Bula Cabrio Top

acessos
Metiram + Piraclostrobina
1303
Basf

Composição

Metiram 550 g/kg Alquilenobis (ditiocarbamato)
Piraclostrobina 50 g/kg Estrobilurina

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Sistêmico

Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão da coroa
(Ceratocystis paradoxa)
2,5 a 3 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - De 8 a 10 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas da podridão negra
Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lactucae)
250 a 300 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - De 8 a 10 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas da Septoriose
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramularia
(Ramularia areola)
2 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações do 25° ao 35° dia após o plantio ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Tombamento
(Colletotrichum gossypii)
2 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações do 25° ao 35° dia após o plantio ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia allii)
2 kg p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - 10 a 12 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
2 kg p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - 10 a 12 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
3 a 5 kg p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - - Não determinado. Para o controle da rizoctoniose, realizar a aplicação preventivamente no sulco de plantio, diretamente sobre os tubérculos
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1,5 a 2 kg p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - 10 a 14 dias. 7 dias. Para o controle da pinta preta iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Requeima
(Phytophthora infestans)
3 kg p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente antes do aparecimento dos primeiros sintomas da requeima
Beterraba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora beticola)
2,5 a 3 kg p.c./ha 400 a 800 L de calda/ha - 7 a10 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas da Mancha-da-Cercospora
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
2 kg p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - 10 a 12 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Míldio
(Peronospora destructor)
2,5 kg p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
2 kg p.c./ha 500 a 800 L/ha - 10 a 14 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem branca
(Puccinia horiana)
200 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Uso não alimentar. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
1,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 10 a 14 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações a partir do quarto trifólio ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
1,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 10 a 14 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações a partir do quarto trifólio ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
1,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 10 a 14 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações a partir do quarto trifólio ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
250 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. 21 dias. Iniciar as aplicações preventivamente a partir de outubro
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
250 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 8 a 12 dias. 21 dias. Deve ser aplicado a partir do estágio E2 (botão rosado) em diante
Maracujá Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
250 a 300 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 8 a 12 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas da Antracnose
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
2 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente a partir de 2 semanas da emergência
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
2 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente a partir de 2 semanas da emergência
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
2 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente a partir de 2 semanas da emergência
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
2 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente a partir de 2 semanas da emergência
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
2 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente a partir de 2 semanas da emergência
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
2 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente a partir de 2 semanas da emergência
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
250 a 300 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Ferrugem
(Tranzschelia discolor)
250 a 300 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Oidiopsis taurica)
2 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 12 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cochonilha pérola da terra
(Eurhizococcus brasiliensis)
até 200 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Uso não alimentar. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Oídio
(Sphaerotheca pannosa)
200 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Uso não alimentar. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Requeima
(Phytophthora infestans)
400 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente antes do aparecimento dos primeiros sintomas
Septoriose
(Septoria lycopersici)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da videira
(Phakopsora euvitis)
2 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações preventivamente a partir do florescimento
Míldio
(Plasmopara viticola)
2 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações preventivamente a partir da emissão da inflorescência
Oídio
(Uncinula necator)
2 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 14 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações preventivamente a partir do florescimento

Embalagens:
Sacos de papel com 0,5; 1,0; 2,0; 3,0; 5,0; 6,0; 8,0; 10,0; 12,0; 15,0; 20,0; 25,0; e 50,0 Kg
Sacos de polietileno com 0,5; 1,0; 2,0; 3,0; 5,0; 6,0; 8,0; 10,0; 12,0; 15,0; 20,0; 25,0; e 50,0 Kg
Sacos aluminizados com 0,5; 1,0; 2,0; 3,0; 5,0; 6,0; 8,0; 10,0; 12,0; 15,0; 20,0; 25,0; e 50,0 Kg
Frascos de polietileno de 25; 0,5; 0,6; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5 Kg
Bombonas de polietileno de 3, 4, 5, 6, 8, 10, 12, 15, 20, 25 Kg
Tambores de polietileno de 50, 100, 200 Kg

INSTRUÇÕES DE USO :
CABRIO® TOP é um produto que apresenta duplo modo de ação, atuando através do ingrediente ativo Pyraclostrobin como inibidor do transporte de elétrons nas mitocôndrias das células dos fungos, inibindo a formação de ATP, essencial nos processos metabólicos dos fungos e através do ingrediente ativo Metiram o qual se decompõe formando compostos tóxicos, que reagem inespecíficamente com enzimas sulfidrilicas, as quais estão largamente distribuídas na célula do fungo, atuando assim sobre um grande número de processos vitais, da célula do fungo, inibindo a germinação dos esporos, bem como o desenvolvimento do tubo germinativo.
CABRIO® TOP apresenta excelente ação protetiva, devido a sua atuação na inibição da germinação dos esporos, desenvolvimento e penetração dos tubos germinativos.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Alho: Iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sintomas, e repetir se necessário, em intervalos de 10 a 12 dias para mancha púrpura e ferrugem, dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de carência.

Algodão: Iniciar as aplicações do 25º ao 35º dia após o plantio ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença e repetir se necessário em intervalos de 15 a 20 dias, dependendo da evolução da doença e respeitando-se o intervalo de carência.

Batata: Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos primeiros sintomas da requeima, repetindo as aplicações em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de carência.
Para o controle da pinta preta, iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, que normalmente ocorre no início da tuberização (ao redor dos 45 dias após plantio), utilizando-se a dose de 1,5 kg/ha para controle da pinta-preta em condições climáticas não tão favoráveis ao desenvolvimento da doença e 2,0 kg/ha quando as condições forem favoráveis, repetindo as aplicações se necessário, em intervalos de 10 a 14 dias, dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de carência.

Cenoura: Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença e repetir se necessário, em intervalos de 10 a 14 dias, dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de carência.

Cebola: Iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sintomas, e repetir se necessário, em intervalos de 7 a 10 dias para míldio e 10 a 12 dias para mancha púrpura, dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de carência.

Crisântemo e Rosa: Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença e repetir se necessário, em intervalos de 7 a 10 dias, dependendo da evolução da doença.

Feijão: Iniciar as aplicações a partir do quarto trifólio ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença e repetir se necessário em intervalos de 10 a 14 dias, dependendo da evolução da doença e respeitando-se o intervalo de carência

Maçã: O controle da sarna-da-macieira (Venturia inaequalis), deverá ser realizado com tratamentos preventivos, devendo ser aplicado, a partir do estágio E2 (botão rosado) em diante, em intervalos de 8 a 12 dias, dependendo da pressão de infecção, das condições climáticas e da evolução das folhas. Caso exista na região, “Estação de Aviso”, aplicar o produto até 72 horas após o alarme. Para controle das doenças de verão iniciar as aplicações preventivamente a partir de outubro e repetir se necessário com intervalos de 7 a 14 dias. Respeitar o intervalo de carência.

Melancia, Melão e Pepino: Iniciar as aplicações preventivamente a partir de 2 semanas da emergência e repetir se necessário, em intervalos de 7 a 10 dias para míldio e oídio, dependendo da evolução da doença e respeitando-se o intervalo de carência.

Pimentão: Iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sintomas da doença e repetir, em intervalos de 7 a 12 dias, dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de carência.

Tomate : Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos primeiros sintomas da requeima, repetindo as aplicações em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de carência.
Para o controle da pinta-preta, iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, que normalmente ocorre entre o primeiro e o segundo amarrio do tomate estaqueado (45 dias do transplante) e a partir do florescimento do tomate rasteiro (40 a 50 dias após transplante), repetindo se necessário em intervalos de 7 a 14 dias, dependendo da evolução da doença e respeitando-se o intervalo de carência.

Uva:
Míldio - Iniciar as aplicações preventivamente a partir da emissão da inflorescência, respeitando um período de controle de 7 a 10 dias, dependendo da evolução da doença, para a realização de aplicações sequenciais de fungicidas de diferentes modos de ação após as aplicações de CABRIO® TOP , dependendo da evolução da doença e respeitando-se o intervalo de carência.
Ferrugem – Iniciar as aplicações preventivamente a partir do florescimento e repetir com a intervalos de 15 a 20 dias, realizando um máximo de 3 aplicações por ciclo de cultivo e respeitando-se o intervalo de carência.
Oídio – Iniciar as aplicações preventivamente a partir do florescimento e repetir com a intervalos de 14 dias, dependendo da evolução da doença e respeitando-se o intervalo de carência.

MODO DE APLICAÇÃO:
CABRIO® TOP deve ser diluído em água e aplicado por pulverização sobre as plantas a proteger, de modo que haja uma boa cobertura.
- Aplicação terrestre :
Pulverizadores: costais, estacionários, montados ou tracionados por trator, turbinados. Usar bicos de jato cônico ou em leque com abertura e pressão que possibilitem densidade de 70 a 100 gotas/cm2, com diâmetro entre 100 a 200 micra, bem como a aplicação dos volumes de calda indicados.

- Aplicação aérea :
·Com uso de barra e bicos :
Para as culturas de feijão e algodão usar bicos de jato cone vazio, do tipo D6 a D12, com disco (core) nunca maior que 45 graus. Pressão na barra de 30 a 50 libras.
Volume de calda de 20 a 30 litros de água por hectare .

INTERVALO DE SEGURANÇA :

Algodão, Melancia, Alho, Melão, Batata, Pepino, Cebola, Cenoura, Tomate: 7 dias. Pimentão: 3 dias. Rosa e Crisântemo: Uso não alimentar. Feijão: 14 dias. Uva: 30 dias.Maçã: 21 dias.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
Não há limitação de uso quando utilizado de acordo com as recomendações constantes na bula.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES:

ATENÇÃO: "Durante o manuseio, preparação da calda e aplicação, use macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, capa ou avental impermeável, luvas impermeáveis, touca árabe, botas, óculos protetores e máscaras protetoras especiais providas de filtros contra pós e névoas.

PRECAUÇÕES GERAIS:
·Uso exclusivamente agrícola.
·Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto;
·Não utilize equipamento com vazamento;
·Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
·Não distribua o produto com as mãos desprotegidas;
·Não transporte este produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
·Use protetor Ocular. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
·Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
·Use Luvas de Borracha. Ocorrendo contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
·Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar que o produto se espalhe e utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, avental impermeável, touca árabe, óculos protetores ou viseira facial, máscara protetora especial provida de filtro contra pós e névoas , luvas e botas de borracha).

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
·Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação;
·Aplique somente as doses recomendadas;
·Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes;
·Não aplique o produto contra o vento;
·A pulverização do produto produz neblina, utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, máscara protetora especial provida de filtro contra pós e névoas, óculos protetores ou viseira facial, touca árabe, luvas e botas de borracha);
·Não fume, beba ou coma, durante a aplicação do produto;
·Não permita que crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto, ou em áreas tratadas, logo após a aplicação.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
·Não entre nas áreas tratadas até a secagem do produto sobre as folhas das plantas, se necessário use macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, touca árabe, luvas, botas, máscara e óculos;
·Não reutilize a embalagem vazia;
·Mantenha o restante do produto em sua embalagem original adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais;
·Tome banho, troque de roupa. Lave suas roupas de trabalho separado das demais roupas de seus familiares;
·Use luvas e avental impermeáveis ao lavar suas roupas de trabalho;
·Dar manutenção necessária nos equipamentos de segurança. Atentar para o período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.

PRIMEIROS SOCORROS :
·Em caso de INGESTÃO acidental, NÃO PROVOQUE VÔMITO, se a vítima estiver consciente administre 2 – 3 copos de água e procure imediatamente o serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
·Em caso de contato com os OLHOS, lave-os imediatamente com água corrente em abundância e procure imediatamente o serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
·Em caso de contato com a PELE, remova roupas e sapatos contaminados e lave imediatamente com água e sabão em abundância e procure o serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
·Em caso de INALAÇÃO, remova o paciente para local arejado e procure o serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA:
Tratamento sintomático de acordo com o quadro clínico.

ANTÍDOTO:
Este produto não possui antídoto específico.

TELEFONES PARA OS CASOS DE EMERGÊNCIA :
DISQUE INTOXICAÇÕES: 0800 580 1000

CENTROS DE INFORMAÇÕES TOXICOLÓGICAS :
CCI-UNICAMP : (0xx19) 3788-7573 / 3788-7290
Porto Alegre - RS : (0xx51) 3217-1751 / (0800) 780200
São Paulo - SP : (0xx11) 5012-5311 / (0800) 7713733

Empresa: BASF S.A. (0800) 11.2273 ou (0xx12) 3128-1357

Mecanismo de ação, absorção e excreção:
Em animais de laboratório Pyraclostrobin foi absorvido pelo trato gastrointestinal e através da pele (pequena quantidade), metabolizado pelo fígado, principalmente através de reação de n-desmetoxilação e seus metabólitos foram excretados através das fezes, bile e urina. Não houve acúmulo da substância nos tecidos e órgãos.
14C-Metiram foi administrado oralmente a ratos (5 machos e 5 fêmeas), em dose única de 5mg/kg. Uma média de 37- 45% da radioatividade foi excretada via urina, para machos e fêmeas, respectivamente, durante 7 dias. Cerca de 65% (machos) e 54% (fêmeas) da dose foram eliminados pelas fezes, durante o mesmo período. Uma pequena porcentagem da radioatividade foi eliminada no ar expirado, provavelmente como 14CO2 , sendo 0,39% da dose em machos e 1,10% em fêmeas.
Após a administração oral de 0,5 mg/kg de 14C - Etilenotiuréia (ETU) (metabólito do Metiram) para ratos machos, uma média de 96% da radioatividade foi excretada pela urina em 3 dias. A radioatividade nas fezes e ar expirado foi de média de 4,18% e 0,25%, respectivamente, durante 3 dias. A alta excreção urinária demonstrou que 14C-etilenotiuréia foi bem absorvida.
Os testes que originaram as informações acima foram conduzidos de acordo com as diretrizes internacionais para o delineamento experimental de testes de toxicidade com animais de laboratório.

Efeitos agudos:
Em animais de laboratório foi determinada uma dose letal de 50% aguda oral maior que 500 mg/kg e menor igual que 2000 mg/kg de peso corporal para ratos machos e fêmeas e uma dose letal de 50% aguda dermal maior que 2000 mg/kg de peso corporal para ratos machos e fêmeas.
O produto testado em coelhos mostrou ser levemente irritante para os olhos e irritante para a pele. O produto não apresentou potencial sensibilizante cutâneo em cobaias.

Efeitos crônicos:
Pyraclostrobin foi testado em animais de laboratório, sendo administrado por via oral na dieta ratos durante 24 meses em diferentes concentrações, na maior dose 9,2 mg/kg p.c. (machos) e 12,6 mg/kg p.c. (fêmeas) a substância apresentou toxicidade para o fígado e ocasionou a diminuição de peso para machos e fêmeas, o NOEL estabelecido para este estudo foi de 4,7mg/kg p.c. para fêmeas e 3,4 mg/kg p.c. para machos. O produto também foi testado durante 18 meses em camundongos em diferentes concentrações e observou-se diminuição de peso nas duas doses mais altas doses, o NOEL estabelecido para este estudo foi de 20.5 mg/kg p.c. para fêmeas e 4,1 mg/kg p.c. para machos. Para procariontes e eucariontes em testes de laboratório o produto não foi considerado mutagênico. Pyraclostrobin não foi considerado carcinogênico, teratogênico e não apresentou efeitos sobre a reprodução e prole quando testada em animais de laboratório.

Metiram foi testado em animais de laboratório, sendo administrado por via oral na dieta de ratos por um período de 119 semanas e camundongos por 96 semanas, onde os principais efeitos observados foram a redução do apetite e diminuição do peso corpóreo nas maiores doses testadas (ratos: 320 ppm e camundongos: 1000 ppm). Nos ensaios de genotoxicidade, tanto para células procariontes como eucariontes, o produto não foi considerado mutagênico. Metiram não foi considerado carcinogênico, teratogênico e não apresentou efeitos sobre a reprodução e prole quando testado em animais de laboratório.

Efeitos adversos:
Por não ser de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos adversos.

Sintomas de alarme:
Não são conhecidos sintomas de alarme, sendo recomendado a suspensão do uso do produto se surgirem quaisquer sintomas durante a sua manipulação.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

CABRIO® TOP, é um novo fungicida, eficiente sobre patógenos resistentes que não tenham manifestado resistência cruzada a strobilurinas.
Seguindo normas internacionais do Comitê de resistência a fungicidas (FRAC) para uso de fungicidas do grupo da strobilurinas e outros com mesmo modo de ação, recomenda-se as seguintes estratégias e recomendações no intuito de preservar a atividade dos fungicidas.

·Sempre aplicar os fungicidas com o mesmo modo de ação das strobilurinas de acordo com a dose registrada pelo fabricante;
·O número total de aplicações de fungicidas com o mesmo modo de ação das strobilurinas devem ser limitados durante o ciclo da cultura , seguindo-se a seguinte recomendação:
a)No manejo de controle de doenças com um total de até 7 aplicações de fungicidas durante o ciclo da cultura , utilizar no máximo 2 aplicações de fungicidas com o mesmo modo de ação que as strobilurinas.
b)No manejo de controle de doenças com um total de 8 a 11 aplicações de fungicidas durante o ciclo da cultura , utilizar no máximo 3 aplicações de fungicidas com o mesmo modo de ação que as strobilurinas.
c)No manejo de controle de doenças com um total de 12 aplicações de fungicidas durante o ciclo da cultura , utilizar no máximo 4 aplicações de fungicidas com o mesmo modo de ação que as strobilurinas.

d)No manejo de controle de doenças com um total acima de 12 aplicações de fungicidas durante o ciclo da cultura , utilizar somente 30% do total das pulverizações com fungicidas com o mesmo modo de ação que das strobilurinas.
·Usar os fungicidas com mesmo modo de ação das strobilurinas em aplicações em blocos ou alternadas com fungicidas de diferentes modo de ação. Quando for realizada aplicações em blocos não realizar mais do que 3 aplicações consecutivas;
·Fungicidas com o mesmo modo de ação das strobilurinas são extremamente eficientes na prevenção da germinação dos esporos , por isso , devem ser usados preventivamente,

·evitando-se o uso em condições curativa e erradicativa no intuito de diminuir a pressão de seleção;
Nunca finalizar as pulverizações ao término do ciclo da cultura com fungicidas com mesmo modo de ação das strobilurinas.