Análise de Mercado
Arquivo · página 336
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MilhoAgrolink · No mercado do milho do Rio Grande do Sul, a colheita avança 5% na semana e apresenta cerca de 14% no dia de hoje, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Devido à falta de umidade no solo e a seca que assolou o estado durante o último mês, o Rio Grande do Sul apresentou avanços significativos na colheita, se comparados à média dos cinco anos. No momento, o estado apresenta 14% de avanço, ante 6% da média de cinco anos, e 8% de avanço no mesmo período do ano passado”, comenta.
SojaAgrolink · A soja devolveu a forte alta de sexta, puxada pelo pré-relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), de acordo com a TF Agroeconômica. “O contrato de janeiro22 da soja em grão fechou em queda de 1,73% ou $ 24,25 cents/bushel a $ 1377,25; o contrato de maio22, importante para as exportações brasileiras, também fechou em queda de 1,87% ou $ 26,50 cents/bushel a $ 1392,25. O contrato de janeiro do farelo de soja em queda de 1,61 % ou $ 7,0/t curta a $ 426,5. O contrato de dezembro de óleo de soja fechou em queda de 1,21% ou $ 0,71/libra-peso a $ 57,92”, comenta.
MilhoAgrolink · No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, os preços de pedra sobem mais R$ 2,00/saca, enquanto o porto recua, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Na região portuária do Estado, para embarque imediato e pagamento no mês de fevereiro a saca de 60 kg de soja alcançou R$ 188,50, R$ 1,00 abaixo do valor de fechamento de sexta-feira. Quanto aos preços de pedra, ocorreu um considerável aumento de R$ 2,00/sc, elevando os valores até R$ 174,00. O interior do Estado em resposta à escassez de produto, seguiu o preço de lotes subiu, R$ 1,00”, comenta.
CaféMelão Martini - Café · O dólar fechou em alta de 0,74, cotado a R$ 5,6740, nesta segunda-feira (10), em sessão marcada por temores internacionais sobre aumentos de juros nos Estados Unidos e infecções crescentes por Covid-19, além da projeção de maior aperto monetário no Brasil e crescimento mais fraco em 2022. No radar os investidores permaneceram a expectativa de aumento de juros já em março nos Estados Unidos e preocupações com infecções crescentes por Covid-19, enquanto, no Brasil, investidores monitoraram as perspectivas da saúde das contas públicas e a piora das expectativas para a economia em 2022. No exterior, o Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou que movimentos mais rápidos do que o esperado pelo Federal Reserve na política monetária dos EUA podem afetar economias emergentes e provocar saídas de capital e depreciação cambial no exterior. O potencial enxugamento de liquidez pelo BC norte-americano representa um desafio adicional para a classe de ativos emergentes (da qual faz parte o real), que costuma sofrer em situações assim devido ao risco de fuga de capital para os EUA, onde a rentabilidade dos títulos ficaria maior com a alta de juros, pano de fundo de daria suporte ao dólar. Fonte: G1.
LaranjaAgrolink · A rentabilidade da laranja na temporada 2021/22 foi restrita para muitos citricultores (mesmo com os preços mais altos que no ano anterior), resultado da baixa produtividade registrada em praticamente todo o cinturão citrícola. Neste cenário, pesquisadores do Cepea indicam que as expectativas para 2022 são de investimentos limitados na atividade, o que possivelmente resultará em diminuições na área plantada e até mesmo de renovação de pomares.
PeixesAgrolink · Com oferta de animais elevada e mercado doméstico um pouco aquecido, os preços da tilápia recuaram em dezembro pelo segundo mês consecutivo nas regiões acompanhadas pelo Cepea. Junto a isso, os custos de produção elevados seguem pressionando as margens do produtor e da indústria. Assim como observado em novembro, o enfraquecimento das vendas no varejo e em outros importantes canais de distribuição aliados à oferta elevada de tilápia pressionaram as cotações do animal.
MandiocaAgrolink · A demanda pela raiz esteve bastante enfraquecida na primeira semana de 2022, visto que boa parte das indústrias de fécula e de farinha ainda não retornou do recesso. As empresas que já retomaram as atividades, por sua vez, tiveram dificuldades para se abastecer. Assim, segundo dados do Cepea, os preços abriram o ano em alta.
MilhoAgrolink · Os preços do milho voltaram a avançar neste início de ano nos mercados nacional e externo. Segundo pesquisadores do Cepea, no Brasil, as altas estão atreladas à retração de vendedores, que estão atentos ao clima predominante seco no Sul do País, e ao maior interesse de compradores, que precisam recompor seus estoques.
SojaAgrolink · Produtores do oeste do Paraná e do norte de Mato Grosso iniciaram a colheita da soja da safra 2021/22. Pesquisadores do Cepea alertam, contudo, que a continuidade do clima desfavorável em importantes regiões produtoras de soja do Brasil tem feito crescer as expectativas de forte queda na produção. Enquanto na metade Norte do País as chuvas estão em excesso, no Sul e em parte de Mato Grosso do Sul, o clima está predominantemente seco.
TrigoAgrolink · O mercado de trigo do Rio Grande do Sul pegando fogo, já que os moinhos reagem novamente e conseguem vendedores, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Estima-se que entre 6-10 mil toneladas foram negociadas nesta sexta-feira, para os moinhos de outros estados. Cerealistas e cooperativas tentando abrir espaço para o milho e a soja que chegam: mesmo com quebra, não podem ser misturadas, então, abrir espaço ainda é uma necessidade. Preços de pedra em Panambi subiu um real/saca para R$ 84,00/saca”, comenta.
TrigoAgrolink · Para voltar a ser lucrativo para o agricultor, o preço do trigo teria que chegar a R$ 106,00/saca na pedra, de acordo com o que informou a TF Agroeconômica. “Os preços hoje estão ao redor de R$ 84,50 no RS e R$ 88,00 no PR, mas, acreditamos que será perfeitamente possível chegar aos patamares desejados num futuro próximo. Este preço equivaleria a R$ 1.855,00/tonelada FOB no mercado de lotes, que hoje paga R$ 1.650,00 no Rio Grande do Sul e R$ 1.750,00 no Paraná, mas já há ofertas a R$ 100/00/t acima disto de vários vendedores. A isto se deveria acrescentar um frete médio de R$ 50,00/t, o que elevaria os preços para R$ 1.900,00 CIF moinhos”, comenta.
MilhoAgrolink · A semana foi positiva para o milho na Bolsa de Mercadorias, que fechou em uma variação semanal positiva de até 7,91% no vencimento maio, em comparação à semana passada, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Os preços mantiveram-se firmes no mercado físico, em um movimento em que a necessidade de indústrias vem aumentando com a volta das férias, e a insipiência da chegada da safra de verão nos silos”, comenta.
MilhoAgrolink · No Brasil, a demanda por etanol de milho está mostrando números crescentes, segundo informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria da Cana-de-Açúcar (UNICA), a produção de etanol de milho no centro-sul do país para a safra 20/21 ficou estimada em 2,56 mi de m³, em que o Mato Grosso do Sul foi responsável por grande parte das entregas – cerca de 85,25%”, comenta.
MilhoAgrolink · No mercado do milho do Rio Grande do Sul, foram vistas compras pontuais a R$ 100,00 a saca, com chuvas insuficientes, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Indicações sobem no dia a dia, onde hoje grandes compradores indicam R$ 98,00 CIF (R$ 1,50 a mais em relação ao dia de ontem). Alguns compradores na iminência da falta de milho, acabaram pagando R$ 100,00 FOB para milho perto de suas instalações. Em todo o estado, 1.800 toneladas reportadas no mercado em negócios”, comenta.
SuínosAgrolink · Depois de sete meses abaixo deste valor, os preços do milho voltaram ao patamar de R$ 100,00/saca no mercado físico dos três estados do Sul nesta semana, destaca a TF Consultoria Agroeconômica. “As grandes perdas de produção, causadas pela seca que se repetiu nesta safra estão fazendo os preços voltarem a subir”, explicam os analistas de mercado.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja terminou em forte alta, puxada pelo farelo, devido menor produção da Argentina, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de janeiro22 da soja em grão fechou em alta de 1,65% ou $ 22,75 cents/bushel a $ 1400,0; o contrato de maio22, importante para as exportações brasileiras, também fechou em alta de 1,50% ou $ 21,0 cents/bushel a $ 1417,0. O contrato de janeiro do farelo de soja em alta de 3,14 % ou $ 13,2/t curta a $ 433,6. O contrato de dezembro de óleo de soja fechou em queda de 0,87% ou $ 0,5/libra-peso a $ 58,27”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, os preços voltam a evoluir e marcam mais 0,54%, que tem negócios escassos, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “A semana na totalidade foi marcada por uma escassez extrema de negócios advinda especialmente da falta de disposição de vendedor que busca realizar perdas para então estabelecer preço. No mercado de futuros o claro impacto da seca impossibilita a saída de negócios, pois não há segurança de estoque”, comenta.
SuínosAgrolink · Com as grandes quebras nas safras da Região Sul do Brasil, perguntamos ao especialista Luiz Pacheco se é possível tirar proveito das perdas: “Sim, é possível. Na Bolsa de Chicago os preços estão voltando a subir, depois de um longo caminho de queda”, nos responde o analista senior da TF Consultoria Agroeconômica.
CaféMelão Martini - Café · N.Y. a posição março oscilou entre a mínima de -0,35 pontos e máxima +8,80 fechando com +6,75. O acumulando na semana é de +12,35 pts.
TrigoAgrolink · O trigo argentino registrou um novo recuo para trigo de 11,5%, enquanto a Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA) eleva safra para 21,8 milhões de toneladas, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A média dos preços do trigo argentino com 11,5% de proteína recuou mais um dólar/t para US$ 285 para janeiro de 2022 e três dólares/t para US$ 290/t para fevereiro, um dólar/t para US$ 297 março e permaneceu inalterado em US$ 303 para abril”, comenta.

