Bula Shar-Teb

acessos
Tebuconazole
9812
Sharda

Composição

Tebuconazole 200 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Intervalos de 30 a 40 dias. 5 dias. Iniciar as aplicações em novembro e repeti-las até o final do período crítico
Sigatoka negra
(Mycosphaerella fijiensis)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Intervalo de 14 dias. 5 dias. Realizar aplicação preventiva na época de ocorrência das chuvas e reaplicar se necessário
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
0,75 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar até 4 aplicações por ciclo da cultura. 30 dias. Nos primeiros sintomas de aparecimento da doença, a partir do final do desenvolvimento foliar, no início do desenvolvimento dos tubérculos
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
1 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - Se necessário, repetir a aplicação. 30 dias. Iniciar a aplicação do produto quando a infecção atingir cerca de 5% e repeti-la se este nível for atingido novamente
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
1 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - Máximo de duas aplicações dentro dos meses recomendados. 30 dias. Preventivamente, em dezembro ou janeiro até o mês de março
Seca de ponteiros
(Phoma costaricensis)
1 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - Intervalo de 30 dias. 30 dias. Preventivamente, com o início das aplicações do produto logo após a florada (flor murcha). Quando for constatado sintomas da doença atacando ponteiros no final do período das chuvas (abril/maio), realizar uma a duas aplicações, com intervalo de 30 dias
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Até 2 aplicações por ciclo da cultura. 14 dias. Iniciar o controle a partir do comeceço do florescimento, no início da infecção
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Até 2 aplicações por ciclo da cultura. 14 dias. Iniciar o controle a partir do comeceço do florescimento, no início da infecção
Mancha de alternaria
(Alternaria alternata)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Até 2 aplicações por ciclo da cultura. 14 dias. Iniciar o controle a partir do comeceço do florescimento, no início da infecção
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem asiática
(Phakopsora pachyrhizi)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar até 3 aplicações por ciclo da cultura. 30 dias. Na fase vegetativa da cultura a aplicação do produto deve ser realizada no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Na fase reprodutiva, a época de aplicação do produto varia conforme a data de semeadura. Nos primeiros plantios (final de outubro), realizar a primeira aplicação do produto no início da formação de grãos (R5.1) e a segunda aplicação na fase de "meia-granação" (R5.3). Na medida em que for atrasando a semeadura (após o início de novembro), deve-se antecipar as duas aplicações para a fase de "canivetinho" (R3) e de início da formação de grãos (R5.1)
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar até 3 aplicações por ciclo da cultura. 30 dias. Realizar a primeira aplicação do produto no início da granação (estádio 5.2 a 5.4) e uma segunda aplicação no final da granação, vagens verdes com volume máximo (estádio 6 a 7.1)
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar até 3 aplicações por ciclo da cultura. 30 dias. Realizar a primeira aplicação do produto no início da granação (estádio 5.2 a 5.4) e uma segunda aplicação no final da granação, vagens verdes com volume máximo (estádio 6 a 7.1)
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar até 3 aplicações por ciclo da cultura. 30 dias. Iniciar as pulverizações quando 50% da área foliar apresentar sintomas, repetindo quando esse índice for atingido novamente
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar até 4 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de duas semanas. 7 dias. Iniciar o controle a partir do início do florescimento, no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Septoriose
(Septoria lycopersici)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar até 4 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de duas semanas. 7 dias. Iniciar o controle a partir do início do florescimento, no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. 35 dias. Iniciar o controle a partir do estádio de alongamento, quando a doença alcançar 5% da área foliar ou 80% de incidência
Ferrugem do colmo
(Puccinia graminis)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. 35 dias. Iniciar o controle a partir do estádio de alongamento, quando a doença alcançar 5% da área foliar ou 80% de incidência
Fusariose
(Fusarium graminearum)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. 35 dias. Realizar aplicações do produto de forma preventiva no período de florescimento
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. 14 dias. Iniciar o controle a partir do estádio de alongamento, quando a doença alcançar 5% da área foliar ou 80% de incidência
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. 35 dias. O controle deve ser iniciado quando a incidência nas folhas durante o estádio de afilhamento situar-se entre 10 a 15%

Conteúdo:
- frasco plástico com capacidade para 0,5; 1; 1,5; 2; 2,5; 3; 3,5; 4; 4,5; 5 L.
- bombona plástica com capacidade para 5; 10; 15; 20; 25; 30; 35; 40; 45; 50; 100; 150; 200; 250; 300; 350; 400; 450; 500; 1.000 L.
- balde metálico com capacidade para 5; 10; 15; 20; 25; 30; 35; 40; 45; 50; 100; 150; 200; 250; 300; 350; 400; 450; 500 L.
- plástico reforçado (polietileno), tipo Farm Pack, com capacidade para 50; 100; 200; 225; 420; 500; 530; 1.000 L.

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO

INSTRUÇÕES DE USO:
SHAR-TEB é um fungicida, que contém o ingrediente ativo Tebuconazol, 200 g/L, na formulação Concentrado Emulsionável, do grupo químico triazol, de ação sistêmica.

DOENÇAS CONTROLADAS E DOSES DE APLICAÇÃO
Vide "Indicações de Uso/Doses".

INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES:

Algodão:
- Iniciar as aplicações preventivamente no final da fase vegetativa da cultura ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença.
Realizar até 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 7-14 dias. Volume de calda: 200 a 300 L/ha em pulverização terrestre, e 20 a 30 L/ha em pulverização aérea.

Banana:
- Mal-de-sigatoka: iniciar as aplicações em novembro e repeti-las até o final do período crítico, em intervalos de 30-40 dias.
- Sigatoka-negra: realizar aplicação preventiva na época de ocorrência das chuvas e reaplicar se necessário, em intervalos de 14 dias.
Realizar até 5 aplicações por safra da cultura. Volume de calda: 200 a 300 mL em pulverização terrestre, e 10 a 30 L/ha em pulverização aérea. Diluir o produto diluído em 15 L/ha de óleo mineral.

Batata:
- Iniciar o controle no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, a partir do final do desenvolvimento foliar, no início do desenvolvimento dos tubérculos.
Realizar até 4 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 500 a 1.000 L/ha.

Café:
- Ferrugem: iniciar a aplicação do produto quando a infecção atingir cerca de 5% e repeti-la se este nível for atingido novamente.
- Cercosporiose: realizar aplicações do produto de forma preventiva, no mês de dezembro ou janeiro, num total de duas aplicações, até o mês de março, considerando-se que, em condições normais, é o período crítico da doença.
- Seca dos ponteiros: o controle é preventivo, com o início das aplicações do produto logo após a florada (flor murcha). Quando for constatado sintomas da doença atacando ponteiros no final do período das chuvas (abril/maio), realizar uma a duas aplicações, com intervalo de 30 dias.
Realizar até 2 aplicações por safra da cultura com intervalo de 30 dias. Volume de calda: 250 a 400 L/ha.

Feijão:
- Iniciar o controle a partir do começo do florescimento, no início da infecção.
Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 200 a 300 L/ha.

Soja:
- Oídio: iniciar as pulverizações quando 50% da área foliar apresentar sintomas, repetindo-se, quando este índice for atingido novamente.
- Doenças de Final de Ciclo, DFC (crestamento foliar e mancha parda): realizar a primeira aplicação do produto no início da granação (estádio 5.2 a 5.4) e uma segunda aplicação do produto no final da granação, vagens verdes com volume máximo (estádio 6 a 7.1).
Realizar até 3 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 200 a 300 L/ha.

Tomate:
- Iniciar o controle a partir do início do florescimento, com aplicações a cada duas semanas, no aparecimento dos primeiros sintomas da doença.
Realizar até 4 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 500 a 1.000 L/ha.

Trigo:
- Oídio: o controle deve ser iniciado, quando a incidência nas folhas, durante o estádio de afilhamento situar-se entre 10-15%.
- Ferrugens e manchas foliares: iniciar o controle a partir do estádio de alongamento, quando as doenças alcançarem 5% da área foliar ou 80% de incidência.
- Giberela: realizar aplicações do produto de forma preventiva no período de florescimento. Contra brusone, a primeira aplicação preventiva deve ser feita no início do espigamento, complementada por mais uma aplicação num intervalo de 10 a 12 dias.
Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 200 a 300 L/ha em pulverização terrestre e 20 a 30 L/ha em pulverização aérea.

MODO DE APLICAÇÃO:
SHAR-TEB deve ser aplicado diluído em água somente nas dosagens recomendadas. Deve ser aplicado de maneira uniforme dando uma boa cobertura da parte aérea das plantas tratadas.

Equipamentos de aplicação:
- Aplicação terrestre:
Equipamentos: pulverizador costal manual, motorizado; tratorizados. Nas culturas de café e banana: atomizador costal ou motorizado.
Bicos de pulverização tipo leque ou jato cônico: de acordo com as recomendações dos fabricantes.
A calda de pulverização deve ser mantida sob agitação contínua. Fechar o registro do pulverizador durante as paradas e manobras com o equipamento para evitar-se a sobreposição nas áreas tratadas.

- Aplicação aérea:
Equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de bicos.
Bicos série D com difusor 25 a 45. Pressão: 20 a 30 lb/pol2. Densidade de gotas: maior que 20 gotas/cm2. Altura de vôo: 3 a 4 metros. Largura da faixa de deposição efetiva: 15 m (aeronave Ipanema).
Condições climáticas: A temperatura deve estar inferior a 25°C, a velocidade do vento em torno de 3,0 a 5,0 Km/h e a U.R. superior a 50%.
Volume de aplicação: 10 a 30 L de calda/ha.
Ângulo dos bicos em relação à direção de vôo: 135°
Altura do vôo: 2 a 4 metros sobre o solo.
Largura da faixa de deposição efetiva: de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma cobertura uniforme. Evitar a sobreposição das faixas de aplicação.
Não permitir que a deriva da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes d’água, criações e áreas de preservação ambiental.
Velocidade do vento: inferior a 10 km/ha.

Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.

Instruções para preparo da calda de pulverização:
Encher a metade do tanque do pulverizador com água para então adicionar SHAR-TEB, mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.

Lavagem do equipamento de pulverização:
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.

INTERVALO DE SEGURANÇA (dias):
Algodão: 30; Banana: 5; Batata: 30; Café: 30; Feijão: 14; Soja: 30; Tomate: 7; Trigo (foliar): 35.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS)

LIMITAÇÕES DE USO:
- Somente utilizar as doses recomendadas.
- Nas culturas de feijão e tomate não aplicar o produto antes da floração.
- Na cultura de batata não aplicar o produto antes da fase final do desenvolvimento foliar, que coincide com o fechamento das linhas e início de desenvolvimento dos tubérculos.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide Modo de Aplicação.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Produto extremamente irritante para os olhos.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costal. Se utilizar trator (ou avião), aplique o produto contra o vento.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de prot ão individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequada nte fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
-Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
-Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
-Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeáveis.
-Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
-Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
-Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI : macacão
de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INFORMAÇÕES MÉDICAS — TEBUCONAZOL

GRUPO QUÍMICO: Triazol.
VIAS DE EXPOSIÇÃO: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
TOXICOCINÉTICA: Tebuconazol é um fungicida que, em ratos, foi rapidamente absorvido, metabolizado e excretado. A distribuição foi ampla nos tecidos e órgãos. O pico plasmático foi alcançado entre (0,3 — 1,7)h; a vida média plasmática foi de (32-52)h. O metabolismo incluiu principalmente processos de hidrólise, oxidação e conjugação com glucoronídeos e sulfatos. Cerca de (86-98)% da dose administrada foi excretada, em forma de metabólitos, em 72 horas pela bile, fezes e em menor proporção pela urina; no ar expirado a concentração foi mínima. Não apresentou bioacumulação.
MACANISMOS DE TOXIDADE: Tebuconazol é um inibidor da síntese do ergosterol em vegetais.
É um potente indutor do sistema enzimático hepático citocromo P450. Estudos especiais in vitro em culturas de élulas de ratos, suínos e humanos e estudos in vivo em ratos mostraram que o ebuconazol é um potente inibidor da atividade aromatase (enzima respons el pela conversão da testosterona e androestenediona em esteróides 1-exuais femininos como o estradiol.
SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS: Toxidade agruda: ainda há pouca informação sobre efeitos clínicos em indivíduos expostos a Tebuconazol. Esses Indivíduos devem ser submetidos a uma avaliação minuciosa do histórico clínico e exames físicos que identifiquem qualquer anormalidade.
Em animais o fígado é o principal órgão-alvo e foi observado:
Dérmica: Irritação leve. Não foi sensibilizante dérmico.
Ocular: Irritação leve.
Inalatória: Baixa toxicidade: irritação leve.
Oral: Baixa toxicidade.
Toxicidade crônica: em estudos crônicos o órgão-alvo é o fígado.
É classificado como possível carcinogênico para humanos (EPA, grupo C). É suspeito de produzir desreguiação endócrina e toxicidade sobre o desenvolvimento.
DIAGNÓSTICO: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível.
Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente.
TRATAMENTO: Antídoto: não há antídoto especifico. Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias respiratórias, de aspiração; tratamento sintomático e de suporte.
Exposição Oral:
•Diluição: imediatamente diluir com (120-240)ml de água ou leite (não exceder 120 ml em crianças)
•Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário.
1.Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1 hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal.
2.Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou alteração de consciência em pacientes não-intubados; corrosivos e hidrocarbonetos; risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal.
•Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir sua absorção sistêmica, se administrado logo após a ingestão (1 hora) 1. Dose: suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água/30 g de
carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos / adolescentes, 25 a 50 g em
crianças de (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças < 1 ano.
•Não provocar vômito.
•Fluidos intravenosos e monitorização laboratorial.
•Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento os sintomas.
Exposição inalatória: Se ocorrer tosse/dispnéia, avalie quanto a irritação, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate broncoespasmos com I32-agonistas via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.
Exposição ocular: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina 0,9%, à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se os sintomas persistirem, encaminhar o paciente para o especialista.
Exposição dérmica: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante áa e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista c a irritação ou dor persistirem.
CUIDADOS para os prestado de primeiros socorros:
•EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar equipamento de reanimação manual (Ambú).
•Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto.
CONTRA-INDICAÇÕES: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de
pneumonite quimica.
EFEITOS SINÉRGICOS: Não relatados em humanos.
ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emer ência da empresa: 11-31514360

Mecanismo de ação, absorção e excreção para animais de laboratório: Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima. Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:

Efeitos agudos: (Resultantes de ensaios com animais - Produto formulado):
DL5o oral em ratas fêmeas > 2.000 mg/kg
DL50 dérmica em ratos machos e fêmeas > 2.000 mg/kg
CL50 inalatória (4h) em ratos machos e fêmeas > 5,280 mg/L
Irritação dérmica: irritação leve, mas persistente
Irritação ocular: nas mucosas oculares houve irritação persistente e na córnea houve coloração positiva de fluoresceína 24 h após a aplicação da substância teste

Efeitos Crônicos: após exposição crônica em ratos e camundongos o órgão-alvo foi o fígado. Em cães provocou alterações hematológicas e opacidades corneais e lenticulares. Não foi genotóxico nem mutagênico. Entretanto, foi observado incremento na incidência de tumores benignos e malignos hepáticos (camundongos). Estudos in vitro e in vivo indicaram efeitos de desregulação endócrina nas glândulas adrenais (ratos, cães). Tebuconazol provocou toxicidade reprodutiva (redução na espermatogênese em camundongos) e sobre o desenvolvimento a doses tóxicas maternas: alterações ósseas e faciais nos fetos e diminuição de peso neonatal (ratos), abortos pós-implantação e malformações fetais como peromelia (coelhos); fenda palatina e costelas supernumerárias (camundongos).

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é: - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhen-tos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (du-zentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e ve-getação susceptível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal con-cernentes às atividades aeroagrícolas.

2- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PRE-VENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustivel.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3- INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa ALLIERBRASIL AGRDNOMOTITA. - telefone de emergência: (00xx11) 3151-4360.
Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, ócu-
los protetor e máscara com filtro)
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos
ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
-Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTI-NAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu es-vaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até um quarto do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
-Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão: -Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedi-mentos:
-Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, dire-cionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazena-da com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
o prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, ra-ções, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local co-berto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separada-mente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fsicalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuglii den efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, ra-ções, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realiza-da pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contami-nação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante atra-vés do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que in-clui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS:
Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
- Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
- Sempre consultar um Engenheiro agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.