Bula Orkestra SC

CI
Piraclostrobina; Fluxapiroxade
8813
Basf

Composição

Fluxapiroxade 167 g/L
Piraclostrobina 333 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Fungicida
4 - Produto Pouco Tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Protetor, Sistêmico

Abacaxi

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Oidium mangiferae (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Abóbora

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum orbiculare (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Abobrinha

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum orbiculare (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Açaí

Dosagem Calda Terrestre
Exserohilum rostratum (Mancha foliar) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pestalotiopsis spp. (Mancha-foliar) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Acelga

Dosagem Calda Terrestre
Cercospora beticola (Cercosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Septoria lactucae (Septoriose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Acerola

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria spp (Pinta preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cercospora spp (Cercosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Agrião

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cercospora nasturtii (Cercosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Septoria lactucae (Septoriose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Alface

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Alternaria sonchi (Mancha de alternaria) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cercospora longissima (Cercosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Septoria lactucae (Septoriose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Algodão

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gossypii (Tombamento) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Corynespora cassiicola (Mancha alvo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ramularia areola (Ramularia) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Alho

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria porri (Mancha púrpura) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia allii (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Almeirão

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Alternaria sonchi (Mancha de alternaria) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Septoria lactucae (Septoriose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Ameixa

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Monilinia fructicola (Podridão parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Monilinia laxa (Podridão-dos-furtos) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia discolor (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia pruni (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Amendoim

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria porri (Mancha púrpura) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia allii (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Amora preta

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria spp (Pinta preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cercospora spp (Cercosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Anonáceas

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Oidium mangiferae (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Aveia

Dosagem Calda Terrestre
Drechslera avenae (Helmintosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia coronata var. avenae (Ferrugem da folha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Azeitona

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum spp (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata yacon

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria alternata (Mancha de alternaria) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Berinjela

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia pampeana (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Septoria lycopersici (Septoriose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Beterraba

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria tenuis (Mancha de Alternária) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Brócolis

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cacau

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Café

Dosagem Calda Terrestre
Cercospora coffeicola (Olho pardo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Hemileia vastatrix (Ferrugem do cafeeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phoma costaricensis (Seca de ponteiros) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cana-de-açúcar

Dosagem Calda Terrestre
Ceratocystis paradoxa (Podridão da coroa) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia kuehnii (Ferrugem alaranjada da cana) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia melanocephala (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Canola

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cará

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria tenuis (Mancha de Alternária) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cebola

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria porri (Mancha púrpura) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cenoura

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria dauci (Mancha de alternaria) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cevada

Dosagem Calda Terrestre
Bipolaris sorokiniana (Mancha marrom) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Drechslera teres (Mancha angular) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia hordei (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Chalota

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria porri (Mancha púrpura) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Chicória

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Alternaria sonchi (Mancha de alternaria) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Septoria lactucae (Septoriose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Chuchu

Dosagem Calda Terrestre
Cercospora citrullina (Mancha das folhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Oidium spp (Oidio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Citros

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum acutatum (Flor preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Guignardia citricarpa (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Coco

Dosagem Calda Terrestre
Bipolaris incurvata (Mancha púrpura) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cochliobolus spp (Mancha foliar) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Drechslera halodes (Manchas foliares) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Helminthosporium spp. (Helmintosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve-chinesa

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve-de-bruxelas

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve-flor

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cupuaçu

Dosagem Calda Terrestre
Crinipellis perniciosa (Vassoura de bruxa) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Dendê

Dosagem Calda Terrestre
Bipolaris incurvata (Mancha púrpura) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cercospora spp (Cercosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cochliobolus spp (Mancha foliar) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Curvularia spp (Curvulária) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Mycosphaerella spp (Podridão de micosferela) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pestalotiopsis spp. (Mancha-foliar) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Duboisia

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Espinafre

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria sonchi (Mancha de alternaria) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Septoria lactucae (Septoriose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Estévia

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Septoria lactucae (Septoriose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum lindemuthianum (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Uromyces appendiculatus (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão-caupi

Dosagem Calda Terrestre
Cercospora arachidicola (Mancha castanha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudocercospora personata (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Framboesa

Dosagem Calda Terrestre
Armillaria spp (Podridão-radicular) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cercospora spp (Cercosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Oidium spp (Oidio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Gergelim

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria sesami (Mancha-de-alternaria) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Girassol

Dosagem Calda Terrestre
Puccinia helianthi (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Grão-de-bico

Dosagem Calda Terrestre
Cercospora arachidicola (Mancha castanha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudocercospora personata (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Guaraná

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum guaranicola (Antracnose-do-guaraná) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Inhame

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria tenuis (Mancha de Alternária) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Jiló

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Kiwi

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Oidium mangiferae (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Lentilha

Dosagem Calda Terrestre
Cercospora arachidicola (Mancha castanha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudocercospora personata (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Linhaça

Dosagem Calda Terrestre
Melampsora lini (Ferrugem-do-linho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maçã

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Venturia inaequalis (Sarna da maçã) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Macadâmia

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mamão

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Oidium caricae (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mandioca

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria tenuis (Mancha de Alternária) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mandioquinha-salsa

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria dauci (Mancha de alternaria) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Manga

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Oidium caricae (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maracujá

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria passiflorae (Mancha-de-Alternária) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Marmelo

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Entomosporium mespili (Entomosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maxixe

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum orbiculare (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melancia

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum orbiculare (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melão

Dosagem Calda Terrestre
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milheto

Dosagem Calda Terrestre
Puccinia substriata var. penicillariae (Ferrugem do milheto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pyricularia grisea (Brusone) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milho

Dosagem Calda Terrestre
Puccinia polysora (Ferrugem polisora) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mirtilo

Dosagem Calda Terrestre
Armillaria spp (Podridão-radicular) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cercospora spp (Cercosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum acutatum (Flor preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pucciniastrum vaccinii (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Morango

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria spp (Pinta preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum acutatum (Flor preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Mycosphaerella fragariae (Mancha foliar) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sphaeroteca macularis (Oídium) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mostarda

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Septoria lactucae (Septoriose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Nabo

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Nectarina

Dosagem Calda Terrestre
Glomerella cingulata (Podridão amarga da macieira) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Monilinia fructicola (Podridão parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Monilinia laxa (Podridão-dos-furtos) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia discolor (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia pruni (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Nêspera

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Entomosporium mespili (Entomosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Monilinia fructicola (Podridão parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Monilinia laxa (Podridão-dos-furtos) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pepino

Dosagem Calda Terrestre
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pera

Dosagem Calda Terrestre
Armillaria spp (Podridão-radicular) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Entomosporium mespili (Entomosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Monilinia fructicola (Podridão parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Monilinia laxa (Podridão-dos-furtos) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Venturia inaequalis (Sarna da maçã) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pêssego

Dosagem Calda Terrestre
Armillaria spp (Podridão-radicular) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Monilinia fructicola (Podridão parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Monilinia laxa (Podridão-dos-furtos) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia discolor (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia pruni (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pimenta

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cercospora capsici (Cercospora) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia pampeana (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pimentão

Dosagem Calda Terrestre
Oidiopsis taurica (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pinhão-manso

Dosagem Calda Terrestre
Cylindrocladium spp. (Mancha-foliar-de-Cylindrocladium) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pinus

Dosagem Calda Terrestre
Cylindrocladium spp. (Mancha-foliar-de-Cylindrocladium) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pitanga

Dosagem Calda Terrestre
Cercospora eugeniae (Cercosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Uredo pitangae (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Plantas ornamentais

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria sp (Pinta preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cercospora spp (Cercosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum spp (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Diplocarpon rosae (Mancha negra) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Oidium sp. (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Peronospora spp (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudoperonospora sp. (Mildio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia sp. (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sphaerotheca sp (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pupunha

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Quiabo

Dosagem Calda Terrestre
Cercospora spp (Cercosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Erysiphe cichoracearum (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Rabanete

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Repolho

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Romã

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Oidium mangiferae (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Rúcula

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Septoria lactucae (Septoriose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Seriguela

Dosagem Calda Terrestre
Pseudocercospora mombin (Cercosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Seringueira

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Oidium sp. (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Soja

Dosagem Calda Terrestre
Cercospora kikuchii (Mancha púrpura da semente) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum truncatum (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Corynespora cassiicola (Mancha alvo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Erysiphe diffusa (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phakopsora pachyrhizi (Ferrugem asiática) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Septoria glycines (Mancha parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Sorgo

Dosagem Calda Terrestre
Claviceps africana (Ergot) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tomate

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Leveillula taurica (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sclerotium rolfsii (Mofo cinzento) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Septoria lycopersici (Septoriose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Trigo

Dosagem Calda Terrestre
Drechslera tritici-repentis (Mancha amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia triticina (Ferrugem da folha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Triticale

Dosagem Calda Terrestre
Drechslera tritici-repentis (Mancha amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia graminis (Ferrugem do colmo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia triticina (Ferrugem da folha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Uva

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phakopsora euvitis (Ferrugem da videira) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Frasco (plástico): 0,1; 0,25; 0,5; 0,6; 1,0; 1,5 L;

Bombona (plástico): 2; 2,5; 3; 5; 10; 15; 20; 50; 100 L;

Bag in box (papelão/plástico): 0,1; 0,25; 0,5; 0,6; 1; 1,6; 2; 2,5; 5; 10; 20 L;

Stand-up pouch com tampa (plástico/plástico metalizado): 0,1; 0,25; 0,5; 0,6; 1; 1,6; 2; 2,5; 5; 10; 20 L;

Lata (metal/plástico): 1; 5; 10 e 20 L;

Balde (metal/plástico): 1; 5; 10 e 20 L;

Tambor (metal/plástico): 50; 100; 190; 200 e 210 L;

Tanque (contentor intermediário - IBC – metal/plástico/fibra com papel bolsa plástica interna/metal/plástico com papel pallet de madeira/plástico com papel pallet de plástico): 950; 960; 970; 980; 990; 1.000; 1.800; 2.000; 2.700; 3.000 L;

Tanque e isocontainer/ caminhão tanque (metal): 5.000; 10.000; 15.000; 16.000; 17.000; 18.000; 19.000; 20.000; 21.000; 22.000; 23.000; 24.000; 25.000; 29.000; 30.000 L.

INSTRUÇÕES DE USO

O produto é um fungicida que apresenta duplo mecanismo de ação, atuando através do ingrediente ativo Fluxapiroxade como inibidor da enzima SDHI (succinato desidrogenase) e através do ingrediente ativo Piraclostrobina como inibidor do transporte de elétrons nas mitocôndrias das células dos fungos, inibindo a formação de ATP essencial nos processos metabólicos dos fungos.
Apresenta excelente ação na proteção das plantas devido a sua atuação na inibição da germinação dos esporos, desenvolvimento e penetração dos tubos germinativos. Dependendo do patógeno, pode apresentar ação curativa e erradicante, pois contém em sua formulação o ingrediente ativo Fluxapiroxade, fungicida com ação sistêmica.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Efeito fisiológico

Utilizando o produto nas doses recomendadas podem ocorrer efeitos fisiológicos positivos na fisiologia das plantas, como o incremento da produtividade e/ou qualidade do produto final.
Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área).

Abacaxi, Abóbora, Abobrinha, Açaí, Alho, Anonáceas, Batata, Batata yacon, Berinjela, Beterraba, Cará, Cebola, Cenoura, Chalota, Chuchu, Coco, Cupuaçu, Feijão, Guaraná, Inhame, Jiló, Kiwi, Maçã, Macadâmia, Mamão, Mandioca, Mandioquinha-salsa, Manga, Maracujá, Maxixe, Melancia, Melão, Nabo, Pepino, Pimenta, Pimentão, Pinhão, Pupunha, Quiabo, Rabanete e Romã

Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Repetir caso necessário com intervalos de 7 a 14 dias, dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 4 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança.

Acerola, Amora, Azeitona, Framboesa, Pitanga, Seriguela e Mirtilo

Iniciar as aplicações preventivamente na formação dos primeiros frutos. Repetir as aplicações caso necessário em intervalos de 10 dias dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 4 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança.

Acelga, Agrião, Almeirão, Chicória, Espinafre, Estévia, Mostarda e Rúcula

Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Repetir as aplicações caso necessário em intervalos de 6 a 10 dias dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 4 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança.

Alface

Iniciar as aplicações preventivamente, e repetir se necessário (no máximo 4 vezes), em intervalos de 10 dias entre as mesmas, dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de segurança.

Algodão

Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas e repetir caso necessário, em intervalos de 12 a 15 dias, dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 4 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança.

Amendoim, Feijão caupi, Grão de bico e Lentilha

Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir caso necessário, em intervalos de 14 a 20 dias, dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 4 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança.

Ameixa, Cacau, Marmelo, Nectarina, Nêspera, Pêra e Pêssego

Iniciar as aplicações preventivamente e repetir a intervalos de 30 dias.

Aveia, Centeio, Cevada, Trigo e Triticale

Iniciar as aplicações quando 10 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de Ferrugem e 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de Manchas Foliares. Repetir caso necessário com intervalos de 15 a 20 dias, dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 4 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança.

Batata

Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos primeiros sinais da doença, que normalmente ocorre no início da tuberização (ao redor dos 45 dias após plantio), repetindo as aplicações, até no máximo 4 vezes, se necessário, em intervalos de 10 a 14 dias, dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de segurança.

Aplicação em sulco de plantio: realizar aplicação preventiva por ocasião da operação de plantio. Aplicar o produto em jato dirigido, no sulco de plantio, sobre a batata semente e proceder o fechamento do sulco logo após a aplicação.

Café

Iniciar as aplicações preventivamente entre novembro e dezembro e repetir a cada 60 dias, totalizando no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura e respeitando-se o intervalo de segurança.

Cana-de-açúcar

Ferrugem-alaranjada e Ferrugem

Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Repetir caso necessário com intervalos de 21 a 30 dias, dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 5 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança.

Podridão-abacaxi

Realizar aplicação preventiva por ocasião da operação de plantio. Aplicar o produto em jato dirigido, no sulco de plantio, sobre o material de propagação (toletes), mudas, ou qualquer outro propágulo vegetativo e proceder o fechamento do sulco logo após a aplicação. Utilizar para isso pulverizadores acoplados às plantadoras mecanizadas ou máquinas especificas para este fim. Na soqueira, realizar a aplicação com equipamentos adaptados. Abrir um sulco lateral de cada lado da soqueira e aplicar o produto abaixo do nível do solo, na região de maior presença de raízes da cultura. Realizar no máximo uma aplicação por ciclo da cultura. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas, como clima favorável ao desenvolvimento do patógeno.

Citros

Podridão-floral-dos-citros

Iniciar as pulverizações a partir do início da inflorescência (estádio cotonete) até a queda de 2/3 das pétalas das flores. Repetir caso necessário, com intervalos de 7 a 14 dias, dependendo da evolução da doença.

Mancha-negra-dos-citros

Iniciar as pulverizações com produtos específicos no início de brotações novas e formação dos frutos, repetir se necessário com intervalo de 30 dias. Não ultrapassar o número de 3 aplicações por ciclo e respeitar o intervalo de segurança.

Canola, Gergelim, Girassol e Linhaça

Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente, quando a cultura apresentar o estádio fenológico R1. Repetir caso necessário com intervalos de 15 a 20 dias, dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 2 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança.

Dendê

Aplicar somente em viveiros de mudas e na implantação da cultura no campo desde o plantio das mudas até 30 dias antes da primeira floração para a primeira colheita. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Repetir caso necessário com intervalos de 7 a 14 dias, dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 4 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança.

Duboisia

Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas e repetir caso necessário, em intervalos de 14 a 20 dias, dependendo da evolução da doença, recomenda-se em torno de 4 aplicações por ano, alternando-se com outros fungicidas de modo de ação distinto.

Milheto, Milho e Sorgo

Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente, quando a cultura apresentar 6 a 8 folhas. Repetir caso necessário com intervalos de 15 a 20 dias, dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 2 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança.

Morango

Iniciar as aplicações na formação dos primeiros frutos, e repetir se necessário (no máximo 4 vezes), em intervalos de 10 dias entre as mesmas, dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de segurança.

Plantas Ornamentais

Em ambientes aberto ou protegidos, iniciar as aplicações preventivamente e repetir caso necessário com intervalos de 7 a 14 dias dependendo da evolução da doença. Utilizar volumes de calda conforme o porte da planta ornamental. Alternar produtos de modo de ação distintos.
Devido ao grande número de espécies de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pelas doenças, indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, antes de sua aplicação em maior escala.

Brócolis, Couve, Couve chinesa, Couve-de-bruxelas, Couve-flor e Repolho

Mancha-de-alternaria

Após o transplante e estabelecimento das plantas, iniciar as pulverizações preventivamente. Realizar no máximo 4 pulverizações com intervalo de 7 dias. A utilização do maior número de aplicação e dose faz-se necessário dependendo das condições meteorológicas favoráveis para o desenvolvimento da doença. Respeitar o intervalo de segurança.

Seringueira e Pinus

Iniciar as aplicações preventivamente e repetir caso necessário com intervalos de 7 a 14 dias dependendo da evolução da doença. Utilizar volumes de calda conforme o porte da cultura no momento da aplicação. Atentar para as INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA aos fungicidas.

Soja

Não ultrapassar 2 aplicações por ciclo da cultura.

Mela e Oídio

A aplicação deverá ser efetuada quando forem constatados os primeiros sintomas e repetir caso necessário, dependendo das condições climáticas e evolução da doença, respeitando-se o intervalo de segurança.


Ferrugem-asiática

A aplicação para cultivares de hábito determinado deverá ser efetuada preventivamente entre o final do estádio vegetativo (estádio fenológico V8) ao início do florescimento (estádio fenológico R1) e, para cultivares de hábito indeterminado, aplicar 40 a 45 dias após a emergência ou no fechamento das entrelinhas, mesmo que ainda não tenham sido constatados os sintomas da doença. Se a doença aparecer antes de V8, proceder a aplicação imediatamente, não importando o estádio fenológico da cultura. Repetir a aplicação quando necessário, dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de segurança.
Para o alvo Ferrugem-asiática da soja, não ultrapassar o número máximo de 2 aplicações por ciclo da cultura, seguindo a recomendação do FRAC, com intervalo máximo de 14 dias.
Recomenda-se a alternância de produtos com modos de ações distintos de forma a evitar a resistência do patógeno.


Antracnose, Doenças de final de ciclo (Crestamento-foliar e Septoriose) e Mancha-alvo

A aplicação deverá ser efetuada a partir do florescimento (estádio fenológico R1) e repetir se necessário, dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de segurança.

Tomate

Pinta-preta e Septoriose

Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Repetir caso necessário com intervalos de 7 a 14 dias, dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 4 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança.

Murcha-de-sclerotium

Após o transplante e estabelecimento das plantas, iniciar as aplicações preventivamente via irrigação. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 10 dias. A utilização do maior número de aplicação e dose faz-se necessário dependendo das condições meteorológicas favoráveis para o desenvolvimento da doença. Respeitar o intervalo de segurança.

Oídio

Após o transplante e estabelecimento das plantas, iniciar as pulverizações preventivamente. Realizar no máximo 4 pulverizações com intervalo de 10 dias. A utilização do maior número de aplicação e dose faz-se necessário dependendo das condições meteorológicas favoráveis para o desenvolvimento da doença. Respeitar o intervalo de segurança.

Uva

Ferrugem-da-videira

Iniciar as pulverizações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, quando a cultura apresentar 6 a 8 folhas. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 7 dias. A utilização do maior número de aplicação e dose faz-se necessário dependendo das condições meteorológicas favoráveis para o desenvolvimento da doença. Respeitar o intervalo de segurança.

Mofo-cinzento

Iniciar as pulverizações preventivamente a partir do florescimento. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 7 dias. A utilização do maior número de aplicação e dose faz-se necessário dependendo das condições meteorológicas favoráveis para o desenvolvimento da doença. Respeitar o intervalo de segurança.

MODO DE APLICAÇÃO

PREPARO DA CALDA

O responsável pela preparação da calda deve usar Equipamento de Proteção Individual (EPI) indicado para esse fim.
Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Adicionar o adjuvante à calda após o produto. Não exceder a concentração de 0,5% v/v da calda ou a recomendação descrita na bula do adjuvante.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS

APLICAÇÃO TERRESTRE

A aplicação terrestre (tratorizada) com o produto é recomendada para todas as indicadas nesta bula. Seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação:

Equipamento de aplicação

Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.

Seleção de pontas de pulverização

A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem cobertura adequada das plantas hospedeiras e produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).

Velocidade do equipamento

Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.

Pressão de trabalho

Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.

Altura de barras de pulverização

A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.

Para a cultura do café é permitido a aplicação via pulverizador tipo turbo atomizador ou costal.

Aplicação com equipamento costal

Para aplicações costais, manter constante a velocidade de trabalho e altura da lança, evitando variações no padrão de deposição da calda nos alvos, bem como a sobreposição entre as faixas de aplicação.

APLICAÇÃO AÉREA

A aplicação aérea com o produto é recomendada apenas para as culturas de algodão, amendoim, aveia, cana-de-açúcar, centeio, cevada, citros, coco, cupuaçu, dendê, feijão, girassol, guaraná, maçã, macadâmia, mamão, manga, milho, pinhão, pupunha, soja, sorgo e trigo.

Equipamento de aplicação

Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.

Volume de calda por hectare (taxa de aplicação)

Recomenda-se o volume de calda entre 30 a 50 L/ha ou 10 a 30 L/ha, quando utilizados bicos centrífugos (atomizadores rotativos).

Seleção de pontas de pulverização

A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem cobertura adequada das plantas hospedeiras e produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas. Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.

Altura de voo e faixa de aplicação

Altura de voo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidas na operação sejam expostos ao produto.
O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.

CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS


Velocidade do vento

A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.

Temperatura e umidade

Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30°C). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.

Período de chuvas


A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região.
O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.

LIMPEZA DE TANQUE

Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas.
Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
Todas as condições descritas acima para aplicações terrestres e aéreas poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região, observando-se as indicações de bula. Observar também as orientações técnicas dos programas de manejo integrado e de resistência de pragas.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

- Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
- Não há limitação de uso quando utilizado de acordo com as recomendações constantes na bula.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

A integração de medidas de controle é premissa básica para um bom manejo de doenças nas plantas cultivadas. As diferentes medidas de controle visam desacelerar, integradamente o ciclo das relações patógeno-hospedeiro. O uso de fungicidas adequados, variedades resistentes, rotação de culturas e controle do ambiente devem ser vistos como métodos de controle mutuamente úteis. Dentro deste princípio, todas as vezes que seja possível devemos associar as boas práticas agrícolas como:
- Uso racional de fungicidas e aplicação no momento e doses indicadas;
- Fungicidas específicos para um determinado fungo;
- Utilização de cultivares resistentes ou tolerantes;
- Semeadura nas épocas menos propícias para o desenvolvimento dos fungos;
- Eliminação de plantas hospedeiras;
- Rotação de culturas;
- Adubação equilibrada;
- Escolha do local para implantação da cultura;
- Manejo de doenças de plantas cultivadas deve ser entendido como a utilização de métodos químicos, culturais e biológicos necessários para manter as doenças abaixo do nível de dano econômico.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C2 e C3 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou informados à Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), ao Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org) e ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO C2 FUNGICIDA
GRUPO C3 FUNGICIDA

O produto fungicida é composto por Fluxapiroxade e Piraclostrobina, que apresentam mecanismos de ação dos Inibidores do complexo II: Succinato-desidrogenase e Inibidores do Complexo III: Citocromo bc1 (ubiquinol oxidase) no sitio Qo, pertencentes aos Grupo C2 e C3, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas), respectivamente.

RECOMENDAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS PARA A FERRUGEM-DA-SOJA

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática para retardar a queda de eficácia dos fungicidas ao fungo causador da Ferrugemasiática da soja, seguem algumas recomendações:
- Aplicação alternada de fungicidas formulados em mistura, rotacionando os mecanismos de ação distintos do Grupo G1, C2 e C3 sempre que possível; Se o produto tiver apenas um mecanismo de ação, nunca utilizá-lo isoladamente;
- Respeitar o vazio sanitário e eliminar plantas de soja voluntária;
- Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época recomendada para cada região (adotar estratégia de escape);
- Jamais cultivar a soja safrinha (segunda época);
- Utilizar cultivares com gene de resistência incorporado, quando disponíveis;
- Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar, o que permitirá maior penetração e melhor cobertura do fungicida;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, uso de sementes sadias, adubação equilibrada, manejo da irrigação do sistema, outros controles culturais etc.
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis do agente causador de doenças a ser controlado;
- Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de fungicidas;
- Realizar o monitoramento da doença na cultura;
- Adotar estratégia de aplicação preventiva;
- Respeitar intervalo máximo de 14 dias de intervalos entre aplicações;
- Realizar, no máximo, o número de aplicações do produto conforme descrito em bula;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou informados à Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), ao Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org) e ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO C2 FUNGICIDA
GRUPO C3 FUNGICIDA

O produto fungicida é composto por Fluxapiroxade e Piraclostrobina, que apresentam mecanismos de ação dos Inibidores do complexo II: Succinato-desidrogenase e Inibidores do Complexo III: Citocromo bc1 (ubiquinol oxidase) no sitio Qo, pertencentes aos Grupo C2 e C3, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas), respectivamente.




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