Esta doença é considerada secundária e de incidência muito baixa, e, portanto, de pouca importância econômica. Mundialmente, nas análises de sementes é comum a presença de diversas espécies de Cladosporium, predominando as espécies Cladosporium cladosporioides e Cladosporium oxysporum, mas são sempre consideradas como contaminantes superficiais. No Brasil, existem registros de incidência nos estados do Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo. Cladosporium cladosporioides é um fungo onívoro, considerado saprófito ou patógeno fraco oportunista. Existem registros de incidência sobre hospedeiras de mais de 30 famílias de plantas.
Danos: Os sintomas típicos são manchas ou crescimentos esverdeados na superfície das sementes, principalmente na zona correspondente ao embrião.
Controle: Por tratar-se de fungos contaminantes de pouca importância, pouco ou nenhum estudo tem sido desenvolvido à procura de fontes de resistência ou tolerância. Deve-se planejar a semeadura visando evitar a coincidência do período da colheita com o período mais chuvoso, manter um espaçamento maior entre as plantas a fim de evitar alta umidade dentro da lavoura e usar sementes sadias, limpas e adequadamente tratadas. Recomenda-se o tratamento das sementes com fungicidas protetores ou sistêmicos.
Flutriafol 500 g/L
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Flutriafol 750 g/kg
Flutriafol 500 g/L
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Ipconazol 10 g/L, Tiram 350 g/L
Flutriafol 125 g/L
Flutriafol 250 g/L
Carboxina 200 g/L, Tiram 200 g/L
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