Análise de Mercado
Arquivo · página 386
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AvesAgrolink · Os preços médios dos ovos comerciais e também dos principais insumos de alimentação consumidos na avicultura de postura, milho e farelo de soja, estão mais altos nesta parcial de agosto (até o dia 20) na comparação com os de julho. Porém, para a proteína, a média mensal subiu com mais intensidade, favorecendo o poder de compra de avicultores frente a esses insumos.
TrigoAgrolink · A falta de chuva e o clima quente têm preocupado agentes do setor de trigo. Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário atrelado à elevação da paridade de importação e à boa demanda, especialmente por parte do setor de ração animal, mantêm em alta os preços do trigo no mercado doméstico. Em Santa Catarina, segundo dados da Epagri/Cepa, a semeadura foi finalizada em julho.
Cana-de-açúcarAgrolink · No açúcar, as exportações de açúcar no mês de julho caíram 25%, para 2,47 milhões de toneladas, quando comparadas com julho de 2020. As informações foram divulgadas por Marcos Fava Neves, professor em tempo parcial das Faculdades de Administração da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto e da FGV em São Paulo.
Cana-de-açúcarAgrolink · Dados da Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil (Orplana) indicam que a produção total de cana-de-açúcar na safra atual deve sofrer uma queda de 15%, saindo dos 605 milhões de toneladas estimados para aproximadamente 530 milhões de toneladas. Para Marcos Fava Neves, professor em tempo parcial das Faculdades de Administração da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto e da FGV em São Paulo, o clima é o principal fator para essa redução.
AlgodãoAgrolink · As boas margens de lucro na agricultura, combinadas com a alta no preços dos insumos motivaram os produtores brasileiros a antecipar compras, aponta o Rabobank. “Os preços mais altos das commodities impactaram positivamente a demanda de fertilizantes do Brasil desde o ano passado”, refere relatório de Matheus Almeida, analista sênior da instituição.
AlgodãoAgrolink · As exportações brasileiras do agronegócio atingiram valor recorde para o mês de julho, totalizando US$ 11,29 bilhões, 15,8% a mais que os valores constatados no mesmo mês de 2020, de acordo com dados do Mapa. “Apesar da queda no volume exportado de quase 10%, os preços 28,5% superiores têm sustentado o incremento na receita das vendas externas”, destaca o professor Doutor Marcos Fava Neves.
TrigoAgrolink · De acordo com a TF Agroeconômica, toda ação do mercado do trigo no Rio Grande do Sul está no clima. “Safra nova, tradings indicando R$ 1.420,00 no porto (no melhor momento do câmbio), industrias de rações indicando de R$ 1.300,00 até R$ 1.420,00 FOB, dependendo de onde e que volumes. Vendedores pedem R$ 1.450,00 interior. Preços de pedra mantiveram-se em R$ 81,00 base Panambi”, comenta.
MilhoAgrolink · Os contratos do milho na B3 apresentaram leve queda e teve dia de realização de lucro, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “As movimentações foram pequenas hoje na B3 e o que se viu, de forma geral, foi um movimento de correção de traders, que visa basicamente a realização de lucros, em contratos negociados anteriormente. O valor da saca, para os principais contratos, ficou abaixo de R$ 97,00, em que na semana passada, beirava os R$ 100,00 a saca”, comenta.
MilhoAgrolink · No mercado do milho do Rio Grande do Sul, foram vistos lotes pontuais entre pequenos compradores, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Em Erechim, um lote de 600 toneladas foi vendido com pagamento curtíssimo a R$ 100,00 a saca. A região de Não-Me-Toque também apresentou 400 toneladas, com pagamento curto, a R$ 102,00. Arroio do Meio melhorou as indicações e hoje apresentou R$ 101,00 no CIF. Nas demais regiões permanecem as indicações ouvidas ao começo da semana: Marau a R$ 101,00 no CIF; Ipê a R$ 98,00 CIF e Ijuí a R$ 99,00 no setembro”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado de soja-grão na Bolsa de Chicago fechou em leve alta de 2,50 cents/bushel para setembro a $ 1296,25, o farelo de soja fechou em queda de 6,6 a $346,7/tonelada curta e o óleo de soja fechou em grande alta de 1,78 a $ 59,25/l-p. As informações são da consultoria TF Agroeconômica.
SojaAgrolink · No mercado de soja, já é possível perceber que o foco dos negócios está mudando, com as esmagadoras instalando um certo protagonismo no estado do Rio Grande do Sul, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os preços de pedra CIF Panambi foram cotados em R$158,00, tiveram perda de R$2,00/saca”, comenta.
Melão Martini - Café · A bolsa de N.Y. finalizou a segunda-feira com leve alta, a posição dezembro oscilou entre a máxima de +2,15 pontos e mínima de -1,50 fechando com +0,35 pts. A moeda norte-americana encerrou o dia estável, cotada a R$ 5,3802. No exterior, o índice de atividade de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) da zona do euro recuou em julho, de 60,2 pontos, para 59,5 pontos em agosto, mas ainda se manteve acima da marca de 50 que separa crescimento de contração, de acordo com dados divulgados pela IHS Markit.
MandiocaAgrolink · O clima seco e as temperaturas elevadas na maioria das regiões produtoras de mandioca acompanhadas pelo Cepea prejudicaram a colheita nos últimos dias, interrompendo os trabalhos em alguns casos. Assim, de acordo com colaboradores do Cepea, as indústrias de fécula e de farinha tiveram dificuldades para se abastecer.
Agrolink · O mercado futuro de açúcar em NY encerrou a sexta-feira com o contrato outubro/21 cotado a 19.49 centavos de dólar por libra-peso, uma queda 61 pontos em relação à semana anterior, de acordo com o que informou Arnaldo Luiz Correa, consultor, palestrante, técnico para arbitragens e professor de gestão de risco em commodities agrícolas. Ele escreveu um artigo que foi publicado no LinkedIn.
MilhoAgrolink · Compradores de milho seguem afastados do mercado spot nacional, com expectativa de melhores oportunidades nas próximas semanas. Segundo colaboradores do Cepea, esses agentes estão fundamentados no avanço da colheita e nos vencimentos de dívidas de custeio no fim de agosto e de setembro, que podem levar vendedores a aceitarem negociar novos lotes a preços menores, no intuito de “fazer caixa”.
SojaAgrolink · O dólar segue se valorizando frente ao Real, e esse cenário vem sustentando as altas nos preços da soja em grão no mercado interno, à medida que deixa o produto brasileiro mais barato aos importadores. Além da demanda firme, a baixa disponibilidade da oleaginosa nos mercados doméstico e internacional também influencia os avanços nos preços.
TrigoAgrolink · No mercado do trigo no Rio Grande do Sul, os moinhos locais seguem ausentes, mas os de fora comprando, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado aquecido para o trigo disponível no início da semana. Tanto para disponível, como futuro. Disponível rodando não mais que R$ 1540,00 FOB interior. Futuro iniciou a semana a R$ 1.400 FOB e terminou a R$ 1.430,00/t, como pedida, mas comprador no máximo oferecendo R$ 1415 FOB, entrega novembro. Somente uma das corretoras consultadas negociou 10.000 tons no disponível e 8.000 tons no mercado futuro”, comenta.
SuínosAgrolink · O grande volume de importação de milho, que chega a preços menores que os locais, pressiona o mercado do milho brasileiro, aponta a TF Consultoria Agroeconômica. De acordo com os analistas de mercado, atualmente há mais fatores de baixa do que de alta.
MilhoAgrolink · De acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica, o dólar tem efeito contrário na B3 em um mercado importador de milho. “Em padrões normais, um dólar na casa de R$ 5,40 significaria uma alta nas bolsas de mercadorias relacionadas às commodities, já que, em teoria, a exportação estaria mais aquecida. Esta semana, porém, o movimento se confirmou contrário e, pelo quarto dia consecutivo, a B3 apresentou baixas em suas cotações”, comenta.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, os próximos dias serão de muita umidade no estado, enquanto o mercado permanece lente, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Em seus últimos lotes, o produtor gaúcho “senta” em cima do milho, pedindo preços mínimos de R$ 102,00 FOB na intenção de venda e o mercado permanece parado nesta sexta-feira. Nas indicações, tudo igual: R$ 100,00 a saca em Marau, R$ 101,00 em Arroio do Meio, e R$ 98,00 em Seberi. Nos preços balcão, R$ 89,00 a saca em Panambi”, comenta.

