Análise de Mercado
Arquivo · página 287
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SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul esteve extremamente lento hoje devido ao feriado de Chicago, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Como não houve novos negócios para exportação, o comportamento do comprador consistiu em estar ausente do mercado e tentar entender o que se passará para os próximos dias. Ademais, o fim de semana foi de chuvas intensas e a colheita nada avançou. Vendedor segue vendendo apenas o estritamente necessário diante das atuais condições”, comenta.
CaféMelão Martini - Café · O dólar fechou em alta nesta segunda-feira (30), com participantes do mercado chamando a atenção para distorções de liquidez devido a um feriado nos Estados Unidos e à aproximação da formação de um importante taxa de câmbio no mercado local. A moeda norte-americana subiu 0,33%, vendida a R$ 4,7535. No exterior, ativos de risco tinham bom desempenho nesta manhã em meio à perspectiva de retomada gradual da atividade em cidades chinesas após semanas de duras medidas de restrição para combater a Covid-19. Por aqui, a FGV mostrou que o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) desacelerou a alta para 0,52% em maio e atingiu 10,72% em 12 meses. A confiança do comércio avançou em maio para o maior nível desde outubro do ano passado, enquanto que a confiança de serviços subiu pelo terceiro mês seguido. O Banco Central não divulgará mais uma vez o tradicional relatório com as projeções do mercado para a economia brasileira devido à greve dos servidores.
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho fechou em alta de 0,20% no dia, mas queda de 1,45% na semana e de 1,65% no mês, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O dia foi claramente de tomada de lucros, depois de dois dias de quedas consecutivas. Este movimento marca, também um parâmetro para o suporte dos preços, que parece estar ao redor de R$ 0,80/saca abaixo da cotação de cada mês, o que significa dizer que o mercado acredita que não cairá além deste limite”, comenta.
MilhoAgrolink · Compradores estão afastados das aquisições de novos lotes de milho, visto que, além de estarem estocados, estão atentos ao início da colheita da segunda safra – que pode ter produção recorde.
SojaAgrolink · Os preços da soja recuaram no mercado brasileiro nos últimos dias, segundo dados do Cepea. De 20 a 27 de maio, os Indicadores CEPEA/ESALQ – Paraná e ESALQ/BM&FBovespa – Paranaguá (PR) registraram baixas de 1,18% e 1,27%, fechando a R$ 188,81/sc e a R$ 192,98/sc de 60 kg, respectivamente, na sexta, 27.
AveiaAgrolink · De acordo com a Consultoria TF Agroeconômica, há sinais claros de que o mercado de farinhas e seus subprodutos está chegando a um ponto de exaustão, em que a única direção possível é a da queda de preços. “Sabemos que há, ainda, uma lacuna entre o custo de produção dos moinhos e os preços de venda das farinhas e que novos reajustes são necessários e defendemos isto”, diz o analista sênior da TF, Luiz Pacheco.
MilhoAgrolink · No Brasil os prêmios do milho para exportação continuam subindo, tendo aumentado US$ 4-5/t nesta sexta, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Corretores comentam sobre mais demanda do MENA e da Europa. Os estoques do consumidor final estão muito curtos. O clima quente e seco na Europa parece ter tirado o conforto de muitos. Mercado de olho no levantamento das condições das lavouras na França”, comenta.
MilhoAgrolink · No mercado do Rio Grande do Sul, os compradores seguem esperando milho barato do Centro-Oeste na Safrinha, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Comprador é cônscio que produtor de lá, terá problemas de espaços para armazenar milho e mais o remanescente de soja e aposta que ele venderá o milho e deixará a soja. Hoje, as ofertas de fora foram oferecidas entre R$ 95,00 a R$ 97,00 mais ICMS, colocadas nas instalações do comprador e o comprador não quis fechar. Vendedores locais seguem apegados aos preços pretéritos e brigam por R$ 95,00 FOB interior. Se as exportações brasileiras não forem altas (mais de 37,0 mt) nos parece complicado estes preços voltarem ao mercado”, comenta.
MilhoAgrolink · A queda da semana passada se acentuou ainda mais para o mercado do milho, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Como mostramos no título do comentário sobre o comportamento das cotações de Chicago, as cotações do milho para o primeiro mês cotado, julho, fecharam em alta de 1,47% no dia, mas queda de 0,25% na semana e 4,55% no mês”, comenta.
SojaAgrolink · Com o mês de maio entrando como mês de entrega, a TF Consultoria acabou mudando a base para julho. “O contrato de soja para julho22 fechou em nova alta de mais 0,35% ou 6,0 cents/bushel a $ 1732,50. A cotação de maio23, que já está sendo negociada no Brasil, fechou em nova alta, de 0,15%, ou $ 2,25 cents/bushel a $ 1537,25. O contrato de farelo de soja para julho fechou em alta de 1,14%, ou $ 4,9/ton curta a $ 433,1 e o contrato de óleo de soja fechou em queda de 1,58% ou $ 1,27/libra-peso a $ 79,25”, comenta.
SojaAgrolink · Os preços da soja devem se manter elevados em toda a temporada de 2022/23, aponta a equipe de analistas de mercado da Consultoria TF Agroeconômica. De acordo com eles, as cotações devem proporcionar aos sojicultores brasileiros “uma rentabilidade não inferior a 45%, mesmo depois das altas dos fertilizantes – cujos preços, por sinal, começaram a cair”.
SojaAgrolink · No mercado da soja do Rio Grande do Sul a chuva se mantém, enquanto os preços recuaram 1,04% no dia, 2,01% na semana e 2,05% no mês, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Chuvas seguem muito fortes por todo o Estado, a colheita teve que parar novamente em decorrência das chuvas, mas os volumes restantes são bastante inexpressivos o que gera poucos impactos no mercado”, comenta.
AvesAgrolink · O valor médio da carne de frango nesta parcial de maio está inferior ao registrado em abril, segundo apontam pesquisas do Cepea. A retração dos consumidores diante dos elevados patamares de preços limitou a liquidez. Assim, vendedores reajustaram negativamente as cotações ao longo de maio.
LaranjaAgrolink · Os preços da laranja seguem em queda, de acordo com dados do Cepea. Na parcial desta semana (de segunda a quinta-feira), a laranja pera tem média de R$ 35,77/cx de 40,8 kg, na árvore, baixa de 0,5% em relação à semana anterior. A rubi tem média de R$ 31,33/cx, recuo de 2,6% na mesma comparação.
TrigoAgrolink · A cotação do trigo, em Chicago, para o primeiro mês, fechou a quinta-feira (26) em US$ 11,43/bushel, após US$ 12,00 uma semana antes. Esse recuo ocorre mesmo com a continuidade no atraso do plantio do trigo de primavera nos EUA. Tal plantio, até o dia 22/05, atingia a 49% da área esperada, contra 83% na média histórica para esta data. Além disso, 29% das lavouras semeadas haviam germinado, contra a média histórica de 50%. Ao mesmo tempo, o USDA informou que o índice de lavouras de trigo de inverno, em boas ou excelentes condições, passou de 27% para 28% nesta última semana, contra 47% no ano passado neste mesma época.
MilhoAgrolink · A cotação do bushel de milho, em Chicago, para o primeiro mês cotado, recuou durante esta semana. O fechamento desta quinta-feira (26) ficou em US$ 7,65, contra US$ 7,83 uma semana antes. O valor deste dia 26/05 foi o mais baixo, para o primeiro mês em Chicago, desde o dia 11/04 do corrente ano. Segundo analistas internacionais, as cotações recuaram com a melhoria dos embarques do cereal por parte da Ucrânia; somada a um novo acordo de exportação de milho entre China e Brasil, o qual tira mercado do produto estadunidense, e da melhoria no plantio da nova safra nos EUA.
SojaAgrolink · A cotação da soja, para o primeiro mês cotado em Chicago, subiu um pouco durante a semana e, na quinta-feira (26), acabou disparando, com forte movimento especulativo, puxado pelas altas do óleo de soja, o qual foi apoiado pelas altas do petróleo, voltando a romper o teto dos US$ 17,00/bushel, para se estabelecer, no fechamento deste dia, em US$ 17,26/bushel, contra US$ 16,90 uma semana antes.
MilhoAgrolink · O milho registrou nova queda na B3 por não concretização ainda de novos negócios no exterior, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A alta da segunda-feira ocorreu pela informação sobre a possibilidade de novas demandas da China sobre o milho brasileiro. Contudo, a não colocação de pedidos efetivos ainda, frustrou o mercado, que passou a respirar melhor com a possibilidade de usufruir por mais tempo do volume substancial da Safrinha de 2022 e dos negócios de milho do Centro-Oeste que podem suprir necessidades dos compradores do RS e SC”, comenta.
MilhoAgrolink · Com quedas em Chicago, preços do milho para exportação também recuaram, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os preços FOB nos portos de Santos e Tubarão, em dólares/tonelada para o milho brasileiro recuaram US$ 5/t deste a última cotação, na última segunda-feira. O mês de julho recuou US$ 5/t para US$ 301/tonelada; já o prêmio do mês de agosto se elevou de +78 para +125 e fez a cotação subir US$ 11/t para US$ 336/t, o mesmo acontecendo com o prêmio e o preço para setembro, que subiu US$ 11/t para US$ 336”, comenta.
MilhoAgrolink · Os preços do milho argentino recuaram para todas as posições, nesta quinta-feira, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os negócios de milho são feitos com base em prêmios, mas nós os convertemos aqui em US$/t para dar uma ideia do que poderiam significar em termos de custo efetivo para os importadores brasileiros”, comenta.

