Bula Shar Conazol

acessos
Tebuconazole
9912
Sharda

Composição

Tebuconazol 200 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar com intervalos de 30 - 40 dias. 5 dias. Iniciar as aplicações em novembro e repeti-las até o final do período crítico, em intervalos de 30 - 40 dias
Sigatoka negra
(Mycosphaerella fijiensis)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, reaplicar com intervalos de 14 dias. 5 dias. Realizar aplicação preventiva na época de ocorrência das chuvas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
0,75 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar até 4 aplicações por ciclo da cultura. 30 dias. Iniciar o controle no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, a partir do final do desenvolvimento foliar, no início do desenvolvimento dos tubérculos
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
1 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar quando a infecção atingir 5% novamente. 30 dias. Iniciar a aplicação do produto quando a infecção atingir cerca de 5%
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
1 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - Realizar até duas aplicações, com intervalo de 30 dias. 30 dias. Realizar aplicações do produto de forma preventiva, mo mês de dezembro ou janeiro, num total de duas aplicações, até o mês de março
Seca de ponteiros
(Phoma costaricensis)
1 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - Realizar até duas aplicações, com intervalo de 30 dias. 30 dias. Realizar controle preventivo, com o início das aplicações do produto logo após a florada (flor murcha). Quando for constatado sintomas da doença atacando ponteiros no final do período das chuvas (abril/maio)
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar até duas aplicações por ciclo da cultura. 14 dias. Iniciar o controle a partir do começo do florescimento, no início da infecção
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar até duas aplicações por ciclo da cultura. 14 dias. Iniciar o controle a partir do começo do florescimento, no início da infecção
Mancha de alternaria
(Alternaria alternata)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar até duas aplicações por ciclo da cultura. 14 dias. Iniciar o controle a partir do começo do florescimento, no início da infecção
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem asiática
(Phakopsora pachyrhizi)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar até três aplicações por ciclo da cultura. 30 dias. Na fase vegetativa da cultura a aplicação do produto deve ser realizada no início dos primeiros sintomas da doença. Na fase reprodutiva, a época de aplicação do produto varia conforme a data da semeadura. Nos primeiros plantios, realizar a aplicação do produto no início da formação de grãos (R5.1) e a segunda aplicação na fase "meia granação" (R5.3). Na medida que for atrasando a semeadura, deve-se antecipar as 2 aplicações para a fase "canivetinho (R3) e de início de formação de grãos (R5.1)
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar duas aplicações. 30 dias. Realizar a primeira aplicação do produto no início da granação (estádio 5.2 a 5.4) e uma segunda aplicação do produto no final da granação, vagens verdes com volume máximo (estádio 6 a 7.1)
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar duas aplicações. 30 dias. Realizar a primeira aplicação do produto no início da granação (estádio 5.2 a 5.4) e uma segunda aplicação do produto no final da granação, vagens verdes com volume máximo (estádio 6 a 7.1)
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar até três aplicações por ciclo da cultura 30 dias. Iniciar as pulverizações quando 50% da área foliar apresentar sintomas
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar até 4 aplicações por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar o controle a partir do início do florescimento, com aplicações a cada duas semanas, no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Septoriose
(Septoria lycopersici)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar até 4 aplicações por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar o controle a partir do início do florescimento, com aplicações a cada duas semanas, no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar até duas aplicações. 35 dias. Iniciar o controle a partir do estádio de alongamento, quando as doenças alcançarem 5% da área foliar ou 80% de incidência
Ferrugem do colmo
(Puccinia graminis)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar até duas aplicações. 35 dias. Iniciar o controle a partir do estádio de alongamento, quando as doenças alcançarem 5% da área foliar ou 80% de incidência
Fusariose
(Fusarium graminearum)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar até duas aplicações com intervalo de 12 dias. 35 dias. Realizar aplicações do produto de forma preventiva no período de florescimento. A primeira aplicação preventiva deve ser feita no início do espigamento, complementada por mais uma aplicação num intervalo de 10 a 12 dias
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar até duas aplicações. 35 dias. Iniciar o controle a partir do estádio de alongamento, quando as doenças alcançarem 5% da área foliar ou 80% de incidência
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar até diuas aplicações. 35 dias. O controle deve ser iniciado, quando a incidência nas folhas, durante o estádio de afilhamento situar-se entre 10 - 15%

frasco plástico com capacidade para 0,5; 1; 1,5; 2; 2,5; 3; 3,5; 4; 4,5; 5; bombona plástico com capacidade para 5; 10; 15; 20; 25; 30; 40; 45; 50; 100; 150; 200; 250; 300; 350; 400; 450; 500; 1.000 Litros; balde metálico com capacidade para 5,0; 10; 15; 20; 25; 30; 35; 40; 45; 50; 100; 150; 200; 250; 300; 350; 400; 450; 500 Litros; plátsico reforçado (polietileno), tipo Farm Pack, com capacidade para 50; 100; 200; 225; 420; 500; 530 e 1.000L.

INSTRUÇÕES DE USO:
SHAR-CORNAZOL é um fungicida, que contém o ingrediente ativo Tebuconazol, 200 g/L, na formulação Concentrado Emulsionável, do grupo químico triazol, de ação sistêmica.

DOENÇAS CONTROLADAS E DOSES DE APLICAÇÃO:
Vide "Indicações de Uso/Doses"

INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES:
Banana
- Mal-de-sigatoka: iniciar as aplicações em novembro e repeti-las até o final do período crítico, em intervalos de 30-40 dias.
- Sigatoka-negra: realizar aplicação preventiva na época de ocorrência das chuvas e reapficar se necessário, em intervalos de 14 dias.
Realizar até 5 aplicações por safra da cultura. Volume de calda: 200 a 300 mL em pulverização terrestre, e 10 a 30 Uha em pulverização aérea. Diluir o produto diluído em 15 Uha de óleo mineral.
Batata
- Iniciar o controle no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, a partir do final do desenvolvimento foliar, no início do desenvolvimento dos tubérculos.
Realizar até 4 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 500 a 1.000 Uha.
Café
- Ferrugem: iniciar a aplicação do pr duto quando a infecção atingir cerca de 5% e repeti-la se este nível for atingido novamente.
- Cercosporiose: realizar aplicações do produto de forma preventiva, no mês de dezembro ou janeiro, num total de duas aplicações, até o mês de março, considerando-se que, em condições normais, é o período crítico da doença.
- Seca dos ponteiros: o controle é preventivo, com o início das aplicações do produto logo após a florada (flor murcha). Quando for constatado sintomas da doença atacando ponteiros no final do período das chuvas (abril/maio), realizar uma a duas aplicações, com intervalo de 30 dias.
Realizar até 2 aplicações por safra da cultura com intervalo de 30 dias. Volume de calda: 250 a 400 Uha.
Feijão
- Iniciar o controle a partir do começo do florescimento, no início da infecção. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 200 a 300 Uha.
Soja
- Oídio: iniciar as pulverizações quando 50% da área foliar apresentar sintomas, repetindo-se, quando este índice for atingido novamente.
- Doenças de Final de Ciclo, DFC (crestamento foliar e mancha parda): realizar a primeira aphcação do produto no início da granação (estádio 5.2 a 5.4) e uma segunda aplicação do produto no final da granação, vagens verdes com volume máximo (estádio 6 a 7.1).
Realizar até 3 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 200 a 300 Uha.
Tomate
- Iniciar o controle a partir do início do florescimento, com aplicações a cada duas semanas, no aparecimento dos primeiros sintomas da doença.
Realizar até 4 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 500 a 1.000 Uha.
Trigo
- Oídio: o controle deve ser iniciado, quando a incidência nas folhas, durante o estádio de afilhamento situar-se entre 10-15%.
- Ferrugens e manchas foliares: iniciar o controle a partir do estádio de alongamento, quando as doenças alcançarem 5% da área foliar ou 80% de incidência.
- Giberela: realizar aplicações do produto de forma preventiva no período de
florescimento. Contra brusone, a primeira aplicação preventiva deve ser feita no início do espigamento, complementada por mais uma aplicação num intervalo de 10 a 12 dias. Reahzar até 2 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 200 a 300 Uha em pulverização terrestre e 20 a 30 Uha em pulverização aérea.

MODO DE APLICAÇÃO:
SHAR-CORNAZOL deve ser aplicado diluído em água somente nas dosagens recomendadas. Deve ser aplicado de maneira unifomie dando uma boa cobertura da parte aérea das plantas tratadas.
Equipamentos de aplicação:

- Aplicação terrestre:
Equipamentos: pulverizador costal manual, motorizado; tratorizados. Nas culturas de café e banana: atomizador costal ou motorizado.
Bicos de pulverização tipo leque ou jato cônico: de acordo com as recomendações dos fabricantes.

A calda de pulverização deve ser mantida sob agitação contínua. Fechar o registro do pulverizador durante as paradas e manobras com o equipamento para evitar-se a sobreposição nas áreas tratadas.

- Aplicação aérea:
Equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de bicos.
Bicos série D com difusor 25 a 45. Pressão: 20 a 30 lb/pol2. Densidade de gotas: maior que 20 gotas/cm2. Altura de vôo: 3 a 4 metros. Largura da faixa de deposição efetiva: 15 m (aeronave Ipanema).

Condições climáticas: A temperatura deve estar inferior a 25°C, a velocidade do vento em torno de 3,0 a 5,0 Km/h e a U.R. superior a 50%.
Volume de aplicação: 10 a 30 L de calda/ha.
Ângulo dos bicos em relação à direção de vôo: 135°
Altura do vôo: 2 a 4 metros sobre o solo.
Largura da faixa de deposição efetiva: de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma cobertura uniforme. Evitar a sobreposição das faixas de aplicação.
Não permitir que a deriva da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes d'água, criações e áreas de preservação ambiental.
Velocidade do vento: inferior a 10 km/ha.
Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.

Instruções para preparo da calda de pulverização:
Encher a metade do tanque do pulverizador com água para então adicionar SHAR-CONAZOL, mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.

Lavagem do equipamento de pulverização:
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.

INTERVALO DE SEGURANÇA (dias):
Banana: 5; Batata: 30; Café: 30; Feijão: 14; Soja: 30; Tomate: 7; Trigo (foliar): 35.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS)

LIMITAÇÕES DE USO:
- Somente utilizar as doses recomendadas.
- Nas culturas de feijão e tomate não aplicar o produto antes da floração.
- Na cultura de batata não aplicar o produto antes da fase final do desenvolvimento foliar, que coincide com o fechamento das linhas e início de desenvolvimento dos tubérculos.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide Modo de Aplicação.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TÉCNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
-Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o' manuseio e aplicação do produto,
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI). recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
-Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos. - Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Produto extremamente irritante para os olhos.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual EPI: macacão de algOdão hidrorrepelente com mangas compridas, passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima
das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra, vares orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo passível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento coStal. Se utilizar trator (ou P avião), aplique o produto contra o vento.'
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita),
Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do, punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores
orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área, tratada com o proçluto antes do término- do intervalo de
reentrada, utilize os equipamentos de proteção,individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do, produtoequadámante fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance d danças e animais.
- Antes de retirar os.equiparnentos de proteção individual CEPO, lave-as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser, retirados na
seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara,
- Tome banho imediatamente após a aplicação do, produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da falnitio. Ao
lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Faça a manutenção, e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do
produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do
fabricante.
- Não reutilizar a erpbalagem vazia
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI : macacão
de algodão hidrorrepelente com maãgas compriciasr luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência- levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dé nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contit lave com muita água corrente durante pela menos 15 minutos. Evite que a água de entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire-a roupa dontaminada e lave a pelicom malta água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto 'e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INFORMAÇQES MÉDICAS — TEDUCONAZOL

Grupo Químico: Triazol
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética: Tebuconazol é um fungicida que, em ratos, foi rapidamente, absorvido, metabolizado e excretado. A distribuição foi ampla nos tecidos e órgãos. O pico plasmático foi alcançado entre (0,9 — 1,7)h; a vida médiaa plasmática foi de (32- 52)h. O metabolismo incluiu principalmente procesios de hidrólise, oxidação e conjugação com glucoronídeos e sulfatos. Cerca de (86-98)% da dose administrada foi excretada, em forma de metabólitos, em 72 horas pela bile, fezes e em menor proporção pela urina; no ar expirado a concentração foi mínima. Não apresentou bicoacumulação.
Mecanismos de toxidade: Tebuconazol é um inibidor da síntese do ergosterol em vegetais.
É um potente indutor do sistema enzimático hepático citocromo P450. Estudos especiais in vitro, em culturas de células de ratos, suínos humanos e estudos in vivo em ratos mostraram que o Tebuconazol é um potente inibidor da atividade aromatase (enzima responsável pela conversão da testosterona e androestanediona em esteróides sexuais femininos como o estradiol).
Sintomas e sinais clínicos: Toxidade aguda: ainda há pouca informação sobre efeitos clínicos em indivíduos expostos a Tebuconazol. Esses indivíduos devem ser submetidos a uma avaliação minuciosa do histórico clínico e exames físicos que identifiquem qualquer anormalidade.
Em animais o fígado é o principal órgão-alvo e foi observado:
Dérmica: Irritação leve. Não foi sensibilizante dérmico.
Ocular: Irritação leve.
Inalatória: Baixa toxicidade: Irritação leve.
Oral: Baixa toxicidade.
Toxicidade crônica em estudos crônicos o órgão-alvo é o figado.
É classificado como possível carcinogênico para humanos (EPA, grupo C). É suspeito de produzir desregulação endócrina e toxicidade sobre o desenvolvimento.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clinico compatível.
Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente.
Tratamento: Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias respiratórias; de aspiração; tratamento sintomático e de suporte.
Exposição Oral:
Diluição: imediatamente diluir com (120-240)ml de água ou leite (não exceder. 120 ml em crianças)
•Lavagem gástrica:na maioria dos casos não é necessária.
1.Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1 hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendeleributg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal.
2.Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias raspiratórias ou alteração de consciência em pacientes não-intubados; corrosivos e hidrocarbonetos; risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal.
•Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir sua absorção sistêmica, se administrado logo após a ingestão (1 hora)
1. Dose: suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água/30 g de carvão). Dose usual:25 a 100 g em adultos / adolescentes, 25 a 50 g em crianças de (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças < 1 ano.
•Não provocar vômito. -
•Fluidos intravenosos e monitorização laboratorial.
•Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento os sintomas.
Exposição Inalatória: Se ocorrer tosse/dispnéia, avalie quanto a irritação, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie ventilação. Trate broncoéspasmos com pragonistas via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.
Exposição Ocular: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina 0,9%, à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se os sintomas persistirem, encaminhar o paciente para o especialistas.
Exposição Dérmica: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante água e sabão. Encaminhar o paciente pára o especialista caso a irritação ou dor persistirem.
Cuidados aos prestadores de primeiros socorros:
•EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar
equipamento de reanimação manual (Ambú).
•Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto.
Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos sinérgicos: Não relatados em humanos.
ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-600$ para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT — ANVISNMS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (S1NAN / MS)
Telefone de Emergencia da empresa: 11-31514360


Mecanismo de ação, absorção e excreção para animais dilaboratório: Vide itens Toxicocinética e

Mecanismos de toxicidade no quadro acima Efeitos mudos e cranfços para animais de laboratório:

Efeitos agudos: (Resultantes de ensaios com animais Produto formulado): DL50 oral em ratas fêmeas > 2.000 mg/kg
DLso dénnica em ratos machos e fêmeas > 2.000 mg/kg
CL60 inalatória' (4h) em ratos machos e fêmeas > 5,280 mg/L
Irritação dérmica: irritação leve, mas persistente
Irritação ocular nas mucosas oculares houve irritação persistente e na córnea houve coloração positiva de fluorescefna 24 h após a aplicação da substância teste.

Efeitos Crónicos: após exposição crônica em ratos e camundongos o trgão-alvo foi o fígado. Em cães provocou alterações hematológicas e opacidades nomeais e lenticulares. Não foi genotóxico nem mutagênico. Entretanto, foi observado incremento na incidência de tumores benignos e malignos hepáticos (camundongos). Estudos in Vitro e in vivo indicaram efeitos de desregulação endócrina nas glândulas adrenais (ratos, cães). Tebuconazol provocou toxicidáde reprodutiva (redução na espermatogênese em camundongos) e sobre o desenvolvimento a doses tóxicas maternas: alterações ósseas e faciais nos fetos e diminuição de peso neonatal (ratos), abortos pós-implantação e malformações fetais como peromelia (coelhos); fenda palatina e costelas supernumerárias (camundongos).

( De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA)

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode icar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
-Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
-Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
-Sempre consultar um Engenheiro agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.