Bula Trebon 100 SC

acessos
Etofenprox
2998
Sipcam Nichino

Composição

Etofenproxi 100 g/L Piretróide

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não Classificado
Não Classificado
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Ingestão

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicudo
(Anthonomus grandis)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 150 L de calda/ha - 15 dias. 15 dias. Iniciara aplicação ao aparecimento dos primeiros insetos adultos na lavoura. O controle deve ser feito sempre que: 5% de botões florais estiverem atacados até 70 DAE (dias após a emergência), 10% de botões florais atacados dos 70 aos 100 DAE, e 15% de botões florais a partir de 100 DAE. Realizar no máximo três aplicações, com intervalo de 15 dias
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do café
(Hypothenemus hampei)
1,25 L p.c./ha 500 L de calda/ha - 15 dias. 14 dias. Aplicar quando se constatar a presença da praga na lavoura. Para maior eficiência, as pulverizações devem ser feitas no período de trânsito da praga, quando as brocas saem dos grãos remanescentes da safra anterior para se alojarem nos frutos em formação. Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
0,03 L p.c. / 100 L de água 8 L de calda / planta - Quando for necessário 7 dias. Iniciar a aplicação quando for constatada a presença da praga no pomar, e repetir, se necessário, com no máximo duas aplicações
Cigarrinha
(Dilobopterus costalimai)
0,01 a 0,03 L p.c. / 100 L de água 8 L de calda / planta - Qaundo for necessário. 7 dias. Iniciar a aplicação quando for constatada a presença da praga no pomar, e repetir, se necessário, com no máximo duas aplicações
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
0,3 a 0,6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - 15 dias. 3 dias. Para o controle da vaquinha-verde-amarela, aplicar logo que constatar a presença de adultos e primeiros sinais de alimentação nas folhas. Para mosca-branca iniciar a aplicação do produto quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas na parte de baixo das folhas. Não espere pelo aparecimento de sintomas. Para a cigarrinha-verde, aplicar quando constatar a presença de um máximo de 2 adultos ou 2 a 3 ninfas por planta. Realizar no máximo três aplicações, com intervalo de 15 dias
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
0,9 a 1,2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - 15 dias. 3 dias. Para o controle da vaquinha-verde-amarela, aplicar logo que constatar a presença de adultos e primeiros sinais de alimentação nas folhas. Para mosca-branca iniciar a aplicação do produto quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas na parte de baixo das folhas. Não espere pelo aparecimento de sintomas. Para a cigarrinha-verde, aplicar quando constatar a presença de um máximo de 2 adultos ou 2 a 3 ninfas por planta. Realizar no máximo três aplicações, com intervalo de 15 dias
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
0,3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - 15 dias. 3 dias. Para o controle da vaquinha-verde-amarela, aplicar logo que constatar a presença de adultos e primeiros sinais de alimentação nas folhas. Para mosca-branca iniciar a aplicação do produto quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas na parte de baixo das folhas. Não espere pelo aparecimento de sintomas. Para a cigarrinha-verde, aplicar quando constatar a presença de um máximo de 2 adultos ou 2 a 3 ninfas por planta. Realizar no máximo três aplicações, com intervalo de 15 dias
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulga do fumo
(Epitrix fasciata)
0,5 L p.c./ha 300 L de calda/ha - Reaplicar quando necessário. U.N.A Tratar no início da infestação e reaplicar quando necessário. Realizar no máximo 2 aplicações
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
0,15 a 0,2 L p.c. / 100 L de água 1000 L de calda/ha - 15 dias. 7 dias. Aplicar no início da infestação, direcionando a pulverização para os ponteiros novos e frutos até o ponto de gotejamento (alto volume). As aplicações devem ser crepusculares, iniciadas quando forem coletadas 20 mariposas adultas/armadilha/semana (feromônio sexual), repetindo se necessário num intervalo de até 15 dias, com no máximo 2 aplicações
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
0,1 a 0,14 L p.c./ha 300 L de calda/ha - Conforme o aparecimento dos danos. 3 dias. Para melhor eficiência recomenda-se o monitoramento da infestação e aplicação logo no aparecimento dos primeiros danos ou no máximo quando 10% das plantas se encontrarem raspadas. Aplicar no máximo 2 vezes
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
0,15 L p.c. / 100 L de água 1000 L de calda/ha - 15 dias. 7 dias. Aplicar no início da infestação, direcionando a pulverização para os ponteiros novos e frutos até o ponto de gotejamento (alto volume). As aplicações devem ser crepusculares, iniciadas quando forem coletadas 20 mariposas adultas/armadilha/semana (feromônio sexual), repetindo se necessário num intervalo de até 15 dias, com no máximo 2 aplicações
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
0,12 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Conforme o numero de lagartas encontradas. 15 dias. Aplicar no início da infestação, direcionando a pulverização para os ponteiros novos e frutos até o ponto de gotejamento (alto volume). As aplicações devem ser crepusculares, iniciadas quando forem coletadas 20 mariposas adultas/armadilha/semana (feromônio sexual), repetindo se necessário num intervalo de até 15 dias, com no máximo 2 aplicações
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
0,2 L p.c. / 100 L de água 1000 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Na cultura do tomate, para a broca-pequena-do-fruto, aplicar do início do florescimento até a colheita, com intervalos de 7 dias, antes que as lagartas penetrem nos frutos. Realizar no máximo 2 aplicações
Lagarta da espiga do milho
(Helicoverpa zea)
0,2 L p.c. / 100 L de água 1000 L de calda/ha - 15 dias. 3 dias. Para a broca-grande-do-fruto, a aplicação deve ser feita no início da frutificação até a colheita, em intervalos de no máximo 15 dias, antes que as lagartas penetrem nos frutos. Realizar no máximo 2 aplicações
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão das espigas
(Sitobion avenae)
0,3 L p.c./ha 100 L de calda/ha - Conforme o numero de pulgões encontrado. 16 dias. Iniciar a aplicação quando as pragas atingirem o nível de dano econômico, ou seja, da fase de emergência ao perfilhamento, controlar quando encontrar em média 10% de plantas com pulgões. Da fase de alongamento ao emborrachamento, quando a população média atingir 10 pulgões por afilho. Na fase reprodutiva quando a população média atingir 10 pulgões por espiga. Realizar no máximo 2 aplicações

Frascos e bombonas plásticas (polietileno, polietileno de alta densidade, Coex e tereftalato) de 50, 100 e 500 mL e 1, 5, 10 e 20 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
Culturas: Algodão, Citros, Feijão, Fumo, Milho, Soja, Tomate, trigo, café, maçã e pêssego.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Aplicar TREBON® 100 SC imediatamente no aparecimento das pragas, reaplicando caso necessário.

ALGODÃO: iniciar a aplicação ao aparecimento dos primeiros insetos adultos na lavoura. O controle deve ser feito sempre que: 5% de botões florais estiverem atacados até 70 DAE (dias após a emergência), 10% de botões florais atacados dos 70 aos 100 DAE, e 15% de botões florais a partir de 100 DAE. Realizar no máximo três aplicações, com intervalo de 15 dias.

CAFÉ: aplicar quando se constatar a presença da praga na lavoura. Para maior eficiência, as pulverizações devem ser feitas no período de trânsito da praga, quando as brocas saem dos grãos remanescentes da safra anterior para se alojarem nos frutos em formação. Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias.

CITROS: iniciar a aplicação quando for constatada a presença da praga no pomar, e, repetir, se necessário com no máximo duas aplicações.

FEIJÃO: para o controle da vaquinha-verde-amarela, aplicar logo que constatar a presença de adultos e primeiros sinais de alimentação nas folhas. Para mosca-branca iniciar a aplicação do produto quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas na parte de baixo das folhas. Não espere pelo aparecimento de sintomas. Para a cigarrinha-verde, aplicar quando constatar a presença de um máximo de 2 adultos ou 2 a 3 ninfas por planta. Realizar no máximo três aplicações, com intervalo de 15 dias.

FUMO: tratar no início da infestação e reaplicar quando necessário. Realizar no máximo 2 aplicações.


MAÇÃ E PÊSSEGO: aplicar no início da infestação, direcionando a pulverização para os ponteiros novos e frutos até o ponto de gotejamento (alto volume). As aplicações devem ser crepusculares, iniciadas quando forem coletadas 20 mariposas adultas/armadilha/semana (feromônio sexual), repetindo se necessário num intervalo de até 15 dias, com no máximo 2 aplicações.

MILHO: para melhor eficiência recomenda-se o monitoramento da infestação e aplicação logo no aparecimento dos primeiros danos ou no máximo quando 10% das plantas se encontrarem raspadas. Aplicar no máximo 2 vezes.

SOJA: aplicar TREBON® 100 SC quando encontrar em média 20 lagartas grandes (> 1,5 cm) por um metro (uma fileira de plantas), ou com menor número se a desfolha atingir 30% antes da floração, e 15% tão logo apareça as primeiras flores. Aplicar no máximo três vezes.

TOMATE: Na cultura do tomate, para a broca-pequena-do-fruto, aplicar do início do florescimento até a colheita, com intervalos de 7 dias, antes que as lagartas penetrem nos frutos. Para a broca-grande-do-fruto, a aplicação deve ser feita no início da frutificação até a colheita, em intervalos de no máximo 15 dias, antes que as lagartas penetrem nos frutos. Realizar no máximo 2 aplicações.

TRIGO: iniciar a aplicação quando as pragas atingirem o nível de dano econômico, ou seja, da fase de emergência ao perfilhamento, controlar quando encontrar em média 10% de plantas com pulgões. Da fase de alongamento ao emborrachamento, quando a população média atingir 10 pulgões pior afilho. Na fase reprodutiva quando a população média atingir 10 pulgões por espiga. Realizar no máximo 2 aplicações.


EQUIPAMENTOS E MODO DE APLICAÇÃO:

TREBON® 100 SC é apresentado na forma de suspensão concentrada, a dose deve ser diluída em água e aplicada na forma de pulverização utilizando o tipo de equipamento terrestre devidamente adaptado a cada cultura, conforme abaixo:

- ALGODÃO: Aplicar TREBON® 100 SC, diluído em água, através de pulverizador de barra tratorizado, utilizando bicos tipo cone vazio série D2 a D6, tamanho de gotas de 200 a 350 micra com densidade de gotas de 40 gotas/cm2 e com pressão de trabalho de 40 a 200 lb/pol2. Aplicar cerca de 150 L de calda por hectare, observando que esteja ocorrendo uma boa cobertura. O trator deve operar com velocidade entre 5 a 6 Km/hora.

- CAFÉ: Aplicar TREBON® 100 SC, diluído em água, através de turbo-atomizador, acoplado ao trator pelo sistema de 03 pontos, operando com volume de aplicação em torno de 500 L/ha. Utilizar bicos tipo cone série JD com pressão de trabalho de 75 a 150 lb/pol2.

- CITROS: Aplicar TREBON® 100 SC, diluído em água, em pulverizações de pistola ou de turbo-atomizador, com bicos tipo cone, tamanho de gota de 150 µ, com volume de calda de 8L/planta, podendo variar com o tamanho das plantas. Para Bicho-furão aplicar em cobertura total até o ponto de escorrimento.

- FEIJÃO, SOJA, E TRIGO: Aplicar TREBON® 100 SC, diluído em água, através de pulverizadores de barra tratorizados equipados com bicos cônicos vazio da série D ou similar e com difusores ou core adequado a se obter uma deposição mínima sobre o alvo de 40 gotas/cm2 com um DMV de 130 – 160 µ, pressão de 80 -100 psi. A quantidade de calda varia em função do porte e enfolhamento da planta. Em geral, a quantidade de calda varia de 200 - 400 L/ha para feijão e soja e 100 L/ha para trigo.

- FUMO: Aplicar TREBON® 100 SC, diluído em água, usando pulverizador costal com barra e bicos de jato em cone, séries X, D ou similares, com pressão de 40 a 60lb/pol2 (psi) nos bicos.com pontas e difusor adequados. Utilizar um volume de calda até 300 L/h. Realizar uma aplicação.

- MILHO: Aplicar TREBON® 100 SC, diluído em água, através de pulverizadores de barra ou costal manual dirigindo o jato para o cartucho da planta, com um volume de calda de 300 L/ha.

- MAÇÃ E PÊSSEGO: Aplicar TREBON® 100 SC, diluído em água, através de pulverizador costal manual ou motorizado, ou de tração tratorizada com turbo atomizador ou através de mangueiras com pistolas, utilizando de 800 a 1.500 litros de calda por hectare, de modo a obter cobertura dos ramos, folhas e frutos. Observar que a dose mínima é de 0,15 L/100 L d’água, e, nesse caso, utilizar pulverizações com volume de calda abaixo de 1.000 L/ha.

- TOMATE: Aplicar TREBON® 100 SC, em mistura com água, através de pulverizador costal manual e motorizado para o cultivo do tomate tutorado (salada) e tratorizado para o cultivo de tomate rasteiro (indústria), equipados com bicos de jato em cone, séries X, D ou similares, com pressão de 40 a 60lb/pol2 (psi). O volume de calda de aplicação é de 1.000 L/ha.

Condições climáticas:
Temperatura máxima: 27°C
Umidade relativa do ar: mínimo 60%
Velocidade do vento: máximo 10 km/h (3 m/s)

Considerar que o fator que influência sobre a maior e menor velocidade de evaporação é a umidade relativa do ar. Gotas finas têm tendência de uma maior deriva desviando-se do alvo e concorrendo para a poluição ambiental. Gotas grandes têm tendência de escorrimento nas folhas, perdendo-se no solo e reduzindo a sua eficiência ou concorrendo para um efeito de fitotoxicidade sobre as culturas.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
- Algodão e Soja ............................................................... 15 dias
- Citros, Maçã e Pêssego.................................................... 07 dias
- Fumo ........................................................................... UNA*
- Feijão, Milho e Tomate ................................................... 03 dias
- Café............................................................................... 14 dias
- Trigo .............................................................................. 16 dias

* UNA – Uso não alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não deve ocorrer a reentrada de pessoas nas culturas antes de 24 horas após a aplicação, ou até a secagem do produto nas plantas, a menos que se use equipamentos de proteção individual (EPIs), conforme indicado nos dados relativos à proteção da saúde humana.

LIMITAÇÕES DE USO:
Nas doses recomendadas, TREBON® 100 SC não é fitotóxico às culturas recomendadas.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL

Conforme recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Use protetor ocular. Use macacão com mangas compridas, luvas, chapéu de abas largas e botas. Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite ao máximo possível o contato com a área de aplicação. Não aplique o produto contra o vento. Use macacão com mangas compridas, óculos, luvas, chapéu de abas largas e botas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas.

PRIMEIROS SOCORROS: Em caso de ingestão, provoque vômito e procure logo o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Em caso de contato com a pele, lave-a com água em abundância e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Em caso de contato com os olhos, lave-os com água em abundância e procure o médico levando a
embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Em caso de inalação, procure local arejado e vá ao médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

ANTÍDOTO: Não há antídoto específico.

TRATAMENTO: Sintomático.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é Perigoso (CLASSE II) ao Meio Ambiente. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamento. Não aplique o produto na presença de ventos ou nas horas mais quentes. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Aplique somente as doses recomendadas. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto. Em caso de acidente, siga corretamente as instruções constantes na bula.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO: Mantenha o produto em sua embalagem original. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres CUIDADO VENENO. Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas principalmente crianças. Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES: Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SIPCAM AGRO S.A. - telefone de emergência: (01) 5506 9242. Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Isole e sinalize a área contaminada. Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorver o produto derramado com terra ou serragem. Recolher o material com auxílio de uma pá e colocar em tambores ou recipientes devidamente lacrados e identificados. Remover para área de descarte de lixo químico. Lave o local com grande quantidade de água.

Corpos d'água: Interromper imediatamente o consumo humano e animal e contatar o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade de produto envolvido;

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

DESTINAÇÃO ADEQUADA DE RESÍDUOS E EMBALAGENS: As embalagens devem ser enxaguadas três vezes e a calda resultante acrescentada à preparação a ser aplicada nas sementes. Não reutilize as embalagens. Observe as legislações Estadual e Municipal específicas. Fica proibido o enterrio de embalagem. Consulte o Órgão Estadual de Meio Ambiente.

MÉTODO DE DESATIVAÇÃO: Processo de incineração que é realizado em duas etapas: a primeira com temperatura variando até de 600 e a segunda com temperatura até 1200ºC.

Incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponíveis e apropriados.

Qualquer agente de controle de pragas pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência.
O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos inseticidas e acaricidas:
- qualquer produto para controle de pragas da mesma classe ou de mesmo modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga;
- utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula;
- sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.