Bula Tebufort BR

acessos
Tebuconazole
9509
UPL

Composição

Tebuconazole 200 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar de 3 a 4 aplicações no ciclo da cultura. 30 dias. Iniciar o tratamento após a fase de desenvolvimento foliar que coincide com o fechamento das linhas e início do desenvolvimento dos tubérculos
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - Repetindo se necessário. 30 dias. Iniciar a pulverização quando o nível de infecção atingir 5%
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 30 dias. 30 dias. Aplicações preventivas, iniciando-se em dezembro/janeiro, com um total de duas aplicações até março, que, em condições normais, é o periodo crítico da doença
Seca de ponteiros
(Phoma costaricensis)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - Repetir a pulverização a intervalos de 30 dias casa as condições climáticas forem favoráveis à doença. 30 dias. Controle preventivo iniciando-se após a florada
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar até 3 aplicações em intervalos quinzenais. 14 dias. As pulverizações deverão iniciar-se a partir do início do florescimento, na ocorrência dos primeiros sintomas da doença
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar até 3 aplicações em intervalos quinzenais. 14 dias. As pulverizações deverão iniciar-se a partir do início do florescimento, na ocorrência dos primeiros sintomas da doença
Mancha de alternaria
(Alternaria alternata)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar até 3 aplicações em intervalos quinzenais. 14 dias. As pulverizações deverão iniciar-se a partir do início do florescimento, na ocorrência dos primeiros sintomas da doença
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da soja. 30 dias. As pulverizações do fungicida deverão ser feitas entre os estádios R5.1 e R5.3 se as condições climáticas forem favoráveis à ocorrências das doenças, ou seja, chuvas freqüentes e temperaturas variando de 22° a 30°C
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da soja. 30 dias. As pulverizações do fungicida deverão ser feitas entre os estádios R5.1 e R5.3 se as condições climáticas forem favoráveis à ocorrências das doenças, ou seja, chuvas freqüentes e temperaturas variando de 22° a 30°C
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da soja. 30 dias. As pulverizações do fungicida deverão ser iniciadas quando o nível de infecção atingir de 40% a 50% da área foliar da planta como um todo
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Repetindo a intervalos de 14 dias. Realizar no máximo 4 aplicações no ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as pulverizações ao aparecimento da doença
Septoriose
(Septoria lycopersici)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Repetindo a intervalos de 14 dias. Realizar no máximo 4 aplicações no ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as pulverizações ao aparecimento da doença
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo do trigo. 35 dias. Iniciar o controle quando a incidência foliar, a partir do afilhamento, situar-se na faixa de 10 a 15%
Ferrugem do colmo
(Puccinia graminis)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo do trigo. 35 dias. Iniciar o controle quando a incidência foliar, a partir do afilhamento, situar-se na faixa de 10 a 15%
Fusariose
(Fusarium graminearum)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo do trigo. 35 dias. Realizar aplicações preventivas no período de florescimento. Pulverizações preventivas contra giberela devem ser realizadas quando se observar o maior número de flores abertas
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo do trigo. 35 dias. O controle deverá ser realizado quando a incidência foliar, percentual de folhas com lesão, for de 70 a 80%, a partir do estádio de elongamento
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo do trigo. 35 dias. Iniciar o controle quando observado de 15 a 25% de incidência foliar da doença a partir do estádio final do afilhamento

FRASCO E BOMBONA de plástico( PEAD, PET, COEX) com capacidade para 0,25, 1, 5, 10 Litros.
BALDE de plástico( PEAD, PET, COEX) ou aço com capacidade para 20 litros.
TAMBOR de Plástico(COEX) ou metálico com capacidade para 50, 100, 200 litros.

INSTRUÇÕES DE USO:
NÚMERO, ÉPOCA, E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

SOJA
Oídio - As pulverizações do fungicida deverão ser iniciadas quando o nível de infecção atingir de 40% a 50% da área foliar da planta como um todo.
Doenças de final de Ciclo - Crestamento foliar e Mancha Parda – As pulverizações do fungicida deverão ser feitas entre os estádios R5.1 e R5.3 se as condições climáticas forem favoráveis à ocorrências das doenças, ou seja, chuvas freqüentes e temperaturas variando de 22° a 30°C.

Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da soja.

TRIGO
Oídio – Iniciar o controle quando observadode 15 a 25% de incidência foliar da doença a partir do estádio final do afilhamento.
Ferrugens - iniciar o controle quando a incidência foliar, a partir do afilhamento, situar-se na faixa de 10 a 15%.
Manchas foliares – Helmintosporiose, Mancha das glumas, Septoriose - o controle deverá ser realizado quando a incidência foliar, percentual de folhas com lesão, for de 70 a 80%, a partir do estádio de elongamento.
Giberela – Realizar aplicações preventivas no período de florescimento.
Pulverizações preventivas contra giberela devem ser realizadas quando se observar o maior número de flores abertas. Contra a brusone, a primeira aplicação preventiva deve ser feita no início do espigamento, complementada por mais uma num intervalo de 10 a 12 dias.
Para todas as situações, realizar no máximo 3 aplicações por ciclo do trigo.

FEIJÃO – As pulverizações deverão iniciar-se a partir do início do florescimento, na ocorrência dos primeiros sintomas da doença. Realizar até 3 aplicações em intervalos quinzenais.

CAFÉ
Ferrugem: Iniciar a pulverização quando o nível de infecção atingir 5%, repetindo se necessário.
Seca-dos-ponteiros: controle preventivo iniciando-se após a florada. Repetir a pulverização a intervalos de 30 dias casa as condições climáticas forem favoráveis à doença.

AMENDOIM - As aplicações deverão ser iniciadas após o aparecimento dos primeiros sintomas e repetiidas a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura.

TOMATE – Iniciar as pulverizações ao aparecimento da doença, repetindo a intervalos de 14 dias. Realizar no máximo 4 aplicaçòes no ciclo da cultura.

BATATA – Iniciar o tratamento após a fase de desenvolvimento foliar que coincide com o fechamento das linhas e início do desenvolvimento dos tubérculos. Realizar de 3 a 4 aplicações no ciclo da cultura.

CEBOLA / CENOURA / PEPINO – Iniciar as pulverizações a partir do aparecimento dos sintomas da doença, repetindo a intervalo qunizenal.. Realizar no máximo 4 pulverizações no ciclo da cultura.







BANANA – As aplicações deverão iniciar-se no mês de novembro e repetidas a intervalos de 30 a 40 dias durante o período crítico para ocorrência da doença. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura.
Em pulverizações aéreas ou terrestre com uso de atomizador costal, o produto deverá ser diluído em 15 litros de óleo mineral, correspondendo ao volume de calda a ser utilizado na pulverização de hum hectare.


UVA – aplicar no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo a intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura.


MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

TEBUZOL 200 EC deve ser diluído em água e aplicado na forma de pulverização, podendo utilizar-se de equipamentos de aplicação manual ou motorizado, tratorizados e aeronaves agrícolas.

APLICAÇÃO TERRESTRE

As aplicações terrestres devem ser realizadas com condições de vento inferior a 10 Km/l, temperatura ambiente entre 7° a 30 °C e umidade relativa do ar superior a 50% para minimizar a deriva do produto.

Pulverização costal manual: Proporcionar boa cobertura com volume de calda aplicado de 100 a 200 litros por hectare.
Indicado o uso de bico do tipo cônico (cheio ou vazio), trabalhando com pressão variando de 40 a 60 lbf/pol2.
Na cultura de banana pode ser utilizado pulverizador costal motorizado, atomizador, com lança de 4 a 6 metros.

Pulverizador de Barra Tratorizado: A barra de pulverização deve ser posicionada a uma altura de 20 cm da altura das plantas. Deve-se utilizar um volume de calda de modo a proporcionar uma boa cobertura do alvo, sendo recomendado um volume entre 200 e 300 L/ha para culturas de grãos como soja, feijão e de 500 a 1000 L/ha para cultivos como batata, cenoura , cebola e tomate . A densidade de gotas deve ser de 50 – 70 gotas/cm2.
Indicado o uso de tipos do tipo cônico (cheio ou vazio), trabalhando-se com pressão variando de 75 a 200 lbf/pol2.

Para as culturas de Uva, Tomate empregam-se pulverizadores de pistola, pulverizando-se um volume de 800 a 1000 L de calda/ha.

Na cultura do Café utiliza-se atomizadores com volume aplicado de calda de 250 a 500 l/ha


Consulte as especificações dos fabricantes de bicos/pontas para a escolha do modelo mais adequado a esta recomendação de pulverização.

APLICAÇÃO AÉREA

As aplicações aéreas devem ser realizadas com condições de vento inferior a 6 Km/l, temperatura inferior a 27°C e umidade relativa do ar superior a 55% para minimizar a deriva do produto.
O volume de calda da pulverização aérea indicado varia de 10 a 30 L/ha, podendo ser utilizado bicos hidráulicos ou rotativos do tipo micronair. Recomenda-se gotas de diâmetro de 150-250 micras e densidade de 50 -70 gotas/cm2.
A faixa de deposição e a altura do vôo é decorrente do tipo ou modelo de avião utilizado na pulverização, bem como a quantidade de bicos nas barras de pulverização.
Para aviões agrícolas como o IPANEMA ou similares, a altura do vôo indicada é de 4 a 5 metros em relação ao alvo ou cultura. Recomenda-se de 40 a 42 bicos do tipo jato cônico vazio na barra de ulverização, devendo-se fechar de 4 a 5 bicos na ponta externa da asa para evitar a interferência e perda das gotas ali produzidas pelo efeito de vórtice que ocorre nas pontas das asas. Os bicos deverão ser posicionados em ângulos variando de 90° a 180°, de acordo a permitir o controle da deriva das gotas.


INTERVALO DE SEGURANÇA

CULTURAS Intervalo de Segurança
Soja .................................................. 30 dias
Trigo ................................................ 35 dias
Feijão .............................................. 14 dias
Café ................................................. 30 dias
Amendoim ....................................... 30 dias
Tomate ............................................. 07 dias
Batata ............................................. 30 dias
Cebola ........................................... ..14 dias
Cenoura .......................................... 14 dias
Pepino .............................................. 05 dias
Banana ........................................... 05 dias
Uva ........................................... ...... 14 dias


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.


LIMITAÇÕES DE USO
Nas culturas de Feijão e Tomate, não deverá ser aplicado antes da fase de floração. Na cultura de Batata não aplicar o produtos antes da fase final de desenvolvimento foliar, que coincide com o fechamento das linhas e início de desenvolvimento dos tubérculos.

ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO IND IVIDUAL COMO INDICADO

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão,
botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Produto extremamente irritante para os olhos . . Prod uto sensibílízante para a pele.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas
passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; luvas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro quimico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), cobrindo nariz e a boca e óculos de proteção.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possivel o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo e segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; luvas; botas de borracha; touca árabe; máscara com filtro combinado (filtro quimico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), cobrindo nariz e a boca; e óculos de proteção.

- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: óculos, avental, botas, macacão, luvas, máscara e touca.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar
luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante,
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamentos de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho,

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado,

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

- INTOXICAÇÕES POR TRIAZÓIS

- INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico:
Triazol

Classe toxicológica:
Oral, inalatória, ocular e dérmica.

Toxicocinética:
Após administração oral de tebuconazol a ratos, 65-80% da dose foi eliminada pelas vias
biliar e fecal, ao passo que a eliminação urinária contabilizou em torno de 16-35%. Biotransformação: Ocorrem reações de oxidação, resultando em metabólitos de hidroxilas, carboxilas, triós e cetoácidos, bem como conjugados (por exemplo, o triazol.)

Mecanismos de toxicidade:
Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.

Sinais e sintomas clínicos:
Em humanos há irritação dérmica leve e não há evidência de toxicidade ocorrer irritação ocular após exposição ao triazol.
Baseado nos estudos de toxicidade animal do ingrediente ativo tebuconazol, pode haver efeitos tóxicos nos seguintes órgãos: baço, fígado, adrenal e cristalino dos olhos.

Diagnóstico:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

Tratamento:
No envenenamento agudo, as medidas de urgência consistem no esvaziamento gástrico com o emprego de carvão ativado. Não existe antídoto ou antagonista específico para os fungicidas triazóicos. O tratamento médico é sintomático.

Contra-indicação:
O vômito é contra-indicado em razão do risco potencia de aspiração

Atenção:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800-7010450
(Planitox line-plus)

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIOS.
Após ingestão oral, o produto é rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal, alcançando concentração máxima no plasma em menos de duas horas. No organismo é metabolizado principalmente por oxidação. A eliminação dos órgãos e tecidos também ocorre de forma rápida, principalmente pelas vias biliar/fecal e pela urinária. Quantidades pequenas são eliminadas pelo ar exalado. O produto não se acumula no organismo, sendo eliminado em até 72 horas. Via dermal, o produto é rapidamente absorvido, alcançando o equilíbrio em menos de uma hora e, em seguida, declinando durante as 24 horas de exposição. Foram encontradas baixas concentrações do produto no sangue, indicando que somente uma pequena quantidade do produto absorvido pela pele atinge o sangue.

Efeitos Agudos:
DL50 oral para ratos: 5000 mg/kg peso corpóreo
DL50 dérmica para ratos: >2000 mg/Kg peso corpóreo
Irritabilidade dérmica em coelhos: Classificado como Irritante moderado (Grau 3), segundo método de Draize. Irritabilidade ocular em coelhos: Classificado como opacificante irreversível da córnea e irritante persistente da conjuntiva, conforme tabela de classificação toxicológica.
Sensibilização cutânea em porquinhos-da-índia: Sensibilizador, com taxa de sensibilização em 30% em 24h e 15% em 48h, conforme (OECD Harmonised System for the Classification of Chemicals)

Efeitos crônicos:
Tebuconazol não apresentou nenhuma incidência de toxicidade em estudos de reprodução em ratos.
Em estudo de embriotoxicidade e teratogenicidade em camundongos, obteve-se um NOAEL de 100 mg/kg de peso corpóreo por dia para toxicidade maternal e sinais clinicos, para embriotoxicidade e teratogenicidade o NOAEL foi de 10 mg/kg peso corpóreo por dia. Já em estudos conduzidos em ratos não foram observados efeitos relacionados ao tratamento na incidência de má formação.
Foram conduzidos numerosos estudos para verificação do potencial de genotóxico de Tebuconazol e em todos os estudos, obteve-se resultado negativo.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO . MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:

• MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d 'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação da água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO À SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa United Phosphorus do Brasil ltda - Telefone de emergência: (Oxx11) 2167-5282.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado . no rótulo para sua devolução e destinação final.

• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha essse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILlZAÇAO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

- LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem, o operador deverá utilizar os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

TRÍPLICE LAVAGEM

Lavagem Manual
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até 1f4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque de pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos:

- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens' não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve' ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTlLlZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efiuentes e aprovados por órgão amblental competente.

TRANSPORTE DE AGROTOXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, q inclui o acompanhamentos da ficha de emergência do produto, bem como determina que o agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou
outros materiais.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA E INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA E INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.