Bula Locker

acessos
Carbendazim
14211
FMC - Campinas

Composição

Carbendazim 200 g/L Benzimidazóis
Cresoxim-Metílico 125 g/L Estrobilurina
Tebuconazole 100 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria alternata)
1 a 1,25 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/cova 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 10 a 15 dias. 30 dias. Preventivo, 25 a 35 dias após o plantio
Ramularia
(Ramularia areola)
1 a 1,25 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 10 a 15 dias. 30 dias. Preventivo, 25 a 35 dias após o plantio
Ramulose
(Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides)
1 a 1,25 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 10 a 15 dias. 30 dias. Preventivo, 25 a 35 dias após o plantio
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
1,25 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 14 dias. 20 a 30 dias após a emergência
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
1,25 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 14 dias. 20 a 30 dias após a emergência
Mancha de alternaria
(Alternaria alternata)
1,25 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 14 dias. 20 a 30 dias após a emergência
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum truncatum)
1,2 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 30 dias. Preventivo, fase de florescimento a formação das vagens
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 30 dias. Preventivo, fase de florescimento a formação das vagens
Ferrugem asiática
(Phakopsora pachyrhizi)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 30 dias. Preventivo, fase de florescimento a formação das vagens
Mancha alvo
(Corynespora cassiicola)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 30 dias. Preventivo, fase de florescimento a formação das vagens
Mancha parda
(Septoria glycines)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 30 dias. Preventivo, fase de florescimento a formação das vagens
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 30 dias. Preventivo, fase de florescimento a formação das vagens
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,8 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 30 dias. Preventivo, fase de florescimento a formação das vagens
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
1,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. Preventivo, fase do emborracchamento
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
1,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. Preventivo na fase do afilhamento ou a partir dos primeiros sintomas
Ferrugem do colmo
(Puccinia graminis)
1,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. Surgimento dos primeiros sintomas
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
1,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. Preventivo na fase do afilhamento ou a partir dos primeiros sintomas
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
1,2 a 1,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. Preventivo na fase do afilhamento ou a partir dos primeiros sintomas
Mancha salpicada
(Septoria tritici)
1,2 a 1,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. Surgimento dos primeiros sintomas
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. Incidência foliar de 20 a 25 %

Frasco Plástico: 0,25; 0,3; 0,5; 1; 1,5; 2,0 ; 2,5; 3,0; 5,0 Litros.
Bombona Plástica: 0,25; 0,3; 0,5;3,0 ;3,5; 4,0; 4,5; 5,0; 10; 20; 50 Litros.
Container Metálico: 100,200,30,400,500,945 e 1000 Litros.
Farm Pack Plástico: 100,200,30,400,500,945 e 1000 Litros.
Tambor Metálico: 5;10;20;50;100;200;300 e 400 Litros.

INSTRUÇÕES DE USO:

LOCKER é um fungicida sistêmico e de contato que possui triplo modo de ação que contêm o carbendazim (do grupo dos benzimidazóis, inibidores da biossintese da tubulina), o tebuconazol (do grupo dos triazois, inibidores da biossintese do ergosterol) e o cresoxim-metílico (do grupo das estrobilurinas, inibidores de fluxo de elétrons na respiração mitocondrial). É um fungicida que deve ser usado em pulverizações preventivas (ver detalhes no texto) para o controle de doenças na parte aérea das culturas. As concentrações dos ingredientes ativos carbendazim, tebuconazole e cresoxim-metílico são, respectivamente, de 200 g/L + 100 g/L + 125,0 g/L, e formulação Suspensão Concentrada.

As recomendações de uso nas culturas de algodão, feijão, trigo e soja, para o controle de importantes doenças fúngicas seguem:

Intruções de uso/doses: Vide seção"Indicações de uso/doses".

* Usar óleo mineral, na dose de 0,5% v/v até no máximo 0,6 L/ha, ou adjuvante específico recomendado pelo fabricante.
(p.c.) = Produto comercial

OBS. Utilizar a dose mais alta em regiões com histórico de ocorrência ou em condições favoráveis ao desenvolvimento da doença.
Em geral as condições que favorecem o desenvolvimento das doenças para as quais o produto é indicado são: temperaturas e umidade relativa altas.

Número, época e intervalo de aplicação:

Algodão:
As aplicações devem ser iniciadas preventivamente a ocorrência da doença com a primeira aplicação cerca do 25º ao 35º dia após o plantio ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Repetir a aplicação, se necessário, em intervalos de 10 a 15 dias, de acordo com a evolução da doença e condições climáticas para o desenvolvimento da doença. Utilizar o menor intervalo em condições climáticas e de infecção muito favorável aos fungos.
Devem ser realizadas no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.

Feijão:
Realizar um máximo de 2 aplicações, a primeira aplicação deve ser feita aos 20 – 30 dias após emergência da cultura , e a partir daí, com intervalos de 15 dias, deve-se repetir a segunda e a terceira aplicações. Utilizar a maior dose quando ocorrer maior pressão dessas doenças.

Soja:
A primeira aplicação deve ser feita de forma preventiva quando a cultura estiver na fase do florescimento à formação de vagens e a segunda aplicação 15 a 20 dias após a primeira.
Utilizar a maior dose em condições de alta pressão das doenças.

Para o controle do oídio, a aplicação deve ser feita no aparecimento dos primeiros sintomas da doença na parte inferior das plantas. Fazer de 1 a 2 aplicações. Utilizar a maior dose caso a primeira aplicação seja feita com uma severidade muito alta da doença, e em condições de alta pressão e de severidade muito alta da doença, e em condições de alta pressão e de cultivares muito sensíveis.

- Para o controle da mela, realizar preventivamente 2 aplicações, sendo a primeira no início da fase reprodutiva da cultura, no estádio R1 a R2 (floração plena) e a segunda no R4 a R5 (vagem formada). Utilizar a maior dose caso a primeira aplicação seja feita já com o início de sintomas e em situações de alta pressão da doença.

- Para o controle de mancha-alvo e antracnose, realizar preventivamente a primeira aplicação até no máximo o estádio R1 (início da floração). Reaplicar quando a lavoura se apresentar no estádio R4/R5 (vagem formada). Utilizar a maior dose caso o momento da primeira aplicação já existam sintomas da doença ou em situações de alta pressão das doenças.

- Para o controle de ferrugem-da-soja, a aplicação deve ser feita preventivamente em (R1), ou nos primeiros sintomas da doença, somente se a ferrugem ocorrer antes desta fase, conforme as recomendações da Comissão Oficial de Pesquisa da Soja, quais sejam, sob condições climáticas favoráveis à doença ou se já houver ocorrência de focos na região. A dose maior deve ser utilizada em condições de alta pressão da doença. Realizar o monitoramento, e fazer a segunda aplicação de 15 a 20 dias após, mesmo sem a presença da ferrugem. Continuar o monitoramento, e caso seja necessário mais aplicações, aplicar outro fungicida de forma a evitar o aparecimento de fungos resistentes. Utilizar a maior dose caso a primeira aplicação seja feita já com início de sintomas e em situação de alta pressão da doença.
Sendo iniciado quando as condições climáticas forem favoráveis: chuvas bem distribuídas com longos períodos de molhamento, presença freqüente de orvalho pela manhã e temperatura variando entre 18o e 28 oC; e, quando detectada a ferrugem na região, visto que sua disseminação pode ser feita principalmente através do vento.

Importante: É necessário realizar o monitoramento das áreas logo após a germinação da soja. Caso seja constatada a presença da ferrugem-asiática-da-soja na região, aliando-se a condições climáticas favoráveis à incidência e proliferação da doença, as aplicações devem ser iniciadas em caráter preventivo, independente do estádio de desenvolvimento da cultura, obedecendo-se o número máximo de 3 aplicações.

Além disso, é importante que o monitoramento seja realizado desde o período vegetativo, sendo intensificada a observação quando as condições climáticas forem favoráveis ao patógeno (temperatura, umidade e molhamento foliar). Para a amostragem de monitoramento,e devem ser coletadas folhas do terço médio e inferior das plantas e procurar o sintoma da ferrugem asiática da soja. Maior atenção deve ser dispensada em regiões com histórico de ocorrência da doença.

Trigo:
Para o controle das doenças em trigo, observar as orientações abaixo, que seguem as Recomendações Técnicas da Comissão Sul- Brasileira de Pesquisa de

- Ferrugem da folha, mancha amarela ou mancha marrom: Começar o monitoramento das doenças a partir da fase de afilhamento. A aplicação deve ser efetuada preventivamente ou a partir dos primeiros sintomas da doença.
- Giberela
Sob condições climáticas favoráveis ao fungo (temperatura entre 20 e 25 oC e precipitação pluvial, no mínimo, 48 horas consecutivas), realizar uma aplicação preventiva, quando se observar o maior número de flores abertas na lavoura.
- Oídio:
Iniciar as aplicações quando a incidência foliar for de 20 a 25% a partir do estádio de alongamento.
- Brusone
Começar o monitoramento da doença a partir da fase de emborrachamento. A primeira aplicação deverá ser efetuada de forma preventiva na fase final de emborrachamento. A partir de 15 dias após a aplicação, continuar o monitoramento da lavoura e, em condições climáticas muito propícias ao reaparecimento da brusone, quando necessário, promover uma segunda aplicação no florescimento, protegendo assim, a fase de maior risco de dano à cultura.
A partir de 15 dias após a aplicação, continuar o monitoramento da lavoura e em condições climáticas muito propícias ao reaparecimento das doenças, quando necessário, promover uma segunda aplicação. Fazer, no máximo, 2 aplicações.

MODO DE APLICAÇÃO:

LOCKER deve ser diluído em água e aplicado através de pulverização sobre as plantas, de modo que haja uma boa cobertura da planta. Antes da diluição, o produto deve ser agitado em sua embalagem original.

Aplicação terrestre:
É proibida a aplicação através de equipamentos manuais (costal).

O LOCKER deve ser diluído em água, conforme a dosagem e indicação de uso para a cultura.
Utilizar pulverizador tratorizado de barra, equipado com bicos cônicos da série D ou similar, a uma pressão de 80 a 120 lb/pol2, produzindo um diâmetro de gotas de 200 a 400 µm, uma densidade de 50 a 70 gotas por cm², o que produzirá um volume de calda de 200 a 400 L/ha.

Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 27°C, com umidade relativa acima de 60% e ventos de no máximo 10 km/hora.

Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação.

Aplicação aérea:
Utilizar barra de pulverização dotada de bicos cônicos série D ou similar, com disco (core) com ângulo inferior a 45o ou micronair com 4 atomizadores, seguindo orientações do fabricante
quando ao ajuste do regulador de vazão (VRV), pressão e ângulo de pá. O volume de aplicação varia de 30 a 50 litros de calda por hectare, a uma altura de vôo com barras de 2 a 3 m do alvo, e se efetiva, a 15 m.
O tamanho das gotas deve ser entre 200 e 400 micra e a densidade das gotas em torno de 60 gotas/cm2.
Observar ventos de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 27°C e umidade relativa superior a 60% visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação.
O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação.

Instruções para preparo da calda de pulverização:
Encher metade do tanque do pulverizador com água e adicionar LOCKER mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.

Lavagem do equipamento de pulverização:
Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Algodão: 30 dias.
Feijão: 14 dias.
Soja: 30 dias.
Trigo: 35 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para as plantas tratadas. Somente utilizar as doses recomendadas. Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e na bula.

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRECAUÇÕES GERAIS:

• Produto para uso exclusivamente agrícola;
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados;
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos de segurança, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos;
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
• Não distribua o produto com as mãos desprotegidas;
• Ao abrir a embalagem, faça de maneira a evitar respingos.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamentos de proteção individual — EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara facial completa, cobrindo olhos, nariz e boca, com filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P3; touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

• Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
• Não aplique o produto na presença de vento e nas horas mais quentes do dia;
• Não aplique o produto contra o vento se utilizar distribuidor costal. Se utilizar trator ou avião, aplique o produto contra o vento. O trabalhador deve evitar se expor à nuvem de produto.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
• Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com químico para vapores orgânicos e filtro mecânico classe P3; óculos de segurança; touca árabe e luvas de nitrila

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

• Não reutilize a embalagem vazia;
• Sinalizar as áreas tratadas com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado na embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais;
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante;
• Tome banho troque e lave as roupas de proteção separado das roupas domésticas;
• Ao lavar as roupas utilizadas/contaminadas, utilize luvas e avental impermeável;
• No descarte de embalagens vazias use EPI (macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha);
• Evitar entrar nas áreas tratadas até o término do intervalo de reentrada estabelecida para o produto.

PRIMEIROS SOCORROS:

Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
• Ingestão: Não induzir o vômito. Em caso de vômito, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. Procurar um serviço de saúde levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
• Olhos: Retirar lentes de contato se presentes. Lavar os olhos com água corrente em abundância por 15 minutos elevando as pálpebras ocasionalmente. Procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
• Pele: Remover roupas e sapatos contaminados. Lavar as áreas atingidas com água corrente e sabão enn abundância. Procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
• Inalação: Remover a vítima para local arejado. Procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo bula e/ou receituário agronômico do produto.

INTOXICAÇÕES POR CARBENDAZIM, TEBUCONAZOL e KRESOXIM-METHYL

INFORMAÇÕES MÉDICAS

As informações presentes nesta tabela sáo para uso exclusivo do profissional de saúde. Os procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde, etc.).

GRUPO QUÍMICO: carbendazim: benzimidazol; tebuconazol: traizol; Kresoxim-methyl: estrobilurina.
CLASSE TOXICOLÓGICA:
VIAS DE EXPOSIÇÃO: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
TOXICOCINÉTICA:
CARBENDAZIM: O carbendazim é bem absorvido por todas as vias principalmente pela via oral (80-85%), e em menor extensão pela via cutânea. Quando absorvido é metabolizado formando vários metabólitos, os principais são: 5-HBC e os óxidos do 5,6-HOBC-N e em menos quantidade os metabólitos 5,6-DHBC-S e 5,6-DGBC-G. a distribuição do carbendazim nos tecidos demonstrou a ausência de bioconcentração.
Nos ratos, a mais alta concentração depois da administração oral (menor que 1% da dose) ocorreu no fígado. O carbendazim e seus metabólitos também foram encontrados nos rins de galinhas e vacas, mas não foram detectados em outros tecidos. Nos ratos, mais de 98% de urna dose de 50mg de carbendazim rádio-marcado foi recuperado na urina e fezes dentro de 72 horas. A excreção urinária contabilizou aproximadamente 65°/0 da dose administrada. O metabólito principal foi o methy1-5-hyd roxy-benzimidazol-2- ylcarbamate livre, e os metabólitos secundários foram o g lucuron e/ou sulfatos conjugados deste metabolito. Vias de absorção: Oral (80-85°/0), dérmica em menor intensidade.
TEBUCONAZOL Após administração oral a ratos, 65-80% da dose foi eliminada pelas vias biliar e fecal, ao passo que a eliminação urinãria contabilizou em torno de 16-35%.
Biotransformação: Ocorrem reações de oxidação, resultando em metabólitos de hidroxilas, carboxilas, trióis e cetoácidos, bem como conjugados (por exemplo, o triazol)
KRESOXIM-METHYL: em animais de laboratório foi absorvido pelo trato gastrointestinal, metabolizado pelo fígado e seus metabólitos foram excretados através das fezes, urina e bile. Não houve acúmulo nos tecidos e órgãos; um total de 32 diferentes metabólitos foram identificados na urina,fezes, bile, plasma, fígado e rins de ratos.
MECANISMOS DE TOXICIDADE:
CARBENDAZIM: Os efeitos biológicos do carbendazim resultam das suas interações com os microtúbulos celulares. Essas estruturas celulares estão presentes em todas as células eucarióticas e estão envolvidas em funções vitais como o transporte intracelular e a divisão celular, a qual é inibida pelo carbendazim. A toxicidade em mamíferos está relacionada à disfunção microtubular. O carbendazim, assim como outros compostos do grupo químico benzimidazol, indica toxicidade espécie-seletiva. Essa seletividade toxicológica é, ao menos em parte, explicada pelas ligações diferentes do carbendazim às tubulinas das espécies alvo e não alvo.
O carbendazim tem baixa toxicidade aguda, entretanto, em nível experimental, efeitos reprodutivos adversos foram relatados após uma única exposição. A DL50 em uma ampla variedade de espécies e vias de administração variou de 2000-15000 mg/kg. Não tem interação com o DNA, mas apresenta aberrações cromossômicas, em animais de laboratório. Exposições a longo prazo podem causar distúrbios na reprodução. Emi humanos não foram relatados efeitos adversos.
TEBUCONAZOL: O 3-aminotriazol reduz o níveis de catalase nos tecidos oculares quando administrado via intravenosa ou oral. O amitrole inibe a atividade da peroxidade no fígado e tireóide, e o modo de ação na produção de tumores tiroideanos parece estar relacionado a efeitos goitrogênico do amitrole com resultante elevação do TSH (hormônio tireoestimulante).
KRESOXIM-METHYL: Atua como inibidor do transporte de elétrons nas mitocôndrias das células dos fungos inibindo a formação de ATP. Não há mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS: CARBENDAZIM: Nenhuma referência de intoxicação aguda causada pelo Carbendazim foi encontrada em humanos. O carbendazim é um carbamato de benzimidazol sem atividade anticolinesterases. As toxicidades agudas oral e dérmica do carbendazim são baixas. No entanto, os efeitos espernnatogênicos e efeitos nos fetos podem ser observados em animais de laboratório depois da administração de uma única dose.
Apesar de não existir nenhum caso registrado, os sintomas de intoxicação provavelmente incluíram: náusea, vômito e dor de cabeça. O produto pode causar dermatite alérgica e irritação nos olhos, nenhum outro efeito adverso foi observado em humanos; em animais de experimentação foram observados sinais de hepatotoxidade.
TEBUCONAZOL: Em humanos há irritação dérmica leve e não há sinais de toxicidade sistêmica. Pode ocorrer irritação ocular após a exposição ao triazol. Baseado nos estudos de toxicidade animal do ingrediente ativo tebuconazol, pode haver efeitos tóxicos nos seguintes órgãos. baço, fígado, adrenal e cristalino dos olhos.
Quando ingerido o produto pode acarretar distúrbios no comportamento, respiração e movimentos não coordenados. Quando inalado, o produto pode causar diminuição da motilidade do trato respiratório.
KRESOXIM-METYL: Ainda não foi preparada uma publicação específica acerca dos efeitos clínicos de indivíduos expostos a esses agentes. Asrecomendações pertencentes à avaliação geral de indivíduos expostos a compostos químicos potencialmente tóxicos. Avaliação geral: indivíduos expostos devem ser submetidos a uma avaliação minuciosa do histórico clinico e exames físicos que identifiquem qualquer anormalidade.
A exposição à substâncias químicas com odor forte freqüentemente resulta em sintomas não específicos: dor de cabeça, vertigem, fraqueza e náusea. Irritação: muitas substâncias causam irritação dos olhos, pele e trato respiratório. Também é possível a ocorrência de irritação ou queimaduras do esôfago ou trato gastrointestinal após a ingestão de compostos irritantes ou cáusticos. Hipersensibilidade: vários agentes químicos produzem reações de
hipersensibilidade alérgica: dermatite ou asma com broncoespasmo e respiração ruidosa após exposição crônica.
DIAGNÓSTICO: O carbendazim é um metabólito ativo do tiofanato metílico. Portanto, a quantificação direta de carbendazim no sangue ou de seus ruetabólitos na urina e fezes confirma a exposição à carbendazim ou a tiofanato metilico.
TRATAMENTO: Não há antídoto específico. O tratamento deve ser direcionado ao controle dos sintomas clínicos. As medidas abaixo relacionadas, devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação. Utilizar luvas e avental durante a descontaminação. Remover roupas e acessórios e descontaminar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão neutro. Em caso de ingestão recente de grandes quantidades, procedimentos de esvaziamento gástrico tais como lavagem gástrica poderão ser realizados e com especial atenção visando prevenir a aspiração pulmonar, em virtude do risco de pneumonite química. O carvão ativado deverá ser administrado em doses múltiplas em intervalos de 4 a 6 horas, para diminuir a absorção gastrintestinal do ativo. Laxantes salinos como o sulfato de sódio ou magnésio deverão ser associados. O tratamento sintomático deverá compreender sobretudo medidas de suporte como correção de distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos, além de assistência respiratória. Monitoramento das funções hepáticas e renal deverá ser mantido. Em caso de contato ocular, proceder a lavagem com soro fisiológico seguida de encaminhamento para avaliação oftalmológica.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clinico compatível. Em se apresentando os sintomas e sinais indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação laboratorial. Não existem exames laboratoriais específicos.
CONTRA-INDICAÇÕES: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.
ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 pra notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica - RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800-343545ou Oxx34-33193019

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Testes realizados em animais de laboratório mostram que o carbendazim é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal e rapidannente eliminado pelas fezes - 21% e urina - 65% dentro de 72 horas. Não há afinidade do produto com tecidos e apenas pequenas quantidades de carbendazim e seus metabólitos são encontrados nos órgãos excretores. A desintoxicação ocorre através da hidrólise do carbendazim. Em resultados de estudos indicam que a administração do carbendazim em altas doses (1000 ppm ou maiores), em camundongos, causou uma moderada indução de enzimas específicas de fase 1, que foi associada com algumas alterações histopatológicas nos fígados destes animais.
Após a administração oral do tebuconazol em ratos, cerca de 65 — 80% da dose administrada foi excretada pela via biliar e fecal, por volta de 25% da dose foi excretada na urina. A maior concentração plasmática foi atingida 0,S — 2h após a administração do tebuconazol.
Menos de 1% da dose administrada foi encontrada nos tecidos dos animais 2-3 dias após o tratamento, principalmente no fígado. Os principais metabólitos encontrados em machos foram os produtos de oxidação do grupo metil, grupos do butil terciário, do álcool e do ácido carboxilico. Grupos de ratos foram tratados por via tópica com tebuconazol diluído em etanol, em uma dose intermediária cerca de 60% da dose administrada foi absorvida pela pele em 24h e na maior dose testada apenas 12% da dose foi absorvida pela pele.
Os mecanismos de absorção, exoração e o metabolismo do flutriafol foram estudados em animais de laboratório, através do uso de produto radiomarcado. O produto foi rapidamente absorvido e excretado. A excreção do produto foi predominantemente efetuada pelas fezes e urina e foi rápida em ambos os sexos. A quantidade eliminada da dose administrada em 48 horas, nos ratos machos foi de 40-50% excretada na urina e 26-58% nas fezes, enquanto que nos ratos fêmeas, 46-60% da dose foi eliminada na urina e 37-51% nas fezes. Não houve diferença pronunciada entre os sexos. Após sete dias, abaixo de 1% da dose administrada estava presente. A análise do produto nos órgãos e tecidos indicou baixa retenção do composto e seus metabólitos.
O cresoxim metilico atua como inibidor do transporte de elétrons nas mitocôndrias das células dos fungos, inibindo a foramção de ATP. Não há mecanismo de ação descrito para humanos. Em animais de laboratório o cresoxim metílico foi absorvido pelo trato gastrointestinal, metabolizado pelo fígado e seus metabólitos são excretados através da urina, bile e fezes. Não houve acúmulo da substância nos tecidos e órgãos.

EFEITOS AGUDOS E CRÓNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

EFEITOS AGUDOS

DL50 oral (rato): 5.000 mg/kg
DL50 dérmica (rato): superior a 4.000 mg/kg de peso vivo lrritabilidade ocular (coelho): causou leve irritação ocular lrritabilidade dérmica (coelho): causou leve irritação cutânea Sensibilização dérmica (cobaias): não sensibilizante.

EFEITOS CRÔNICOS

Efeitos crônicos: Em estudos toxicológicos de longa duração, os animais expostos ao Carbendazim em diferentes concentrações, apresentaram elevado teor de colesterol no soro e atividade fosfatase alcalina, redução no consumo alimentar e menor ganho de peso.
O tebuconazol não apresentou evidência de carcinogenicidade em um estudo realizado em ratos O NOEL foi de 100 ppm, baseado na redução de peso dos animais.
Em um estudo de duas gerações em ratos os sinais observados após a administração do tebuconazol foram: redução do ganho de peso na geração parental e diminuição do tamanho médio da ninhada, redução da taxa de sobrevivência até o quinto dia após o nascimento e até a lactação e diminuição do ganho de peso nas ninhasdas expostas a maior dose testada. O NOEL estabelecido para este estudo foi de 300 ppm. Em estudos realizados em ratos, coelhos e camundongos foi relatado um aumento da atividade das enzimas hepáticas, em camundongos houve um aumento na incidência de malformações na dose mais elevada do estudo. O NOEL para embriotoxicidade e teratogenicidade foi de 10 mg/kg/dia.

ANTiDOTOS E TRATAMENTO:

Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Não há antídoto específico.
Em caso de contato com a pele, lavar as áreas atingidas com água corrente e sabão neutro em abundância. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.
Se o produto for ingerido, avaliar a necessidade de administração de carvão ativado e de realização de lavagem gástrica.

EFEITOS ADVERSOS:

Por não ser o produto de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos adversos
TELEFONES DE EMERGÊNCIA:
FMC QUIMICA DO BRASIL LTDA: 0800-343545 e (34) 3319-3019

DADOS RELATIVOS AOS CUIDADOS DO MEIO AMBIENTE

- Este produto é: Muito Perigoso ao meio ambiente - Classe II
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos. (Microcrustáceos e Algas)
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize o equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxic.os em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250(duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de
alimentos, bebidas ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa FMC Química do Brasil. Ltda - pelo telefone de emergência: Uberaba - MG (034) 3319-3019.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

• piso pavimentado - absorva o produto derramado com terra ou areia ou outro material absorvente. Recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• solo - retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• corpos d'água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÁO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

- LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a
na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 de seu volume;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem so pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até uni ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

-ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

-TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo devido ao desenvolvimento de algum mecanismo de resistência. O comitê Brasileiro de Ação a Resistência de Fungicidas – FRAC-BR – recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência, visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismo de ação distintos.
- Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de doenças, quando disponíveis e apropriados.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.