Bula Tenaz 250 SC

acessos
Flutriafol
2811
Nufarm

Composição

Flutriafol 250 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico
Abacate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum spp)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicação foliar, primeira preventiva
Cercosporiose
(Pseudocercospora purpurea)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicação foliar, início dos primeiros sintomas
Cercosporiose-do-abacateiro
(Cercospora perseae)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 500 a 100 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicação foliar, primeira preventiva
Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Fusariose
(Fusarium subglutinans)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicação foliar
Podridão-negra
(Chalara paradoxa)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicação foliar
Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides f. sp. cucurbitae)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 7 dias. Aplicação foliar, primeira preventiva
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 7 dias. Primeira aplicação nos primeiros sintomas
Oídio
(Erysiphe cichoracearum)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 7 dias. Primeira aplicação nos primeiros sintomas
Abobrinha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides f. sp. cucurbitae)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 7 dias. Primeira aplicação preventiva
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 7 dias. Primeira aplicação nos primeiros sintomas
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramularia
(Ramularia areola)
0,4 a 0,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo três aplicações. 21 dias. Aplicação foliar. Primeira aplicação após 25-35 dias do plantio ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose-da-cebola-branca
(Colletotrichum dematium f. sp. circinans)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Primeira aplicação preventiva
Ferrugem
(Puccinia porri)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Primeira aplicação preventiva
Ferrugem
(Puccinia allii)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Primeira aplicação preventiva
Mal-das-sete-voltas
(Colletotrichum gloeosporioides f. sp. cepae)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 14 - 21 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Primeira aplicação preventiva
Anonáceas Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicação foliar, primeira preventiva
Cercosporiose
(Pseudocercospora annonae-squamosae )
0,5 a 0,75 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicação foliar no início dos primeiros sintomas
Ferrugem
(Batistopsora crucis-filii)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicação foliar, primeira preventiva
Podridão de raiz
(Lasiodiplodia theobromae)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicação foliar,primeira preventiva
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Sigatoka negra
(Mycosphaerella fijiensis)
1 mL/planta - - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicação localizada (via axila da 2ª folha)
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Aplicação foliar a partir dos primeiros sintomas da doença, a partir do final do desenvolvimento foliar
Batata yacon Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria alternata)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 a 21 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Aplicação foliar
Batata-doce Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem branca da batata-doce
(Albulgo impomoeae-panduranae)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Aplicação nos primeiros sintomas
Mancha-foliar-de-Phomopsis
(Phomopsis ipomoea-batata )
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Aplicação foliar
Mancha-parda
(Phyllosticta batatas )
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Aplicação foliar
Sarna da Batata-Doce
(Sphaceloma batatas)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Aplicação foliar
Sarna da batata-doce
(Elsinöe batatas)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Aplicação foliar
Beterraba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora beticola)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Aplicação foliar
Ferrugem
(Uromyces betae)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Aplicação foliar
Mancha de Alternária
(Alternaria tenuis)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Aplicação foliar
Mancha-de-Phoma
(Phoma betae)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Aplicação foliar
Oídio
(Erysiphe betae )
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Aplicação foliar. Primeira aplicação nos primeiros sintomas
Cacau Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicação foliar, primeira preventiva
Monilíase
(Moniliophthora roreri )
0,5 a 0,75 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicação foliar
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
0,75 a 1 L p.c./ha 500 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 30 dias, se necessário. Realizando no máximo duas aplicações. 30 dias. Aplicação foliar quando atingir nível de infecção de 5%
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
1,75 a 2,75 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 120 dias. Aplicar no solo quando a cultura estiver no estádio de floração
Canola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Canela-preta
(Leptosphaeria maculans)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo três aplicações. 14 dias. Aplicação foliar
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo três aplicações. 14 dias. Aplicação foliar
Cará Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Aplicação foliar, primeira preventiva
Queima-das-folhas
(Curvularia eragrostidis)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Aplicação foliar
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose-da-cebola-branca
(Colletotrichum dematium f. sp. circinans)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Primeira aplicação preventiva
Ferrugem
(Puccinia allii)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Aplicação foliar, primeira preventiva
Ferrugem
(Puccinia porri)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Aplicação foliar, primeira preventiva
Mal-das-sete-voltas
(Colletotrichum gloeosporioides f. sp. cepae)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 14 - 21 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Primeira aplicação preventiva
Chalota Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose-da-cebola-branca
(Colletotrichum dematium f. sp. circinans)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Aplicação foliar, primeira preventiva
Ferrugem
(Puccinia allii)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Aplicação foliar, primeira preventiva
Ferrugem
(Puccinia porri)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Aplicação foliar, primeira preventiva
Mal-das-sete-voltas
(Colletotrichum gloeosporioides f. sp. cepae)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 14 - 21 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Reaplicar com intervalo de 14 - 21 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações
Chuchu Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides f. sp. cucurbitae)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 7 dias. Aplicação foliar, primeira preventiva
Mancha zonada
(Leandria momordicae)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 7 dias. Aplicação foliar, nos primeiros sintomas
Oídio
(Podosphaera Xanthii)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 300 a 800 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 7 dias. Aplicação foliar, nos primeiros sintomas
Cupuaçu Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vassoura de bruxa
(Crinipellis perniciosa)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicação foliar
Ervilha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de ascochyta
(Ascochyta pisi)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo três aplicações. 14 dias. Aplicação foliar
Oídio
(Oidium erysiphoides)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo três aplicações. 14 dias. Aplicação foliar, nos primeiros sintomas
Oídio
(Erysiphe polygoni)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo três aplicações. 14 dias. Aplicação foliar, nos primeiros sintomas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo três aplicações. 14 dias. Aplicação foliar de forma preventiva, iniciando aos 30 dias após emergência
Feijão-caupi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Pseudocercospora cruenta)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo três aplicações. 14 dias. Aplicação foliar, nos primeiros sintomas
Mancha-de-cercospora
(Cercospora canescens)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo três aplicações. 14 dias. Aplicação foliar nos, primeiros sintomas
Oidio
(Oidium spp)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo três aplicações. 14 dias. Aplicação foliar, nos primeiros sintomas
Oídio
(Erysiphe polygoni)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo três aplicações. 14 dias. Aplicação foliar, nos primeiros sintomas
Gengibre Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha-de-phyllosticta
(Phyllosticta zingiberi)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Aplicação foliar
Gergelim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora sesami)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo três aplicações. 14 dias. Aplicação foliar, no inicio dos primeiros sintomas
Mancha-de-alternaria
(Alternaria sesami)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo três aplicações. 14 dias. Aplicação foliar, no inicio dos primeiros sintomas
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo três aplicações. 14 dias. Aplicação foliar, no inicio dos primeiros sintomas
Oídio
(Oidium erysiphoides)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo três aplicações. 14 dias. Aplicação foliar, no inicio dos primeiros sintomas
Girassol Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia helianthi)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo três aplicações. 14 dias. Aplicação foliar, nos primeiros sintomas
Mancha-cinzenta-da-haste
(Phomopsis helianthi)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo três aplicações. 14 dias. Aplicação foliar
Oídio
(Erysiphe cichoracearum)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo três aplicações. 14 dias. Aplicação foliar, nos primeiros sintomas
Pinta preta
(Alternaria spp)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo três aplicações. 14 dias. Aplicação foliar
Grão-de-bico Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Queima-de-ascochyta
(Ascochyta rabiei)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo três aplicações. 14 dias. Aplicação foliar
Guaraná Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose-do-guaraná
(Colletotrichum guaranicola)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicação foliar, primeira preventiva
Inhame Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Aplicação foliar, primeira preventiva
Queima-das-folhas
(Curvularia eragrostidis)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Aplicação foliar
Jiló Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 7 dias. Aplicação foliar, primeira preventiva
Kiwi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria alternata)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicação folicar, primeira preventiva
Mancha-foliar
(Pestalotiopsis sp.)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicação foliar, primeira preventiva
Mancha-foliar
(Phomopsis sp.)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicação foliar. Primeira preventiva
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicação folicar
Podridão amarga da macieira
(Glomerella cingulata)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicação folicar, primeira preventiva
Lentilha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum truncatum)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo três aplicações. 14 dias. Aplicação foliar, primeira preventiva
Mancha-de-ascochyta
(Ascochyta lentis)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo três aplicações. 14 dias. Aplicação foliar
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 0,2 L/planta - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicar no início da frutificação, preventivamente ou logo após o início dos primeiros sintomas nas folhas mais velhas ou nos frutos, dirigindo a pulverização para a face inferior destas folhas e para os frutos
Oídio
(Ovulariopsis papayae)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 0,2 L/planta - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicar no início da frutificação, preventivamente ou logo após o início dos primeiros sintomas nas folhas mais velhas ou nos frutos, dirigindo a pulverização para a face inferior destas folhas e para os frutos
Oídio
(Oidium caricae)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 0,2 L/planta - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicar no início da frutificação, preventivamente ou logo após o início dos primeiros sintomas nas folhas mais velhas ou nos frutos, dirigindo a pulverização para a face inferior destas folhas e para os frutos
Podridão de raiz
(Lasiodiplodia theobromae)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 0,2 L/planta - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicar no início da frutificação, preventivamente ou logo após o início dos primeiros sintomas nas folhas mais velhas ou nos frutos, dirigindo a pulverização para a face inferior destas folhas e para os frutos
Varíola
(Asperisporium caricae)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 0,2 L/planta - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicação foliar no início da frutificação ao aparecimento dos primeiros sintomas
Mandioca Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Aplicação foliar, primeira preventiva
Cercosporiose
(Cercosporidium henningsii)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. dias. Aplicação foliar
Ferrugem
(Uromyces manihotis)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Aplicação foliar, aplicação nos primeiros sintomas
Oídio
(Oidium manihotis)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Aplicação foliar, aplicação nos primeiros sintomas
Mandioquinha-salsa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum spp)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Aplicação foliar
Mandioquinha-salsa
(Septoria sp.)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Aplicação foliar
Oídio
(Leveillula taurica)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Aplicação foliar
Pinta preta
(Alternaria spp)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Aplicação foliar
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Oidium mangiferae)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 1000 a 2000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicação foliar, nos primeiros sintomas
Podridão amarga da macieira
(Glomerella cingulata)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 1000 a 2000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicação foliar, de forma preventiva
Maracujá Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 500 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicação foliar
Fungo de pós colheita
(Cladosporium cladosporioides)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 500 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicação foliar. Primeira aplicação nos primeiros sintomas
Mancha-de-cercospora
(Pseudocercospora passiflorae)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 500 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicação foliar. Primeira aplicação nos primeiros sintomas
Maxixe Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha-de-mirotécio
(Myrothecium roridum)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 7 dias. Aplicação foliar. Primeira aplicação nos primeiros sintomas
Nabo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta
(Alternaria spp)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Aplicação foliar
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides f. sp. cucurbitae)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 7 dias. Aplicação foliar, primeira preventiva
Mancha de alternaria
(Alternaria cucumerina)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 7 dias. Aplicação foliar
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 7 dias. Aplicação foliar, nos primeiros sintomas
Oídio
(Erysiphe cichoracearum)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 7 dias. Aplicação foliar. Primeira aplicação nos primeiros sintomas
Pimenta Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum spp)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 300 a 800 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 7 dias. Aplicação foliar, primeira preventiva
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum spp)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 7 dias. Aplicação foliar. Primeira preventiva
Quiabo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose-do-quiabeiro
(Cercospora hibiscina)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 300 a 800 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 7 dias. Aplicação foliar. Primeira preventiva
Oídio
(Erysiphe cichoracearum)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 300 a 800 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 7 dias. Aplicação foliar, primeira preventiva
Rabanete Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta
(Alternaria spp)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 14 dias. Aplicação foliar
Romã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicação foliar. Primeira preventiva
Cercosporiose-da-romã
(Pseudocercospora punicae)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicação foliar. Primeira aplicação nos primeiros sintomas
Mancha de alternaria
(Alternaria alternata)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicação foliar
Pinta preta
(Alternaria spp)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicação foliar
Sarna
(Sphaceloma punicae)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicação foliar
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,2 a 0,3 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 20 dias, se necessário. Realizando no máximo duas aplicações. 28 dias. deve-se observar que o índice de infecção foliar esteja entre 20 a 30% para a primeira aplicação. Uma segunda aplicação poderá ser efetuada, com intervalo de 20 dias, dependendo da evolução da doença e respeitando-se o intervalo de segurança
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 1000 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Realizando no máximo quatro aplicações. 7 dias. Aplicação foliar, de foma preventiva

Frasco plástico para 1, 5 e 10 litros. Bombona de polietileno para 20, 50, 100, 200 e 500 litros. Tambor de aço revestido com polietileno para 200 litros. Minibulk de polietileno para 1000 litros. Tanque de aço para 1000, 5000, 10000, 15000 e 20000 litros.

INSTRUÇÕES DE USO:

TENAZ 250 SC é um fungicida sistêmico, do grupo químico triazol, usado em pulverização para controle das doenças da parte aérea das culturas de abacate, abacaxi, abóbora, abobrinha, algodão, alho, cabola, anonáceas (graviola, pinha, cherimóia, atemóia, araticum e fruta-do-conde), banana, batata, batata-doce, batata yacon, berinjela, beterraba, cacau, café, canola, cara, chalota, chuchu, cupuaçu, ervilha, feijão, feijão-caupi, gengibre, gergelim, girassol, grão-de-bico, guaraná, inhame, jiló, kiwi, lentilha, linhaça, mamão, manga, mandioca, mandioquinha-salsa, maracujá, maxixe, nabo, pepino, pimenta, pimentão, quiabo, rabanete, romã, soja, tomate, conforme seção "Indicações de uso/doses"

CULTURAS, PRAGAS, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Vide seção "Indicações de uso/doses".

ALGODÃO : Iniciar as aplicações do 25º ao 35º dia após o plantio ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença e repetir se necessário em intervalos de 15 dias, dependendo da evolução da doença. Efetuar no máximo 3 aplicações na cultura do algodão com intervalo de 15 dias entre aplicações.

BANANA : Sigatoka-negra: Para aplicação localizada, via axila da 2ª folha, realizar uma única aplicação, alternando-se com fungicidas de outros grupos químicos.

BATATA: O controle deve ser no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, a partir do final do desenvolvimento foliar, fase que coincide com o fechamento das linhas e início do desenvolvimento dos tubérculos. Efetuar no máximo 4 aplicações na cultura da batata com intervalo de 7 dias entre aplicações.

CAFÉ: Aplicação foliar : Aplicar quando atingir nível de infecção de 5%, e repetir se necessário com intervalo de 30 dias, dependendo da evolução da doença e respeitando-se o intervalo de segurança; Aplicação via solo : Realizar uma única aplicação do produto quando a cultura estiver no estádio de floração (BBCH 55).

FEIJÃO: Iniciar as aplicações preventivamente ao redor de 30 dias após a emergência e repetir a cada 15 dias de acordo com as condições climáticas e pressão da doença.
Efetuar no máximo 3 aplicações na cultura do feijão com intervalo de 15 dias entre aplicações.

MAMÃO: Aplicar no início da frutificação, preventivamente ou logo após o início dos primeiros sintomas nas folhas mais velhas ou nos frutos, dirigindo a pulverização para a face inferior destas folhas e para os frutos. Se necessário, repetir a aplicação após 15 dias. Efetuar no máximo 2 aplicações na cultura do mamão, com intervalo de 15 dias entre aplicações.

SOJA : Para o controle do oídio: deve-se observar que o índice de infecção foliar esteja entre 20 a 30% para a primeira aplicação. Uma segunda aplicação poderá ser efetuada, com intervalo de 20 dias, dependendo da evolução da doença e respeitando-se o intervalo de segurança;
MONITORAMENTO :


OBS : Há necessidade de realizar o monitoramento das áreas logo após a emergência da cultura. Caso seja constatada a presença da ferrugem-asiática-da-soja na região e as condições climáticas forem favoráveis à incidência da doença, as aplicações devem ser iniciadas em caráter preventivo, indepedendente do estádio de desenvolvimento da cultura.

TOMATE: O controle deve ser realizado a partir do início do florescimento, no aparecimento dos primeiros sintomas. Efetuar no máximo 4 aplicações na cultura do tomate com intervalo de 7 dias entre aplicações.

MODO/ EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
O TENAZ 250 SC deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação:

• Banana: Aplicação localizada: O produto deverá ser depositado na axila da folha número 2 (a segunda folha totalmente aberta, contando-se de cima para baixo). O equipamento de aplicação deve ser uma pistola dosadora com haste longa para atingir a inserção das folhas.

• Batata e Tomate : Utilizar pulverizador com barra tratorizado, motorizado estacionário com mangueira ou costal manual, equipados com pontas (bicos) de jato cônico. Pulverizador costal motorizado também pode ser usado. Utilizar equipamento de aplicação adequados, de modo a se obter excelente cobertura de toda a parte aérea das plantas, mas evitando-se o escorrimento. Normalmente a pressão de serviço deve estar entre 40 e 60 libras/pol2 (psi), proporcionando uma densidade de 50 a 70 gotas/cm2.

• Café: Aplicação foliar: Aplicar o produto visando boa cobertura da planta evitando-se o escorrimento. Utilizar atomizador motorizado costal ou tratorizado. Para aplicação via solo, pulverizar o produto no solo com jato ou bico, dirigindo a aplicação sob a projeção da copa.

• Feijão: Utilizar pulverizador com barra tratorizado ou costal manual, equipados com pontas (bicos) de jato cônico, de modo a se obter excelente cobertura de toda a parte aérea das plantas, mas evitando-se o escorrimento. Normalmente a pressão de serviço deve estar entre 40 e 60 libras/pol2 (psi), proporcionando uma densidade de 50 a 70 gotas/cm2. Seguir as recomendações dos fabricantes dos bicos e equipamentos utilizados.

• Mamão: Pulverizadores: costais, estacionários, montados ou tracionados por trator, turbinados. Usar bicos de jato cônico ou em leque com abertura e pressão que possibilitem densidade de 70 a 100 gotas/cm2, com diâmetro entre 100 a 200 micra, proporcionando distribuição uniforme da calda.

• Algodão e Soja: Utilizar pulverizador montado ou tracionado por trator, com barra de bicos de jato cônico ou leque. Os bicos devem ser distanciados de 50 cm e a barra deve ser mantida em altura que permita cobertura total da parte aérea das plantas. Recomenda-se que sejam seguidas as recomendações dos fabricantes dos bicos e equipamentos utilizados

INTERVALO DE SEGURANÇA:

CULTURA: Modalidade de Emprego (aplicação) - Intervalo de Segurança

Algodão: Foliar - 21 dias
Banana: Localizada - 60 dias
Batata: Foliar - 14 dias
Café: Foliar - 30 dias
Café: Solo - 120 dias
Feijão: Foliar - 14 dias
Mamão: Foliar - 07 dias
Soja: Foliar - 28 dias
Tomate: Foliar - 07 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS)

LIMITAÇÕES DE USO:

• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
• Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
• Não pulverizar contra o vento e nem em dias de muito vento;
• Não aplicar o produto com temperaturas do ar superiores a 30ºC e umidade relativa do ar inferior a 60%;
• Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para as culturas.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecanico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

- Evite o máximo possivel o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costal. Se utilizar trator ou avião, aplique o produto contra o vento.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO

- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada. utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupa da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algo hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada pare beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR FLUTRIAFOL

INFORMAÇÕES MÉDICAS

GRUPOS QUÍMICOS: Triazol.
CLASSE TOXICOLÓGICA: III - MEDIANAMENTE TÓXICO.
VIAS DE EXPOSIÇÃO: Inalatória, dérmica, oral, ocular.
TOXICOCINÉTICA: Os dados disponíves sobre a toxicocinética do Flutriafol são bastante limitados. 0 estudo dos mecanismos de absorção, excreção e o metabolismo do Flutriafol:
com animais em laboratório, indicam que o produto foi rapidamente absorvido e excretado, predominantemente pelas fezes e urina, sendo que 90% a 96% foram excretadas nas primeiras 48 horas. A análise do produto nos órgãos e tecidos indicou baixa retenção do composto e seus metabólitos.
MECANISMOS DE TOXICIDADE: 0 efeito tóxico mais consistente observado em mamíferos após a exposição é a perda de peso, além disso, algumas informações sugerem que doses repetidas de Flutriafol podem causar aumento no tamanho do fígado.
SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS: Os efeitos adversos em humanos não foram relatados até o momento. administração de altas doses em animais provocou salivação, convulsão, letargia, redução na atividade, tremor, diarréia e ataxia.
DIAGNÓSTICO: Monitoramento das funções hepáticas e renais.
TRATAMENTO: As medidas abaixo relacionadas, devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação.Utilizar luvas e avental durante a descontaminação. Remover roupas e acessórios e descontaminar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Em caso de contato ocular irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo, 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Em caso de ingestão recente de grandes quantidades,
procedimentos de esvaziamento gástrico tais como lavagem gástrica poderão ser realizados. Carvões ativados e laxantes salinos poderão ser utilizados devido a provável adsorção do princípio ativo pelo carvão ativado. 0 tratamento sintomático deverá compreender, sobretudo medidas de suporte como correção de distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos, além de assistência respiratória. Monitoramento das funções hepática e renal deve a ser mantido. Em caso de, contato ocular, proceder a lavagem com soro fisilógico e encaminhamento para avaliação oftamológica.
CONTRA-INDICAÇÕES: Não aplicar respiradao boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual para realizar o procedimento. Evitar contato cutâneo e inalatório com o produto durante processo. A indução do vômito e contra-indicada em razão do risco de pneumonite química.
EFEITOS SINÉRGICOS: Não se conhecem efeitos sinérgicos para este produto.
ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefones de Emergência da empresa:
Toxiclin (Emergência Toxicológica) — 08000141149
Nufarm Indústria Química e Farmacêutica S/A — (085) 4011-1000

a) MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA 0 SER HUMANO:

Estudos sobre os mecanismos de absorção, excreção e metabolismo do flutriafol foram realizados em animais de laboratório, através do uso de produto radiomarcado. Os resultados mostraram que o produto foi rapidamente absorvido e excretado basicamente pela urina e fezes. A quantidade eliminada da dose administrada em 48 horas em ratos machos foi de 40-50% excretada via urina e 46-58% nas fezes, e nas fêmeas 46-60% na urina e 37-51% nas fezes. Analise dos órgãos e tecidos revelou baixa retenção do produto.

b) EFEITOS AGUDOS:

Os efeitos agudos observados nos animais expostos ao FLUTRIAFOL NUFARM 250 SC foram: dose letal media oral (DL 50) > 2000 mg/kg para ratos; dose letal media cutânea (DL 50) > 4000 mg/kg para ratos; o produto se mostrou não irritante aos olhos dos coelhos, não irritante dérmico e foi classificado como potencialmente não sensibilizante.

c) EFEITOS CRÔNICOS:

Em estudo de 90 dias com ratos expostos ao flutriafol, foram observados decréscimo no peso corpóreo, redução no consumo alimentar e alterações hepáticas. Quando administrado 15 mg/kg para cães em estudos de 90 dias, foram observados redução no ganho de peso, aumento no tamanho do fígado e incremento nas atividades das enzimas aminopirina-N-demetilase hepática e fosfatase alcalina plasmática.

PRECAÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃ0 AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é: Perigoso ao Meio Ambiente - Classe III.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
- Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação de solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute a aplicação aérea de agrotóxicos ern áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes as
atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃ0 E PREVENÇÃ0 CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- 0 local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- 0 local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazens deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Nufarm Indústria Química e
Farmacêutica S.A. - telefone de emergência: (085) 3215.1000.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeáavel, luvas e botas de PVC, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
- Piso pavimentado:recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. 0 produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final;
- Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
- Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o Órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido;
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

PARA EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

- LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI s - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa a embalagem ate 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- lnutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressãoseguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- lmediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
0 armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
0 usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínima de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos bebida , medicamentos, rações, animais e pessoas.

PARA EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

0 armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatoria a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
0 usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PARA EMBALAGEM SECUNDÁRIA NÃO CONTAMINADA

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

0 armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos Órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUARIO A REUTILIZAÇÃ0 E RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU 0 FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE 0 MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃ0 INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por Órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

0 transporte está sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

- RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃ0 COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos Órgãos responsáveis.

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, ete.) dentro do programa do Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência à Fungicidas - Brasil) - Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
•Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
• Sempre consultar um Profissional legalmente habilitado para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade