Bula Orkestra SC - Basf
CME MILHO (SET/20) US$ 3,114 (0,39%)
| Dólar (compra) R$ 5,34 (0,94%)

Bula Orkestra SC

Piraclostrobina; Fluxapiroxade
8813
Basf

Composição

Piraclostrobina 333 g/L
Fluxapiroxade 167 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Fungicida
4 - Produto Pouco Tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Protetor, Sistêmico

Abacaxi

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Oidium mangiferae (Oídio)

Abóbora

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum orbiculare (Antracnose)
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Abobrinha

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum orbiculare (Antracnose)
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Açaí

Calda Terrestre Dosagem
Exserohilum rostratum (Mancha foliar)
Pestalotiopsis spp. (Mancha-foliar)

Algodão

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gossypii (Tombamento)
Corynespora cassiicola (Mancha alvo)
Ramularia areola (Ramularia)

Alho

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria porri (Mancha púrpura)
Puccinia allii (Ferrugem)

Amendoim

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria porri (Mancha púrpura)
Puccinia allii (Ferrugem)

Anonáceas

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Oidium mangiferae (Oídio)

Aveia

Calda Terrestre Dosagem
Drechslera avenae (Helmintosporiose)
Puccinia coronata var. avenae (Ferrugem da folha)

Batata

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande)

Batata yacon

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria alternata (Mancha de alternaria)

Berinjela

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Puccinia pampeana (Ferrugem)
Septoria lycopersici (Septoriose)

Beterraba

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria tenuis (Mancha de Alternária)

Café

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora coffeicola (Olho pardo)
Hemileia vastatrix (Ferrugem do cafeeiro)

Cana-de-açúcar

Calda Terrestre Dosagem
Ceratocystis paradoxa (Podridão da coroa)
Puccinia kuehnii (Ferrugem alaranjada da cana)
Puccinia melanocephala (Ferrugem)

Canola

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria brassicae (Mancha preta)

Cará

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria tenuis (Mancha de Alternária)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Cebola

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria porri (Mancha púrpura)

Cenoura

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria dauci (Mancha de alternaria)

Cevada

Calda Terrestre Dosagem
Bipolaris sorokiniana (Mancha marrom)
Drechslera teres (Mancha angular)
Puccinia hordei (Ferrugem)

Chalota

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria porri (Mancha púrpura)

Chuchu

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora citrullina (Mancha das folhas)
Oidium spp (Oidio)

Citros

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum acutatum (Flor preta)
Guignardia citricarpa (Mancha preta)

Coco

Calda Terrestre Dosagem
Bipolaris incurvata (Mancha púrpura)
Cochliobolus spp (Mancha foliar)
Drechslera halodes (Manchas foliares)
Helminthosporium spp. (Helmintosporiose)

Cupuaçu

Calda Terrestre Dosagem
Crinipellis perniciosa (Vassoura de bruxa)

Dendê

Calda Terrestre Dosagem
Bipolaris incurvata (Mancha púrpura)
Cercospora spp (Cercosporiose)
Cochliobolus spp (Mancha foliar)
Curvularia spp (Curvulária)
Mycosphaerella spp (Podridão de micosferela)
Pestalotiopsis spp. (Mancha-foliar)

Duboisia

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Feijão

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum lindemuthianum (Antracnose)
Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular)
Uromyces appendiculatus (Ferrugem)

Feijão-caupi

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora arachidicola (Mancha castanha)
Pseudocercospora personata (Mancha preta)

Gergelim

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria sesami (Mancha-de-alternaria)

Girassol

Calda Terrestre Dosagem
Puccinia helianthi (Ferrugem)

Grão-de-bico

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora arachidicola (Mancha castanha)
Pseudocercospora personata (Mancha preta)

Guaraná

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum guaranicola (Antracnose-do-guaraná)

Inhame

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria tenuis (Mancha de Alternária)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Jiló

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Kiwi

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Oidium mangiferae (Oídio)

Lentilha

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora arachidicola (Mancha castanha)
Pseudocercospora personata (Mancha preta)

Linhaça

Calda Terrestre Dosagem
Melampsora lini (Ferrugem-do-linho)

Maçã

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Venturia inaequalis (Sarna da maçã)

Macadâmia

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Mamão

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Oidium caricae (Oídio)

Mandioca

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria tenuis (Mancha de Alternária)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Mandioquinha-salsa

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria dauci (Mancha de alternaria)

Manga

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Oidium caricae (Oídio)

Maracujá

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria passiflorae (Mancha-de-Alternária)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Maxixe

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum orbiculare (Antracnose)
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Melancia

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum orbiculare (Antracnose)
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Melão

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Milheto

Calda Terrestre Dosagem
Puccinia substriata var. penicillariae (Ferrugem do milheto)
Pyricularia grisea (Brusone)

Milho

Calda Terrestre Dosagem
Puccinia polysora (Ferrugem polisora)

Nabo

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria brassicae (Mancha preta)

Pepino

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Pimenta

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande)
Cercospora capsici (Cercospora)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Puccinia pampeana (Ferrugem)

Pimentão

Calda Terrestre Dosagem
Oidiopsis taurica (Oídio)

Pinhão-manso

Calda Terrestre Dosagem
Cylindrocladium spp. (Mancha-foliar-de-Cylindrocladium)

Pinus

Calda Terrestre Dosagem
Cylindrocladium spp. (Mancha-foliar-de-Cylindrocladium)

Plantas ornamentais

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria sp (Pinta preta)
Cercospora spp (Cercosporiose)
Colletotrichum spp (Antracnose)
Diplocarpon rosae (Mancha negra)
Oidium sp. (Oídio)
Peronospora spp (Míldio)
Pseudoperonospora sp. (Mildio)
Puccinia sp. (Ferrugem)
Sphaerotheca sp (Oídio)

Pupunha

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Quiabo

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora spp (Cercosporiose)
Erysiphe cichoracearum (Oídio)

Rabanete

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria brassicae (Mancha preta)

Romã

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Oidium mangiferae (Oídio)

Seringueira

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Oidium sp. (Oídio)

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora kikuchii (Mancha púrpura da semente)
Colletotrichum truncatum (Antracnose)
Corynespora cassiicola (Mancha alvo)
Erysiphe diffusa (Oídio)
Phakopsora pachyrhizi (Ferrugem asiática)
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)
Septoria glycines (Mancha parda)

Sorgo

Calda Terrestre Dosagem
Claviceps africana (Ergot)

Tomate

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande)
Septoria lycopersici (Septoriose)

Trigo

Calda Terrestre Dosagem
Drechslera tritici-repentis (Mancha amarela)
Puccinia triticina (Ferrugem da folha)

Triticale

Calda Terrestre Dosagem
Drechslera tritici-repentis (Mancha amarela)
Puccinia graminis (Ferrugem do colmo)
Puccinia triticina (Ferrugem da folha)

Frasco - Plástico - 0,1; 0,25; 0,5; 0,6; 1,0; 1,5 litros
Bombona - Plástico - 2; 2,5; 3; 5; 10; 15; 20; 50; 100 litros
Bag in box - Papelão/Plástico - 0,1; 0,25; 0,5; 0,6; 1; 1,6; 2; 2,5; 5; 10; 20 litros
Stand-up pouch com tampa - Plástico/Plástico metalizado - 0,1; 0,25; 0,5; 0,6; 1; 1,6; 2; 2,5; 5; 10; 20 litros
Lata - Metálico/Plástico - 1; 5; 10 e 20 litros
Balde - Metálico/Plástico - 1; 5; 10 e 20 litros
Tambor - Metálico/Plástico - 50; 100; 190; 200 e 210 litros
Tanque; contentor intermediário (IBC) - Metálico/Plástico/Fibra com papel bolsa plástica interna/
metal/plástico com papel pallet de madeira/plástico com papel pallet de plástico - 950; 960; 970; 980; 990; 1000; 1800; 2000; 2700; 3000 litros
Tanque; isocontainer/ caminhão tanque - metal - 5000; 10.000; 15.000; 16.000; 17.000; 18.000; 19.000; 20.000; 21.000; 22.000; 23.000; 24.000; 25.000; 29.000; 30.000 litros

INSTRUÇÕES DE USO

Orkestra® SC é um fungicida que apresenta duplo mecanismo de ação, atuando através do ingrediente ativo Fluxapiroxade como inibidor da enzima SDHI (succinato desidrogenase) e através do ingrediente ativo Piraclostrobina como inibidor do transporte de elétrons nas mitocôndrias das células dos fungos, inibindo a formação de ATP essencial nos processos metabólicos dos fungos.
Orkestra® SC apresenta excelente ação na proteção das plantas devido a sua atuação na inibição da germinação dos esporos, desenvolvimento e penetração dos tubos germinativos. Dependendo do patógeno, pode apresentar ação curativa e erradicante, pois contém em sua formulação o ingrediente ativo Fluxapiroxade, fungicida com ação sistêmica.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Efeito fisiológico: utilizando Orkestra® SC nas doses recomendadas podem ocorrer efeitos fisiológicos positivos na fisiologia das plantas, como o incremento da produtividade e/ou qualidade do produto final.
Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área).
Abacaxi, Abóbora, Abobrinha, Açaí, Alho, Anonáceas, Batata, Batata yacon, Berinjela, Beterraba, Cará, Cebola, Cenoura, Chalota, Chuchu, Coco, Cupuaçu, Feijão, Guaraná, Inhame, Jiló, Kiwi, Maçã, Macadâmia, Mamão, Mandioca, Mandioquinha-salsa, Manga, Maracujá, Maxixe, Melancia, Melão, Nabo, Pepino, Pimenta, Pimentão, Pinhão, Pupunha, Quiabo, Rabanete, Romã e Tomate: iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Repetir caso necessário com intervalos de 7 a 14 dias, dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 4 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança.
Algodão: iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas e repetir caso necessário, em intervalos de 12 a 15 dias, dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 4 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança.
Amendoim, Feijão caupi, Grão de bico e Lentilha: iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir caso necessário, em intervalos de 14 a 20 dias, dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 4 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança.
Aveia, Centeio, Cevada, Trigo e Triticale: iniciar as aplicações quando 10 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de Ferrugem e 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de Manchas Foliares. Repetir caso necessário com intervalos de 15 a 20 dias, dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 4 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança.
Café: iniciar as aplicações preventivamente entre novembro e dezembro e repetir a cada 60 dias, totalizando no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura e respeitando-se o intervalo de segurança.
Cana-de-açúcar: Ferrugem-alaranjada e Ferrugem - iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Repetir caso necessário com intervalos de 21 a 30 dias, dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 5 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança.
Podridão-abacaxi - realizar aplicação preventiva por ocasião da operação de plantio. Aplicar o produto em jato dirigido, no sulco de plantio, sobre o material de propagação (toletes), mudas, ou qualquer outro propágulo vegetativo e proceder o fechamento do sulco logo após a aplicação. Utilizar para isso pulverizadores acoplados às plantadoras mecanizadas ou máquinas especificas para este fim. Na soqueira, realizar a aplicação com equipamentos adaptados. Abrir um sulco lateral de cada lado da soqueira e aplicar o produto abaixo do nível do solo, na região de maior presença de raízes da cultura. Realizar no máximo uma aplicação por ciclo da cultura. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas, como clima favorável ao desenvolvimento do patógeno.
Citros:
Podridão-floral-dos-citros - iniciar as pulverizações a partir do início da inflorescência (estádio cotonete) até a queda de 2/3 das pétalas das flores. Repetir caso necessário, com intervalos de 7 a 14 dias, dependendo da evolução da doença.
Mancha-negra-dos-citros - iniciar as pulverizações com produtos específicos no início de brotações novas e formação dos frutos, repetir se necessário com intervalo de 30 dias. Não ultrapassar o número de 3 aplicações por ciclo e respeitar o intervalo de segurança.
Canola, Gergelim, Girassol e Linhaça: iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente, quando a cultura apresentar o estádio fenológico R1. Repetir caso necessário com intervalos de 15 a 20 dias, dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 2 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança.
Dendê: aplicar somente em viveiros de mudas e na implantação da cultura no campo desde o plantio das mudas até 30 dias antes da primeira floração para a primeira colheita. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Repetir caso necessário com intervalos de 7 a 14 dias, dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 4 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança.
Duboisia: Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas e repetir caso necessário, em intervalos de 14 a 20 dias, dependendo da evolução da doença, recomenda-se em torno de 4 aplicações por ano, alternando-se com outros fungicidas de modo de ação distinto.
Milheto, Milho e Sorgo: iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente, quando a cultura apresentar 6 a 8 folhas. Repetir caso necessário com intervalos de 15 a 20 dias, dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 2 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança.
Plantas Ornamentais – Em ambientes aberto ou protegidos, iniciar as aplicações preventivamente e repetir caso necessário com intervalos de 7 a 14 dias dependendo da evolução da doença. Utilizar volumes de calda conforme o porte da planta ornamental. Alternar produtos de modo de ação distintos.
Devido ao grande número de espécies de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pelas doenças, indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, antes de sua aplicação em maior escala.
Seringueira e Pinus - Iniciar as aplicações preventivamente e repetir caso necessário com intervalos de 7 a 14 dias dependendo da evolução da doença. Utilizar volumes de calda conforme o porte da cultura no momento da aplicação. Atentar para as INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA aos fungicidas.
Soja: não ultrapassar 2 aplicações por ciclo da cultura.
Mela e Oídio - a aplicação deverá ser efetuada quando forem constatados os primeiros sintomas e repetir caso necessário, dependendo das condições climáticas e evolução da doença, respeitando-se o intervalo de segurança.
Ferrugem-asiática - a aplicação para cultivares de hábito determinado deverá ser efetuada preventivamente entre o final do estádio vegetativo (estádio fenológico V8) ao início do florescimento (estádio fenológico R1) e, para cultivares de hábito indeterminado, aplicar 40 a 45 dias após a emergência ou no fechamento das entrelinhas, mesmo que ainda não tenham sido constatados os sintomas da doença. Se a doença aparecer antes de V8, proceder a aplicação imediatamente, não importando o estádio fenológico da cultura. Repetir a aplicação quando necessário, dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de segurança.
Para o alvo Ferrugem-asiática da soja, não ultrapassar o número máximo de 2 aplicações por ciclo da cultura, seguindo a recomendação do FRAC, com intervalo máximo de 14 dias.
Recomenda-se a alternância de produtos com modos de ações distintos de forma a evitar a resistência do patógeno.
Antracnose, Doenças de final de ciclo (Crestamento-foliar e Septoriose) e Mancha-alvo - a aplicação deverá ser efetuada a partir do florescimento (estádio fenológico R1) e repetir se necessário, dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de segurança.

MODO DE APLICAÇÃO

PREPARO DA CALDA
O responsável pela preparação da calda deve usar Equipamento de Proteção Individual (EPI) indicado para esse fim.
Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Adicionar o adjuvante à calda após o produto. Não exceder a concentração de 0,5% v/v da calda ou a recomendação descrita na bula do adjuvante.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS

APLICAÇÃO TERRESTRE
A aplicação terrestre (tratorizada) com o produto Orkestra® SC é recomendada para todas as indicadas nesta bula. Seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação:
- Equipamento de aplicação:
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
- Seleção de pontas de pulverização:
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem cobertura adequada das plantas hospedeiras e produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
- Velocidade do equipamento:
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.
- Pressão de trabalho:
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.
- Altura de barras de pulverização:
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.
- Para a cultura do café é permitido a aplicação via pulverizador tipo turbo atomizador ou costal.
- Aplicação com equipamento costal:
Para aplicações costais, manter constante a velocidade de trabalho e altura da lança, evitando variações no padrão de deposição da calda nos alvos, bem como a sobreposição entre as faixas de aplicação.

APLICAÇÃO AÉREA
A aplicação aérea com o produto Orkestra® SC é recomendada apenas para as culturas de algodão, amendoim, aveia, cana-de-açúcar, centeio, cevada, citros, coco, cupuaçu, dendê, feijão, girassol, guaraná, maçã, macadâmia, mamão, manga, milho, pinhão, pupunha, soja, sorgo e trigo.
- Equipamento de aplicação:
Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
- Volume de calda por hectare (taxa de aplicação):
Recomenda-se o volume de calda entre 30 a 50 L/ha ou 10 a 30 L/ha, quando utilizados bicos centrífugos (atomizadores rotativos).
- Seleção de pontas de pulverização:
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem cobertura adequada das plantas hospedeiras e produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.
- Altura de voo e faixa de aplicação:
Altura de voo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidas na operação sejam expostos ao produto.
O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.

CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS

- Velocidade do vento:
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
- Temperatura e umidade:
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30°C). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
- Período de chuvas:
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região.
O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.

LIMPEZA DE TANQUE

Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas.
Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
Todas as condições descritas acima para aplicações terrestres e aéreas poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região, observando-se as indicações de bula. Observar também as orientações técnicas dos programas de manejo integrado e de resistência de pragas.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Abacaxi, Abóbora, Abobrinha, Açaí, Alho, Anonáceas, Batata yacon, Beterraba, Cará, Cebola, Cenoura, Chalota, Chuchu, Coco, Cupuaçu, Guaraná, Inhame, Kiwi, Macadâmia, Mamão, Mandioca, Mandioquinha-salsa, Manga, Maracujá, Maxixe, Melancia, Melão, Nabo, Pepino, Pinhão, Pupunha, Rabanete, Romã e Tomate: 7 dias;
Algodão, Amendoim, Citros, Feijão, Feijão-caupi, Grão-de-bico, Lentilha, Maçã e Soja: 14 dias;
Aveia, Cana-de-açúcar, Canola, Centeio, Cevada, Gergelim, Girassol, Linhaça, Sorgo, Trigo e Triticale: 30 dias;
Batata, Berinjela, Jiló, Pimenta, Pimentão e Quiabo: 3 dias;
Café, Milheto e Milho: 45 dias;
Duboisia, Pinus, Plantas ornamentais e Seringueira: Uso não alimentar;
Dendê: Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
• Não há limitação de uso quando utilizado de acordo com as recomendações constantes na bula

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

A integração de medidas de controle é premissa básica para um bom manejo de doenças nas plantas cultivadas. As diferentes medidas de controle visam desacelerar, integradamente o ciclo das relações patógeno-hospedeiro. O uso de fungicidas adequados, variedades resistentes, rotação de culturas e controle do ambiente devem ser vistos como métodos de controle mutuamente úteis.
Dentro deste princípio, todas as vezes que seja possível devemos associar as boas práticas agrícolas como: Uso racional de fungicidas e aplicação no momento e doses indicadas, fungicidas específicos para um determinado fungo, utilização de cultivares resistentes ou tolerantes, semeadura nas épocas menos propícias para o desenvolvimento dos fungos, eliminação de plantas hospedeiras, rotação de culturas, adubação equilibrada, escolha do local para implantação da cultura, etc.
Manejo de doenças de plantas cultivadas deve ser entendido como a utilização de métodos químicos, culturais e biológicos necessários para manter as doenças abaixo do nível de dano econômico.

RECOMENDAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS PARA A FERRUGEM-DA-SOJA

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática para retardar a queda de eficácia dos fungicidas ao fungo causador da Ferrugemasiática da soja, seguem algumas recomendações:
- Aplicação alternada de fungicidas formulados em mistura, rotacionando os mecanismos de ação distintos do Grupo G1, C2 e C3 sempre que possível; Se o produto tiver apenas um mecanismo de ação, nunca utilizá-lo isoladamente;
- Respeitar o vazio sanitário e eliminar plantas de soja voluntária;
- Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época recomendada para cada região (adotar estratégia de escape);
- Jamais cultivar a soja safrinha (segunda época);
- Utilizar cultivares com gene de resistência incorporado, quando disponíveis;
- Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar, o que permitirá maior penetração e melhor cobertura do fungicida;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, uso de sementes sadias, adubação equilibrada, manejo da irrigação do sistema, outros controles culturais etc.
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis do agente causador de doenças a ser controlado;
- Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de fungicidas;
- Realizar o monitoramento da doença na cultura;
- Adotar estratégia de aplicação preventiva;
- Respeitar intervalo máximo de 14 dias de intervalos entre aplicações;
- Realizar, no máximo, o número de aplicações do produto conforme descrito em bula;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou informados à Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), ao Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org) e ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO C2 FUNGICIDA
GRUPO C3 FUNGICIDA

O produto fungicida Orkestra® SC é composto por Fluxapiroxade e Piraclostrobina, que apresentam mecanismos de ação dos Inibidores do complexo II: Succinato-desidrogenase e Inibidores do Complexo III: Citocromo bc1 (ubiquinol oxidase) no sitio Qo, pertencentes aos Grupo C2 e C3, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas), respectivamente.

RECOMENDAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C2 e C3 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou informados à Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), ao Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org) e ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO C2 FUNGICIDA
GRUPO C3 FUNGICIDA

O produto fungicida Orkestra® SC é composto por Fluxapiroxade e Piraclostrobina, que apresentam mecanismos de ação dos Inibidores do complexo II: Succinato-desidrogenase e Inibidores do Complexo III: Citocromo bc1 (ubiquinol oxidase) no sitio Qo, pertencentes aos Grupo C2 e C3, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas), respectivamente.