Bula Rancona T

acessos
Thiram + Ipconazol
2715
Arysta Lifescience

Composição

Ipconazol 10 g/L Triazol
Tiram 350 g/L Dimetilditiocarbamato

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada para Tratamento de Sementes (FS)
Contato, Sistêmico, Tratamento de sementes
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
150 a 200 mL p.c./100 kg de sementes 1,75 L de calda/100 Kg de sementes - Realizar apenas uma única aplicação do produto. Não se aplica por se tratar de tratamento de sementes. A aplicação deve ser realizada por ocasião do tratamento de sementes
Fungo de armazenamento
(Penicillium spp)
150 a 200 mL p.c./100 kg de sementes 1,75 L de calda/100 Kg de sementes - Realizar apenas uma única aplicação do produto. Não se aplica por se tratar de tratamento de sementes. A aplicação deve ser realizada por ocasião do tratamento de sementes
Fungo de pós colheita
(Aspergillus spp)
150 a 200 mL p.c./100 kg de sementes 1,75 L de calda/100 Kg de sementes - Realizar apenas uma única aplicação do produto. Não se aplica por se tratar de tratamento de sementes. A aplicação deve ser realizada por ocasião do tratamento de sementes
Mancha circular
(Alternaria padwickii)
150 a 200 mL p.c./100 kg de sementes 1,75 L de calda/100 Kg de sementes - Realizar apenas uma única aplicação do produto. Não se aplica por se tratar de tratamento de sementes. A aplicação deve ser realizada por ocasião do tratamento de sementes
Mancha das glumelas
(Curvularia lunata)
150 a 200 mL p.c./100 kg de sementes 1,75 L de calda/100 Kg de sementes - Realizar apenas uma única aplicação do produto. Não se aplica por se tratar de tratamento de sementes. A aplicação deve ser realizada por ocasião do tratamento de sementes
Mancha de alternaria
(Alternaria alternata)
150 a 200 mL p.c./100 kg de sementes 1,75 L de calda/100 Kg de sementes - Realizar apenas uma única aplicação do produto. Não se aplica por se tratar de tratamento de sementes. A aplicação deve ser realizada por ocasião do tratamento de sementes
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
150 a 200 mL p.c./100 kg de sementes 1,75 L de calda/100 Kg de sementes - Realizar apenas uma única aplicação do produto. Não se aplica por se tratar de tratamento de sementes. A aplicação deve ser realizada por ocasião do tratamento de sementes
Queima das glumelas
(Phoma sorghina)
150 a 200 mL p.c./100 kg de sementes 1,75 L de calda/100 Kg de sementes - Realizar apenas uma única aplicação do produto. Não se aplica por se tratar de tratamento de sementes. A aplicação deve ser realizada por ocasião do tratamento de sementes
Queima foliar
(Microdochium oryzae)
150 a 200 mL p.c./100 kg de sementes 1,75 L de calda/100 Kg de sementes - Realizar apenas uma única aplicação do produto. Não se aplica por se tratar de tratamento de sementes. A aplicação deve ser realizada por ocasião do tratamento de sementes
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum truncatum)
200 a 250 mL p.c./100 kg de sementes 400 mL de calda/100 kg de sementes - Realizar apenas uma única aplicação do produto. Não se aplica por se tratar de tratamento de sementes. A aplicação deve ser realizada por ocasião do tratamento de sementes
Fungo de armazenamento
(Penicillium spp)
150 a 250 mL p.c./100 kg de sementes 400 mL de calda/100 kg de sementes - Realizar apenas uma única aplicação do produto. Não se aplica por se tratar de tratamento de sementes. A aplicação deve ser realizada por ocasião do tratamento de sementes
Fungo de pós colheita
(Cladosporium cladosporioides)
200 a 250 mL p.c./100 kg de sementes 400 mL de calda/100 kg de sementes - Realizar apenas uma única aplicação do produto. Não se aplica por se tratar de tratamento de sementes. A aplicação deve ser realizada por ocasião do tratamento de sementes
Fusariose
(Fusarium pallidoroseum)
150 a 250 mL p.c./100 kg de sementes 400 mL de calda/100 kg de sementes - Realizar apenas uma única aplicação do produto. Não se aplica por se tratar de tratamento de sementes. A aplicação deve ser realizada por ocasião do tratamento de sementes
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
150 a 250 mL p.c./100 kg de sementes 400 mL de calda/100 kg de sementes - Realizar apenas uma única aplicação do produto. Não se aplica por se tratar de tratamento de sementes. A aplicação deve ser realizada por ocasião do tratamento de sementes
Podridão das sementes
(Aspergillus flavus)
150 a 250 mL p.c./100 kg de sementes 400 mL de calda/100 kg de sementes - Realizar apenas uma única aplicação do produto. Não se aplica por se tratar de tratamento de sementes. A aplicação deve ser realizada por ocasião do tratamento de sementes
Podridão seca
(Phomopsis sojae)
150 a 250 mL p.c./100 kg de sementes 400 mL de calda/100 kg de sementes - Realizar apenas uma única aplicação do produto. Não se aplica por se tratar de tratamento de sementes. A aplicação deve ser realizada por ocasião do tratamento de sementes
Podridão vermelha da raiz
(Fusarium solani)
150 a 250 mL p.c./100 kg de sementes 400 mL de calda/100 kg de sementes - Realizar apenas uma única aplicação do produto. Não se aplica por se tratar de tratamento de sementes. A aplicação deve ser realizada por ocasião do tratamento de sementes
Verrugose
(Cladosporium herbarum)
200 a 250 mL p.c./100 kg de sementes 400 mL de calda/100 kg de sementes - Realizar apenas uma única aplicação do produto. Não se aplica por se tratar de tratamento de sementes. A aplicação deve ser realizada por ocasião do tratamento de sementes

Frasco plástico ou metálico - 1 e 5L
Bombona, balde plástico ou metálico - 10 20 25 30 40 50L
Tambores plásticos ou metálicos - 100 200 250 500 e 1000L
Container em aço inox ou metal (proteção anticorrosiva) - 1000 2000 5000 10000 15000 20000 e 25000L

MODO DE APLICAÇÃO / EQUIPAMENTOS:
O tratamento deve ser feito em tambor rotativo ou em outro equipamento que possibilite uma distribuição homogênea do produto.
Sementes de soja: no tratamento destas sementes, o volume total de calda (produto + água), não deve ultrapassar 400 mL de solução por 100k de sementes.
Sementes de arroz: pode-se adicionar até 1,75 litros de água /100 kg de sementes, para facilitar a distribuição do produto.
Sementes umedecidas em excesso, recomenda-se uma secagem antes de armazená-las e/ou semeá-las.
Sementes inoculadas devem ser semeadas no mesmo dia do tratamento, não podendo ser armazenadas.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não se aplica por se tratar de tratamento de sementes
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Não se aplica por se tratar de tratamento de sementes
LIMITAÇÕES DE USO:
• A semente tratada deve ser usada unicamente para o plantio. Não pode ser usada como alimento, ração ou na produção de Óleo.

PECAUÇÕES GERAIS
Produto para uso exclusivamente agricola
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteçãô individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EM) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas; avental, máscara, óculos e luvas.
-Não utilize equipamentos de proteção individual(EPl) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamntôs ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca
- Não transporte o produto juntamente com alimertos, medicamentos, rações, animais e pessoas
PRECAUÇÕES NO MANUSEIO
--,Caso, ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas, em primeiros socorros e procurerapiàamenteum serviço médico de emergência
-Ao abrir a'embalagem, faça-o de modo a evitar respingo. .
- Utilize equipamentos de proteção individual - EPI macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por, cima das botas botas do borracha avental impermeavel máscara com filtro mecânico classe F2, óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila
Manuseie o produto em local aberto e ventilado
-PREÇAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
Não reutilize a embalagem vazia
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcança de crianças e animais
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na Seguinte ordem ócu19s, avental botas, macacão, luvas e máscara
- Torne banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque lave suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas avental impermeável'-
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto
PRIMEIROS SOCORROS
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem rotulo, bula e receituário agronômico do produto
Ingestão Se engolir o produto, não provoque vômito e procure logo um médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. '
Olhos. Em caso de contato, lave com água abundância e procure um médico, levando a embalagem, rotulo bula ou receituário agronômico do produto
Pele4 Em caso dê contato, lave com água e sabão em abundância e se houver sinal de Irritação procure um médico levando a embalagem rótulo, bula ou receituário agronômico do produto
lnalação Se a produto for inalado procure lugar arejado e se houver sinal de intoxicação, procure um medico, levando a embalagem, rotulo, bula ou receituário agronômico do produto Antídoto: Não ha antídoto especifico
INORMAÇÔES MEDICAS
Grupo: Triazol(lponazoI) e Dimetilditiocarbarnató (tiram), -
Classe toxicológica: Extremamente Tóxico
Vias de exposição: oral, inalatoria, ocular e dérmica.
Toxicócinética: Ipconazol: Em estudos conduzidos em animais, foi estimada uma absorção maior que em 90% para machos e 71% para fêmeas sendo a principal forma de excreção as fezes. O produto apresentou uma bioacumulação geral baixa, no entanto, valores signficativos foram encontrados no pulmao e na carcaça. A substancia é mais distribuída para o figado, rins e células sanguíneas. Os principais metabólitos são o triazol live, as formas conjugadas glucoronidas e as formas hidroxiladas, o que propõe o metabolismo por hidroxilação (Fase 1) e conjugação (Fase ll).
Ameia vida de eliminação plasmática foi determinada entre 11,3-28,2 horas e o tempo para alcançar a concentração máxima foi de 2-6 horas. Houve diferença entre os tempos obtidos para machos e fêmeas.
Tiram:
Cerca de 70% da dose de tiram, administrativa via oral para animais de experimentação, é metabolizado CO2 e outros gases e expirada o restante da dose administrada, foi encontrado prpicipalmente na urina (25%), aproximadamente 3% da dose pode sereticontrada em orgãos como sangue, ossos e fígado, enquanto que outros 3% foram detectados nas fezes
Mais de 83% do tiram administrado por via oral foi absorvido, desse total, entre 35 e 40% foi excretaco pela urina, 96 horas após a admnistraçâo; 2 a 5% foi exeretado, pelas fezes, após 24 horas da administraç4, 41 a 48% eliminado junto ao ar expirado. Aproximadamente 60% da dose de tiram administrada pela dieta foi recuperada como CO2 expirado e 30% foi encontrada na urina, tiram foi rapidamente degradado a compostos mais polares, 5 metabólitos foram detectados na urina: derivado alanina de CS2 (1O%) conjugado glucoronado de dimetilditióoarbamato (205), ácido trosulfónico (34%) éster metilico de
dimetilditióoarbamato (6%) e um conjugado de alanina (30%) A presença desses produtos polares demonstrou que a rota metabólica envolve a redução da ligação dissulfeto e reações subsequentes com o enxofre.
Mecanismos de toxicidade:
Ipconazol - Os mecanismos de toxicidade do ipconaol em humanos não são conhecidos. Baseado em estudos conduzidos com animais, pode se inferir que o ipconazol exerce efeito na inibição da sintese de colesterol pela inibição das enzimas que dependem do citocromo P-450(C14 lanosterol dimetilase)
Tiram:
Tiram e outros ditiocarbamatos geram metabolitos toxicos. Os efeitos tóxicos agudos desses metabólitos são similares ao do dissulfeto de carbono. A maioria dos ditiocarbamatos apresenta baixa toxicidade e são fracamente absorvidos, grande porção da dose administrada oralrnente é excreada, sem alteração, pelas fezes. O exato modo de ação não esta claro, envolve ação intracelular dos metabólitos do dissulfeto de carbono o que causa injuria do microssomo e do citocromo P-450, acompanhada por aumento da atividade
da heme-oxigenase. Em oposição ao dissulfeto de carbono tiram tambem causa disfunção da tireóide em vertebrados. Esse efeito pode ser resultado da liberação de enxofre nas células folicularas, causancjo inibição da tirosina iodada Tiram induz a intolerânpia ao alcool, pela inibição do acetaldeido desidrogenase ou pela formação de compostos quaternários com o etanol
Sintomas e sinais clínicos: lpconazol:
Toxicidade aguda: O ipconazol foi considerado levemente irritante à pele,
extremamente irritante aos olhos. Não foi considerado sensibilizante.
Mutagenicidade: Não apresenta características genotóxicas ou mutagênicas.
Toxicidade crônica: Os sintomas de toxicidade mais evidenciados na maioria
dos estudos em longo prazo conduzidos em animais estão relacionados ao
estômago, fígado e olhos.
Tiram:
Tiram é suavemente tóxico por ingestão e inalação, mas é moderadamente
tóxico pela via dérmica. Tiram é irritante aos olhos, pele e trato respiratório,
além de ser sensibilizante dérmico. Exposição repetida ou prolongada ao
tiram pode causar reações alérgicas tais como dermatite, olhos úmidos,
sensibilidade à luz e conjuntivite.
Ingestão: exposição aguda em humano pode causar dor de cabeça,
sonolência, fatiga, náusea, vômito, diarréia outras complicações gástricas.
Inalação: Pode ocorrer irritação das membranas respiratórias, pela inalação
de pós finos.
Pele: Pode ocorrer irritação dérmica moderada e sensibilização da pele.
Olhos: Pode causar graves irritações oculares.
Diagnóstico: lpconazol:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação laboratorial. Não existem exames laboratoriais específicos.
Tiram:
Histórico de exposição ocupacional ao tiram e a presença de ácido xanturênico na urina podem ser suficientes para a confirmação do diagnóstico.
Tratamento: O profissional de saúde deve utilizar avental e botas impermeáveis, e luvas, para o atendimento médico.
O tratamento é sintomático e deve ser instituído a critério médico. As ocorrências clínicas devem ser tratadas segundo seu surgimento e gravidade.
Em caso de ingestão, fazer lavagem gástrica, até 1 hora após a exposição e/ou o aparecimento dos sintomas de intoxicação. Em caso de exposição por contato, higienizar as áreas do corpo do paciente atingidas, dando atenção especial às regiões que sofreram maior depósito ou que podem reter o produto (cabelo, ouvido, axilas, umbigo, unhas e genitais).
Avaliações especializadas do trato respiratório, ocular e dermal podem ser requeridas.
Não há um antídoto específico.
Contra a indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de
indicações pneumonite química.
Efeitos sinérgicos: Tiram provoca a inibição do acetaldeído-desidrogenase, um a enzima essencial para a conversão de acetaldeído a ácido acético. O consumo de álcool, por trabalhadores expostos ao tiram, pode agravar os sintomas de intoxicação, os quais envolvem: náusea, vômito, dor de cabeça, sonolência, fraqueza, confusão mental, dispnéia, dor no peito e abdominal, aumento na transpiração e brotoeja.
ATENÇÃO: As intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos Telefones de Emergência PARA INFORMAÇOES MEDICAS:
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS Da empresa Chemtura lnd.Quím. do Brasil Ltda.: (11) 3896-1500 - Fábrica 0800-771-1506
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO: Vide quadro.
EFEITOS AGUDOS e CRÔNICOS:
DL50 oral (ratos/fêmeas) > 5000 mg/kg
CL50 (ratos/machos e fêmeas): superior a 2,04 mg/L
DL50 dérmica (ratos/machos e fêmeas): superior a 5.000mg/kg
Irritabilidade dérmica (coelhos): levemente irritante.
Irritabilidade ocular (coelhos): medianamente irritante.
Potencial genotóxico: Não é mutagênico baseado em estudos conduzidos com células bacterianas e de mamíferos.

1- PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
-Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE 1).
[X] - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
-Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
-Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente
- Este produto é ALTAMENTE TOXICO para organismos aquáticos.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3-INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Chemtura Indústria Química do Brasil Ltda, pelo telefone de Emergência (011) 3896-1500.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtro)
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, conte o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, 002 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
o usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
o armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SACARIAS (UTILIZADAS PARA ACONDICIONAR SEMENTES TRATADAS COM CHEMTURA IPCONAZOLE /THIRAM 10/350 FS)
AS EMBALAGENS - SACARIAS - NÃO PODEM SER UTILIZADAS PARA OUTROS FINS.
AS EMBALAGENS - SACARIAS - NÃO PODEM SER LAVADAS.
ARMAZENAMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
O armazenamento das embalagens - SACARIAS - vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio das SACARIAS.
As embalagens - SACARIAS - vazias devem ser armazenadas separadamente, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado
DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS - SACARIAS - VAZIAS
Devem ser devolvidas em conjunto com a embalagem do agrotóxico CHEMTURA IPCONAZOLE /THI¬RAM 10/350 FS ou no local onde foram adquiridas as sementes tratadas.
Terceiros que efetuarem o manuseio do agrotóxico, devem descrever nas sacarias que as sementes foram tratadas com o agrotóxico CHEMTURA IPCONAZOLE /THIRAM 10/350 FS e informar que as mesmas devem ser devolvidas no local em que foram tratadas ou adquiridas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBA¬LAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FE¬DERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência a Fungicidas - Brasil). Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
• Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendacôes.