Bula Nativo - Bayer

Bula Nativo

Trifloxistrobina; Tebuconazol
205
Bayer

Composição

Tebuconazol 200 g/L
Trifloxistrobina 100 g/L

Classificação

Fungicida
III - Produto Moderadamente Tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico, Mesostêmico

Abacaxi

Fusarium subglutinans (Fusariose)

Abóbora

Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Abobrinha

Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Acelga

Cercospora beticola (Cercosporiose)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Alface

Alternaria sonchi (Mancha de alternaria)

Algodão

Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides (Ramulose)
Phakopsora gossypii (Ferrugem)
Ramularia areola (Ramularia)

Alho

Alternaria porri (Mancha púrpura)
Puccinia allii (Ferrugem)

Almeirão

Alternaria sonchi (Mancha de alternaria)

Ameixa

Monilinia fructicola (Podridão parda)

Amendoim

Cercospora arachidicola (Mancha castanha)
Pseudocercospora personata (Mancha preta)
Puccinia arachidis (Ferrugem)

Arroz

Bipolaris oryzae (Mancha parda)
Pyricularia grisea (Brusone)
Tilletia barclayana (Cárie-do-arroz)

Aveia

Bipolaris sorokiniana (Mancha marrom)
Puccinia coronata var. avenae (Ferrugem da folha)

Banana

Mycosphaerella fijiensis (Sigatoka negra)
Mycosphaerella musicola (Mal da sigatoka)

Batata

Alternaria solani (Pinta preta grande)

Berinjela

Alternaria solani (Pinta preta grande)

Beterraba

Cercospora beticola (Cercosporiose)

Brócolis

Alternaria brassicae (Mancha preta)

Café

Phoma costaricensis (Seca de ponteiros)

Cana-de-açúcar

Ceratocystis paradoxa (Podridão da coroa)
Puccinia kuehnii (Ferrugem alaranjada da cana)

Caqui

Cercospora kaki (Mancha circular)

Cebola

Alternaria porri (Mancha púrpura)

Cenoura

Alternaria dauci (Mancha de alternaria)

Cevada

Blumeria graminis f.sp. hordei (Oídio)
Drechslera teres (Mancha angular)
Puccinia hordei (Ferrugem)

Chicória

Alternaria sonchi (Mancha de alternaria)

Chuchu

Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Citros

Alternaria citri (Podridão negra)
Colletotrichum acutatum (Flor preta)
Phyllosticta citricarpa (Mancha preta)

Couve

Alternaria brassicae (Mancha preta)

Couve-chinesa

Alternaria brassicae (Mancha preta)

Couve-de-bruxelas

Alternaria brassicae (Mancha preta)

Couve-flor

Alternaria brassicae (Mancha preta)

Eucalipto

Puccinia psidii (Ferrugem)

Feijão

Colletotrichum lindemuthianum (Antracnose)
Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular)
Uromyces appendiculatus (Ferrugem)

Goiaba

Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Puccinia psidii (Ferrugem)

Inhame

Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Jiló

Alternaria solani (Pinta preta grande)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Maçã

Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Venturia inaequalis (Sarna da maçã)

Mamão

Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Mandioca

Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Mandioquinha-salsa

Alternaria dauci (Mancha de alternaria)

Manga

Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Maracujá

Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Maxixe

Didymella bryoniae (Crestamento gomoso do caule)

Melancia

Didymella bryoniae (Crestamento gomoso do caule)

Melão

Didymella bryoniae (Crestamento gomoso do caule)

Milho

Cercospora zeae-maydis (Cercosporiose)
Phaeosphaeria maydis (Mancha foliar de phaoeosphaeria)
Puccinia polysora (Ferrugem polisora)

Morango

Mycosphaerella fragariae (Mancha foliar)

Mostarda

Alternaria brassicae (Mancha preta)

Nabo

Alternaria brassicae (Mancha preta)

Nectarina

Monilinia fructicola (Podridão parda)

Nêspera

Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Monilinia fructicola (Podridão parda)

Pepino

Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Pera

Monilinia fructicola (Podridão parda)

Pêssego

Monilinia fructicola (Podridão parda)

Pimentão

Alternaria solani (Pinta preta grande)

Rabanete

Alternaria brassicae (Mancha preta)

Repolho

Alternaria brassicae (Mancha preta)

Siriguela

Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Soja

Cercospora kikuchii (Mancha púrpura da semente)
Colletotrichum truncatum (Antracnose)
Corynespora cassiicola (Mancha alvo)
Erysiphe diffusa (Oídio)
Phakopsora pachyrhizi (Ferrugem asiática)
Rhizoctonia solani (Damping-off)

Tomate

Alternaria solani (Pinta preta grande)

Trigo

Bipolaris sorokiniana (Mancha marrom)
Blumeria graminis f.sp. tritici (Oídio)
Drechslera tritici-repentis (Mancha amarela)
Fusarium graminearum (Fusariose)
Puccinia triticina (Ferrugem da folha)
Pyricularia grisea (Brusone)

Uva

Uncinula necator (Oídio)

Frasco, bombona e balde de plástico de 1,5, 10 e 20 L. Balde de aço de 20 L e Farm Pack de polietileno de 100, 200, 500 e 1000 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
NATIVO® é um fungicida mesostêmico e sistêmico, dos grupos químicos Estrobilurina e Triazol e, deve ser sempre utilizado de maneira preventiva em relação ao aparecimento das doenças, garantindo assim o maior potencial de controle dos fungos.
MODO DE APLICAÇÃO:
PREPARO DE CALDA:
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto; O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do NATIVO deve estar limpo de resíduos de outro defensivo. Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do NATIVO, acrescentar óleo metilado de soja na proporção recomendada para o cultivo/praga (0,25 a 0,5% v/v), completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação. Equipamento de aplicação: a boa cobertura de todos os tecidos da parte aérea das plantas é fundamental para o sucesso do controle de doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta forma o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida devem balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas a ser utilizado.
Aplicação Terrestre:
Utilizar pulverizadores manuais (costal ou estacionário com mangueira), tratorizados e/ou turboatomizadores.
Equipamentos Costais (manuais ou motorizados):
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Equipamento estacionário manual (pistola):
Utilizar pulverizador com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica, calibrar o equipamento para que a cada acionamento, do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes, manter velocidade de deslocamento constante, com a pistola de modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e não ocorra concentração de calda em um único ponto gerando, assim, escorrimento e desperdício da calda. Pulverizador de barra: Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificarse que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estagio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Jato Dirigido:
Utilizar pulverizador autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido ao sulco de plantio, sobre os "toletes", adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura dos “toletes”. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. Procedendo-se a cobertura imediatamente após aplicação.
Pulverizador Hidropneumáticos (Turbo atomizadores):
Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio com espaçamento entre pontas determinado pelo fabricante. As pontas devem ser direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura, as pontas superiores e inferiores podem ser desligados para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, além do emprego de pontas com perfil de gotas variando entre grossa e muito grossa nas posições superiores, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. Aeronaves agrícolas: Utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa. Recomenda-se o volume de 30-40 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada).
- Utilize pontas e pressão adequados para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa;
- Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
- Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático;
- Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
Volume de calda: 30 - 40 L/ha
Tamanho de gotas: Média - Grossa
Cobertura mínima: 40 gotas/cm²
Altura de voo Faixa de aplicação: 3 m
Faixa de aplicação: 15 - 18 m
Distribuição das pontas: 65%
Condições meteorológicas para pulverização
Temperatura: menor que 30°C
Umidade do ar: maior que 55%
Velocidade do vento: entre 3 e 10km/h
Recomendações gerais para evitar deriva:
- Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
- Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
- O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
- O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
Diâmetro das gotas:
- A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
- A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições meteorológicas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas:
- Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
- Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
- Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
- O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Ventos:
- A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Temperatura e Umidade:
- Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
- Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
Inversão térmica
- O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao por do sol e frequentemente continuam ate a manha seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas: o produto não é fitotóxico para as culturas indicadas nas doses e condições recomendadas. - Os limites máximos e tolerância de resíduos para as culturas tratadas com este produto podem não ter sido estabelecidas em nível internacional ou podem divergir em outros países, em relação aos valores estabelecidos no Brasil. Para culturas de exportação verifique estas informações previamente à utilização deste produto.
- Este produto deve ser utilizado em total conformidade com as recomendações de uso contidas nesta bula.
- É de inteira responsabilidade do usuário do produto a verificação prévia destas informações, sendo ele o único responsável pela decisão da exportação das culturas tratadas com este produto. Caso tenha alguma dúvida, consulte seu exportador, importador ou a Bayer antes de aplicar este produto. - É recomendada a manutenção do registro de todas as atividades de campo (caderno de campo), especialmente para culturas de exportação.
- Utilizar sempre empresas certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS) para realizar a aplicação aérea.
- Outras restrições a serem observadas: não há.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

NATIVO® é um fungicida composto por Tebuconazol, pertencente ao grupo dos triazóis ou DMIs (Inibidores da Desmetilação C14) e por Trifloxistrobina, uma estrobilurina, pertencente ao grupo dos QoIs (Inibidores da Quinona Oxidase). Esta combinação de diferentes ingredientes ativos faz parte de uma estratégia de gerenciamento de resistência.
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos C3 e G1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; - Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS PARA A FERRUGEM-DA-SOJA Como prática para retardar a queda de eficácia dos fungicidas ao fungo causador da ferrugem-asiática-da-soja seguem algumas recomendações:
- Aplicação alternada de fungicidas formulados em mistura rotacionando os mecanismos de ação distintos do Grupo C3 e do Grupo G1 sempre que possível; Se o produto tiver apenas um mecanismo de ação, nunca utilizá-lo isoladamente;
- Respeitar o vazio sanitário e eliminar plantas de soja voluntária;
- Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época recomendada para cada região (adotar estratégia de escape);
- Jamais cultivar a soja safrinha (segunda época); - Utilizar cultivares com gene de resistência incorporado, quando disponíveis;
- Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar, o que permitirá maior penetração e melhor cobertura do fungicida;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, uso de sementes sadias, adubação equilibrada, manejo da irrigação do sistema, outros controles culturais etc.
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis do agente causador de doenças a ser controlado;
- Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de fungicidas;
- Realizar o monitoramento da doença na cultura; APOIO - Adotar estratégia de aplicação preventiva;
- Respeitar intervalo máximo de 14 dias de intervalos entre aplicações;
- Realizar, no máximo, o número de aplicações do produto conforme descrito em bula;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).