Bula Provado 200 SC

acessos
Imidacloprid
6301
Bayer

Composição

Imidacloprido 200 g/L Neonicotinóide

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico
Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
70 mL p.c./100L água 500 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Aparecimento da praga
Tripes
(Frankliniella schultzei)
70 mL p.c./100L água 500 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Aparecimento da praga
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
70 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Aparecimento da praga
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
800 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 3 a 7 dias. 30 dias. Aparecimento da praga
Percevejo rajado
(Horcias nobilellus)
250 a 350 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - 30 dias. 50 a 60 dias após a emergência das plantas
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
250 a 350 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Seguindo o ciclo da mesma. 30 dias. Aparecimento da praga
Tripes
(Frankliniella schultzei)
250 a 350 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - 30 dias. 50 a 60 dias após a emergência das plantas
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
350 mL p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - 10 dias. 30 dais. Aparecimento da praga
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes da ferrugem das frutas
(Caliothrips bicinctus)
400 mL p.c./ha 500 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 7 a 10 dias. 7 dias. Aparecimento da praga
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
250 mL p.c./ha 600 a 800 L de calda/ha - 15 dias. 21 dias. Aparecimento da praga
Tripes
(Thrips palmi)
350 mL p.c./ha 600 a 800 L de calda/ha - 15 dias. 21 dias. Aparecimento da praga
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
35 a 50 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 3 a 7 dias. 7 dias. Aparecimento da praga
Pulgão verde
(Myzus persicae)
35 a 50 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 5 dias. 7 dias. Aparecimento da praga
Tripes
(Thrips palmi)
35 a 50 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 5 dias. 7 dias. Aparecimento da praga
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
350 mL p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - Única aplicação. 21 dias. Aparecimento da praga
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha
(Oncometopia facialis)
15 a 20 mL p.c./100L água 1800 a 2000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14dias. 21 dias. Aparecimento da praga. Adicionar 0,25 % de óleo mineral ou vegetal
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
35 a 50 mL p.c./100L água 1800 a 2000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 21 dias. Aparecimento da praga
Minadora da folhas
(Phyllocnistis citrella)
15 a 20 mL p.c./100L água 1800 a 2000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 21 dias. Aparecimento da praga
Mosca negra do citros
(Aleurocanthus woglumi)
20 mL p.c./100L água 1800 a 2000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 21 dias. Aparecimento da praga. Adicionar 0,5 % de óleo mineral ou vegetal
Psilideo
(Diaphorina citri)
15 a 20 mL p.c./100L água 500 L p.c./ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 21 dias. Aparecimento da praga. Adicionar 0,5 % de óleo mineral ou vegetal
Pulgão preto dos citros
(Toxoptera citricida)
15 mL p.c./100L água 1800 a 2000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 21 dias. Aparecimento da praga
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
350 a 700 mL p.c./ha 300 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Aparecimento da praga
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - - UNA Aparecimento da praga
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
500 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 14 dias. 21 dias. Aparecimento da praga
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
350 a 500 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 3 a 7 dias. 21 dias. Aparecimento da praga
Gérbera Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - 3 a 7 dias. UNA Aparecimento da praga
Goiaba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Psilídio
(Triozoida sp)
25 mL p.c./100L água 10 L de calda / planta - 7 a 10 dias. 7 dias. Aparecimento da praga
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca spp)
200 a 500 mL p.c./ha 300 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Aparecimento da praga
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes
(Selenothrips rubrocinctus)
200 a 500 mL p.c./ha 300 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Aparecimento da praga
Maracujá Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Percevejo escuro
(Leptoglossus gonagra)
30 a 50 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - 7 a 12 dias. 7 dias. Aparecimento da praga
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
350 a 700 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - 3 a 7 dias. 7 dias. Aparecimento da praga
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
350 a 500 mL p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - 3 a 7 dias. 14 dias. Aparecimento da praga
Pulgão verde
(Myzus persicae)
250 mL p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Aparecimento da praga
Tripes
(Thrips palmi)
350 mL p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Aparecimento da praga
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
350 a 700 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - 3 a 7 dias. 7 dias. Aparecimento da praga
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
350 a 700 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - 3 a 7 dias. 7 dias. Aparecimento da praga
Tripes
(Thrips palmi)
350 a 700 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - 3 a 7 dias. 7 dias. Aparecimento da praga
Poinsétia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - 3 a 7 dias. UNA Aparecimento da praga
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
350 a 500 mL p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - 3 a 7 dias. 7 dias. Aparecimento da praga
Pulgão das solanáceas
(Macrosiphum euphorbiae)
350 mL p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - 4 dias. 7 dias. Aparecimento da praga
Pulgão verde
(Myzus persicae)
350 mL p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - 4 dias. 7 dias. Aparecimento da praga
Tripes
(Thrips palmi)
250 a 350 mL p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - 4 dias. 7 dias. Aparecimento da praga
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes
(Selenothrips rubrocinctus)
400 a 500 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Aparecimento da praga

Frascos de polietileno: 250, 500, 1.000 mL. Bombonas de polietileno: 5 L.

INSTRUÇÕES DE USO:

CULTURAS/PRAGAS CONTROLADAS/DOSES: Vide seção "Indicações de Uso/Doses".

Obs: nas indicações com faixa de doses, utilizar a dose maior quando constatada forte infestação e condições ideais para o desenvolvimento da praga.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Para mosca branca iniciar a aplicação logo após o aparecimento da praga e reaplicar no máximo 3 vezes com intervalo de 3 - 7 dias, seguindo o ciclo das mesmas, fazendo rotação com produtos que possuam mecanismos de ação diferentes.

Para alface fazer no máximo 3 aplicações, com intervalo de aplicação de 7 dias, iniciando-se logo após o aparecimento da praga.

Em algodão iniciar o controle quando em 7 das 10 plantas examinadas, as folhas estiverem começando a se deformar e existirem pulgões vivos. É importante o controle até 50 - 60 dias após a emergência das plantas. Para mosca-branca, iniciar a aplicação logo após o aparecimento da praga e reaplicar seguindo o ciclo da mesma, fazendo rotação de produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos. Fazer no máximo 04 aplicações /ciclo da cultura.

Em alho fazer no máximo 5 aplicações, com intervalo de aplicação de 10 dias, iniciando-se logo após o aparecimento da praga.

Para banana, o produto deve ser aplicado logo o aparecimento das pragas, repetindo-se a aplicação a cada 7 a 10 dias, quando houver reinfestação. Realizar no máximo 2 aplicações.

Em batata fazer no máximo 3 aplicações, com intervalo de aplicação de 15 dias, iniciando-se logo após o aparecimento da praga.

Para berinjela fazer no máximo 4 aplicações, com intervalo de aplicação de 5 dias, iniciando-se logo após o aparecimento da praga.

Para cebola aplicação única, no ínicio do aparecimento da praga.

Em citros fazer no máximo 4 aplicações, com intervalo de aplicação de 14 dias, iniciando-se logo após o aparecimento das pragas. Para o controle da cigarrinha-da-cvc (Oncometopia faciallis), adicionar óleo vegetal a 0,25%, e para o controle do Psilídio (Diaphorina citri), adicionar 0,5% de óleo mineral.

Em aplicações via aeronave, na cultura de citros:
- Não aplicar o produto no período de 10 dias antes e após a florada principal.
- Não pulverizar sobre as bordaduras. Essas áreas devem ser tratadas via trator.

Para couve e uva realizar no máximo 3 aplicações, com intervalo de aplicação de 7 a 10 dias, iniciando-se logo após o aparecimento da praga.

Em feijão fazer no máximo 3 aplicações, com intervalo de aplicação de 14 dias, iniciando-se logo após o aparecimento da praga.

Em goiaba e mamão fazer no máximo 4 aplicações, com intervalo de aplicação de 7 a 10 dias, iniciando-se logo após o aparecimento da praga.

Para manga, recomenda-se iniciar o controle logo após a constatação da praga e repetir a aplicação caso seja necessário. Realizar no máximo 2 aplicações.

Em maracujá, fazer no máximo 4 aplicações, com intervalo de aplicação de 7 a 12 dias, iniciando-se logo após o aparecimento da praga.

Para melancia, pepino e pimentão realizar no máximo 3 aplicações, com intervalo de aplicação de 3 a 7 dias, iniciando-se logo após o aparecimento da praga.

Para melão fazer no máximo 5 aplicações, com intervalo de aplicação de 7 dias, iniciando-se logo após o aparecimento da praga.

Em tomate fazer no máximo 5 aplicações, com intervalo de aplicação de 4 dias, iniciando-se logo após o aparecimento da praga.

Para as culturas que normalmente exigem um elevado número de aplicações durante o ciclo vegetativo, tecnicamente é recomendada a rotação com inseticidas de grupos químicos e modo de ação diferentes, visando o não aparecimento de pragas resistentes.

MODO DE APLICAÇÃO:

- Aplicação aérea: Nas culturas da banana e citros utilizar barras equipadas com bicos de jato cônico vazio da série “D”, micronair ou similar, com a combinação adequada de difusor (core) que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 80 gotas/cm2. Recomenda-se o volume de 30 – 40 L / ha de calda, altura de vôo de 2-3 m do alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15 – 18 m.

- Aplicação terrestre: O produto deve ser diluído e aplicado na forma de pulverização, com equipamentos terrestres (pulverizador costal manual, motorizado ou tratorizado). Os equipamentos devem ser dotados com bico de jato cônico vazio da série “D” ou similar, com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas de 200 a 250 micra e densidade acima de 200 gotas/cm².
Nas culturas de algodão e feijão, utilizar 200 - 300 L de calda/ha. Para alface, no controle de Myzus persicae e Frankliniella schultzei utilizar um volume de calda de 500 L/ha e para Thrips tabaci, utilizar 1000 L de calda/ha. Em berinjela, melão e tomate, utilizar 800 - 1000 L de calda/ha. Para batata, 600 – 800 litros/ha. Para citros, no controle de Phyllocnistis citrella, Toxoptera citricida, Oncometopia facialis, Orthezia praelonga e Aleurocanthus woglumi utilizar 1800 - 2000 L de calda/ha e para Diaphorina citri recomenda-se 500 L/ha acompanhado de um óleo mineral a 0,5%. Na cultura da banana empregar 500 L/ha. Para as culturas da couve, mamão e manga recomenda-se 300 L de calda/ha. Nas culturas da melancia, pepino e pimentão o volume de calda necessário é de 200 L/ha. Para o maracujá, 1000 L de calda/ha. Na cultura da uva emprega-se 2000 L/ha. Para goiaba, utilizar 10 L de calda por planta.
Nas culturas de alho e cebola recomenda-se adicionar espalhante adesivo à calda e a aplicação é feita com pulverizadores de barra equipado com bicos cônicos, utilizando-se 500 - 800 L de calda/ha. Em crisântemo, gérberas e poinsétia o produto é aplicado na forma de pulverização, utilizando-se 1000 L de calda/ha.

Condições climáticas
- Aplicação aérea :
Temperatura : < 30º.C
Velocidade do vento : entre 2,0 km/h e 10 km/h
Umidade relativa : superior a 60%

- Aplicação terrestre :
Temperatura : < 30º.C
Velocidade do vento : < 15 km/h
Umidade relativa: superior a 60%

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Alface............................................................................................... 14 dias
Algodão e alho ............................................................................... 30 dias
Batata, cebola, citros e feijão........................................................... 21 dias
Banana, berinjela, couve, goiaba, mamão, manga, maracujá, melancia, pepino, pimentão, tomate e uva.................................................................................... 07 dias
Melão............................................................................................... 14 dias
Crisântemo, gérberas e poinsétia .................................................... UNA*

*UNA - Uso Não Alimentar

LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamentos com vazamentos. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não inale, cheire, aspire ou ingira o produto. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, avental impermeável, protetor ocular ou viseira facial, máscara descartável para vapores orgânicos cobrindo o nariz e boca, e luvas/botas de borracha).

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível, o contato com as áreas tratadas. Não aplique o produto na presença de ventos. Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, avental impermeável, protetor ocular ou viseira facial, máscara descartável para vapores orgânicos cobrindo o nariz e boca, e luvas/botas de borracha).

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas e os equipamentos de proteção individual separadamente das demais roupas da família. No descarte de embalagens use os equipamentos de proteção individual - EPI (macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas e luvas/botas de borracha).

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: Não provoque vômito, dê água em abundância (não dê leite e nem álcool) para tomar e uma suspensão de 10 g ou mais de carvão vegetal medicinal em 150 - 200 ml de água, e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto. Não dê nada para beber a uma pessoa inconsciente. Olhos: Lave com água em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto. Pele: Lave com água e sabão em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto. Inalação: Procure local arejado. Vá ao médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA/ANTÍDOTO: Não específico - Tratamento sintomático conforme as ocorrências clínicas surgirem e segunda sua gravidade.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Não existem informações específicas para seres humanos. Em ratos, o produto tem ação reversível sobre o sistema nervoso, observando-se efeitos sobre sistema respiratório e muscular. É rapidamente absorvido pelo trato gastro intestinal, porém pouco via dérmica e via inalatória, não apresentando lesões dérmicas e nem nas vias respiratórias.

O produto é rápida e uniformemente distribuído nos órgãos e tecidos. As concentrações mais elevadas foram observadas nos órgãos de eliminação: fígado e rins.

A biotransformação ocorre principalmente em duas vias. A primeira através da oxidação da molécula, formando o ácido 6-cloronicotínico, que reage posteriormente com glicina para formar o conjugado ácido hipúrico e, a segunda, pela hidroxilação do anel imidazolidina na posição 4 ou 5.

O produto é eliminado rapidamente e de forma completa dentro de 48 horas após a aplicação, tendo como principal via de excreção a urina.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: AGUDOS: em ratos, via oral, os efeitos (sonolência, tremores e respiração anormal) do produto se manifestam de 30 a 60 minutos após a aplicação, desaparecendo completamente após 2 dias. Via dérmica e inalatória, os estudos demonstram que o produto não ocasiona lesões/irritação local ou sistêmica, também não apresentou irritação dermal ou a olhos de coelhos e não é sensibilizante dérmico à pele de cobaias.

CRÔNICOS: nos estudos realizados com ratos em laboratório durante 2 anos, observou-se na dose máxima testada (900 ppm) um retardamento no ganho de peso nos animais. O estudo também mostrou que, com relação a observação de partículas mineralizadas no colóide de folículos da tiróide, os ratos machos se mostraram mais sensíveis que as fêmeas.

Com relação aos demais parâmetros requeridos neste tipo de estudo não foram observados nenhuma anormalidade ou efeitos significativos.
As doses sem efeito foram, respectivamente, 300 ppm para ratos fêmeas e 100 ppm para ratos machos.

EFEITOS COLATERAIS: Por não ser de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais.

SINTOMAS DE ALARME: Em ratos, sob altas doses, foram observados distúrbios respiratórios, passos cambaleantes, tremor e cãibras.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III). Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamento. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Observe as disposições constantes da legislações estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa. Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que seja feito o recolhimento pela mesma. Lave o local com grande quantidade de água;

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha este material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2, ou pó-químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

INFORMAÇÕES SOBRE O DESTINO FINAL DE EMBALAGENS E DAS SOBRAS DE AGROTÓXICOS E AFINS: PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamento de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

TRÍPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos. Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume. Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos. Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador. Faça esta operação três vezes. Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos. Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuada em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado neste prazo, a devolução deverá ocorrer até o final de seu prazo de validade.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECLICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DOS PRODUTOS:

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos dos produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A destativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados pelo órgão ambiental competente.

INSTRUÇÕES DE TRANSPORTE: O transporte é feito observando-se as normas da legislação vigente específica sobre cargas perigosas, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, alimentos, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de Manejo de Resistência a Inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo / bula.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.
- Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.