Flutriafol CCAB 500 SC CI

Geral
Nome Técnico:
Flutriafol
Registro MAPA:
226
Empresa Registrante:
CCAB Agro
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Flutriafol 500 g/L
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre, Aérea
Classe Agronômica:
Fungicida
Toxicológica:
4 - Produto Pouco Tóxico
Ambiental:
III - Produto perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Sistêmico
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Pimentão Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum sp (Antracnose) veja aqui veja aqui
Rabanete Dosagem Calda Terrestre
Alternaria spp (Pinta preta) veja aqui veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade

INSTRUÇÕES DE USO

FLUTRIAFOL CCAB 500 SC é um fungicida sistêmico, do grupo químico triazol, recomendado para as seguintes culturas e modalidades de uso:
1) Pulverização foliar visando o controle de doenças da parte aérea nas culturas de abacate, abacaxi, abóbora, abobrinha, algodão, alho, anonáceas (graviola, pinha, cherimóia, atemóia, araticum e fruta-do-conde), banana, batata, batata-doce, batata-yacon, berinjela, beterraba, cacau, café, canola, cará, cebola, chalota, chuchu, cupuaçu, ervilha, feijão, feijão-caupi, gengibre, gergelim, girassol, grão-de-bico, guaraná, inhame, jiló, kiwi, lentilha, linhaça, maçã, mamão, mandioca, mandioquinha-salsa, manga, maracujá, maxixe, melão, melancia, nabo, pepino, pimenta, pimentão, quiabo, rabanete, romã, soja e tomate.


NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO PARAUSO FOLIAR

Abacate, abacaxi e anonáceas (graviola, pinha, cherimóia, atemóia, araticum e fruta-do-conde):
Aplicação foliar, primeira preventiva, reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Efetuar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura.

Abóbora e abobrinha:
Aplicação foliar. Primeira aplicação nos primeiros sintomas. Repetir, se necessário com intervalo de 7 dias.
Efetuar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura.

Algodão:
Iniciar as aplicações do 25º ao 35º dia após o plantio ou logo após o aparecimento dos primeiros sintomas dadoença e repetir se necessário em intervalos de 15 dias, dependendo da evolução da doença.
Efetuar no máximo 3 aplicações, com intervalo de 15 dias.

Alho, cebola e chalota:
Antracnose-foliar: Aplicação foliar, primeira preventiva, reaplicar com intervalo de 14 a 21 dias, se necessário.
Antracnose-da-cebola-branca e ferrugem: Aplicação foliar, primeira preventiva, reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário.
Efetuar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura.

Banana:
Sigatoka-negra: Para aplicação via pulverização, iniciar as aplicações preventivamente com intervalos de 30 dias nos períodos de maior incidência da doença, efetuando até 4 (quatro) aplicações. Sigatoka-amarela: Iniciar as aplicações preventivamente com intervalos de 14 dias nos períodos de maior incidência da doença.

Batata e batata-doce:
O controle deve ser iniciado no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, a partir do final do desenvolvimento foliar, fase que coincide com o fechamento das linhas e início do desenvolvimento dos tubérculos.
Efetuar no máximo 4 aplicações com intervalo de 7 dias entre aplicações.

Batata-yacon:
Aplicação foliar. Reaplicar em intervalos de 15 a 21 dias, se necessário efetuar no máximo 4 aplicações na cultura.

Berinjela:
Antracnose: Aplicação foliar, primeira preventiva, reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário.
Ferrugem e mancha-foliar-de-cercospora: Aplicação foliar. Reaplicar em intervalos de 7 dias, se necessário.
Efetuar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura.

Beterraba:
Oídio: Aplicação foliar. Primeira aplicação nos primeiros sintomas. Repetir, se necessário com intervalo de 7 dias.
Mancha-de-cercospora, mancha-de-Phoma, mancha-de-Alternária e ferrugem: Aplicação foliar. Efetuar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura.

Cacau:
Antracnose: Aplicação foliar, primeira preventiva, reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário.
Monilíase: Aplicação foliar. Reaplicar em intervalos de 15 dias, se necessário. Efetuar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura.

Café:
Aplicação foliar: Aplicar quando atingir nível de infecção de 5% e repetir, se necessário, com intervalo de 30 dias.
Efetuar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura.

Canola:
Aplicação foliar: Reaplicar em intervalos de 15 dias, se necessário. Efetuar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.

Cará e gengibre:
Aplicação foliar. Reaplicar em intervalos de 7 dias, se necessário. Efetuar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura.

Chuchu:
Oídio e Mancha-zonada-da-folha: Aplicação foliar. Primeira aplicação nos primeiros sintomas.
Repetir, se necessário, com intervalo de 7 dias.
Antracnose: Aplicação foliar, primeira preventiva, reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário.
Efetuar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura.

Cupuaçu:
Aplicação foliar. Reaplicar em intervalos de 15 dias, se necessário. Efetuar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura.
Ervilha:
Mancha-de-Ascochyta: Aplicação foliar. Reaplicar em intervalos de 15 dias, se necessário.
Oídio: Aplicação foliar. Primeira aplicação nos primeiros sintomas. Repetir, se necessário, com intervalo de 15 dias.
Efetuar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.

Feijão:
Iniciar as aplicações preventivamente ao redor de 30 dias após a emergência e repetir a cada 15 dias de acordo com as condições climáticas e pressão da doença. Efetuar no máximo 3 aplicações com intervalo
de 15 dias entre aplicações.

Feijão-caupi, lentilha e linhaça:
Aplicação foliar, início dos primeiros sintomas. Reaplicar, se necessário, com intervalo de 15 dias.
Efetuar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.

Gengibre e Inhame:
Aplicação foliar. Reaplicar em intervalos de 7 dias, se necessário. Efetuar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura.

Gergelim, girassol e grão-de-bico:
Aplicação foliar. Reaplicar em intervalos de 15 dias, se necessário. Efetuar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.

Guaraná, kiwi, manga, maracujá e romã:
Aplicação foliar. Reaplicar em intervalos de 15 dias, se necessário. Efetuar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura.

Jiló:
Aplicação foliar, primeira preventiva, reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário.

Maçã:
Iniciar as aplicações no início da floração e de forma preventiva. Repetir, se necessário, a cada 15 dias.
Efetuar no máximo 4 aplicações foliares por ciclo da cultura.

Mamão:
Aplicar no início da frutificação, preventivamente ou logo após o início dos primeiros sintomas nas folhas mais velhas ou nos frutos, dirigindo a pulverização para a face inferior destas folhas e para os frutos. Se necessário, repetir a aplicação após 15 dias.
Efetuar no máximo 2 aplicações na cultura, com intervalo de 15 dias entre aplicações.

Mandioca, mandioquinha-salsa, maxixe, nabo, pepino, pimenta, pimentão, quiabo e rabanete:
Aplicação foliar. Reaplicar em intervalos de 7 dias, se necessário. Efetuar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura.

Melão e melancia:
As menores doses devem ser aplicadas antes do início dos primeiros sintomas e as maiores doses quando as condições climáticas forem favoráveis à doença (clima seco com altas temperaturas) e a partir do início dos
primeiros sintomas da doença
Normalmente, iniciam-se as aplicações 28 dias após a emergência da cultura, sendo que as aplicações devem ser repetidas semanalmente. Efetuar no máximo 3 aplicações durante a safra da cultura.

Soja:
Para doenças de final de ciclo: uma única aplicação deverá ser efetuada quando a soja atingir o estágio fenológico de grãos perceptíveis ao tato a 10% do enchimento das vagens (R.5.1).
Oídio: deve-se observar que o índice de infecção foliar esteja entre 20 a 30% para realizar a primeira aplicação. Uma
segunda aplicação poderá ser efetuada, com intervalo de 20 dias, dependendo da evolução da doença e respeitando-se o intervalo de segurança.

Ferrugem-asiática-da-soja: Iniciar a aplicação de forma preventiva no estágio vegetativo ou no estágio R1, reaplicando mais uma vez, se necessário, de acordo com o monitoramento.
Monitoramento:
- O monitoramento deve ser realizado desde o período vegetativo, intensificando-se a observação quando as condições climáticas forem favoráveis ao patógeno (temperatura, umidade e molhamento foliar).
- Maior atenção deve ser dispensada em regiões com histórico de ocorrência da doença.
- Coletar folhas do terço médio e inferior das plantas e procurar os sintomas da ferrugem-asiática-da-soja.
- Há necessidade de realizar o monitoramento das áreas logo após a emergência da cultura. Caso seja constatada a presença da ferrugem-asiática-da-soja na região e as condições climáticas forem favoráveis à
incidência da doença, as aplicações devem ser iniciadas em caráter preventivo, independente do estádio de desenvolvimento da cultura. Utilizar fungicidas de outros grupos químicos em rotação.
Efetuar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura.

Tomate:
O controle deve ser realizado a partir do início do florescimento, no aparecimento dos primeiros sintomas. Efetuar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 7 dias entre aplicações.

Modo de aplicação – aplicação terrestre:
FLUTRIAFOL CCAB 500 SC deve ser aplicado nas dosagens recomendadas nas instruções de uso, conforme as
orientações a seguir:
Abacate, anonáceas (graviola, pinha, cherimóia, atemóia, araticum e fruta-do-conde), cacau, café, cupuaçu, kiwi,
manga, maracujá e romã:
Aplicação foliar: Aplicar o produto visando boa cobertura da planta evitando-se o escorrimento. Utilizar atomizador
motorizado costal ou tratorizado adequado para aplicação em plantas perenes e árvores frutíferas.
Abacaxi, abóbora, abobrinha, alho, batata, batata-doce, batata-yacon, beterraba, berinjela, cará, cebola,
chalota, chuchu, gengibre, inhame, mandioca, mandioquinha-salsa, nabo, maxixe, jiló, pepino, pimenta,
pimentão, quiabo e rabanete:
Utilizar pulverizador com barra tratorizado, motorizado estacionário com mangueira, costal manual ou costal
tratorizado, equipados com pontas (bicos) de jato cônico vazio. Utilizar equipamento de aplicação adequados, de
modo a se obter excelente cobertura de toda a parte aérea das plantas, mas evitando-se o escorrimento.
Normalmente a pressão de trabalho deve estar entre 40 e 60 libras/pol (psi), proporcionando uma densidade de
50 a 70 gotas/cm².

Algodão:
Pulverização terrestre:
Utilizar pulverizador tratorizado de barra, equipado com bicos apropriados, produzindo um diâmetro de gotas de 50 a 200µm, uma densidade de 50 a 70 gotas por cm², e uma pressão de 40 a 60 libras/pol². Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 27°C, com umidade relativa acima de 60% e ventos deno máximo 10km/hora.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação.

Banana:
Aplicação terrestre: Na aplicação com atomizador motorizado costal ou tratorizado, utilizar como adjuvante óleo mineral emulsionável, visando as folhas mais novas, principalmente as de número 0, 1 e 2 evitando que o produto atinja o cacho, pois o óleo mineral é fitotóxico.

Batata e tomate:
Utilizar pulverizador com barra tratorizado, motorizado estacionário com mangueira, costal manual, costal motorizado, equipados com pontas (bicos) de jato cônico vazio. Utilizar equipamento de aplicação adequado, de modo a se obter excelente cobertura de toda a parte aérea das plantas, mas evitando-se o escorrimento.
Normalmente a pressão de serviço deve estar entre 40 e 60 libras/pol (psi), proporcionando uma densidade de 50 a 70 gotas/cm² .

Feijão, ervilha, feijão caupi, girassol, grão-de-bico, gergelim, lentilha e linhaça:
Utilizar pulverizador com barra tratorizado ou costal manual, equipados com pontas (bicos) de jato cônico vazio,
de modo a se obter excelente cobertura de toda a parte aérea das plantas, mas evitando se, o escorrimento.
Normalmente a pressão de serviço deve estar entre 40 e 60 libras/pol (psi), proporcionando uma densidade de 50 a 70 gotas/cm². Seguir as recomendações dos fabricantes dos bicos e equipamentos utilizados.

Mamão:
Utilizar pulverizadores costais, estacionários, montados ou tracionados por trator, turbinados. Usar bicos de jato cônico ou em leque com abertura e pressão que possibilitem densidade de 70 a 100 gotas/cm², com diâmetro entre 100 a 200 micras, proporcionando distribuição uniforme da calda.

Melão e melancia:
As aplicações devem ser terrestres, podendo-se utilizar equipamento costal ou equipamento acoplado a tratores; barra ou lança munidos de bicos cônicos. Em ambos os equipamentos devem ser utilizados as doses recomendadas, diluídas em água e aplicadas em alta vazão (1000 litros de calda/ha), visando à completa cobertura das folhas.

Soja:
Utilizar pulverizador tratorizado, com barra de bicos de jato cônico vazio ou leque. Os bicos devem ser distanciados de 50cm e a barra deve ser mantida em altura que permita cobertura total da parte aérea das plantas.
Recomenda-se que sejam seguidas as recomendações dos fabricantes dos bicos e equipamentos utilizados.

Modo de aplicação – aplicação aérea para algodão, banana, feijão e soja:
- A aeronave agrícola deverá estar equipada com barra, bicos da série D, que produzam gotas maiores que 200 micras e calibrados para distribuir volume de calda de 30 a 50L/ha.
- A faixa de deposição do produto será pré-determinada pelo tipo de aeronave.
- A altura do voo deverá ser de 2 a 4 metros e a velocidade dos ventos deverá ser entre 3 e 10km/hora.
- Visando uma aplicação uniforme, deve-se utilizar recursos adequados para demarcar a largura exata da faixa de pulverização.

Condições Climáticas: Deve-se observar as condições climáticas ideias para aplicação via terrestre e aérea do produto, tais como:
- Temperatura ambiente até 32ºC;
- Umidade relativa do ar mínima de 60%; e
- Velocidade do vento entre 3 e 10km/hora.
Para outros parâmetros referentes a tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.


PREPARAÇÃO DA CALDA PARA APLICAÇÃO

Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até ¾ de sua capacidade.
Ligar o agitador e adicionar o FLUTRIAFOL CCAB 500 SC. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.
Banana e soja – Aplicação terrestre - procedimentos para adição de adjuvantes no preparo da calda:
O óleo mineral emulsionável deve ser adicionado como último componente à calda de pulverização, com o tanque quase cheio, mantendo-se a agitação.


PREPARAÇÃO DA CALDA PARA APLICAÇÃO

Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até ¾ de sua capacidade.
Ligar o agitador e adicionar o FLUTRIAFOL CCAB 500 SC. Manter o agitador ligado, quando for o caso, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.


LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO PARA TODAS AS FORMAS DE APLICAÇÃO

Após a aplicação do FLUTRIAFOL CCAB 500 SC proceda com a limpeza de todo o equipamento utilizado e imediatamente após a aplicação. A demora da limpeza do equipamento de pulverização, mesmo que por algumas horas, pode implicar na aderência do produto nas paredes do tanque de pulverização, o que dificultará a limpeza completa do produto.
Além de seguir as recomendações de limpeza do fabricante do equipamento, seguir os seguintes passos durante a limpeza do pulverizador:
1. Esvaziar completamente o equipamento de pulverização utilizado;
2. Remover fisicamente os depósitos visíveis de produto;
3. Fechar a barra, encher o tanque com água limpa, circular pelo sistema de pulverização por 15 minutos e, em seguida, esvaziar o tanque de forma que a água passe através das mangueiras, barras, filtros e bicos;
4. Repetir o passo 3 por no mínimo 3 vezes.
Limpar também tudo o que estiver associado ao equipamento de aplicação e manuseio do produto. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento próximo às nascentes, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual e/ou Municipal vigente na região da aplicação.


INTERVALODE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.


LIMITAÇÕES DE USO

- Uso exclusivamente agrícola.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
- O produto deve ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, observando o intervalo de segurança para cada cultura.
- Não aplicar através de sistemas de irrigação.
- Fitotoxicidade para as culturas indicadas: desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade nas culturas para as quais o produto é recomendado.


INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

Utilize equipamento de proteção individual – EPIs: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO G1 FUNGICIDA

O produto fungicida Flutriafol CCAB 500 SC é composto por flutriafol, que apresenta mecanismo de ação desmetilase na biossíntese de esterol, pertencente ao Grupo G1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).

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