Bula Orkestra SC - Basf

Bula Orkestra SC

acessos
Piraclostrobina + Fluxapiroxade
8813
Basf

Composição

Fluxapiroxade 167 g/L Carboxamida
Piraclostrobina 333 g/L Estrobilurina

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico, Protetor

Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
20 a 35 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 7 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
20 a 35 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 7 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Abobrinha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
20 a 35 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 7 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
20 a 35 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 7 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Açaí Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha foliar
(Exserohilum rostratum)
250 a 350 mL p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 7 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Mancha-foliar
(Pestalotiopsis spp.)
250 a 350 mL p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 7 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha alvo
(Corynespora cassiicola)
250 a 300 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura, com intervalos de 12 a 15 dias, dependendo da evolução da doença 14 dias Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Ramularia
(Ramularia areola)
250 a 300 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura, com intervalos de 12 a 15 dias, dependendo da evolução da doença 14 dias Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Ramulose
(Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides)
250 a 300 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura, com intervalos de 12 a 15 dias, dependendo da evolução da doença 14 dias Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
250 a 350 mL p.c./ha 200 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 7 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
250 a 300 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 14 a 20 dias, dependendo da evolução da doença 14 dias Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Mancha preta
(Pseudocercospora personata)
250 a 350 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 14 a 20 dias, dependendo da evolução da doença 14 dias Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia coronata var. avenae)
250 a 300 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 15 a 20 dias, dependendo da evolução da doença 30 dias Iniciar as aplicações quando 10 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de Ferrugem e 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de Manchas Foliares. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Helmintosporiose
(Drechslera avenae)
250 a 350 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 15 a 20 dias, dependendo da evolução da doença 30 dias Iniciar as aplicações quando 10 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de Ferrugem e 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de Manchas Foliares. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
200 a 350 mL p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 3 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
150 a 350 mL p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 3 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Ferrugem
(Puccinia pampeana)
150 a 350 mL p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 3 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
150 a 350 mL p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 3 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Septoriose
(Septoria lycopersici)
150 a 350 mL p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 3 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
500 a 600 mL p.c./ha 400 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo, com intervalos de 60 dias, totalizando no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura 45 dias Iniciar as aplicações preventivamente entre novembro e dezembro. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável e/ou início de surgimento de sintomas na área)
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
500 a 600 mL p.c./ha 400 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo, com intervalos de 60 dias, totalizando no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura 45 dias Iniciar as aplicações preventivamente entre novembro e dezembro. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável e/ou início de surgimento de sintomas na área)
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia melanocephala)
300 a 400 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo, com intervalos de 21 a 30 dias, dependendo da evolução da doença 30 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável e/ou início de surgimento de sintomas na área)
Ferrugem alaranjada da cana
(Puccinia kuehnii)
300 a 400 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo, com intervalos de 21 a 30 dias, dependendo da evolução da doença 30 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável e/ou início de surgimento de sintomas na área)
Podridão da coroa
(Ceratocystis paradoxa)
300 a 400 mL p.c./ha 100 L calda/ha (sulco de plantio) - Aplicação única 30 dias Realizar aplicação preventiva por ocasião da operação de plantio. Aplicar o produto em jato dirigido, no sulco de plantio, sobre o material de propagação (toletes), mudas, ou qualquer outro propágulo vegetativo e proceder o fechamento do sulco logo após a aplicação. Utilizar para isso pulverizadores acoplados às plantadoras mecanizadas ou máquinas especificas para este fim. Na soqueira, realizar a aplicação com equipamentos adaptados. Abrir um sulco lateral de cada lado da soqueira e aplicar o produto abaixo do nível do solo, na região de maior presença de raízes da cultura. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas, como clima favorável ao desenvolvimento do patógeno
Canola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
250 a 350 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo, com intervalos de 15 a 20 dias, dependendo da evolução da doença 30 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente, quando a cultura apresentar o estádio fenológico R1. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
250 a 350 mL p.c./ha 200 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 7 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
250 a 350 mL p.c./ha 400 a 700 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 7 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Centeio Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
250 a 350 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 15 a 20 dias, dependendo da evolução da doença 30 dias Iniciar as aplicações quando 10 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de Ferrugem e 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de Manchas Foliares. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia hordei)
250 a 350 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 15 a 20 dias, dependendo da evolução da doença 30 dias Iniciar as aplicações quando 10 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de Ferrugem e 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de Manchas Foliares. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Mancha angular
(Drechslera teres)
250 a 350 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 15 a 20 dias, dependendo da evolução da doença 30 dias Iniciar as aplicações quando 10 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de Ferrugem e 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de Manchas Foliares. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Chalota Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
250 a 350 mL p.c./ha 200 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 7 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Chuchu Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha das folhas
(Cercospora citrullina)
20 a 35 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 7 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Oidio
(Oidium spp)
20 a 35 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 7 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Flor preta
(Colletotrichum acutatum)
10 a 15 mL p.c./100 L 2000 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias, dependendo da evolução da doença 14 dias Iniciar as pulverizações a partir do início da inflorescência (estádio cotonete) até a queda de 2/3 das pétalas das flores
Mancha preta
(Guignardia citricarpa)
12 a 15 mL p.c./100 L 2000 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo, com intervalos de 30 dias 14 dias Iniciar as pulverizações com produtos específicos no início de brotações novas e formação dos frutos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Côco Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helmintosporiose
(Helminthosporium spp.)
250 a 350 mL p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 7 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Mancha púrpura
(Bipolaris incurvata)
250 a 350 mL p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 a 14 dias. 7 dias. Preventivamente antes do aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha-reticular
(Drechslera spp.)
250 a 350 mL p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 7 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem branca
(Puccinia horiana)
15 a 35 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias, dependendo da evolução da doença Uso não alimentar Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Cupuaçu Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vassoura de bruxa
(Crinipellis perniciosa)
25 a 40 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 a 14 dias. 7 dias. Preventivamente antes do aparecimento dos primeiros sintomas
Dendê Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora spp)
250 a 350 mL p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias, dependendo da evolução da doença Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego Aplicar somente em viveiros de mudas e na implantação da cultura no campo desde o plantio das mudas até 30 dias antes da primeira floração para a primeira colheita. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Curvularia
(Curvularia sp)
250 a 350 mL p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias, dependendo da evolução da doença Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego Aplicar somente em viveiros de mudas e na implantação da cultura no campo desde o plantio das mudas até 30 dias antes da primeira floração para a primeira colheita. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Mancha foliar
(Cochliobolus spp)
250 a 350 mL p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias, dependendo da evolução da doença Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego Aplicar somente em viveiros de mudas e na implantação da cultura no campo desde o plantio das mudas até 30 dias antes da primeira floração para a primeira colheita. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Mancha púrpura
(Bipolaris incurvata)
250 a 350 mL p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias, dependendo da evolução da doença Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego Aplicar somente em viveiros de mudas e na implantação da cultura no campo desde o plantio das mudas até 30 dias antes da primeira floração para a primeira colheita. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Mancha-foliar
(Pestalotiopsis spp.)
250 a 350 mL p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias, dependendo da evolução da doença Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego Aplicar somente em viveiros de mudas e na implantação da cultura no campo desde o plantio das mudas até 30 dias antes da primeira floração para a primeira colheita. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Podridão de micosferela
(Mycosphaerella spp)
250 a 350 mL p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias, dependendo da evolução da doença Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego Aplicar somente em viveiros de mudas e na implantação da cultura no campo desde o plantio das mudas até 30 dias antes da primeira floração para a primeira colheita. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
200 a 300 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 14 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
200 a 300 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 14 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
200 a 300 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 14 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Gergelim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha-de-alternaria
(Alternaria sesami)
250 a 350 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo, com intervalos de 15 a 20 dias, dependendo da evolução da doença 30 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente, quando a cultura apresentar o estádio fenológico R1. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Girassol Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia helianthi)
250 a 350 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo, com intervalos de 15 a 20 dias, dependendo da evolução da doença 30 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente, quando a cultura apresentar o estádio fenológico R1. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Guaraná Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose-do-guaraná
(Colletotrichum guaranicola)
25 a 40 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 7 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Jiló Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
150 a 350 mL p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 3 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Linhaça Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem-do-linho
(Melampsora lini)
250 a 350 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo, com intervalos de 15 a 20 dias, dependendo da evolução da doença 30 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente, quando a cultura apresentar o estádio fenológico R1. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
20 a 40 mL p.c./100 L 1000 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 14 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
30 a 40 mL p.c./100 L 1000 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 14 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Macadâmia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
10 a 15 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 7 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
25 a 40 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 7 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Oídio
(Oidium caricae)
25 a 40 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 7 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
25 a 40 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 7 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Oídio
(Oidium mangiferae)
25 a 40 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 7 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Maracujá Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
25 a 40 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 7 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Mancha-de-Alternária
(Alternaria passiflorae)
25 a 40 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 7 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Maxixe Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
20 a 35 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 7 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
20 a 35 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 7 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
250 a 350 mL p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 7 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
250 a 350 mL p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 7 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
250 a 300 mL p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 7 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Milheto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
250 a 350 mL p.c./ha 150 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo, com intervalos de 15 a 20 dias, dependendo da evolução da doença 45 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente, quando a cultura apresentar 6 a 8 folhas. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Ferrugem do milheto
(Puccinia substriata var. penicillariae)
250 a 350 mL p.c./ha 150 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo, com intervalos de 15 a 20 dias, dependendo da evolução da doença 45 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente, quando a cultura apresentar 6 a 8 folhas. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem polisora
(Puccinia polysora)
250 a 350 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo, com intervalos de 15 a 20 dias, dependendo da evolução da doença 45 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente, quando a cultura apresentar 6 a 8 folhas. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
20 a 35 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 7 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Pimenta Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
150 a 350 mL p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 3 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Cercospora
(Cercospora capsici)
150 a 350 mL p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 3 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Ferrugem
(Puccinia pampeana)
150 a 350 mL p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 3 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
150 a 350 mL p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 3 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Oidiopsis taurica)
150 a 350 mL p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 3 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Pinhão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha-foliar-de-Cylindrocladium
(Cylindrocladium spp.)
12 a 15 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 7 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Pupunha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
10 a 15 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 7 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Quiabo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora spp)
150 a 350 mL p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 3 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Oídio
(Erysiphe cichoracearum)
150 a 350 mL p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias 3 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha negra
(Diplocarpon rosae)
25 a 35 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias, dependendo da evolução da doença Uso não alimentar Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Oídio
(Sphaerotheca pannosa)
25 a 35 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo, com intervalos de 7 a 14 dias, dependendo da evolução da doença Uso não alimentar Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum truncatum)
250 a 350 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo 14 dias Iniciar a aplicação a partir do florescimento (estádio fenológico R1) e repetir se necessário, dependendo da evolução da doença. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
250 a 350 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo 14 dias Iniciar a aplicação quando forem constatados os primeiros sintomas e repetir caso necessário, dependendo das condições climáticas e evolução da doença. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Ferrugem asiática
(Phakopsora pachyrhizi)
250 a 350 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo, com intervalos de 14 dias 14 dias Para cultivares de hábito determinado iniciar a aplicação preventivamente entre o final do estádio vegetativo (estádio fenológico V8) ao início do florescimento (estádio fenológico R1) e, para cultivares de hábito indeterminado, aplicar 40 a 45 dias após a emergência ou no fechamento das entrelinhas, mesmo que ainda não tenham sido constatados os sintomas da doença. Se a doença aparecer antes de V8, proceder a aplicação imediatamente, não importando o estádio fenológico da cultura. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Mancha alvo
(Corynespora cassiicola)
250 a 350 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo 14 dias Iniciar a aplicação a partir do florescimento (estádio fenológico R1) e repetir se necessário, dependendo da evolução da doença. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Mancha parda
(Septoria glycines)
250 a 350 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo 14 dias Iniciar a aplicação a partir do florescimento (estádio fenológico R1) e repetir se necessário, dependendo da evolução da doença. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
250 a 350 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo 14 dias Iniciar a aplicação a partir do florescimento (estádio fenológico R1) e repetir se necessário, dependendo da evolução da doença. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Oídio
(Erysiphe diffusa)
250 a 350 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo 14 dias Iniciar a aplicação quando forem constatados os primeiros sintomas e repetir caso necessário, dependendo das condições climáticas e evolução da doença. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ergot
(Claviceps africana)
250 a 350 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo, com intervalos de 15 a 20 dias, dependendo da evolução da doença 30 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente, quando a cultura apresentar 6 a 8 folhas. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
25 a 35 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura, com intervalos de 7 a 14 dias, dependendo da evolução da doença 7 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Septoriose
(Septoria lycopersici)
25 a 35 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura, com intervalos de 7 a 14 dias, dependendo da evolução da doença 7 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
250 a 350 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 15 a 20 dias, dependendo da evolução da doença 30 dias Iniciar as aplicações quando 10 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de Ferrugem e 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de Manchas Foliares. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
250 a 350 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Iniciar as aplicações quando 10 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de Ferrugem e 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de Manchas Foliares. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área) 30 dias Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 15 a 20 dias, dependendo da evolução da doença
Triticale Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
250 a 350 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 15 a 20 dias, dependendo da evolução da doença 30 dias Iniciar as aplicações quando 10 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de Ferrugem e 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de Manchas Foliares. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Ferrugem do colmo
(Puccinia graminis)
250 a 350 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 15 a 20 dias, dependendo da evolução da doença 30 dias Iniciar as aplicações quando 10 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de Ferrugem e 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de Manchas Foliares. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
250 a 350 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo, com intervalos de 15 a 20 dias, dependendo da evolução da doença 30 dias Iniciar as aplicações quando 10 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de Ferrugem e 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de Manchas Foliares. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área)

Frasco - Plástico - 0,1; 0,25; 0,5; 0,6; 1,0; 1,5 litros
Bombona - Plástico - 2; 2,5; 3; 5; 10; 15; 20; 50; 100 litros
Bag in box - Papelão/Plástico - 0,1; 0,25; 0,5; 0,6; 1; 1,6; 2; 2,5; 5; 10; 20 litros
Stand-up pouch com tampa - Plástico/Plástico metalizado - 0,1; 0,25; 0,5; 0,6; 1; 1,6; 2; 2,5; 5; 10; 20 litros
Lata - Metálico/Plástico - 1; 5; 10 e 20 litros
Balde - Metálico/Plástico - 1; 5; 10 e 20 litros
Tambor - Metálico/Plástico - 50; 100; 190; 200 e 210 litros
Tanque; contentor intermediário (IBC) - Metálico/Plástico/Fibra com papel bolsa plástica interna/
metal/plástico com papel pallet de madeira/plástico com papel pallet de plástico - 950; 960; 970; 980; 990; 1000; 1800; 2000; 2700; 3000 litros
Tanque; isocontainer/ caminhão tanque - metal - 5000; 10.000; 15.000; 16.000; 17.000; 18.000; 19.000; 20.000; 21.000; 22.000; 23.000; 24.000; 25.000; 29.000; 30.000 litros

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Efeito fisiológico: utilizando Orkestra® SC nas doses recomendadas podem ocorrer efeitos fisiológicos positivos na fisiologia das plantas, como o incremento da produtividade e/ou qualidade do produto final.
Abóbora, Abobrinha, Açaí, Alho, Batata, Berinjela, Cebola, Cenoura, Chalota, Chuchu, Coco, Cupuaçu, Feijão, Guaraná, Jiló, Maçã, Macadâmia, Mamão, Manga, Maracujá, Maxixe, Melancia, Melão, Pepino, Pimenta, Pimentão, Pinhão, Pupunha, Quiabo e Tomate: iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Repetir caso necessário com intervalos de 7 a 14 dias, dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 4 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área).
Algodão: iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas e repetir caso necessário, em intervalos de 12 a 15 dias, dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 4 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área).
Amendoim: iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir caso necessário, em intervalos de 14 a 20 dias, dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 4 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área).
Aveia, Centeio, Cevada, Trigo e Triticale: iniciar as aplicações quando 10 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de Ferrugem e 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de Manchas Foliares. Repetir caso necessário com intervalos de 15 a 20 dias, dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 4 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área).
Café: iniciar as aplicações preventivamente entre novembro e dezembro e repetir a cada 60 dias, totalizando no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável e/ou início de surgimento de sintomas na área).
Cana-de-açúcar: Ferrugem-alaranjada e Ferrugem - iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Repetir caso necessário com intervalos de 21 a 30 dias, dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 5 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável e/ou início de surgimento de sintomas na área). Podridão-abacaxi - realizar aplicação preventiva por ocasião da operação de plantio. Aplicar o produto em jato dirigido, no sulco de plantio, sobre o material de propagação (toletes), mudas, ou qualquer outro propágulo vegetativo e proceder o fechamento do sulco logo após a aplicação. Utilizar para isso pulverizadores acoplados às plantadoras mecanizadas ou máquinas especificas para este fim. Na soqueira, realizar a aplicação com equipamentos adaptados. Abrir um sulco lateral de cada lado da soqueira e aplicar o produto abaixo do nível do solo, na região de maior presença de raízes da cultura. Realizar no máximo uma aplicação por ciclo da cultura. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas, como clima favorável ao desenvolvimento do patógeno.
Citros: Podridão-floral-dos-citros - iniciar as pulverizações a partir do início da inflorescência (estádio cotonete) até a queda de 2/3 das pétalas das flores. Repetir caso necessário, com intervalos de 7 a 14 dias, dependendo da evolução da doença. Mancha-negra-dos-citros - iniciar as pulverizações com produtos específicos no início de brotações novas e formação dos frutos, repetir se necessário com intervalo de 30 dias. Não ultrapassar o número de 3 aplicações por ciclo e respeitar o intervalo de segurança. - Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área).
Crisântemo e Rosa: iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Repetir caso necessário com intervalos de 7 a 14 dias, dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 5 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área).
Canola, Gergelim, Girassol e Linhaça: iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente, quando a cultura apresentar o estádio fenológico R1. Repetir caso necessário com intervalos de 15 a 20 dias, dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 2 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área).
Dendê: aplicar somente em viveiros de mudas e na implantação da cultura no campo desde o plantio das mudas até 30 dias antes da primeira floração para a primeira colheita. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente. Repetir caso necessário com intervalos de 7 a 14 dias, dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 4 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área).
Milheto, Milho e Sorgo: iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença ou preventivamente, quando a cultura apresentar 6 a 8 folhas. Repetir caso necessário com intervalos de 15 a 20 dias, dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 2 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área).
Soja: não ultrapassar 2 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área). Mela e Oídio - a aplicação deverá ser efetuada quando forem constatados os primeiros sintomas e repetir caso necessário, dependendo das condições climáticas e evolução da doença, respeitando-se o intervalo de segurança. Ferrugem-asiática - a aplicação para cultivares de hábito determinado deverá ser efetuada preventivamente entre o final do estádio vegetativo (estádio fenológico V8) ao início do florescimento (estádio fenológico R1) e, para cultivares de hábito indeterminado, aplicar 40 a 45 dias após a emergência ou no fechamento das entrelinhas, mesmo que ainda não tenham sido constatados os sintomas da doença. Se a doença aparecer antes de V8, proceder a aplicação imediatamente, não importando o estádio fenológico da cultura. Repetir a aplicação quando necessário, dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de segurança. Para o alvo Ferrugem-asiática da soja, não ultrapassar o número máximo de 2 aplicações por ciclo da cultura, seguindo a recomendação do FRAC, com intervalo máximo de 14 dias. Recomenda-se a alternância de produtos com modos de ações distintos de forma a evitar a resistência do patógeno. Antracnose, Doenças de final de ciclo (Crestamento-foliar e Septoriose) e Mancha-alvo - a aplicação deverá ser efetuada a partir do florescimento (estádio fenológico R1) e repetir se necessário, dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de segurança.
MODO DE APLICAÇÃO:
PREPARO DA CALDA O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda. Adicionar o adjuvante à calda após o produto. Não exceder a concentração de 0,5% v/v da calda ou a recomendação descrita na bula do adjuvante.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS
? APLICAÇÃO TERRESTRE
A aplicação terrestre (tratorizada) com o produto Orkestra® SC é recomendada para todas as indicadas nesta bula. Seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação:
- Equipamento de aplicação:
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
- Seleção de pontas de pulverização:
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem cobertura adequada das plantas hospedeiras e produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
- Velocidade do equipamento:
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.
- Pressão de trabalho:
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.
- Altura de barras de pulverização:
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.
- Para a cultura do café é permitido a aplicação via pulverizador tipo turbo atomizador ou costal.
- Aplicação com equipamento costal: Para aplicações costais, manter constante a velocidade de trabalho e altura da lança, evitando variações no padrão de deposição da calda nos alvos, bem como a sobreposição entre as faixas de aplicação.
? APLICAÇÃO AÉREA
A aplicação aérea com o produto Orkestra® SC é recomendada apenas para as culturas de algodão, amendoim, aveia, cana-de-açúcar, centeio, cevada, citros, coco, cupuaçu, dendê, feijão, girassol, guaraná, maçã, macadâmia, mamão, manga, milho, pinhão, pupunha, soja, sorgo e trigo.
- Equipamento de aplicação:
Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
- Volume de calda por hectare (taxa de aplicação):
Recomenda-se o volume de calda entre 30 a 50 litros/ha ou 10 a 30 litros/ha, quando utilizados bicos centrífugos (atomizadores rotativos).
- Seleção de pontas de pulverização:
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem cobertura adequada das plantas hospedeiras e produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.
- Altura de voo e faixa de aplicação:
Altura de voo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada. O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos. Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental. A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto.

O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.

CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS
- Velocidade do vento: A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
- Temperatura e umidade: Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva. Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30oC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
- Período de chuvas: A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.

As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região.
O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.

LIMPEZA DE TANQUE
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas.
Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas.
A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos.
Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.

Todas as condições descritas acima para aplicações terrestres e aéreas poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região, observando-se as indicações de bula. Observar também as orientações técnicas dos programas de manejo integrado e de resistência de pragas.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Abóbora, Abobrinha, Açaí, Alho, Cebola, Cenoura, Chalota, Chuchu, Coco, Cupuaçu, Guaraná, Maxixe, Macadâmia, Mamão, Manga, Maracujá, Melão, Melancia, Pepino, Pinhão, Pupunha e Tomate – 7 dias
Algodão, Amendoim, Citros, Feijão, Maçã e Soja - 14 dias
Crisântemo e Rosa – UMA(*)
Café, Milheto e Milho – 45 dias
Dendê (1)
Aveia, Canola, Cana-de-açúcar, Centeio, Cevada, Girassol, Gergelim, Linhaça, Sorgo, Trigo e Triticale – 30 dias
Batata, Berinjela, Jiló, Pimenta, Pimentão e Quiabo – 3 dias
(*)UNA – Uso Não Alimentar
(1)Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
• Não há limitação de uso quando utilizado de acordo com as recomendações constantes na bula.

ANTES DE USAR. LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO. PRECAUÇÕES 'GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção ãidividual (EPt)
recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos..
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca,
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos rações, animais e pessoas. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual - EP!: macacão com tratamentotnidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia
• A pulverização do produto produz neblina. Verifique a direção do vento e aplique de modo a n
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual - EP1: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânico e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança Com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila_ PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (E PI) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EP1), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EM) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe. óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável
• Faça manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação ck) produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante,
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte das, embalagens, utilize equipamento de proteção individual EP1: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas; luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula E/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e !tuia a pele com muita água corrente e sabão., Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. neutro.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
Grupo químico: Fluxopiroxade...................... Carboxamida
Piraclostrobina...................... Estrobilurina
Vias de exposição: Dérmica, inalatória, oral e ocular.
Toxicocinética: Fluxapiroxade: após administração ora de Fluxapiroxade em ratos, a substância foi rapidamente absorvida (65-80%) e alcançou níveis plasmáticos máximos em 1 h (5mg/kg), 8h (500mg/kg). Foi distribuída amplamente no organismo, com maiores concentrações no conteúdo do estômago e intestino. Muito pouco foi retido nos tecidos. A maior parte foi excretada após 3 dias da administração, sendo independente do gênero, principalmente pelas fezes e bile e, em menor proporção, pela urina. Foi metabolizado por hidroxilação, demetilação e conjugação com ácido glucorônico ou derivados da glutationa. A absorção dérmica foi baixa (8,38%).
Piráclostrobina: em ratos, foi rápida e parcialmente absorvida pelo trato gastrointestinal (45-50%). A absorção dérmica foi de 1,6-2,6% em ratos e de 3-8% em pele humana in vitro. As concentrações plasmáticas alcançaram um pico entre 0,5-1 hora e outro após 8 horas. A distribuição foi rápida e ampla, com maiores concentrações no fígado, no trato gastrointestinal e rins. A excreção foi rápida nos primeiros 2 dias, pelas fezes 74-91%, com cerca de 35-38% através da bile. A excreção pela urina foi de 10-15%. Não foi detectada excreção pela expiração ou pelo leite materno. Após aplicação dérmica, também houve excreção pelas fezes e urina. Não houve evidência de bioacumulação. Os principais processos metabólicos incluíram hidroxilação dos anéis aromáticos e/ou pirazoles, demetilação e conjugação com ácido glucorônico e sulfatos, resultando em metabólitos não importantes toxicologicamente.
Modo Mecanismos de Toxicidade: Fluxapiroxade: os mecanismos de toxicidade em humanos não são bem conhecidos. Estudos mecanísticos mostrarm que os efeitos na tireóide são reversíveis e secundários. Foi observado que Fluxapirodaxe causou indução das enzimas das fases 1 e 2 do metabolismo hepático do, T4, similar ao que acontece com o fenobarbital. Isso provocou incremento dos níveis de TSH. secundário à diminuição dos níveis de T4 e hipertrofia e hiperplasia folicular na tireóide. Esses efeitos reverteram com a descontinuação do tratamento.
Piraclostrobina: não se conhece o mecanismo de toxicidade específico para humanos. Nos fungos, atua inibindo a respiração mitocondrial por bloqueio da transferência de elétrons dentro da cadeia respiratória, o que resulta na cessação do crescimento fúngico.
Sintomas e sinais clínicos: Fluxapiroxade:
Toxicidade aguda: os dados de intoxicação em humanos são muito limitados. Em animais, a toxicidade aguda, pelas vias oral, dérmica e inalatória, é baixa. Não é irritante para ollhos ou pele. Não é sensibilizante dérmico.
Toxicidade crônica: não há relatos em seres humanos. Em animais, os órgãos alvo são o fígado e a tireóide.
Piraclostrobina:
Intoxicação aguda: em humanos foram observadas os seguintes sintomas:
Exposição - Sinais e sintomas
Dérmica - Perigosa se absorvida pela pele. Pode causar irritação dérmica moderada, prurido, eritema e queimadura. Não é sensibilizante dérmico.
Ocular - Dor ocular, conjutivite (lesões importantes, mas reversíveis) irritação do trato respiratório superior e dor torácica.
Oral - Fraqueza, cefaléia, tonturas. Pode ser fatal. Toxicidade crônica: não foi relatada em humanos. Em animais, os órgãos alvo foram o fígado e o sistema hematológico.
Outros componentes: A presença de outros ingredientes na formulação pode levar, no caso de exposição a grandes quantidades, a maior irritação da pele e mucosas, além de depressão do sistema nervoso central (coma, conulsões), acidose láctica, arritmias, insuficiência renal, hipotensão, parada cardíaca e óbito. As crianças são mais sensíveis
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível.
Obs: Em se apresentando sinais os sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.
Antídoto: não há antidoto específico
Tratamento: Tratamento sintomático e de suporte; remoção da fonte de exposição descontaminação do paciente, proteção das vias respiratórias.
Exposição oral:
Em caso de ingestão de grandes quantidades do produto:
- Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessária.
Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1 hora). Proteger as vias aéreas durante o procedimento
- Carvão ativado liga se à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica, se administradologo pós a ingestão (1 hora)
Suspensão: 30g de carvão/240 ml de água. Dose 25 a 100g em adultos; 25 a 50g em crianças de (1 a 12 anos) e 1g/kg em menos de 1 ano,
- Emergência, suporte e tratamento sintomático manter as vias aéreas permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar, se necessário. Uso de ventilação assistida, se requerido Fluídos intravenosos e monitorização de oxigenação (oximetria/gasometria), eletrólitos, FCG, etc.
Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicado, em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos sinérgicos: Nã inalados em humanos.
Atenção: Ligue para o Disque-Intoxicação 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação - (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: 080000-11-2273 ou (00xx12)3128-1357
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratórios:
Vide itens toxicocinética a Mecanismos de toxicidade no quadro acima.

Efeitos Agudos e Crônicas para Animais de Laboratório:

Efeitos Agudos (Resultantes de ensaios com animais - Produto Formulado):
DL50 ral para ratos: > 500 e <2000 mg/kg
DL50 dérmica para ratos: > 5000 mg/ kg
CL50 inalatória para ratos: 8,11 mg/L de ar - 4 horas
IRRITAÇÃO DÉRMICA: no estudo realizado em coelhos, o produto causou moderada vermelhidão à pele. A alteração foi reversível em até 7 dias.
IRRITAÇÃO OCULAR: no estudo realizado em coelhos, o produto mostrou-se levemente irritante, causando vermelhidão da conjutiva, reversívle em até 72 horas.
SENSIBILAÇÃO CUTÂNEA: o produto mostrou-se não sensibilizante à pele de cobaias.

Efeitos crônicos (Produto Técnico):
Fluxapiroxade: a administração crônica de Fluxapiroxade causou toxicidade no fígado e na tireóide em ratos, camundongos e cães. Não foi genotóxico ou mutuagênico.
Carcinogenicidade: tumores hepáticos e tireoidianos foram observados em ratos machos, mas não em outras espécies animais. O modo de ação foi nao genotóxico, provavelmente secundário às alterações hepáticas e nao significativo para seres humanos.
Toxicidade reprodutiva e sobre o desenvolvimento: efeitos de baixa gravidade em ratos e coelhos (redução do peso fetal e hiperflexão da pele), provavelmente secundários à toxicidade materna (diminuição do peso materno e alterações tireoidianas). Não foi teratogênico

Piraclostrobina: a administração oral crônica causou redução do peso corporal (ratos e camundongos), hipertrofia e necrose celular hepática (ratos) e alterações hematológicas
Não houve evidências de genotoxicidade, mutagenicidade ou carcinogenicidade (ratos e camundongos).
Toxicidade reprodutiva e sobre o desenvolvimento em estudo com ratos, observou-se redução do ganho de peso e com consumo da dieta maternos, e redução do ganho do peso em filhotes, redução pequena no peso do cérebro em filhotes F2 e incremento de alterações esqueléticas menores. Não foram observadas alterações nos parâmetros reprodutivos dos animais testados. Em estudo em coelhos, observou-se transitória redução no consumo da dieta e no peso corporal maerno e reabsorção precoces. Não foi teratogênico.

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:

( X ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)


Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos

Evite a contaminação ambiental — Preserve a Natureza. Não utilize equipamentos com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
s`à local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de
Normas Técnicas — ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a empresa BASF S.A. - telefone de emergência: (0800) 11-2273 ou (0xx12) 3128-1357
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscaras com filtros)
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'águas. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's -- Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoa.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM FLEXíVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no prórpio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABN T), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia com tampa pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA(NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

A integração de medidas de controle é premissa básica para um bom manejo de doenças nas plantas cultivadas. As diferentes medidas de controle visam desacelerar, integradamente o ciclo das relações patógeno-hospedeiro. O uso de fungicidas adequados, variedades resistentes, rotação de culturas e controle do ambiente devem ser vistos como métodos de controle mutuamente úteis. Dentro deste princípio, todas as vezes que seja possível devemos associar as boas práticas agrícola como: Uso racional de fungicidas e aplicação no momento e doses indicadas, fungicidas específicos para um determinado fungo, utilização de cultivares resistentes ou tolerantes, semeadura nas épocas menos propícias para o desenvolvimento dos fungos, eliminação de plantas hospedeiras, rotação de culturas, adubação equilibrada, escolha do local para implantação da cultura, etc. Manejo de doenças de plantas cultivadas deve ser entendido como a utilização de métodos químicos, culturais e biológicos necessários para manter as doenças abaixo do nível de dano econômico.

RECOMENDAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS PARA A FERRUGEM-DA-SOJA:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática para retardar a queda de eficácia dos fungicidas ao fungo causador da Ferrugemasiática da soja, seguem algumas recomendações:
? Aplicação alternada de fungicidas formulados em mistura, rotacionando os mecanismos de ação distintos do Grupo G1, C2 e C3 sempre que possível; Se o produto tiver apenas um mecanismo de ação, nunca utilizá-lo isoladamente;
? Respeitar o vazio sanitário e eliminar plantas de soja voluntária;
? Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época recomendada para cada região (adotar estratégia de escape);
? Jamais cultivar a soja safrinha (segunda época);
? Utilizar cultivares com gene de resistência incorporado, quando disponíveis;
? Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar, o que permitirá maior penetração e melhor cobertura do fungicida;
? Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, uso de sementes sadias, adubação equilibrada, manejo da irrigação do sistema, outros controles culturais etc.
? Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis do agente causador de doenças a ser controlado;
? Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados;
? Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de fungicidas;
? Realizar o monitoramento da doença na cultura;
? Adotar estratégia de aplicação preventiva;
? Respeitar intervalo máximo de 14 dias de intervalos entre aplicações;
? Realizar, no máximo, o número de aplicações do produto conforme descrito em bula;
? Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
? Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou informados à Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), ao Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org) e ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO C2 FUNGICIDA
GRUPO C3 FUNGICIDA
O produto fungicida Orkestra® SC é composto por Fluxapiroxade e Piraclostrobina, que apresentam mecanismos de ação dos Inibidores do complexo II: Succinato-desidrogenase e Inibidores do Complexo III: Citocromo bc1 (ubiquinol oxidade) no sitio Qo, pertencentes aos Grupo C2 e C3, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas), respectivamente.
RECOMENDAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
? Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C2 e C3 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
? Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
? Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
? Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
? Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou informados à Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), ao Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org) e ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO C2 FUNGICIDA
GRUPO C3 FUNGICIDA
O produto fungicida Orkestra® SC é composto por Fluxapiroxade e Piraclostrobina, que apresentam mecanismos de ação dos Inibidores do complexo II: Succinato-desidrogenase e Inibidores do Complexo III: Citocromo bc1 (ubiquinol oxidade) no sitio Qo, pertencentes aos Grupo C2 e C3, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas), respectivamente.