Análise de Mercado
Arquivo · página 294
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MilhoAgrolink · O milho apresentou a sua sexta queda consecutiva no mercado futuro de São Paulo (B3), de acordo com o que informou a TF Agroeconômica. “No comentário que fizemos no final da semana passada mostramos que a demanda de milho para a produção de suínos a serem exportados para a China está muito reduzida. Com a alta inflação dos preços no Brasil, o consumo interno também está menor”, comenta.
MilhoAgrolink · Uma nova queda na Bolsa de Chicago provocou outras quedas nos preços do milho FOB UpRiver na Argentina, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os preços FOB UpRiver, do trigo argentino tiveram pouca movimentação neste início de semana. Para navios Handysize os preços FOB UpRiver Foram cotados a US$ 302 para 15 de maio, recuaram US$ 4/t para US$ 298 para junho (sem extensão) e julho e não foram cotados para os demais meses. Para os navios Panamax, não foram cotados nesta segunda-feira. O mercado está prevendo um recuo de 1,3 MT para 51,8 MT para produção argentina de milho no próximo relatório WASDE a ser divulgado na quinta-feira", comenta.
MilhoAgrolink · Os preços do milho começaram a semana recuando R$ 1,00/saca no estado do Rio Grande do Sul, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado de milho muito devagar nesta segunda-feira, mesmo com as altas expressivas no dólar, que poderia chamar as Tradings para a disputa, foi parcialmente anulada pela queda de 1,26% em Chicago. Indicação de comprador foi R$ 91,00 Santo Ângelo, R$ 92,00 Chapecó, R$ 94,00 Marau e R$ 95,00 Arroio do Meio e vendedor posiciona ofertas que partem de R$ 95,00 interior. Os preços de balcão em Panambi, mantiveram-se em R$ 85,00 ao produtor”, comenta.
MilhoAgrolink · Está se iniciando uma preocupação com a possibilidade de seca sobre a safrinha no Centro-Oeste, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. Nesse contexto, a maior safra de milho da história do Brasil teve um mês de abril e início de maio predominantemente seco em algumas regiões do estado de Mato Grosso (MT), segundo dados do IMEA e que só começou a aparecer de forma mais acentuada na semana passada.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja começa a semana em queda de 2,02%, anulando a alta de 1,60% do dólar, de acordo com a TF Agroeconômica. “O contrato de soja para maio22, mês de referência para a comercialização da soja brasileira, em grão fechou em queda de 2,02% ou 33,5 cents/bushel a $ 1622,0”, comenta.
SojaAgrolink · Com a volta do sol, a colheita da soja segue com força no estado do Rio Grande do Sul e alguns negócios foram vistos, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômicas. Além disso, a consultoria disse que a oleaginosa contrariou as tendências e marcou melhoras.
CaféMelão Martini - Café · O dólar fechou em alta nesta segunda-feira (9), negociado acima de R$ 5,15, em meio à disparada internacional da moeda norte-americana, diante da possibilidade de novas altas nos juros dos EUA e temores de uma desaceleração da economia global. A moeda norte-americana subiu 1,56%, cotada a R$ 5,1544. Os mercados internacionais tinham viés negativo nesta segunda-feira, em meio a perspectivas de elevação mais agressiva dos juros nos EUA e temores de uma forte desaceleração econômica na China.
MilhoAgrolink · Os preços do milho estão em queda em parte das regiões brasileiras, influenciados pela menor demanda. Na parcial deste mês (entre 29 de abril e 6 de maio), o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) caiu 1,84%, a R$ 86,63/sc de 60 kg na sexta-feira, 6, o menor patamar nominal deste ano. Em relação aos compradores , tem se mostrado abastecidos e atentos às boas perspectivas quanto à segunda safra brasileira.
SojaAgrolink · Os preços da soja registraram baixa nos últimos dias, segundo informações do Cepea. Entre 29 de abril e 6 de maio, o Indicador CEPEA/ESALQ – Paraná caiu 0,9%, fechando a R$ 189,44/saca de 60 kg na sexta-feira, 6. O Indicador ESALQ/BM&FBovespa – Paranaguá (PR) recuou 0,7%, a R$ 193,91/sc de 60 kg no dia 6.
MilhoAgrolink · De acordo com informações da TF Agroeconômica, o milho teve quarto dia de baixa no mercado futuro de SP (B3), por baixa demanda. “No comentário que fizemos no final da semana passada mostramos que a demanda de milho para a produção de suínos a serem exportados para a China está muito reduzida. Com a alta inflação dos preços no Brasil, o consumo interno também está menor”, comenta.
MilhoAgrolink · O milho paraguaio teve mercado voltado para a comercialização da Safrinha, mas logística preocupa, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Para o milho, observa-se também um mercado lento, com a FAS mantendo as ideias estáveis nos últimos 3 dias, mas são números que não despertam o interesse dos vendedores. O mercado brasileiro tem sido a opção mais atrativa, mas durante o dia o dólar dificultou os negócios, embora houvesse algum interesse dos vendedores, mas eles buscavam números um pouco acima do indicado”, comenta.
MilhoAgrolink · O mercado o milho segue sem movimentos no estado do Rio Grande do Sul, já que a colheita de milho no Estado também avançou pouco e atinge 85% da área semeada, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A expectativa de produtividade permanece em 3.500 kg/ha, 55% abaixo da estimativa inicial, disse a Emater”, comenta.
ArrozAgrolink · No Uruguai já existem 14 agentes de controle biológico ou bioinsumos registrados e mais 18 em processo, segundo dados atualizados no final de 2021 pelo Ministério da Pecuária, Agricultura e Pesca (MGAP) do país vizinho. Entre as tecnologias registradas neste país estão parasitas, bactérias, fungos e vírus.
SojaAgrolink · Em Chicago, a soja fechou em queda de -1,31% no dia, 3,25% na semana, mas alta de 23,20% no ano, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para maio22, mês de referência para a comercialização da soja brasileira, em grão fechou em queda de 1,31% ou 22,0 cents/bushel a $ 1656,50”, comenta.
SojaAgrolink · A colheita da soja voltou no estado do Rio Grande do Sul, com a pausa das chuvas, e isso trouxe queda nos preços e ausência nos negócios, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Após mais de uma semana sem colheita trabalho retorna nesta sexta-feira, colada com o fim de semana, mas, embora a situação do campo tenha melhorado, o mesmo não pode ser dito sobre o mercado que segue bastante fragilizado e marcando consistentes quedas dia após dia, aspecto que se relaciona especialmente com a preocupação internacional causada pelas medidas norte americanas de controle inflacionário”, comenta.
CaféMelão Martini - Café · A moeda norte-americana subiu 1,17%, cotada a R$ 5,0754. Com o resultado, passou a acumular alta de 2,69% na semana e no mês. O dólar tem se mantido mais forte frente a outras moedas por receios de que os juros nos Estados Unidos tenham de subir mais do que o esperado para conter a inflação, movimento com potencial para sacudir os mercados em todo o planeta e drenar liquidez de países emergentes como o Brasil. Mais cedo, o Departamento do Trabalho dos Estados Unidos divulgou o relatório de emprego do país de abril, que mostrou a criação de 428 mil novos postos de trabalho, apesar da inflação em alta – reforçando as expectativas de novas altas da taxa de juros do país. O que começa a ganhar corpo na lista de preocupações de investidores é o risco de recessão, que seria fruto do aperto rápido das políticas monetárias globais, que por outro lado poderiam não ser capazes de barrar a inflação. O resultado disso seria a estagflação, fenômeno que tradicionalmente beneficia o dólar.
TrigoAgrolink · Em Chicago, a cotação do trigo, para o primeiro mês, após ensaiar um movimento de recuo, voltou a subir, fechando a quinta-feira (05) em US$ 10,96/bushel, contra US$ 10,74 uma semana antes, sendo que a média de abril ficou em US$ 10,66, ou seja, negativa em 5,2% em relação a março. Em abril do ano passado, a média foi de apenas US$ 6,67/bushel. Dito isso, o plantio do trigo de primavera, nos EUA, chegou a 19% da área no dia 01/05, contra 46% da área no ano passado, nesta data, e 28% na média histórica. Já o trigo de inverno, na mesma data, apresentava apenas 27% das lavouras em condições entre boas a excelentes, repetindo o percentual da semana anterior.
MilhoAgrolink · As cotações do milho, em Chicago, voltaram a recuar durante esta semana. O fechamento desta quinta-feira (05) ficou em US$ 8,03/bushel, contra US$ 8,16 uma semana antes, sendo que na véspera o bushel chegou mesmo a US$ 7,98. A média de abril fechou em US$ 7,86/bushel, com alta de 5,2% sobre março. Para comparação, a média de abril do ano passado foi de US$ 6,16/bushel. Nos EUA, a área semeada com milho chegou a 14% no dia 01/05, contra 42% um ano atrás, nesta época, e 33% na média histórica. A pressão da alta do juro básico nos EUA, a continuidade da guerra entre Rússia e Ucrânia, e novos surtos de Covid-19 na China, além do clima sobre as regiões produtoras estadunidenses, continuam na mira do mercado.
MilhoAgrolink · Em relação ao milho do Paraguai, o mercado segue voltado para a comercialização da Safrinha, mas logística preocupa, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Os preços FOB UpRiver, do trigo argentino recuaram novamente, com as quedas dos prêmios, que reduziram as altas de Chicago”, comenta.
MilhoAgrolink · A colheita de milho no estado do Rio Grande do Sul também avançou pouco e atinge 85% da área semeada, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Indicação de comprador foi R$ 92,00 Santo Ângelo, R$ 93,00 Chapecó, R$ 95,00 Marau e R$ 96,00 Arroio do Meio e vendedor posiciona ofertas que partem de R$ 95,00 interior. O milho do Mato Grosso do Sul chegaria a R$ 97,00 + ICMS no miolo do estado, com pedida de pagamento em 30 dias. Os preços de pedra, em Panambi, retrocederam para R$ 85,00 ao produtor”, comenta.

