Bula Provado 200 SC - Bayer

Bula Provado 200 SC

acessos
Imidacloprido
6301
Bayer

Composição

Imidacloprido 200 g/L Neonicotinóide

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico

Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
70 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 7 dias 14 dias Iniciar a aplicação após o transplante, logo no início do aparecimento dos primeiros sinais das pragas
Tripes
(Frankliniella schultzei)
70 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 7 dias 14 dias Iniciar a aplicação após o transplante, logo no início do aparecimento dos primeiros sinais das pragas
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
70 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 7 dias 14 dias Iniciar a aplicação após o transplante, logo no início do aparecimento dos primeiros sinais das pragas
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
800 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 10 dias 30 dias As aplicações devem ser iniciadas no início da infestação, quando for constatada a presença de adultos, ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens através do monitoramento da face inferior das folhas dos ponteiros das plantas realizado nas primeiras horas do dia
Percevejo rajado
(Horcias nobilellus)
250 a 350 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 10 dias 30 dias Realizar o monitoramento e iniciar as quando forem detectados 20% de botões infestados, considerando a presença de ninfas e adultos
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
250 a 350 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 10 dias 30 dias Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações quando, em 70% das plantas examinadas em variedades tolerantes e 10% em plantas suscetíveis à viroses, as folhas estiverem começando a se deformar, apresentarem presença de fumagina e existirem pulgões
Tripes
(Frankliniella schultzei)
250 a 350 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 10 dias 30 dias Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações quando forem encontrados 6 insetos/plantas e antes do engruvinhamento das folhas
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
350 mL p.c./ha 300 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações, com intervalos de 10 dias 30 dias Iniciar as aplicações logo no início do aparecimento das primeiras ninfas nas bainhas das folhas antes da bulbificação. Direcionar a aplicação para a inserção das folhas (bainha), local aonde se encontra a praga abrigada. Assegurar que a calda de pulverização promova uma boa cobertura de todas as partes das plantas e penetre nas bainhas das folhas
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes da ferrugem das frutas
(Caliothrips bicinctus)
400 mL p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações, com intervalos de 7 a 10 dias 7 dias Iniciar a aplicação logo após o aparecimento da praga no início do desenvolvimento da inflorescência na planta
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
250 mL p.c./ha 300 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 15 dias 21 dias Iniciar a aplicação logo após o aparecimento dos primeiros sinais das pragas
Tripes
(Thrips palmi)
350 mL p.c./ha 300 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 15 dias 21 dias Iniciar a aplicação logo após o aparecimento dos primeiros sinais das pragas
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
35 a 50 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 5 dias 7 dias Iniciar as aplicações logo no início do aparecimento dos primeiros sinais das pragas
Pulgão verde
(Myzus persicae)
35 a 50 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 5 dias 7 dias Iniciar as aplicações logo no início do aparecimento dos primeiros sinais das pragas
Tripes
(Thrips palmi)
35 a 50 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 5 dias 7 dias Iniciar as aplicações logo no início do aparecimento dos primeiros sinais das pragas
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
350 mL p.c./ha 300 a 800 L de calda/ha - Aplicação única 21 dias Aplicar no início do aparecimento das primeiras ninfas nas bainhas das folhas antes da bulbificação. Direcionar a aplicação para a inserção das folhas (bainha), local aonde se encontra a praga abrigada. Assegurar que a calda de pulverização promova uma boa cobertura de todas as partes das plantas e penetre nas bainhas das folhas
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha
(Oncometopia facialis)
15 a 20 mL p.c./100L água 500 a 2000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 14 dias 21 dias Realizar monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, quando em árvores adultas (acima 3 anos) deve-se aplicar quando houver presença do inseto em 10% das árvores vistoriadas. Em plantas jovens aplicar preventivamente aos primeiros sintomas ou presença da praga. Em aplicação aérea a dose do produto comercial deve ser ajustada para no máximo 1L/hectare
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
35 a 50 mL p.c./100L água 500 a 2000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 14 dias 21 dias Realizar monitoramento e realizar as aplicações no início da infestação, quando identificadas as reboleiras com a presença de adultos e ninfas eclodidas do ovissaco, procurando atingir toda a copa, caule e pernadas, a fim de atingir a praga no interior da planta em aplicação dirigida. Em aplicação aérea a dose do produto comercial deve ser ajustada para no máximo 1L/hectare
Minadora da folhas
(Phyllocnistis citrella)
15 a 20 mL p.c./100L água 500 a 2000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 14 dias 21 dias Realizar monitoramento e realizar as aplicações quando 50% das plantas estiverem em brotação, dirigido às lagartas em fase inicial de desenvolvimento (1° e 2° instar). Em aplicação aérea a dose do produto comercial deve ser ajustada para no máximo 1L/hectare
Mosca negra do citros
(Aleurocanthus woglumi)
20 mL p.c./100L água 500 a 2000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 14 dias 21 dias Realizar monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, a partir da presença de ninfas e adultos em folhas, ramos e caule. Em aplicação aérea a dose do produto comercial deve ser ajustada para no máximo 1L/hectare
Psilideo
(Diaphorina citri)
15 a 20 mL p.c./100L água 500 L p.c./ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 14 dias 21 dias Realizar monitoramento e iniciar as aplicações, quando houver entre 5 a 10% de ramos com presença de adultos ou ninfas, ou 10% de plantas com adultos do Psilídeo, ou em áreas com histórico recente de plantas contaminadas ou de pomares vizinhos com a presença de greening. Em aplicação aérea a dose do produto comercial deve ser ajustada para no máximo 1L/hectare
Pulgão preto dos citros
(Toxoptera citricida)
15 mL p.c./100L água 500 a 2000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 14 dias 21 dias Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações quando as plantas apresentarem sintomas de ataque e presença de ninfas e adultos e presença de fumagina. Assegurar que o produto tenha boa cobertura e penetração em todas as partes da planta. Em aplicação aérea a dose do produto comercial deve ser ajustada para no máximo 1L/hectare
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
350 a 700 mL p.c./ha 300 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 7 a 10 dias 7 dias Iniciar as aplicações quando no monitoramento identificar o aparecimento dos primeiros sinais da praga
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 3 a 7 dias Uso não alimentar Iniciar a aplicação logo após o aparecimento dos primeiros sinais da praga. Assegurar que a calda de pulverização promova uma boa cobertura de todas as partes das plantas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
500 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 14 dias 21 dias Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, quando for constatada a presença dos primeiros adultos na cultura
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
350 a 500 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 14 dias 21 dias Realizar monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, quando forem constatadas a presença de adultos, ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens, ou a partir de 7-10 dias após a emergência da cultura com a presença da praga
Gérbera Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 3 a 7 dias Uso não alimentar Iniciar a aplicação logo após o aparecimento dos primeiros sinais da praga. Assegurar que a calda de pulverização promova uma boa cobertura de todas as partes das plantas
Goiaba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Psilídio
(Triozoida sp)
25 mL p.c./100L água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 7 a 10 dias 7 dias Iniciar as aplicações quando no monitoramento de folhas e ramos novos identificar o aparecimento dos primeiros sinais da praga (ninfas vivas). Assegurar que a calda de pulverização promova uma boa cobertura de todas as partes das plantas e principalmente as novas brotações
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca spp)
200 a 500 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 7 a 10 dias 7 dias Iniciar a aplicação quando no monitoramento identificar o aparecimento dos primeiros sinais da praga
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes
(Selenothrips rubrocinctus)
500 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações, com intervalos de 14 dias 7 dias Iniciar as aplicações quando no monitoramento identificar o aparecimento dos primeiros sinais da praga
Maracujá Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Percevejo escuro
(Leptoglossus gonagra)
30 a 50 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 7 a 12 dias 7 dias Iniciar a aplicação quando no monitoramento identificar o aparecimento dos primeiros sinais da praga
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
350 a 700 mL p.c./ha 200 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 7 a 10 dias 7 dias Iniciar a aplicação quando no monitoramento identificar o aparecimento dos primeiros sinais da praga
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
350 a 500 mL p.c./ha 200 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações, com intervalos de 7 dias 14 dias Iniciar a aplicação quando no monitoramento identificar o aparecimento dos primeiros sinais da praga
Pulgão verde
(Myzus persicae)
250 mL p.c./ha 200 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações, com intervalos de 7 dias 14 dias Iniciar a aplicação quando no monitoramento identificar o aparecimento dos primeiros sinais da praga
Tripes
(Thrips palmi)
350 mL p.c./ha 200 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações, com intervalos de 7 dias 14 dias Iniciar a aplicação quando no monitoramento identificar o aparecimento dos primeiros sinais da praga
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
350 a 700 mL p.c./ha 200 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 3 a 7 dias 7 dias Iniciar a aplicação quando no monitoramento identificar o aparecimento dos primeiros sinais da praga
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
350 a 700 mL p.c./ha 200 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 3 a 7 dias 7 dias Iniciar a aplicação quando no monitoramento identificar o aparecimento dos primeiros sinais da praga
Tripes
(Thrips palmi)
350 a 700 mL p.c./ha 200 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 3 a 7 dias 7 dias Iniciar a aplicação quando no monitoramento identificar o aparecimento dos primeiros sinais da praga
Poinsétia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 3 a 7 dias Uso não alimentar Iniciar a aplicação logo após o aparecimento dos primeiros sinais da praga. Assegurar que a calda de pulverização promova uma boa cobertura de todas as partes das plantas
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
350 a 500 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações, com intervalos de 7 dias 7 dias Iniciar a aplicação quando no monitoramento identificar o aparecimento dos primeiros sinais da praga
Pulgão das solanáceas
(Macrosiphum euphorbiae)
350 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações, com intervalos de 7 dias 7 dias Iniciar a aplicação quando no monitoramento identificar o aparecimento dos primeiros sinais da praga
Pulgão verde
(Myzus persicae)
350 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações, com intervalos de 7 dias 7 dias Iniciar a aplicação quando no monitoramento identificar o aparecimento dos primeiros sinais da praga
Tripes
(Thrips palmi)
250 a 350 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações, com intervalos de 7 dias 7 dias Iniciar a aplicação quando no monitoramento identificar o aparecimento dos primeiros sinais da praga
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes
(Selenothrips rubrocinctus)
400 a 500 mL p.c./ha 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 7 a 10 dias 7 dias Iniciar a aplicação quando no monitoramento identificar o aparecimento dos primeiros sinais da praga

Frascos de polietileno: 250, 500, 1.000 mL. Bombonas de polietileno: 5 L.

MODO DE APLICAÇÃO:
Preparo de Calda:
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto; O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do PROVADO deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do PROVADO, acrescentar o adjuvante na proporção recomendada para o cultivo/alvo, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação. Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Equipamento de aplicação:
Equipamentos Costais (manuais ou motorizados):
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Equipamento estacionário manual (pistola):
Utilizar pulverizador com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica, calibrar o equipamento para que a cada acionamento, do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a pistola de evitando a concentração de calda em um único ponto gerando, assim, escorrimento e desperdício da calda.
Pulverizadores de Barra:
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estagio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Hidropneumáticos (Turbo-atomizadores):
Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi-montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio com espaçamento entre pontas determinado pelo fabricante. As pontas devem ser direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura, as pontas superiores e inferiores podem ser desligados para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, além do emprego de pontas com perfil de gotas variando entre grossa e muito grossa nas posições superiores, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Aplicação Aérea:
Para as culturas de banana e citros. Utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa. Recomenda-se o volume de 30-40 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada).
- Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa;
- Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação. - Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático.
- Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.

Volume de calda - 30 - 40 Litros por hectare
Tamanho de gotas - Média - Grossa
Cobertura mínima – 40 gotas/cm²
Altura de voo - 3 metros
Faixa de aplicação - 15 - 18 metros
Distribuição das pontas - 65%
Condições climáticas para pulverização:
Temperatura - menor que 30°C
Umidade do ar - maior que 55%
Velocidade do vento - entre 3 e 10km/h
Recomendações gerais para evitar deriva:
- Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
- Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
- O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
- O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
Diâmetro das gotas:
- A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
- A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas:
- Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
- Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
- Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
- O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Ventos:
- A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Temperatura e Umidade:
- Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
- Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
Inversão térmica:
- O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
- Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
- Não execute aplicação aérea em áreas situadas a uma distância inferior a 500 m (quinhentos metros) de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 m (duzentos e cinquenta metros) de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Não realizar a aplicação aérea com diâmetro de gotas finas.
- Para as culturas que normalmente exigem um elevado número de aplicações durante o ciclo vegetativo, tecnicamente é recomendada a rotação com inseticidas de grupos químicos e modo de ação diferentes, visando o não aparecimento de pragas resistentes.
- Os limites máximos e tolerâncias de resíduos para as culturas tratadas com este produto podem não ter sido estabelecidas em nível internacional ou podem divergir em outros países, em relação aos valores estabelecidos no Brasil. Para culturas de exportação verifique estas informações previamente à utilização deste produto.
- É de inteira responsabilidade do usuário do produto a verificação prévia destas informações, sendo ele o único responsável pela decisão da exportação das culturas tratadas com este produto. Caso tenha alguma dúvida, consulte seu exportador, importador ou a Bayer antes de aplicar este produto. - É recomendada a manutenção do registro de todas as atividades de campo (caderno de campo), especialmente para culturas de exportação.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida PROVADO pertence ao grupo 4A (moduladores competitivos de receptores nicotínicos da acetilcolina – Neonicotinóides), Imidacloprido, e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do PROVADO como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 4A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar PROVADO ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de PROVADO podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do PROVADO, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos Neonicotinóides não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do PROVADO ou outros produtos do Grupo 4A (Neonicotinoides) quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.