Bula Tenaz 250 SC - Nufarm
CME MILHO (SET/20) US$ 3,076 (-1,22%)
| Dólar (compra) R$ 5,41 (1,29%)

Bula Tenaz 250 SC

Flutriafol
2811
Sumitomo

Composição

Flutriafol 250 g/L

Classificação

Terrestre
Fungicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico

Abacate

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora perseae (Cercosporiose-do-abacateiro)
Colletotrichum spp (Antracnose)
Pseudocercospora purpurea (Cercosporiose)

Abacaxi

Calda Terrestre Dosagem
Chalara paradoxa (Podridão-negra)
Fusarium subglutinans (Fusariose)

Abóbora

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides f. sp. cucurbitae (Antracnose)
Erysiphe cichoracearum (Oídio)
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Abobrinha

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides f. sp. cucurbitae (Antracnose)
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Algodão

Calda Terrestre Dosagem
Ramularia areola (Ramularia)

Alho

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum dematium f. sp. circinans (Antracnose-da-cebola-branca)
Colletotrichum gloeosporioides f. sp. cepae (Mal-das-sete-voltas)
Puccinia allii (Ferrugem)
Puccinia porri (Ferrugem)

Araticum

Calda Terrestre Dosagem
Batistopsora crucis-filii (Ferrugem)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Lasiodiplodia theobromae (Podridão de raiz)
Pseudocercospora annonae-squamosae (Cercosporiose)

Atemoia

Calda Terrestre Dosagem
Batistopsora crucis-filii (Ferrugem)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Lasiodiplodia theobromae (Podridão de raiz)
Pseudocercospora annonae-squamosae (Cercosporiose)

Banana

Calda Terrestre Dosagem
Mycosphaerella fijiensis (Sigatoka negra) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Mycosphaerella musicola (Mal da sigatoka)

Batata

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande)

Batata yacon

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria alternata (Mancha de alternaria)

Batata-doce

Calda Terrestre Dosagem
Albulgo impomoeae-panduranae (Ferrugem branca da batata-doce)
Elsinoë batatas (Sarna da batata-doce)
Phomopsis ipomoea-batata (Mancha-foliar-de-Phomopsis)
Phyllosticta batatas (Mancha-parda)
Sphaceloma batatas (Sarna da Batata-Doce)

Berinjela

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora melongenae (Cercosporiose)
Colletotrichum spp (Antracnose)
Puccinia spp (Ferrugem)

Beterraba

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria tenuis (Mancha de Alternária)
Cercospora beticola (Cercosporiose)
Erysiphe betae (Oídio)
Phoma betae (Mancha-de-Phoma)
Uromyces betae (Ferrugem)

Cacau

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Moniliophthora roreri (Monilíase)

Café

Calda Terrestre Dosagem
Hemileia vastatrix (Ferrugem do cafeeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Canola

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria brassicae (Mancha preta)
Leptosphaeria maculans (Canela-preta)

Cará

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Curvularia eragrostidis (Queima-das-folhas)

Cebola

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum dematium f. sp. circinans (Antracnose-da-cebola-branca)
Colletotrichum gloeosporioides f. sp. cepae (Mal-das-sete-voltas)
Puccinia allii (Ferrugem)
Puccinia porri (Ferrugem)

Chalota

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum dematium f. sp. circinans (Antracnose-da-cebola-branca)
Colletotrichum gloeosporioides f. sp. cepae (Mal-das-sete-voltas)
Puccinia allii (Ferrugem)
Puccinia porri (Ferrugem)

Cherimoia

Calda Terrestre Dosagem
Batistopsora crucis-filii (Ferrugem)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Lasiodiplodia theobromae (Podridão de raiz)
Pseudocercospora annonae-squamosae (Cercosporiose)

Chuchu

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides f. sp. cucurbitae (Antracnose)
Leandria momordicae (Mancha zonada)
Podosphaera Xanthii (Oídio)

Cupuaçu

Calda Terrestre Dosagem
Crinipellis perniciosa (Vassoura de bruxa)

Ervilha

Calda Terrestre Dosagem
Ascochyta pisi (Mancha de ascochyta)
Erysiphe polygoni (Oídio)
Oidium erysiphoides (Oídio)

Feijão

Calda Terrestre Dosagem
Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular)

Feijão-caupi

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora canescens (Mancha-de-cercospora)
Erysiphe polygoni (Oídio)
Oidium sp. (Oídio)
Pseudocercospora cruenta (Cercosporiose)

Fruta do conde

Calda Terrestre Dosagem
Batistopsora crucis-filii (Ferrugem)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Lasiodiplodia theobromae (Podridão de raiz)
Pseudocercospora annonae-squamosae (Cercosporiose)

Gengibre

Calda Terrestre Dosagem
Phyllosticta zingiberi (Mancha-de-phyllosticta)

Gergelim

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria sesami (Mancha-de-alternaria)
Cercospora sesami (Cercosporiose)
Oidium erysiphoides (Oídio)
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Girassol

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria spp (Pinta preta)
Erysiphe cichoracearum (Oídio)
Phomopsis helianthi (Mancha-cinzenta-da-haste)
Puccinia helianthi (Ferrugem)

Grão-de-bico

Calda Terrestre Dosagem
Ascochyta rabiei (Queima-de-ascochyta)

Graviola

Calda Terrestre Dosagem
Batistopsora crucis-filii (Ferrugem)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Lasiodiplodia theobromae (Podridão de raiz)
Pseudocercospora annonae-squamosae (Cercosporiose)

Guaraná

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum guaranicola (Antracnose-do-guaraná)

Inhame

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Curvularia eragrostidis (Queima-das-folhas)

Jiló

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Kiwi

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria alternata (Mancha de alternaria)
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)
Glomerella cingulata (Podridão amarga da macieira)
Pestalotiopsis spp. (Mancha-foliar)
Phomopsis sp. (Mancha-foliar)

Lentilha

Calda Terrestre Dosagem
Ascochyta lentis (Mancha-de-ascochyta)
Colletotrichum truncatum (Antracnose)

Linhaça

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum lini (Antracnose)
Melampsora lini (Ferrugem-do-linho)

Mamão

Calda Terrestre Dosagem
Asperisporium caricae (Varíola)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Lasiodiplodia theobromae (Podridão de raiz)
Oidium caricae (Oídio)
Ovulariopsis papayae (Oídio)

Mandioca

Calda Terrestre Dosagem
Cercosporidium henningsii (Cercosporiose)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Oidium manihotis (Oídio)
Uromyces manihotis (Ferrugem)

Mandioquinha-salsa

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria sp (Pinta preta)
Colletotrichum spp (Antracnose)
Leveillula taurica (Oídio)
Septoria sp. (Mandioquinha-salsa)

Manga

Calda Terrestre Dosagem
Glomerella cingulata (Podridão amarga da macieira)
Oidium mangiferae (Oídio)

Maracujá

Calda Terrestre Dosagem
Cladosporium cladosporioides (Fungo de pós colheita)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Pseudocercospora passiflorae (Mancha-de-cercospora)

Maxixe

Calda Terrestre Dosagem
Myrothecium roridum (Mancha-de-mirotécio)

Melancia

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Melão

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Nabo

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria spp (Pinta preta)

Pepino

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria cucumerina (Mancha de alternaria)
Colletotrichum gloeosporioides f. sp. cucurbitae (Antracnose)
Erysiphe cichoracearum (Oídio)
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Pimenta

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum spp (Antracnose)

Pimentão

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum spp (Antracnose)

Pinha

Calda Terrestre Dosagem
Batistopsora crucis-filii (Ferrugem)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Lasiodiplodia theobromae (Podridão de raiz)
Pseudocercospora annonae-squamosae (Cercosporiose)

Quiabo

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora hibiscina (Cercosporiose-do-quiabeiro)
Erysiphe cichoracearum (Oídio)

Rabanete

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria spp (Pinta preta)

Romã

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria alternata (Mancha de alternaria)
Alternaria sp (Pinta preta)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Pseudocercospora punicae (Cercosporiose-da-romã)
Sphaceloma punicae (Sarna)

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Microsphaera diffusa (Oídio)

Tomate

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande)

Frasco plástico para 1, 5 e 10 litros.
Bombona de polietileno para 20, 50, 100, 200 e 500 litros.
Tambor de aço revestido com polietileno para 200 litros.
Minibulk de polietileno para 1000 litros.
Tanque de aço para 1000, 5000, 10000, 15000 e 20000 litros.

INSTRUÇÕES DE USO

TENAZ 250 SC é um fungicida sistêmico, do grupo químico triazol, usado em pulverização para controle das doenças da parte aérea das culturas de abacate, abacaxi, abóbora, abobrinha, algodão, alho, cebola, anonáceas (graviola, pinha, cherimóia, atemóia, araticum e fruta-do-conde), banana, batata, batata-doce, batata-yacon, berinjela, beterraba, cacau, café, canola, cará, chalota, chuchu, cupuaçu, ervilha, feijão, feijão-caupi, gengibre, gergelim, girassol, grão-de-bico, guaraná, inhame, jiló, kiwi, lentilha, linhaça, mamão, manga, mandioca, mandioquinha-salsa, maracujá, maxixe, nabo, pepino, pimenta, pimentão, quiabo, rabanete, romã, soja, tomate, conforme bula.

ALGODÃO: Iniciar as aplicações do 25º ao 35º dia após o plantio ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença e repetir se necessário em intervalos de 15 dias, dependendo da evolução da doença. Efetuar no máximo 3 aplicações na cultura do algodão com intervalo de 15 dias entre aplicações.
BANANA: Sigatoka-negra: Para aplicação localizada, via axila da 2ª folha, realizar uma única aplicação, alternando-se com fungicidas de outros grupos químicos.
BATATA: O controle deve ser no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, a partir do final do desenvolvimento foliar, fase que coincide com o fechamento das linhas e início do desenvolvimento dos tubérculos. Efetuar no máximo 4 aplicações na cultura da batata com intervalo de 7 dias entre aplicações.
CAFÉ: Aplicação foliar: Aplicar quando atingir nível de infecção de 5%, e repetir se necessário com intervalo de 30 dias, dependendo da evolução da doença e respeitando-se o intervalo de segurança; Aplicação via solo: Realizar uma única aplicação do produto quando a cultura estiver no estádio de floração (BBCH 55).
FEIJÃO: Iniciar as aplicações preventivamente ao redor de 30 dias após a emergência e repetir a cada 15 dias de acordo com as condições climáticas e pressão da doença. Efetuar no máximo 3 aplicações na cultura do feijão com intervalo de 15 dias entre aplicações.
MAMÃO: Aplicar no início da frutificação, preventivamente ou logo após o início dos primeiros sintomas nas folhas mais velhas ou nos frutos, dirigindo a pulverização para a face inferior destas folhas e para os frutos. Se necessário, repetir a aplicação após 15 dias. Efetuar no máximo 2 aplicações na cultura do mamão, com intervalo de 15 dias entre aplicações.
SOJA: Para o controle do oídio: deve-se observar que o índice de infecção foliar esteja entre 20 a 30% para a primeira aplicação. Uma segunda aplicação poderá ser efetuada, com intervalo de 20 dias, dependendo da evolução da doença e respeitando-se o intervalo de segurança; Realizar no máximo 2 aplicações no ciclo da cultura, com intervalo de 20 dias entre as aplicações.
MONITORAMENTO : O monitoramento deve ser realizado desde o período vegetativo, intensificando-se a observação quando as condições climáticas forem favoráveis ao patógeno (temperatura, umidade e molhamento foliar). Maior atenção deve ser dispensada em regiões com histórico de ocorrência da doença.
TOMATE: O controle deve ser realizado a partir do início do florescimento, no aparecimento dos primeiros sintomas. Efetuar no máximo 4 aplicações na cultura do tomate com intervalo de 7 dias entre aplicações.

MODO/ EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

O TENAZ 250 SC deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação:
O volume de calda pode variar em função da área efetivamente tratada, do estágio, porte/altura e densidade da cultura, bem como do equipamento e tecnologia utilizada
- Abacate, Anonáceas, Cacau, Cupuaçu, Kiwi, Manga, Maracujá, Romã : Aplicação foliar: Aplicar o produto visando boa cobertura da planta evitando-se o escorrimento. Utilizar atomizador motorizado costal ou tratorizado, equipamento para aplicação de fruteiras.
- Banana: Aplicação localizada: O produto deverá ser depositado na axila da folha número 2 (a segunda folha totalmente aberta, contando-se de cima para baixo). O equipamento de aplicação deve ser uma pistola dosadora com haste longa para atingir a inserção das folhas.
- Abacaxi, Abobora, Abobrinha, Alho, Batata, Batata doce, Batata Yacon, Beterraba, Berinjela, Beterraba, Cará, Cebola, Chalota, Chuchu, Gengibre, Inhame, Mandioca, Mandioquinha Salsa, Nabo, Maxixe, Jilô, Pepino, Pimenta, Pimentão, Quiabo, Rabanete e Tomate: Utilizar pulverizador com barra tratorizado, motorizado estacionário com mangueira ou costal manual, equipados com pontas (bicos) de jato cônico. Pulverizador costal motorizado também pode ser usado. Utilizar equipamento de aplicação adequados, de modo a se obter excelente cobertura de toda a parte aérea das plantas, mas evitando-se o escorrimento. Normalmente a pressão de serviço deve estar entre 40 e 60 libras/pol² (psi), proporcionando uma densidade de 50 a 70 gotas/cm².
- Café: Aplicação foliar: Aplicar o produto visando boa cobertura da planta evitando-se o escorrimento. Utilizar atomizador motorizado costal ou tratorizado. Para aplicação via solo, pulverizar o produto no solo com jato ou bico, dirigindo a aplicação sob a projeção da copa.
- Feijão, Ervilha, Feijão Caupi, Girassol, Grão de Bico, Gergelim, Lentilha, Linhaça: Utilizar pulverizador com barra tratorizado ou costal manual, equipados com pontas (bicos) de jato cônico, de modo a se obter excelente cobertura de toda a parte aérea das plantas, mas evitando-se o escorrimento. Normalmente a pressão de serviço deve estar entre 40 e 60 libras/pol² (psi), proporcionando uma densidade de 50 a 70 gotas/cm². Seguir as recomendações dos fabricantes dos bicos e equipamentos utilizados.
- Mamão, Guaraná: Pulverizadores: costais, estacionários, montados ou tracionados por trator, turbinados. Usar bicos de jato cônico ou em leque com abertura e pressão que possibilitem densidade de 70 a 100 gotas/cm², com diâmetro entre 100 a 200 micra, proporcionando distribuição uniforme da calda.
- Algodão, Canola, Soja: Utilizar pulverizador montado ou tracionado por trator, com barra de bicos de jato cônico ou leque. Os bicos devem ser distanciados de 50 cm e a barra deve ser mantida em altura que permita cobertura total da parte aérea das plantas. Recomenda-se que sejam seguidas as recomendações dos fabricantes dos bicos e equipamentos utilizados.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Aplica��ão foliar:
- Abacate, Abacaxi, Abóbora, Abobrinha, Graviola, Pinha, Cherimóia, Atemóia, Araticum, Fruta-do-conde, Berinjela, Cacau, Chuchu, Cupuaçu, Guaraná, Jiló, Kiwi, Mamão, Manga, Maracujá, Maxixe, Pepino, Pimenta, Pimentão, Quiabo, Romã e Tomate: 7 dias
- Algodão: 21 dias
- Alho, Cebola, Batata, Batata-doce, Batata-yacon, Beterraba, Canola, Cará, Chalota, Ervilha, Feijão, Feijão-caupi, Gengibre, Gergelim, Girassol, Grão-de-bico, Inhame, Lentilha, Linhaça, Mandioca, Mandioquinha-salsa, Nabo, Rabanete: 14 dias
- Café: 30 dias
- Soja: 28 dias

Aplicação localizada
- Banana: 60 dias

Aplicação no solo
- Café: 120 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

- Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
- Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
- Não pulverizar contra o vento e nem em dias de muito vento;
- Não aplicar o produto com temperaturas do ar superiores a 30ºC e umidade relativa do ar inferior a 60%;
- Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para as culturas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.fracbr.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO G1 FUNGICIDA

O produto fungicida TENAZ 250 SC é composto por Flutriafol, que apresenta mecanismo de ação de desmetilase na biossíntese de esterol, pertencente ao Grupo G1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas), respectivamente.

PT - Flutriafol Técnico Nufarm reg. nº 910