Bula Tenaz 250 SC - Sumitomo

Bula Tenaz 250 SC

CI
Flutriafol
2811
Sumitomo

Composição

Flutriafol 250 g/L

Classificação

Terrestre
Fungicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico

Abacate

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora perseae (Cercosporiose-do-abacateiro)
Colletotrichum spp (Antracnose)
Pseudocercospora purpurea (Cercosporiose)

Abacaxi

Calda Terrestre Dosagem
Chalara paradoxa (Podridão-negra)
Fusarium subglutinans (Fusariose)

Abóbora

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides f. sp. cucurbitae (Antracnose)
Erysiphe cichoracearum (Oídio)
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Abobrinha

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides f. sp. cucurbitae (Antracnose)
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Algodão

Calda Terrestre Dosagem
Ramularia areola (Ramularia)

Alho

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum dematium f. sp. circinans (Antracnose-da-cebola-branca)
Colletotrichum gloeosporioides f. sp. cepae (Mal-das-sete-voltas)
Puccinia allii (Ferrugem)
Puccinia porri (Ferrugem)

Araticum

Calda Terrestre Dosagem
Batistopsora crucis-filii (Ferrugem)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Lasiodiplodia theobromae (Podridão de raiz)
Pseudocercospora annonae-squamosae (Cercosporiose)

Atemoia

Calda Terrestre Dosagem
Batistopsora crucis-filii (Ferrugem)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Lasiodiplodia theobromae (Podridão de raiz)
Pseudocercospora annonae-squamosae (Cercosporiose)

Banana

Calda Terrestre Dosagem
Mycosphaerella fijiensis (Sigatoka negra) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Mycosphaerella musicola (Mal da sigatoka)

Batata

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande)

Batata yacon

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria alternata (Mancha de alternaria)

Batata-doce

Calda Terrestre Dosagem
Albulgo impomoeae-panduranae (Ferrugem branca da batata-doce)
Elsinoë batatas (Sarna da batata-doce)
Phomopsis ipomoea-batata (Mancha-foliar-de-Phomopsis)
Phyllosticta batatas (Mancha-parda)
Sphaceloma batatas (Sarna da Batata-Doce)

Berinjela

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora melongenae (Cercosporiose)
Colletotrichum spp (Antracnose)
Puccinia sp. (Ferrugem)

Beterraba

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria tenuis (Mancha de Alternária)
Cercospora beticola (Cercosporiose)
Erysiphe betae (Oídio)
Phoma betae (Mancha-de-Phoma)
Uromyces betae (Ferrugem)

Cacau

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Moniliophthora roreri (Monilíase)

Café

Calda Terrestre Dosagem
Hemileia vastatrix (Ferrugem do cafeeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Canola

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria brassicae (Mancha preta)
Leptosphaeria maculans (Canela-preta)

Cará

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Curvularia eragrostidis (Queima-das-folhas)

Cebola

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum dematium f. sp. circinans (Antracnose-da-cebola-branca)
Colletotrichum gloeosporioides f. sp. cepae (Mal-das-sete-voltas)
Puccinia allii (Ferrugem)
Puccinia porri (Ferrugem)

Chalota

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum dematium f. sp. circinans (Antracnose-da-cebola-branca)
Colletotrichum gloeosporioides f. sp. cepae (Mal-das-sete-voltas)
Puccinia allii (Ferrugem)
Puccinia porri (Ferrugem)

Cherimoia

Calda Terrestre Dosagem
Batistopsora crucis-filii (Ferrugem)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Lasiodiplodia theobromae (Podridão de raiz)
Pseudocercospora annonae-squamosae (Cercosporiose)

Chuchu

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides f. sp. cucurbitae (Antracnose)
Leandria momordicae (Mancha zonada)
Podosphaera Xanthii (Oídio)

Cupuaçu

Calda Terrestre Dosagem
Crinipellis perniciosa (Vassoura de bruxa)

Ervilha

Calda Terrestre Dosagem
Ascochyta pisi (Mancha de ascochyta)
Erysiphe polygoni (Oídio)
Oidium erysiphoides (Oídio)

Feijão

Calda Terrestre Dosagem
Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular)

Feijão-caupi

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora canescens (Mancha-de-cercospora)
Erysiphe polygoni (Oídio)
Oidium sp. (Oídio)
Pseudocercospora cruenta (Cercosporiose)

Fruta do conde

Calda Terrestre Dosagem
Batistopsora crucis-filii (Ferrugem)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Lasiodiplodia theobromae (Podridão de raiz)
Pseudocercospora annonae-squamosae (Cercosporiose)

Gengibre

Calda Terrestre Dosagem
Phyllosticta zingiberi (Mancha-de-phyllosticta)

Gergelim

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria sesami (Mancha-de-alternaria)
Cercospora sesami (Cercosporiose)
Oidium erysiphoides (Oídio)
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Girassol

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria spp (Pinta preta)
Erysiphe cichoracearum (Oídio)
Phomopsis helianthi (Mancha-cinzenta-da-haste)
Puccinia helianthi (Ferrugem)

Grão-de-bico

Calda Terrestre Dosagem
Ascochyta rabiei (Queima-de-ascochyta)

Graviola

Calda Terrestre Dosagem
Batistopsora crucis-filii (Ferrugem)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Lasiodiplodia theobromae (Podridão de raiz)
Pseudocercospora annonae-squamosae (Cercosporiose)

Guaraná

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum guaranicola (Antracnose-do-guaraná)

Inhame

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Curvularia eragrostidis (Queima-das-folhas)

Jiló

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Kiwi

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria alternata (Mancha de alternaria)
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)
Glomerella cingulata (Podridão amarga da macieira)
Pestalotiopsis spp. (Mancha-foliar)
Phomopsis sp. (Mancha-foliar)

Lentilha

Calda Terrestre Dosagem
Ascochyta lentis (Mancha-de-ascochyta)
Colletotrichum truncatum (Antracnose)

Linhaça

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum lini (Antracnose)
Melampsora lini (Ferrugem-do-linho)

Mamão

Calda Terrestre Dosagem
Asperisporium caricae (Varíola)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Lasiodiplodia theobromae (Podridão de raiz)
Oidium caricae (Oídio)
Ovulariopsis papayae (Oídio)

Mandioca

Calda Terrestre Dosagem
Cercosporidium henningsii (Cercosporiose)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Oidium manihotis (Oídio)
Uromyces manihotis (Ferrugem)

Mandioquinha-salsa

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria sp (Pinta preta)
Colletotrichum spp (Antracnose)
Leveillula taurica (Oídio)
Septoria sp. (Mandioquinha-salsa)

Manga

Calda Terrestre Dosagem
Glomerella cingulata (Podridão amarga da macieira)
Oidium mangiferae (Oídio)

Maracujá

Calda Terrestre Dosagem
Cladosporium cladosporioides (Fungo de pós colheita)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Pseudocercospora passiflorae (Mancha-de-cercospora)

Maxixe

Calda Terrestre Dosagem
Myrothecium roridum (Mancha-de-mirotécio)

Melancia

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Melão

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Nabo

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria spp (Pinta preta)

Pepino

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria cucumerina (Mancha de alternaria)
Colletotrichum gloeosporioides f. sp. cucurbitae (Antracnose)
Erysiphe cichoracearum (Oídio)
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Pimenta

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum spp (Antracnose)

Pimentão

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum spp (Antracnose)

Pinha

Calda Terrestre Dosagem
Batistopsora crucis-filii (Ferrugem)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Lasiodiplodia theobromae (Podridão de raiz)
Pseudocercospora annonae-squamosae (Cercosporiose)

Quiabo

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora hibiscina (Cercosporiose-do-quiabeiro)
Erysiphe cichoracearum (Oídio)

Rabanete

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria spp (Pinta preta)

Romã

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria alternata (Mancha de alternaria)
Alternaria sp (Pinta preta)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Pseudocercospora punicae (Cercosporiose-da-romã)
Sphaceloma punicae (Sarna)

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Microsphaera diffusa (Oídio)

Tomate

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande)

Frasco plástico para 1, 5 e 10 litros.
Bombona de polietileno para 20, 50, 100, 200 e 500 litros.
Tambor de aço revestido com polietileno para 200 litros.
Minibulk de polietileno para 1000 litros.
Tanque de aço para 1000, 5000, 10000, 15000 e 20000 litros.

INSTRUÇÕES DE USO

TENAZ 250 SC é um fungicida sistêmico do grupo químico dos triazóis, indicado para o tratamento de doenças da parte aérea nas culturas de abacate, abacaxi, abóbora, abobrinha, algodão, alho, cebola, anonáceas (graviola, pinha, cherimóia, atemóia, araticum e fruta-do-conde), banana, batata, batata-doce, batata-yacon, berinjela, beterraba, cacau, café, canola, cará, chalota, chuchu, cupuaçu, ervilha, feijão, feijão-caupi, gengibre, gergelim, girassol, grão-de-bico, guaraná, inhame, jiló, kiwi, lentilha, linhaça, mamão, manga, mandioca, mandioquinha-salsa, maracujá, maxixe, melancia, melão, nabo, pepino, pimenta, pimentão, quiabo, rabanete, romã, soja, tomate, conforme bula.

MODO DE APLICAÇÃO

TENAZ 250 SC pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores manuais, motorizados, tratatorizado e por via aérea conforme recomendações para cada cultura.
Abacate, Anonáceas, Banana, Cacau, Café, Cupuaçu, Guaraná, Kiwi, Mamão, Manga e Romã: Para melhor cobertura na pulverização é recomendado o uso de turbo atomizadores tratorizados ou pistolas de pulverização.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do mesmo.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.

Preparo da Calda:
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua capacidade. Ligar o agitador e adicionar o produto TENAZ 250 SC de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.

Cuidados durante a aplicação:
Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.

Gerenciamento de deriva:
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.

Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO

Aplicação Terrestre
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas.
Condições Climáticas: Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
- Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
- Umidade relativa do ar acima de 50%.
- Velocidade média do vento entre 2 e 10km/hora.
- As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.

Aplicação aérea
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentada para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas.
Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Volume de calda: 15 L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação
Condições Climáticas:
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
- Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
- Umidade relativa do ar acima de 50%.
- Velocidade média do vento entre 2 e 10km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
- As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.

LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.

INTERVALOS DE SEGURANÇA (período de tempo entre a última aplicação e a colheita)

Aplicação foliar:
- Abacate, Abacaxi, Abóbora, Abobrinha, Graviola, Pinha, Cherimóia, Atemóia, Araticum, Fruta-do-conde, Berinjela, Cacau, Chuchu, Cupuaçu, Guaraná, Jiló, Kiwi, Mamão, Manga, Maracujá, Maxixe, Pepino, Pimenta, Pimentão, Quiabo, Romã e Tomate: 7 dias
- Algodão: 21 dias
- Alho, Cebola, Batata, Batata-doce, Batata-yacon, Beterraba, Canola, Cará, Chalota, Ervilha, Feijão, Feijão-caupi, Gengibre, Gergelim, Girassol, Grão-de-bico, Inhame, Lentilha, Linhaça, Mandioca, Mandioquinha-salsa, Nabo, Rabanete: 14 dias
- Café: 30 dias
- Soja: 28 dias

Aplicação localizada
- Banana: 60 dias

Aplicação no solo
- Café: 120 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

- Uso exclusivamente agrícola.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
- Utilizar o TENAZ 250 SC somente para as culturas e recomendações indicadas, respeitando o intervalo de segurança de cada cultura.
- Fitotoxicidade: Desde que seguidas as recomendações de uso, não é esperado fitotoxicidade nas culturas registradas.
- Não pulverizar contra o vento e nem em dias de muito vento.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO G1 FUNGICIDA

O produto fungicida TENAZ 250 SC é composto por Flutriafol, que apresenta mecanismo de ação de desmetilase na biossíntese de esterol, pertencente ao Grupo G1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas), respectivamente.

PT - Flutriafol Técnico Nufarm reg. nº 910