Bula Imidagold 700 WG - UPL

Bula Imidagold 700 WG

acessos
Imidacloprid
6410
UPL

Composição

Imidacloprido 700 g/kg Neonicotinóide

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato, Ingestão, Sistêmico

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
70 g.p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. 30 dias. Quando atingido o nível de ontrole sugerido em programas de manejo integrado de pragas (MIP). O nível de controle recomendado depende da susceptibilidade da variedade cultivada à virose mosaico- das-nervuras ou doença azul. Nas variedades suscetíveis, as pulverizações de IMIDAGOLD 700 WG deverão iniciar-se quando de 5 a 10% das plantas estiverem atacadas, ou seja, presença de colônia, e o nível de incidência de plantas doentes seja inferior a 2%. No caso do percentual de plantas com a virose estiver entre 2% a 6%, o nível para controle é de 3% a 5% de plantas com pulgões. Nas variedades tolerantes ou resistentes, o nível de controle dá-se quando constatado 40% das plantas atacadas. O monitoramento e controle do pulgão são essenciais até aos 60 dias da emergência da cultura, embora este deva continuar até aos 120 dias, sobretudo nas variedades suscetíveis às viroses
Tripes
(Frankliniella schultzei)
100 g.p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. 30 dias. O nível de controle para Tripes é de 70% das plantas infestadas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
360 g.p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por safra da cultura. 21 dias. Pulverização dirigida à linha de plantio após a emergência da cultura
Tripes
(Thrips palmi)
100 g.p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por safra da cultura. 21 dias. Quando da ocorrência da praga e repetidas a intervalo de 15 dias
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca da cana
(Migdolus fryanus)
400 g p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Deverá ser realizada única aplicação direcionada aos colmos no sulco de plantio, cobrindo-os logo após o tratamento
Cupim
(Heterotermes tenuis)
400 g.p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Deverá ser realizada única aplicação direcionada aos colmos no sulco de plantio, cobrindo-os logo após o tratamento
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
100 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo uma aplicação por ciclo da cultura. 21 dias. Realizar a pulverização quando no aparecimento da praga
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha
(Oncometopia facialis)
5 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - Repetir aplicação em intervalo de 14 dias para eliminar as reinfestações. Realizar no máximo 4 aplicações por safra da cultura. 21 dias. Assim que observado o aparecimento da praga. Recomenda-se a utilização de óleo mineral ou vegetal na calda de pulverização
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
10 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - Repetir aplicação em intervalo de 14 dias para eliminar as reinfestações. Realizar no máximo 4 aplicações por safra da cultura. 21 dias. Assim que observado o aparecimento da praga. Recomenda-se a utilização de óleo mineral ou vegetal na calda de pulverização
Cochonilha pardinha
(Selenaspidus articulatus)
10 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - Repetir aplicação em intervalo de 14 dias para eliminar as reinfestações. Realizar no máximo 4 aplicações por safra da cultura. 21 dias. Assim que observado o aparecimento da praga. Recomenda-se a utilização de óleo mineral ou vegetal na calda de pulverização
Minadora da folhas
(Phyllocnistis citrella)
5 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por safra da cultura. 21 dias. Observar os ramos recém brotados, época da primavera, e a presença ou não da praga. A presença é positiva quando há na folha pelo menos uma lagarta que esteja no primeiro ou segundo estágio. O controle deve ser adotado em pomares novos quando o talhão apresentar 10% de ramos com lagarta viva no primeiro e segundo estádio de desenvolvimento, e no caso de pomares adultos quando este índice for de 30%
Pulgão preto dos citros
(Toxoptera citricida)
5 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - Repetir aplicação em intervalo de 14 dias para eliminar as reinfestações. Realizar no máximo 4 aplicações por safra da cultura. 21 dias. Assim que observado o aparecimento da praga. Recomenda-se a utilização de óleo mineral ou vegetal na calda de pulverização
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
360 g.p.c./ha 600 a 1200 L de calda/ha - Repetir a aplicação em caso de reinfestação ao intervalo de 20 dias. UNA Realizar a pulverização quando do aparecimento da praga
Tripes
(Thrips palmi)
100 g.p.c./ha 600 a 1200 L de calda/ha - Repetir a aplicação em caso de reinfestação ao intervalo de 20 dias. UNA Realizar a pulverização quando do aparecimento da praga
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
150 g.p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Repetir aplicação conforme reinfestação com intervalos de 14 dias. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. 21 dias. As pulverizações deverão iniciar-se quando do aparecimento da praga
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
250 g.p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Repetir aplicação conforme reinfestação com intervalos de 14 dias. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. 21 dias. As pulverizações deverão iniciar-se quando do aparecimento da praga
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
150 g.p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Repetir aplicação conforme reinfestação com intervalos de 14 dias. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. 21 dias. As pulverizações deverão iniciar-se quando do aparecimento da praga
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do fumo
(Faustinus cubae)
15 g/50 m² canteiro 40 L/50m² - Deverão ser realizadas duas aplicações de na forma de rega, a primeira após a semeadura e a segunda 45 dias depois. UNA Deverão ser realizadas duas aplicações de na forma de rega, a primeira após a semeadura e a segunda 45 dias depois
Pulgão
(Myzus nicotianae)
360 g.p.c./ha 180 a 240 L de calda/ha - - UNA Deverá ser feita logo após o transplante, na modalidade de esguicho, dirigindo-se o jato do pulverizador para a base da planta de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
200 g.p.c./ha 10 a 15 mL/planta - Uma aplicação. 14 dias. Realizar uma aplicação por gotejo, ou esguicho direcionado à base da plântula recém germinada
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
300 g.p.c./ha 10 a 15 mL/planta - Uma aplicação. 14 dias. Realizar uma aplicação por gotejo, ou esguicho direcionado à base da plântula recém germinada
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
200 g.p.c./ha 10 a 15 mL/planta - Uma aplicação. 14 dias. Realizar uma aplicação por gotejo, ou esguicho direcionado à base da plântula recém germinada
Tripes
(Thrips palmi)
200 g.p.c./ha 10 a 15 mL/planta - Uma aplicação. 14 dias. Realizar uma aplicação por gotejo, ou esguicho direcionado à base da plântula recém germinada
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
200 g.p.c./ha 10 a 15 mL/planta - Uma aplicação. 7 dias. Realizar uma aplicação por esguicho direcionada à base da muda transplantada
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
300 g.p.c./ha 10 a 15 mL/planta - Uma aplicação. 7 dias. Realizar uma aplicação por esguicho direcionada à base da muda transplantada
Pulgão verde
(Myzus persicae)
200 g.p.c./ha 10 a 15 mL/planta - Uma aplicação. 7 dias. Realizar uma aplicação por esguicho direcionada à base da muda transplantada
Tripes
(Thrips palmi)
200 g.p.c./ha 10 a 15 mL/planta - Uma aplicação. 7 dias. Realizar uma aplicação por esguicho direcionada à base da muda transplantada

Saco filme plástico ou papel aluminizado: 0,1 0,2; 0,25; 0,36; 0,5; 1,0 e 2,0 kg.
Saco plástico aluminizado: 0,36; 1,0 e 2,0 kg.
Saco hidrossolúvel: 0,03; 0,05 e 1,0 kg.

INSTRUÇÕES DE USO: IMIDAGOLD 700 WG é um inseticida de ação sistêmica que atua interferindo na transmissão de estímulo no sistema nervoso, resultando na paralisia e morte do inseto.

NÚMERO, ÉPOCA, E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

ALGODÃO: Deverá ser realizado monitoramento na cultura quanto à incidência de pragas, sendo a aplicação do produto recomendada quando atingido o nível de controle sugerido em programas de manejo integrado de pragas (MIP). No caso de pulgões, o nível de controle recomendado depende da susceptibilidade da variedade cultivada à virose mosaico-das-nervuras ou doença azul. Nas variedades suscetíveis, as pulverizações de IMIDAGOLD 700 WG deverão iniciar-se quando de 5 a 10% das plantas estiverem atacadas, ou seja, presença de colônia, e o nível de incidência de plantas doentes sejam inferiores a 2%. No caso do percentual de plantas com a virose estiver entre 2% a 6%, o nível para controle é de 3% a 5% de plantas com pulgões. Nas variedades tolerantes ou resistentes, o nível de controle dá-se quando constatado 40% das plantas atacadas. O monitoramento e controle do pulgão são essenciais até aos 60 dias da emergência da cultura, embora este deva continuar até aos 120 dias, sobretudo nas variedades suscetíveis às viroses.
O nível de controle para Tripés é de 70% das plantas infestadas.

FEIJÃO: As pulverizações deverão iniciar-se no aparecimento da praga, e repetidas conforme reinfestação com intervalos de 14 dias. Especial atenção deve ser dada ao controle da mosca branca, sobretudo em períodos de maior ocorrência, como na safra da seca, devido à transmissão de virose à cultura. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura.

FUMO: No tratamento de canteiro, deverão ser realizadas duas aplicações de IMIDAGOLD 700 WG na forma de rega, a primeira após a semeadura e a segunda 45 dias depois. Aplicação no campo definitivo deverá ser feita logo após o transplante, na modalidade de esguicho, dirigindo-se o jato do pulverizador para a base da planta de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo.

CANA-DE-AÇÚCAR: Deverá ser realizada única aplicação direcionada aos colmos no sulco de plantio, cubrindo-os logo após o tratamento.

CITROS: Para o controle de minadora-das-folhas recomenda-se o monitoramento do pomar com observações dos ramos recém brotados, época da primavera, e a presença ou não da praga. A presença é positiva quando há na folha pelo menos uma lagarta que esteja no primeiro ou segundo estágio. O controle deve ser adotado em pomares novos quando o talhão apresentar 10% de ramos com lagarta viva no primeiro e segundo estádio de desenvolvimento, e no caso de pomares adultos quando este índice for de 30%.
O controle de pulgão, cigarrinha e cochonilhas deve ser feito com pulverizações de IMIDAGOLD 700 WG, assim que observado o aparecimento da praga e repetir com intervalos de 14 dias para eliminar as reinfestações.
Recomenda-se a utilização de óleo mineral ou vegetal na calda de pulverização.
Realizar no máximo 4 aplicações por safra da cultura.

MELÃO: realizar uma aplicação por gotejo, ou esguicho direcionado à base da plântula recém germinada.

BATATA: Para o controle de pulgão, deverá ser feita pulverização dirigida à linha de plantio após a emergência da cultura. No controle de tripes, as aplicações deverão ser iniciadas quando da ocorrência da praga e repetidas a intervalo de 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por safra da cultura.

TOMATE: realizar uma aplicação por esguicho direcionada à base da muda transplantada.

CEBOLA: Realizar a pulverização quando no aparecimento da praga. Realizar no máximo uma aplicação por ciclo da cultura.

CRISÂNTEMO: Realizar a pulverização quando no aparecimento da praga , repetindo em caso de reinfestação ao intervalo de 20 dias.


MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

O produto deverá ser diluído em água para ser pulverizado de acordo com as dosagens recomendadas para cultura e alvo. A calda deverá ser mantida em agitação no tanque de pulverização durante seu preparo e aplicação.

O produto é indicado para aplicações terrestres, em diferentes modalidades de aplicação, de acordo com as recomendações abaixo:

FUMO: As aplicações de canteiro deverão ser feitas diluindo-se a dose recomendada de IMIDAGOLD 700 WG, 15 g/m² de canteiro de mudas, em 40 litros de água e procedendo-se a rega.
Para as aplicações de campo, após transplante das mudas, o produto diluído em água deverá ser aplicado na modalidade de esguicho dirigindo-se o jato do pulverizador para a base da planta de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo. O volume de calda recomendado no esguicho é de 10 – 15 mL/planta, gastando-se de 180 a 240 litros de calda por hectare, o que equivale a 12 cargas de pulverizadores costais de 15 ou 20 litros, respectivamente. Desse modo, temos a recomendação de dose de 30 g do produto (1 saquinho) por pulverizador costal.
CANA-DE-AÇÚCAR: Deverá ser feita aplicação com jato dirigido ao sulco de plantio, sobre os colmos, cobrindo-os logo após o tratamento. Utilizar bicos tipo leque e empregar volume de calda de 400 – 500 L/ha.

CITROS: As pulverizações nos pomares de citros deverão ser feitas preferencialmente com turboatomizadores, recomendando-se a adição de óleo mineral ou vegetal à calda de pulverização na concentração de 0,25% a 0,50%, e volume de calda de 2000 litros/ha.

MELÃO: Aplica-se o produto logo após a emergência das plantas na modalidade de esguicho, direcionando-se o jato para a base e gastando-se de 10 -15 mL de calda/planta. O produto também pode ser utilizado em gotejamento, sendo também aplicado logo após a emergência das plantas.

BATATA: Para o controle de pulgão, deverá ser feita pulverização dirigida à linha de plantio após a emergência da cultura. No controle de tripes, as pulverizações deverão ser feitas com bicos cônicos, e iniciadas quando da ocorrência da praga e repetidas a intervalo de 15 dias, utilizando-se volume de calda de 400 – 500 litros/ha.

TOMATE: Aplica-se o produto na modalidade de esguicho, logo após o transplante da muda, direcionando-se o jato do pulverizador para a base da planta e gastando-se de 10 -15 mL de calda/planta.

CEBOLA: Aplicação deverá ser feita com pulverizador equipado com bico cônico, utilizando-se volume de calda de 500 – 1000 litros/ha. Recomenda-se o uso de espalhante adesivo à calda de pulverização.

CRISÂNTEMO: Aplicação deverá ser feita com pulverizador equipado com bico cônico, utilizando-se volume de calda de 600 – 1200 litros/ha.

INTERVALO DE SEGURANÇA
Algodão 30 dias.
Feijão 21 dias.
Cana-de-Açúcar (1).
Citros 21 dias.
Melão 14 dias.
Batata 21 dias.
Tomate 7 dias.
Cebola 21 dias.
Crisântemo e Fumo UNA.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO
O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas nas doses e condições recomendadas.

(1) Intervalo de Segurança não determinado devido à modalidade de uso.
UNA – Uso não alimentar

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais, e pessoas.
PRECAUÇOES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite o máximo possível o contato com área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quente do dia. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇOES APÓS O APLICAÇÃO
Sinalizar a área com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.

Unitod Phosphorus do Brasil Ltda.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado na embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara,
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize o equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para pessoa beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável, por exemplo.

-INTOXICAÇÕES POR IMADACLOPRIDO
-INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico: Neocicotinóide
Classe toxícológica de exposição: III - MEDIANAMENTE TOXICO Oral, inalatória e dérmica
Toxicocunetica: Estudos de biocinética em ratos mostraram que os imidadoprido é
rapidamente e quase completamente absorvido pelo lúmem intestinal. Da mesma forma, a eliminação é rápida e completa. Não há indícios de potencial de bioacumulaço do composto parental bem como de seus metabólitos. Os processos de absorção e excreção são independentes da via de exposição. Observa-se como média 75% da excreção via
urina e o restante via fezes, pela bile excretada, O pico de concentração plasmática é atingido entre 1 e 2 horas após administração e o produto se distribui rapidamente do espaço intravascular para os órgãos e tecidos periféricos do corpo. Após 48 horas da aplicação, a presença do imidacloprido nos tecidos é bastante limitada. A taxa de metabolização do imidacloprido em ratos é alta e mais pronunciada em machos do que em fêmeas. Somente entre 10 a 16 % do composto parental é encontrado na excreta. O principal metabolito renal excretado é do ácido 6-cloronicotínico e seu produto glicina conjugado, bem como os dois correspondentes de biotransformação com anel imidazolidina. As duas maiores rotas de metabolismo responsáveis pela degradação do imidacloprido são 1-Clivagem oxidativa gerando nitroimino imidazolina e ácidos cloronicotínico, que sofre conjugação com glicina.
Estes metabólitos são encontrados somente na urina e excretados rapidamente. Eles constituem a maior parte dos metabolitos identificados e representam cerca de 30 % destes; 2 - Hidroxilação do anel imidazolina entre as posições 4-5.

Mecanismos de toxidade:
Inseticidas neonicotinóides interagem menos com os subtipos de receptores nicotínicos humanos quando comparado aos de insetos. Devido a pouca penetração através da barreira hemato-encefálica, os efeitos mediados pelo sistema nervoso central não são esperados em
níveis baixos de exposição.

Sintomas e sinais clínicos:
A ingestão de imidacloprido pode causar tontura, sonolência, tremores e movimentos incoordenados. Sintomas após exposição aguda ao produto formulado (imidacloprido e outros ingredientes) incluíram falta de coordenação, tremores, diarréia e perda de peso. Estudos crônicos com ratos mostraram que tireóide e especialmente sensível ao imidacloprido. Existe a possibilidade de efeitos anticolinérgicos em humanos. Em experimentos animais de dose alta observaram-se distúrbios na respiração e na movimentação, tremores, hiportemia e
reflexos pupilares impareados. Os sintomas são similares a intoxicação por nicotina. Esses inseticidas parecem ser menos tóxicos quando absorvidos por via dérmica ou inalatória do que quando absorvidos por via oral. A ingestão de formulações de inseticidas neonicotinóides também pode resultar em sintomas clínicos relacionados aos surfactantes, solventes ou outros ingredientes, sendo quem alguns podem ser corrosivos.
Devem-se tratar os sintomas.
Diagnostico: O diagnostico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrencia de quadro clinico compativel.

Tratamento: Não há antídoto específico. Remova o paciente da fonte de exposição. Lave a área do corpo atingida pelo produto com grandes quantidades de água e sabão. Lave os olhos com grande quantidade de égua durante 15 minutos e, se necessário, utilize colírio anestésico após a lavagem. Pacientes com intoxicação via oral devem ser observados cuidadosamente para possível desenvolvimento de irritação ou queimaduras no esôfago ou trato gastrintestinal. Se estiverem presentes sinais ou sintomas de irritação ou queimaduras no esôfago, considere a endoscopia para determinar a extensão do dano.
Lavagem gástrica deve ser considerada em ingestões significativas (grandes volumes) e no período máximo de 2 horas. Administre carvão ativado (240mL de água / 30g de carvão ativado). Dose usual: 25 a lOOg em adultos/adolescentes, 25 a 50g em crianças
(1 a 12 anos), e 1 g / kg em crianças com menos de 1 ano de idade. Reidrate o paciente que estiver perdendo fluidos através do vômito e diarréia.

Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração
edepneumoniquímica.

Efeitos sinérgicos: Não se conhecem efeitos sinérgicos para este produto.

ATENÇÃO: Ligue para Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS. Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS).
Telefone de Emergência da empresa: (Oxxll) 2337-7740 ou 0800 701450 (Planitox-Line Plus).

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS E LABORATORIO:
Não existem informações específicas em seres humanos. Em ensaios com animais de laboratório, imidacloprid foi rapidamente e quase completamente absorvido pelo trato gastrointestinal, e eliminado via urina e fezes (70-80% e 20-30%, respectivamente) em prazo de 48 horas. A mais importante etapa metabólica inclui a degradação de imidacloprid para ácido 6-chlonicotinic, um composto que age no sistema nervoso. Este composto pode se conjugar com glicina e ser eliminado, ou reduzindo à guanidina.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO: EFEITOS AGUDOS
DL 50 oral (ratos/ fêmeas): >550 mg/kg peso corpóreo.
DL 50 dérmica (ratos): >5000 mg/kg peso corpóreo.
C1_50 inalatória (ratos): >2,919 mg/L ar
Irritação dérmica (coelhos): Não irritante.
Irritação ocular (coelhos): Irritação leve reversível em 1 hora.
Sensibilização cutânea (Guinea pig): Pouco sensibilizante (15% em 24h, 5% em 48h).

EFEITOS CRÔNICOS
Nos estudos realizados com ratos de laboratório durante dois anos, observou-se um retardamento no ganho de peso dos animais que receberam a dose máxima testada na direta (900 ppm). Os ratos machos foram mais sensíveis que as fêmeas em relação à observação de partículas mineralizadas no colóide de folículos da tiróide, Quanto aos de mais parâmetros requeridos neste tipo de estudo não foram observados nenhuma anormalidade ou efeito significativos. As doses sem efeito foram 300 ppm para ratos fêmeas e 100 ppm para ratos machos.








Este produto é:
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE 1).
Muito Perigoso ao Meio Ambiente(CLASSE II).
x Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para minhocas.
- Este produto é ALTAMENTE TOXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior de maior visitação das abelhas.
- Evite contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produto tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa UNITED PHOSPHORUS DO BRASIL LTDA., pelo telefone de emergência (11) 2337-7740 e 0800-7010450 (Planitox LI ne-Plus).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d' água: interrompa Imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RIGIDA LAVÁVEL: - LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
- Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

- Lavagem sob Pressão:
AQ utilizar pulverizadores dotados de -equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimento
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem ob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição. Introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes Internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazena mento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local Indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
-TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL:
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, no próprio local ande guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL:
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

-TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA): - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
E obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
-TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, raç6es, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÔES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
'Este produto é tóxico para abelhas A aplicação aérea não é permitida.
Não aplique este produto em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou quando for observada visitação de abelhas na cultura.
O descumprimento dessas determinações constitui crime ambiental, sujeito a penalidades"







Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

Não são relatados casos de resistência específica ao produto.
Qualquer agente de controle de inseto pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de pragas da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da praga.
- Usar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o manejo de resistência a inseticidas.
- Incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas quando disponível e apropriado.