Análise de Mercado
Arquivo · página 379
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CaféMelão Martini - Café · A bolsa de N.Y. finalizou a sexta-feira com leve valorização de +0,60 pontos. A posição dezembro oscilou entre a mínima de -1,70 e máxima +1,75 pontos. O acumulado da semana foi alta de -4,95 pts. A moeda norte-americana avançou 0,82%, cotada a R$ 5,2661. Com o resultado, o dólar subiu 1,59% na semana.
MelãoAgrolink · O melão se valorizou na Ceagesp na semana passada. De 30 de agosto a 3 de setembro, o pele de sapo foi vendido por R$ 33,25/cx de 13 kg no entreposto, alta de 10% frente à semana anterior. De acordo com colaboradores do Hortifruti/Cepea, esse cenário pode ser explicado pela baixa quantidade de fruta disponível no País, considerando que os produtores do Rio Grande do Norte/Ceará, principal ofertante do período, estão destinando a maior parte da produção ao mercado externo.
AvesAgrolink · As cotações do frango abatido inteiro voltaram a subir neste início de setembro, renovando as máximas nominais da série do Cepea em algumas praças. Segundo pesquisadores do Cepea, os avanços estão atrelados ao reaquecimento na ponta final e ao repasse dos consecutivos aumentos nos custos de produção nas granjas.
LaranjaAgrolink · Os preços da laranja de mesa seguem em elevação, de acordo com dados do Hortifruti/Cepea. A demanda melhorou nesta semana, favorecida pelo início de mês e pelas altas temperaturas. Do lado da oferta, o clima quente e seco em São Paulo segue reduzindo a disponibilidade de frutas de qualidade (a maior parte está murcha e miúda).
SojaAgrolink · De acordo com o Ibrafe (Instituto Brasileiro de Feijões e Pulses), os preços do feijão-carioca – carro chefe de vendas e produção no País – alcançou a sua melhor cotação dos últimos quatro anos. Esse fato ocorreu, explica a entidade, em função de que os valores em Dólar estão acima da média, o mais alto desde 2017, e que “vender já é uma opção bastante interessante”.
SuínosAgrolink · Subiram as perspectivas para as safras de milho e soja nos Estados Unidos com a recente melhora do clima no meio-oeste norte-americano, aponta a agência Agrimoney. “Além disso, os preços tendem a sofrer pressão de qualquer maneira nesta época do ano, com a aproximação da safra de outono dos EUA, trazendo um salto na oferta e permitindo que os investidores removam o último prêmio do clima”, aponta o editor-chefe Mike Verdin.
TrigoAgrolink · De acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica, o estado do Rio Grande do Sul deve ter uma produção 11,15% maior do que o Paraná e ser o maior produtor. “Nesta quinta-feira, o dia foi de calmaria no mercado disponível. Comprador em R$ 1.500,00 FOB e vendedor a R$ 1.520,00 a R$ 1.550,00. Safra nova, indicações foram a R$ 1.470,00 a R$ 1.500,00 sobre rodas Rio Grande para dezembro, equivalente a R$ 1.370,00/t no interior. Foram negociadas mais 6.000 toneladas para exportação. Industrias de rações não indicando. Moinhos locais tiraram o pé de compras futuras, olhando câmbio e clima favorável. Preços de pedra mantiveram-se em R$ 80,00 base Panambi, queda de R$ 1,00/saca em relação ao início da semana”, comenta.
MilhoAgrolink · Os futuros do milho no mercado futuro da B3 tiveram um dia de queda, trabalhando muito próximo à estabilidade, no dia de ontem, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “O ritmo das colheitas e uma suposta maior disponibilidade de milho tem influenciado cotações, que, sem notícias muito expressivas, sucedem os dias entre a compra e a realização de lucro dos ativos. Aos poucos, os preços do milho recuam, onde se tem que, mesmo com a produção imensamente menor, é um período de mais oferta do cereal”, comenta a consultoria.
MilhoAgrolink · A semeadura de milho se intensifica no estado do Rio Grande do Sul, que tem o mercado lento com indicações caindo, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Na regional de Santa Rosa, por exemplo, já são 90 mil hectares plantados. O preço médio ao produtor do cereal, contudo, segundo o órgão, vem fechando a semana a R$ 87,96, contra R$ 90,28 da semana anterior. Mais um dia, sem reporte de negócios. Indicações de compra caíram para R$ 92,00 CIF Marau, R$ 93,00 CIF Arroio do Meio, R$ 92,00 Ijuí, R$ 92,00 Santa Rosa. Safra nova indicava R$ 77,00 no porto para março, R$ 89,00 CIF Marau para janeiro. Preços de pedra caíram para R$ 87,00 em Panambi”, comenta.
SojaAgrolink · A expectativa de aumento de produção volta a pressionar as cotações da soja na Bolsa de Chicago, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de setembro da soja fechou em queda de -0,28% ou 3,5 cents/bushel a $ 1267,25; para maio, importante para as exportações brasileiras, o contrato fechou em queda maior, de 0,92% ou 12,0 cents/bushel, a $ 1283,0”, comenta.
SojaAgrolink · O dia de ontem contou com mais calmaria do que ontem, com a volatilidade do dólar e quedas nas cotações segurando as vendas de soja no estado do Rio Grande do Sul, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os preços de pedra em relação a ontem, com o melhor momento fechando com R$3,00/saca a mais do que as últimas indicações que eram de R$153,00, finalizando o dia a R$156,00 em Panambi. Os preços para entrega em outubro e recebimento abril/maio avançaram R$0,50 em relação aos valores anteriores, indo a R$185,00 CIF porto”, comenta.
CaféMelão Martini - Café · Os recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) desta safra já estão disponíveis a partir desta semana. A informação é do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Na última semana, a ministra Teresa Cristina assinou os primeiros 14 contratos com os agentes financeiros que irão aplicar os recursos do Funcafé. Então, a partir de agora, produtores, cooperativas, indústrias e exportadores já podem procurar os 34 bancos e cooperativas de crédito que têm autorização para operar com as linhas do fundo.
TrigoCEEMA/UNIJUI · As cotações do trigo em Chicago, considerando o primeiro mês cotado, igualmente recuaram, rompendo o piso dos US$ 7,00/bushel. Cotação abaixo deste piso não era vista em Chicago, para o trigo, desde o final de julho. O fechamento desta quinta-feira (09) ficou em US$ 6,81/bushel, contra US$ 7,04 uma semana antes. O mercado trabalhou com baixa movimentação devido aos feriados da semana. Em termos internacionais, o trigo de primavera, nos EUA, está praticamente colhido, sendo que até o dia 05/09 cerca de 95% da área total estava cortada, contra a média histórica de 83% para esta época do ano.
MilhoCEEMA/UNIJUI · Nesta semana repleta de feriados, as cotações do milho em Chicago voltaram a romper o piso dos US$ 5,00/bushel, fechando a quinta-feira (09), para o primeiro mês cotado, em US$ 4,96, contra US$ 5,16/bushel uma semana antes. Chicago não via o bushel de milho abaixo de cinco dólares desde o dia 11 de janeiro passado. Além da expectativa de aumento na produção estadunidense, a ser anunciado no relatório deste dia 10/09, o qual comentaremos no próximo boletim, o mercado começa a sofrer a pressão da entrada da nova colheita nos EUA. E isso, mesmo com as condições das lavouras entre boas a excelentes recuarem para 59% no relatório do dia 05/09. No ano passado, nesta época, eram 61% das lavouras nestas condições.
SojaCEEMA/UNIJUI · Esta primeira semana cheia de setembro foi bastante curta, pois a mesma registrou dois feriados. O primeiro, nos EUA, na segunda-feira (06/09), e o segundo, no Brasil, na terça-feira (07/09). Nela, as cotações em Chicago acabaram recuando novamente, com o primeiro mês cotado fechando, para a soja, em US$ 12,58/bushel no dia 09/09 (quinta-feira), contra US$ 12,79 uma semana antes. Além das expectativas quanto ao novo relatório de oferta e demanda do USDA, a ser anunciado no dia 10/09, o qual comentaremos com detalhes no próximo boletim, o mercado trabalhou pressionado pela fraca demanda da China; pelo início da colheita em regiões mais ao sul dos EUA; e particularmente pela ação dos Fundos, que voltaram a um movimento de vendas diante de um clima favorável para as lavouras estadunidenses.
SuínosAgrolink · As exportações de carne suína recuaram em agosto, chegando ao menor volume em seis meses. De acordo com dados da Secex, foram escoadas 89,9 mil toneladas de carne suína (entre produtos processados e in natura) em agosto, volume 11,3% menor que o de julho e 8,1% abaixo do exportado em agosto/20.
AlgodãoAgrolink · Após atingir recorde nominal no dia 30 de agosto (R$ 5,4748/lp), o Indicador CEPEA/ESALQ do algodão em pluma, com pagamento em 8 dias, fechou a R$ 5,4233/lp nessa quarta-feira, 8, queda de 0,94% nesse período. Segundo informações do Cepea, os preços foram influenciados pela queda dos valores externos, apesar de as negociações internas estarem ligeiramente mais aquecidas.
CaféAgrolink · As cotações domésticas do café robusta ultrapassaram os R$ 700/saca de 60 kg neste início de setembro. Nessa quarta-feira, 8, o Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6 peneira 13 acima fechou a R$ 734,09/sc, forte avanço de 43,08 Reais por saca (ou de 6,23%) frente ao dia 31 de agosto e um novo recorde nominal, considerando-se toda a série histórica do Cepea, iniciada em 2001.
Gado de CorteAgrolink · Depois de terem atingido volume recorde em agosto, as exportações brasileiras de carne bovina in natura iniciaram o mês de setembro em ritmo intenso. Contudo, notícias indicando dois casos atípicos de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), mais conhecida como “mal da vaca louca”, resultaram em suspensões dos embarques da proteína brasileira para alguns países.
TrigoAgrolink · Os moinhos, rações e exportadores começam a disputar o trigo de safra nova no estado do Rio Grande do Sul, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Com a elevação do dólar, moinhos locais voltaram a tomar trigo disponível. Saíram negócios (5.000 tons) a R$ 1.500,00 interior. Safra nova, indicações foram a R$ 1.470,00 a R$ 1.500,00 Sobre rodas Rio Grande para dezembro. Foram negociadas 50.000 toneladas para exportação. Indústrias de rações não indicando. Moinhos locais tiraram o pé de compras futuras, olhando câmbio e clima favorável”, comenta.

