Bula Solist 430 SC

acessos
Tebuconazole
11609
Rotam

Composição

Tebuconazol 430 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramularia
(Ramularia areola)
0,25 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações, repetindo a aplicação com intervalo de 7 - 14 dias. 30 dias. Iniciar o controle preventivamente no final da fase vegetativa da cultura ou na ocorrência dos primeiros sintomas da doença
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Pseudocercospora personata)
0,2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações, repetindo a aplicação com intervalo de 7 - 10 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
0,35 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar duas aplicações, conforme descrito na época. 35 dias. Fazer a primeira aplicação no inicio do emborrachamento e uma segunda aplicação quando 5% das panículas estiverem emergidas
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia coronata var. avenae)
350 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações durante o ciclo da cultura. 35 dias. Iniciar a aplicação quando forem encontrados no máximo 5% da superfície foliar infectada pelas doenças. Uma segunda aplicação pode ser necessária se o nível crítico for atingido novamente
Helmintosporiose
(Drechslera avenae)
350 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações durante o ciclo da cultura. 35 dias. Iniciar a aplicação quando forem encontrados no máximo 5% da superfície foliar infectada pelas doenças. Uma segunda aplicação pode ser necessária se o nível crítico for atingido novamente
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
0,45 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 5 aplicações, caso necessário, reaplicar com intervalo de 30 dias. 30 dias. Recomenda-se iniciar a aplicação quando a infecção atingir 5% e fazer uma segunda aplicação 30 dias após. Caso esse nível seja novamente atingido, realizar novas aplicações com intervalo de 30 dias
Centeio Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do colmo
(Puccinia graminis)
350 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações durante o ciclo da cultura. 35 dias. Iniciar a aplicação quando a infecção atingir 5% e fazer uma segunda aplicação 30 dias após. Caso o nível seja novamente atingido, realizar novas aplicações com intervalo de 30 dias
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia hordei)
350 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações durante o ciclo da cultura. 35 dias. O controle deve ser iniciado quando forem encontrados no máximo 5% da superfície foliar infectada pela doença. Uma segunda aplicação pode ser necessária se o nível crítico for atingido novamente
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
350 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações durante o ciclo da cultura. 35 dias. A aplicação deverá ser efetuada a partir dos primeiros sintomas das doenças. Realizar uma segunda aplicação quando necessário
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. hordei)
350 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações durante o ciclo da cultura. 35 dias. A aplicação deverá ser efetuada a partir dos primeiros sintomas das doenças. Realizar uma segunda aplicação quando necessário
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
0,45 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações, repetindo a aplicação com intervalo de 15 - 20 dias. 14 dias. Realizar a primeira aplicação no início da infecção
Milheto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia spp)
450 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações durante o ciclo da cultura. 15 dias. Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem polisora
(Puccinia polysora)
0,45 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações, repetindo a aplicação com intervalo de 15 - 20 dias. 15 dias. Recomenda-se fazer a primeira aplicação por volta dos 35 dias após a emergência da cultura, estádio vegetativo V8 no aparecimento dos primeiros sintomas
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
280 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações. 35 dias. Normalmente o controle é iniciado a partir do estádio de desenvolvimento conhecido como alongamento, quando as doenças alcançarem o valor de 5% da área foliar ou 80% de incidência
Mancha salpicada
(Septoria tritici)
350 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações. 35 dias. Normalmente o controle é iniciado a partir do estádio de desenvolvimento conhecido como alongamento, quando as doenças alcançarem o valor de 5% da área foliar ou 80% de incidência
Triticale Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
350 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações durante o ciclo da cultura. 35 dias. O controle deve ser iniciado quando forem encontrados no máximo 5% da superfície foliar infectada pela doença. Uma segunda aplicação pode ser necessária se o nível crítico for atingido novamente
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
350 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações durante o ciclo da cultura. 35 dias. A aplicação deverá ser efetuada a partir dos primeiros sintomas das doenças. Realizar uma segunda aplicação quando necessário
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. hordei)
350 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações durante o ciclo da cultura. 35 dias. A aplicação deverá ser efetuada a partir dos primeiros sintomas das doenças. Realizar uma segunda aplicação quando necessário

Frasco PEAD:
250 mL e 1,0 L.

Bombona PEAD:
5, 10 e 20 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
TEBUCONAZOLE 430 SC é um fungicida sistêmico do grupo dos triazóis, indicado para o controle de doenças nas culturas da soja e trigo, com ação preventiva.

CULTURAS, PRAGAS E DOSES:
Vide a seção “Indicações de Uso/Doses”

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
SOJA - Realizar no máximo, 3 aplicações durante o ciclo da cultura.
Para o controle da Ferrugem-da-soja, realizar a primeira aplicação, imediatamente após a detecção dos primeiros sintomas da doença, ou mesmo, preventivamente, conforme as condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da doença; em caso da presença de focos na região, variedade ou época de plantio (Conforme as recomendações das Comissões de Pesquisa da Soja). A primeira aplicação é feita na fase compreendida entre o início do florescimento à formação da vagem, e as demais aplicações com intervalo de 21 dias. Aplicar a dose indicada utilizando um volume de calda suficiente para uma cobertura total e uniforme da folhagem das plantas.

TRIGO - Realizar no máximo, 3 aplicações durante o ciclo da cultura.
Para o controle da Ferrugem-da-folha e Mancha-salpicada, normalmente o controle é iniciado a partir do estádio de desenvolvimento conhecido como alongamento, quando as doenças alcançarem o valor de 5% da área foliar ou 80% de incidência.

Nota: De acordo com as Recomendações Tecnicas da Comissão Sul Brasileira de Pesquisa de Trigo, manter um constante monitoramento das doenças a partir da fase de afilhamento; sendo que a aplicação deve ser efetuada preventivamente ou a partir dos primeiros sintomas da doença.

MODO / EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
O produto deve ser emulsionado em água e aplicado na forma de pulverização, através de equipamentos terrestres ou aeronaves agrícolas.
1) Aplicação Terrestre:
Usar pulverizadores tratorizados equipados com barra de pulverização e bicos cônicos (D2), com pressão de trabalho de 80 a 100 Ib/pol² e densidade de gotas acima de 200 gotas/cm². Recomenda-se uma vazão total de 200 a 300 L de calda/ha.

2) Aplicação Aérea:
Usar barra equipada com bicos de jato cônico vazio da série D6 a 012 ou similar, altura de vôo de 2 a 3 m acima do alvo, pressão da bomba 30 a 50 lb/poI². A vazão deve de ser de 10 a 20 L/ha pra micronair e de 20 a 40 L/ha quando se emprega barra com largura da faixa de disposição de 15 a 18 m, e com densidade mínima de 80 gotas/cm².
Na aplicação, verificar se as plantas estão recebendo a calda de pulverização de modo uniforme e se está ocorrendo uma cobertura total e uniforme da folhagem das plantas.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS RECOMENDADAS:
As condições climáticas mais favoráveis para a realização de uma pulverização, utilizando-se os equipamentos adequados de pulverização, são:
- Umidade relativa do ar: Mínimo 55%
- Velocidade do vento: mínimo - 2 km/hora; máximo - 10 km/hora.
- Para aplicação em Ultra Baixo-Volume: velocidade do vento máxima de 15 km/hora.
- Temperatura: abaixo de 32°C
Caso haja a presença de orvalho, não há restrições nas aplicações com aviões; porem, deve-se evitar aplicações com máquinas terrestres nas mesmas condições, ou seja, a presença de orvalho na cultura.

LARGURA DA FAIXA DE APLICAÇÃO:
A largura de deposição adequada escolhida será determinada em função do tipo de aeronave, das pontas utilizadas, e das condições climáticas do momento da aplicação.

PREPARO DA CALDA:
Recomenda-se o preparo da quantidade necessária de calda para uma aplicação. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Para o preparo, abastecer o tanque do pulverizador até 1/3 da capacidade do tanque com água. Acionar e manter o agitador em funcionamento e adicionar o produto, completando por fim o volume do tanque com água. Caso indicado, o espalhante deve ser o último produto a ser adicionado a calda. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.

RECOMENDAÇÕES PARA EVITAR A DERIVA:
Considerar todos os fatores de interação relativos a equipamento de pulverização e de clima, que determinam o potencial de deriva, para a tomada de decisão de realizar a pulverização. Siga as restrições existentes na legislação. Evite que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.

IMPORTÂNCIA DO DIÂMETRO DE GOTA:
Gotas finas ou mais leves: Demonstram de modo geral, depositarem melhor e mais facilmente nos alvos ou superfícies de deposição verticais e estreitas; penetrando melhor no interior das culturas. São mais sujeitas a deriva e perdas por evaporação. Os bicos que melhor proporcionam este tipo de gota são os bicos ou pontas de jato cônico vazio.
Gotas grossas ou mais pesadas: Demonstram de modo geral, depositarem melhor em área posicionadas mais horizontalmente e planas. Apresentam uma maior facilidade de deposição na parte externa das plantas e uma grande dificuldade de penetração para o interior das culturas e/plantas. Apresentam uma menor perda por evaporação e pela deriva, mas apresentam grandes riscos de perda por escorrimento. Os bicos que melhor proporcionam este tipo de gota são os bicos ou pontas de jato plano.

DETERMINAÇÃO DO DIÂMETRO DE GOTAS:
Técnica de aplicação - para se obter gotas de diâmetro pequeno, leves ou mais finas, recomenda-se a aplicação com bicos de orifícios finos sob altas pressões. Inversamente a este processo, com a utilização de bicos com orifícios maiores e pressões baixas, apresenta a tendência de se obter gotas de diâmetro maiores e mais pesadas e/ou grossas.

ALTURA DA BARRA PARA APLICAÇÃO:
Utilizar a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Quando utilizados bicos cônicos vazios em aplicação terrestre, em pós-emergência, usar o espaçamento de 50 cm entre bicos na barra, a uma altura de no mínimo 50 cm de altura em relação ao topo das plantas. Na pulverização aérea, a altura do vôo não deve passar dos 4,0 m para evitar problemas com a deriva. O número de bicos utilizados deve ser o menor número de bicos com maior vazão possível que proporcione uma cobertura uniforme, sendo orientados de maneira que o jato esteja dirigido para trás, no sentido paralelo a corrente de ar. Os bicos utilizados devem ser do tipo jato cheio. O comprimento da barra deve ser de no máximo 3/4 do comprimento da asa da aeronave.

FATORES AMBIENTAIS:
VENTOS:
A velocidade dos ventos influência o potencial de deriva. Evitar aplicar o produto em condições de calmaria, ou seja com velocidade do vento inferior a 2 km/h e acima de 10 km/hora em aplicação terrestre e 15 km/hora em aplicação aérea.

UMIDADADE RELATIVA DO AR E TEMPERATURA:
A umidade relativa do ar determina a velocidade de evaporação de uma gota, conseqüentemente influencia no volume de aplicação atuando diretamente no rendimento. Em condições ambientais de seca, recomenda-se obter um diâmetro de gotas grandes. Já temperaturas muito elevada associada a uma evapotranspiração muito elevada, causam a formação de correntes térmicas ascendentes (correntes de convecção) que préjudicam a deposição adequada das gotas. Nessas condições, evitar realizar a aplicação. Em condições de orvalho não há restrições nas aplicações com aviões. Evitar aplicações com máquinas terrestres nas mesmas condições (orvalho).

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Soja = 30 dias e em Trigo = 35 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado, antes da secagem completa da calda (no mínimo), 24 horas após a aplicação. Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Além dos intervalos de segurança e reentrada na cultura, uso exclusivamente agrícola. Aplicar somente as doses recomendadas.

Fitotoxicidade para a cultura indicada: ausente se aplicado de acordo com as recomendações.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PREUCAÇÕES GERAIS:
Produto para o uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orificios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente passando por címa do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro quimico contra vapores orgânico e filtro mecânico classe P2); touca árabe, óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Evite. o máximo possível, o contato com a área tratada;
Não aplique o produto na presença de ventos fortes nas horas mais quentes do dia. Verifique a direção do vento, aplique o produto de forma a evitar o contato do aplicador com a névoa do produto. conforme o equipamento de aplicação.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cí ma do punho das luvas e as pernas das calças por címa das botas; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânico e filtro mecânico classe P2) e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLlCACÃO:
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRATA, ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado. longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados da seguinte ordem: touca árabe. óculos. avental. botas, macacão. luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separadamente das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros. seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas. luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS:
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR TEBUCONAZOLE

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico:
Triazol.

Classe toxicológica:
III - Mediamente tóxico.

Vias de absorção:
Oral, inalatória e dérmica.

Sintomas e sinais clínicos:
Em humanos há irritação dérmica leve e não há evidência de toxicidade sistêmica. Pode ocorrer irritação ocular após exposição ao triazol. Baseado nos estudos de toxicidade animal do ingredíente ativo tebuconazol, pode haver efeitos tóxicos nos seguintes órgãos: baço, fígado, adrenal e cristalino dos olhos.
Toxicocinética:
Após administração oral de tebuconazol a ratos, 65-80% da dose foi eliminada pelas vias biliar e fecal, ao passo que a eliminação urinária contabilizou em torno de 16-35%.
Biotransformação: Ocorrem reaçóes de oxidação, resultado em metabólitos de hidroxilas, carboxilas, trióis e cetoácidos, bem como conjugados (por exemplo, o triazol).
Diagnóstico:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clinico compatível.

Tratamento:
No envenenamento agudo, as medidas de urgência consistem no esvaziamento gástrico com o emprego de carvão ativado. Não existe antídoto ou antagonista específico para os fungicidas triazóicos. O tratamento médico é sintomático.
Contra-indicação:
O vômito é contra indicado em razão do risco potencial de aspiração.

Atenção:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica - RENACIAT -ANVISA/MS.
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da Empresa: (Oxx19) 3258-6763

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PRA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
O Tebuconazole é absorvido pela via oral, dérmica e inalatória.
Após administração oral, o produto é rapidamente absorvido pelo trato gastro intestinal, alcançando concentração máxima no plasma em menos de duas horas.
No organismo é metabolizado principalmente por oxidação. A eliminação dos órgãos e tecidos também ocorre de forma rápida, principalmente pelas vias biliar/fecal e pela urinária. Quantidades pequenas são eliminadas pelo ar exalado. O produto não se acumula no organismo, sendo eliminado em até 72 horas.
Via dérmica, o produto é rapidamente absorvido, alcançando o equilíbrio em menos de uma hora e, em seguida, declinando durante 24 horas de exposição. Foram encontradas baixas concentrações do produto no sangue, indicando que somente uma pequena quantidade do produto absorvida pela pele atinge o sangue.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:

Agudos:
Em ratos, não foram observadas lesões aos órgãos, induzidas pelo produto administrado, via oral e dérmica. Os sinais clínicos observados nos ratos sobreviventes incluíram piloereção em um animal nos Dias 5 e 9, e sensitividade ao toque em um animal no Dia 2. Decréscimo na atividade, ataxia, agressividade, tremores corporais, diarréia, lacrimação, poliúria e salivação também foram observadas em animais que morreram durante o teste via oral. Em teste via inalatória não ocorreu mortalidade durante o teste. Os sinais clínicos incluíram decréscimo na atividade e piloereção, que não eram mais evidentes por volta do dia 3. No teste via dérmica não apresentou sinais clínicos de toxicidade e irritação dérmica. Em todos os testes não houve efeito sobre o ganho de peso corporal nos animais, exceto em um animal que perdeu peso durante a primeira semana no teste via dérmica.
Em coelhos, o produto se mostrou não irritante à pele e olhos. O produto não provocou reação de sensibilização dérmica.
DL50 Oral (mg/kg): 1750
DL50 Dérmica (mg/kg): > 5050
CL50 (mg/L): > 5, 13
Irritação Dérmica: Não irritante
Irritação Ocular: Não Irritante
Sensibilização Cutânea: Não sensibilízante.

Crônicos:
Nos estudos realízados com ratos em laboratório durante 2 anos, observou-se na dose máxima testada (100 ppm), uma leva influência no consumo de ração e água, bem como um retardamento no crescimento dos animais. Para os demais parâmetros requeridos neste tipo de estudo, não foi observado nenhuma anormalidade ou efeito significativos. O produto não foi mutagênico, carcinogênico ou embriofetotóxico para os animais testados. A dose sem efeito tóxico foi de 300 ppm para ratos machos e fêmeas.

SINTOMAS DE ALARME:
Quando ingerido: distúrbios no comportamento, respiração e motibilidade; movimentos não coordenados. A ingestão de grandes volumes pode causar desconforto abdominal ou dor, náusea, vômito, tonturas e visão turva.

Quando inalado (aspirado); motibilidade reduzida. A inalação de altas concentrações pode causar irritação nasal, de garganta e de trato respiratório.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é:
- PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)

Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'agua. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quínhentos) metros de povoação e de mananciais de captação da água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa ROTAM DO BRASIL AGROQuíMICA E PRODUTOS AGRíCOLAS LTDA - Telefone de Emergência: (Oxx19) 3258-6763.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).

Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'agua: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, C02 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RíGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPl's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo de calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até ~ do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta de equipamento da lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as partes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até a devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, com o piso impermeável, ou no local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o sr término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamento, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento das embalagens vazias, até a devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com o piso impermeável, no local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuano, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamento, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pala Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE, DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmeras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
Sempre consultar um Profissional legalmente habilitado para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade