, entre os estádios fenológicos Vn (fim da fase vegetativa) e R1 (início da floração) ou no pré-fechamento das entrelinhas da cultura
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,4 L p.c./ha 70 a 150 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intevalo de 15 a 21 dias. 30 dias. Realizar a primeira aplicação de forma preventiva ao aparecimento da doença, entre os estádios fenológicos Vn (fim da fase vegetativa) e R1 (início da floração) ou no pré-fechamento das entrelinhas da cultura
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,4 a 0,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 20 a 25 dias. 30 dias. Iniciar a primeira aplicação de forma preventiva ou a partir dos primeiros sintomas, até um máximo de 1% de incidência foliar
Fusariose
(Fusarium graminearum)
0,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Sob condições climáticas favoráveis ao fungo (temperatura alta entre 20 a 25ºC e precipitação pluviométrica de, no mínimo, 48 horas consecutivas), realizar 1 aplicação preventiva na fase de floração. 30 dias. Sob condições climáticas favoráveis ao fungo (temperatura alta entre 20 a 25ºC e precipitação pluviométrica de, no mínimo, 48 horas consecutivas), realizar 1 aplicação preventiva na fase de floração
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,4 a 0,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 15 a 20 dias. 30 dias. Começar o monitoramento da doença a partir da fase de afilhamento. A aplicação deve ser efetuada a partir dos primeiros sintomas da doença

Frasco de Polietileno de Alta densidade (PEAD) de 250 mL; 500 mL e 1L
Bombona de Polietileno de Alta densidade (PEAD) de 5; 10; 20 Litros
Tambores de Polietileno de Alta densidade (PEAD) de 50;100;200 Litros
Contentores intermediários para granéis ( IBC) de Polietileno de Alta densidade (PEAD) de 500 e 1000 Litros.

Instruções de Uso
FOX é um fungicida mesostêmico e sistêmico aplicado na cultura de algodão, feijão, soja e trigo conforme abaixo:
Culturas, Doenças e Doses aplicadas: Vide " Inficações de Uso/Doses"
Observações:
* Adicionar óleo metilado de soja, Aureo, na dose de 0,25% (500 milha)
** Adicionar óleo metilado de soja, Aureo, nas doses de 0,25% a 0,5% (500 a 1000 milha)
p.c = Produto comercial g.i.a = gramas ingrediente ativo
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Algodão: Para controle de ramulose, iniciar as aplicações preventivamente ainda na fase vegetativa, próximo aos 40 dias após semeadura. Para controle da ramulária, iniciar o controle na ocorrência dos primeiros sintomas. Repetir a aplicação a cada 10-14 dias, utilizando o menor intervalo em condições climáticas e de infecção muito favorável aos fungos. Fazer 4 aplicações.

Feijão: Para o controle de antracnose, mancha-angular e ferrugem, fazer 3 aplicações, iniciando a primeira aplicação preventivamente no estádio fenológico V4 (quarta folha verdadeira), e a partir daí, deve-se repetir preventivamente a segunda e a terceira aplicação, com intervalos médios de 14 dias. Caso haja necessidade de uma quarta aplicação, utilizar outro fungicida.

Soja: Para controle de crestamento-foliar e septoriose, realizar 2 aplicações, ambas na fase reprodutiva da cultura, sendo a primeira nos estádios R1 a R2 (floração até a formação das primeiras vagens) e a segunda no estádio R5.1 (início de formação de grãos). Utilizar a maior dose em situações curativas e de alta pressão das doenças.
Para o controle de ferrugem-asiática, fazer a primeira aplicação preventiva em (R1), ou nos primeiros sintomas da doença, somente se a ferrugem ocorrer antes desta fase. Realizar o monitoramento, e fazer a segunda aplicação de 15 a 21 dias após, mesmo sem a presença de ferrugem. Continuar o monitoramento, e caso seja necessário mais aplicações, aplicar outro fungicida de forma a evitar o aparecimento de fungos resistentes. Utilizar a maior dose caso a primeira aplicação seja feita já com início de sintomas e em situações de alta pressão da doença.
Para o controle de oídio, a aplicação deve ser feita no aparecimento dos primeiros sintomas da doença na parte inferior das plantas. Fazer de 1 a 2 aplicações. Utilizar a maior dose caso a primeira aplicação seja feita com uma
severidade muito alta da doença, e em condições de alta pressão e de severidade muito alta da doença, e em condições de alta pressão e de cultivares muito sensíveis.
Para o controle da meia, realizar preventivamente 2 aplicações, sendo a primeira no inicio da fase reprodutiva da cultura, no estádio R1 a R2 (floração plena) e a segunda no R4 a R5 ( vagem formada). Utilizar a maior dose caso a primeira aplicação seja feita já com inicio de sintomas e em situações de alta pressão da doença.
Para o controle da antracnose e mancha-alvo, realizar preventivamente 2 aplicações, sendo a primeira no final da fase vegetativa ou no máximo no inicio da fase reprodutiva da cultura, entre os estádios V9 (fim vegetativo) e R1 (inicio da floração) e a segunda entre o estádio R4/R5.1 (vagem formada). Utilizar a maior dose caso o momento da primeira aplicação já existam sintomas da doença ou em situações de alta pressão em cultivares muito sensíveis.

Trigo:
Para controle das doenças em trigo, observar as orientações abaixo, que seguem as Recomendações Técnicas da Comissão Sul-Brasileira de Pesquisa de Trigo:
- Mancha-amarela: começar o monitoramento da doença a partir da fase de afilhamento. A aplicação deve ser efetuada a partir dos primeiros sintomas da doença, reaplicando no reaparecimento dos sintomas ou de 15-20 dias após.
- Ferrugem-da-folha: iniciar a primeira aplicação preventiva a partir dos primeiros sintomas, até um máximo de 1 % de incidência foliar, e a segunda preventivamente de 20 a 25 dias após a primeira.
- Giberela: sob condições climáticas favoráveis ao fungo (temperatura alta entre 20 a 25°C e precipitação pluviométrica de, no mínimo, 48 horas consecutivas), realizar 1 aplicação preventiva na fase de floração, quando se observar o maior número de flores abertas na lavoura.

MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
A dose recomendada deve ser diluída em água e aplicada na forma de pulverização.
- Equipamento terrestre: tratorizados com barra. Os equipamentos devem ser dotados com bico de jato cônico vazio da série "D" ou similar, com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas de 200 a 250 micra e densidade acima de 200 gotas/cm2
Para as culturas do algodão, feijão, soja e trigo, recomenda-se o volume de calda de 200 L/ha.
- Para pulverização com aeronaves agrícolas, utilizar barras equipadas com bicos de jato cônico vazio da série "D" ou similar, com a combinação adequada de difusor (core), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 80 gotas / cm2. Recomenda-se o volume de 30 - 40 Llha de calda, altura de vôo de 2 - 3 m do alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15 -18 m.
Condições climáticas - Aplicação aérea:
Temperatura: < 30o.C
Velocidade do vento: entre 2,0 km/h e 10 km/h
Umidade relativa: superior a 60%

- Aplicação terrestre:

Temperatura: < 30o.C
Velocidade do vento: < 15 km/h
Umidade relativa: superior a 60%

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão 30 dias
Feijão 15 dias
Soja 30 dias
Trigo 30 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Ministério da Saúde Humana - ANVISAlMS).

Fitotoxidade para as culturas indicadas:
O produto não é fitotóxico para a cultura indicada na dose e condições recomendadas.
Outras restrições a serem recomendadas:
Não há.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Ministério da Saúde Humana - ANVISAlMS).

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRiÇÃO DOS PROCESSOS DE TRIPLlCE LAVAGEM OU TÉCNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

INFORMAÇpES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVQLUÇÃO, DESTINAÇAp, TRANSPORTE,RECICLAGEM, REUTILlZAÇAO E INUTILlZAÇAO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

INFORMAÇpES SOBRE PROCEDIMENTOS PARA DEVO!-UÇÃO E DESTINAÇAO DE PRODUTOS IMPROPRIOS PARA UTILlZAÇAO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacâo, botas, avental, máscara, óculos e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual ( EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Produto extremamente irritante para os olhos.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico Classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os pisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de
algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
Intoxicações por TRIFLOXISTROBINA
Informações médicas:
Grupo químico: Estrobilurina
Classe toxicológica: I EXTREMAMENTE TÓXICO
Vias de exposição: Oral e dérmica
Toxicocinética: Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que cerca de 55-
65% do produto ingerido, é absorvido pelo trato gastrintestinal. O nível máximo de resíduos no sangue foi alcançado entre 12 e 24 horas após a ingestão, não havendo diferença significativa na biodisponibilidade entre sexos. Os resíduos decresceram pela metade dos valores máximos alcançados em 1 a 3 dias após.
O ingrediente ativo é metabolizado e excretado principalmente pelas fezes ( cerca de 80% da dose ingerida nos machos e 65% nas fêmeas). O produto também é excretado pela urina ( cerca de 10% nos machos e 25% nas fêmeas). A degradação do produto absorvido foi quase completa e independente do sexo e dose.
Mecanismos de toxicidade: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Sintomas e sinais clínicos: Piloereção leve , postura curvada, perda de peso.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição.
Tratamento: Não há antídodo específico. Tratamento sintomático, em função do quadro clínico. Medidas terapêuticas imediatas para reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a ação do produto e intensificar sua eliminação.
Contra indicações: A indução do vômito é contra indicada em razão do risco de aspiração e pneumonite química.
Efeitos sinérgicos: Desconhecidos
Atenção: Ligue para o DISQUE INTOXICAÇÃO 0800 722 6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica - (RENACIAT- ANVISA/MS)
Notifique o sistema de informação de agravos de notificação ( SINAN/MS)
TELEFONE DE EMERGÊNCIA DA EMPRESA 0800 7010450
INTOXICAÇÃO POR PROTIOCONAZOL
Informações médicas:
Grupo Químico: Triazolintione
Classe toxicológica: I EXTREMAMENTE TÓXICO
Vias de exposição: Oral e dérmica
Toxicocinética: Em estudos realizados em animais ( ratos) de laboratório que receberam 2 em 150 mg/kg p.c. ( dose única) e 2 mg/kg p.c/dia (doses repetidas) foi observada rápida absorção do material radiomarcado, sendo que após a administração da menor dose foi observada absorção de 90% do total administrado. O material radiomarcado apresentou circulação enteroepática, demonstrada pela variação da concentração do pico plasmático. Após 1 hora da administração, o material radiomarcado foi detectado, principalmente nos
órgãos responsáveis pela absorção, degradação e excreção, como oestômago, o intestino delgado, o fígado, os rins e a bexiga urinária.
Apenas 0,06% da quantidade administrada foi encontrada no ar exalado nas primeiras 48h (grupo 8). Em quase todos os grupos de animais, cerca de 90% a 100% do material radiomarcado foi excretado através da urina, das fezes ou da bile durante as primeiras 48h, sendo 78% a 96% através das fezes elapenas 4% a 16% através da urina em machos. Em fêmeas, a excreção renal foi de 10% a 16% do total administrado. A excreção em dois grupos de animais (machos) foi de 85%.
Mecanismos de toxicidade: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Sintomas e sinais clínicos: Piloereção, andar descoordenado, aumento na salicação, diminuição na mobilidade e na respiração.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição.
Tratamento: Não há antídoto específico. Tratamento sintomático, em função do quadro clínico. Medidas terapêuticas imediatas para reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a ação do produto e intensificar sua eliminação.
Contra indicações: A indução do vômito é contra indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos sinérgicos: Desconhecidos
Atenção: Ligue para o DISQUE INTOXICAÇÃO 0800 722 6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica - (RENACIAT- ANVISA/MS)
Notifique o sistema de informação de agravos de notificação ( SINAN/MS)
TELEFONE DE EMERGÊNCIA DA EMPRESA 0800 7010450

Dados relativos à proteção do Meio Ambiente
Precauções de uso e advertência quanto aos cuidados de proteção ao meio ambiente
Este produto é: Muito perigoso ao Meio Ambiente ( Classe II)
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.

O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.

Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.

Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.

Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT

Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BA YER S.A. - telefone de Emergência: 0800243334.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE COz, PÓ QUíMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RíGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPl's -Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até X do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
•Lavagem sob Pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Armazenamento da embalagem vazia
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RíGIDA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

o armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuano, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro dr seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
-TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuano, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
-TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.

O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:

•Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
•Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
•Realizar no máximo 3-4 aplicações de FOX (Prothioconazole&Trifloxystrobin) por ciclo da cultura, utilizando-o em alternância com fungicidas de mecanismos de ação diferentes da classe das estrobilurinas e dos triazóis.

•Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MIO) quando disponíveis e apropriados.
•Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência