Bula Comet - Basf

Bula Comet

Piraclostrobina
8801
Basf

Composição

Piraclostrobina 250 g/L

Classificação

Fungicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico

Abacaxi

Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Oidium mangiferae (Oídio)

Abóbora

Pseudoperonospora cubensis (Míldio)
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Abobrinha

Pseudoperonospora cubensis (Míldio)
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Acácia negra

Cylindrocladium scoparium (Mancha do tronco)

Algodão

Colletotrichum gossypii (Tombamento)
Ramularia areola (Ramularia)

Alho

Alternaria porri (Mancha púrpura)
Puccinia allii (Ferrugem)

Amendoim

Cercospora arachidicola (Mancha castanha)
Pseudocercospora personata (Mancha preta)

Anonáceas

Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Oidium mangiferae (Oídio)

Aveia

Puccinia coronata var. avenae (Ferrugem da folha)

Banana

Mycosphaerella fijiensis (Sigatoka negra)
Mycosphaerella musicola (Mal da sigatoka)

Batata

Alternaria solani (Pinta preta grande)

Batata yacon

Alternaria bataticola (Queima-das-folhas)
Cercospora beticola (Cercosporiose)

Beterraba

Alternaria tenuis (Mancha de Alternária)
Cercospora beticola (Cercosporiose)

Café

Cercospora coffeicola (Olho pardo)
Hemileia vastatrix (Ferrugem do cafeeiro)
Phoma costaricensis (Seca de ponteiros)

Cana-de-açúcar

Ceratocystis paradoxa (Podridão da coroa)
Puccinia melanocephala (Ferrugem)

Cará

Cercospora beticola (Cercosporiose)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Cebola

Alternaria porri (Mancha púrpura)
Peronospora destructor (Míldio)

Cenoura

Alternaria dauci (Mancha de alternaria)

Cevada

Bipolaris sorokiniana (Mancha marrom)
Drechslera teres (Mancha angular)

Chuchu

Pseudoperonospora cubensis (Míldio)
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Citros

Elsinoë australis (Verrugose da laranja doce)
Phyllosticta citricarpa (Mancha preta)

Crisântemo

Puccinia horiana (Ferrugem branca)

Cupuaçu

Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Oidium mangiferae (Oídio)

Eucalipto

Cylindrocladium spp. (Mancha-foliar-de-Cylindrocladium)

Feijão

Colletotrichum lindemuthianum (Antracnose)
Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular)
Uromyces appendiculatus (Ferrugem)

Feijão-caupi

Cercospora arachidicola (Mancha castanha)
Pseudocercospora personata (Mancha preta)

Flores

Diplocarpon rosae (Mancha negra)
Puccinia heliconiae (Ferrugem das flores)
Puccinia pelargonii-zonalis (Ferrugem)
Sphaeroteca macularis (Oídium)
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Grão-de-bico

Colletotrichum capsici (Antracnose)
Uromyces appendiculatus (Ferrugem)

Guaraná

Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Oidium mangiferae (Oídio)

Inhame

Cercospora beticola (Cercosporiose)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Kiwi

Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Oidium mangiferae (Oídio)

Lentilha

Colletotrichum capsici (Antracnose)
Uromyces appendiculatus (Ferrugem)

Maçã

Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Venturia inaequalis (Sarna da maçã)

Mamão

Asperisporium caricae (Varíola)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Oidium caricae (Oídio)

Mandioca

Cercospora beticola (Cercosporiose)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Mandioquinha-salsa

Alternaria dauci (Mancha de alternaria)
Cercospora beticola (Cercosporiose)

Manga

Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Oidium mangiferae (Oídio)

Maracujá

Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Oidium mangiferae (Oídio)

Maxixe

Pseudoperonospora cubensis (Míldio)
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Melancia

Pseudoperonospora cubensis (Míldio)
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Melão

Pseudoperonospora cubensis (Míldio)
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Milho

Phaeosphaeria maydis (Mancha foliar de phaoeosphaeria)
Puccinia polysora (Ferrugem polisora)

Nabo

Alternaria raphani (Mancha-de-Alternaria)
Cercospora beticola (Cercosporiose)

Pepino

Pseudoperonospora cubensis (Míldio)
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Pimentão

Oidiopsis taurica (Oídio)

Pinus

Cylindrocladium pteridis (Podridão das raízes)

Plantas ornamentais

Diplocarpon rosae (Mancha negra)
Puccinia heliconiae (Ferrugem das flores)
Puccinia pelargonii-zonalis (Ferrugem)
Sphaeroteca macularis (Oídium)
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Rabanete

Alternaria raphani (Mancha-de-Alternaria)
Cercospora beticola (Cercosporiose)

Romã

Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Oidium mangiferae (Oídio)

Rosa

Diplocarpon rosae (Mancha negra)
Sphaerotheca pannosa (Oídio)

Seringueira

Cylindrocladium delabrum (Mancha do tronco)

Soja

Cercospora kikuchii (Mancha púrpura da semente)
Corynespora cassiicola (Mancha alvo)
Microsphaera diffusa (Oídio)
Septoria glycines (Mancha parda)

Tomate

Alternaria solani (Pinta preta grande)
Septoria lycopersici (Septoriose)

Trigo

Bipolaris sorokiniana (Mancha marrom)
Drechslera tritici-repentis (Mancha amarela)
Puccinia triticina (Ferrugem da folha)
Septoria tritici (Mancha salpicada)
Stagonospora nodorum (Mancha das glumas)

Uva

Plasmopara viticola (Míldio)
Uncinula necator (Oídio)

Frascos de polietileno(COEX): 1, 5, 10 e 20 L.

INSTRUÇÕES DE USO:

Comet® atua como inibidor do transporte de elétrons nas mitocôndrias das células dos fungos, inibindo a formação de ATP, essencial nos processos metabólicos dos fungos.
Comet® apresenta excelente ação protetiva, devido a sua atuação na inibição da germinação dos esporos, desenvolvimento e penetração dos tubos germinativos e proporciona maior atividade metabólica da planta, aumento da atividade da enzima nitrato redutase, resultando em melhor sanidade da planta.

CULTURAS/ DOENÇAS/ DOSES/ NÚMERO/ ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Vide Indicações de Uso/Doses.

Algodão: Iniciar as aplicações do 25º ao 35º dia após o plantio ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, e repetir, se necessário, em intervalos de 15 a 20 dias, dependendo da evolução da doença. Máximo de 3 aplicações, respeitando-se o intervalo de carência.

Alho e Cebola: Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas, e repetir se necessário, em intervalos de 7 a 10 dias para míldio (na cultura da cebola) e 10 a 12 dias para mancha-purpura (na cultura da cebola e alho) e ferrugem (na cultura do alho), dependendo da evolução da doença. Máximo de 4 aplicações, respeitando-se o intervalo de carência.

Amendoim: Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas, e repetir se necessário, em intervalos de 14 a 18 dias, dependendo da evolução da doença. Máximo de 2 aplicações, respeitando-se o intervalo de carência.

Aveia e Cevada: Aplicar no aparecimento dos sintomas quando 10 a 20 % do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de ferrugem e 15 a 20 % do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de manchas foliares. Máximo de 1 aplicação.

Banana: Iniciar as aplicações preventivamente, ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, e repetir se necessário, em intervalos de 14 a 21 dias para Sigatoka-negra e de 28 a 35 dias para Sigakota-amarela, dependendo da emissão de folhas e evolução da doença. Máximo de 5 aplicações, respeitando-se o intervalo de carência.

Batata: Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, que normalmente ocorre no início do fechamento da cultura e início da tuberização (ao redor dos 45 dias após plantio), e repetir se necessário, em intervalos de 10 a 14 dias, dependendo da evolução da doença. Máximo de 5 aplicações, respeitando-se o intervalo de carência.

Café: A aplicação deverá ser efetuada quando forem constatados índices de infecção foliar(*) de até 5 %, reaplicar Comet® na dose de 0,6 l/ha, sempre que o índice de infecção foliar da ferrugem atingir novamente até 5 %.
Em regiões onde as condições são favoráveis a ocorrência de cercospora, recomenda-se realizar uma aplicação preventiva no mês de novembro de fungicida cúprico, seguindo-se com a aplicação em dezembro de Comet® na dose de 0,8 l/ha, em condições de alta infecção por cercospora reaplicar Comet®, na dose de 0,6 l/ha em intervalos de 60 dias, caso a infecção, torne a subir. Máximo de 2 aplicações, respeitando-se o intervalo de carência.
(*) Método de amostragem: coletar ao acaso do terço médio da planta, folhas entre o 2 e 4o par de folhas do ramo, 10 folhas/planta sendo 5 de cada lado de 20 a 30 plantas /talhão conforme a uniformidade do mesmo.

Cana de açúcar:
Ferrugem: Realizar a aplicação no aparecimento dos primeiros sintomas, ou preventivamente quando as condições forem favoráveis a ocorrência das doenças. Máximo de 1 aplicação, respeitando-se o intervalo de carência.

Podridão-abacaxi: Realizar tratamento preventivo, diretamente sobre o sulco de plantio e/ou mudas (“toletes” ou plântulas) na época do plantio. Utilizar a maior dose quando as condições forem favoráveis a ocorrência das doenças.

Cenoura: Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, e repetir se necessário, em intervalos de 10 a 14 dias, dependendo da evolução da doença. Máximo de 3 aplicações, respeitando-se o intervalo de carência.

Citros: Para o controle de verrugose, iniciar as aplicações preventivamente quando 2/3 das pétalas da florada principal tiverem caído, e repetir se necessário, em intervalos de 4 semanas. Para o controle de pinta-preta, realizar a 1ª aplicação entre 4 a 8 semanas após a queda das pétalas, dependendo do volume de chuvas e liberação de ascósporos (em áreas onde existir equipamentos para verificação), reaplicando em intervalo de 45 dias. Máximo de 2 aplicações, respeitando-se o intervalo de carência.

Crisântemo e Rosa: Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, e repetir se necessário, em intervalos de 7 a 10 dias, dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de carência.

Feijão: Iniciar as aplicações a partir do quarto trifólio ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, e repetir se necessário, em intervalos de 10 a 14 dias, dependendo da evolução da doença. Máximo de 3 aplicações, respeitando-se o intervalo de carência.

Maçã: O controle da sarna (Venturia inaequalis), deverá ser realizado com tratamentos preventivos, devendo ser aplicado, a partir do estágio E2 (botão rosado) em diante, em intervalos de 8 a 12 dias, dependendo da pressão de infecção, das condições climáticas e da evolução das folhas. Caso exista na região, “Estação de Aviso”, aplicar o produto até 72 horas após o alarme. Para controle das doenças de verão iniciar as aplicações preventivamente a partir de Outubro, e repetir se necessário, em intervalos de 7 a 14 dias. Máximo de 4 aplicações, respeitando-se o intervalo de carência.

Mamão: Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença e repetir se necessário, em intervalos de 10 a 14 dias, dependendo da evolução da doença. Máximo de 4 aplicações, respeitando-se o intervalo de carência.

Manga: Iniciar as aplicações preventivamente a partir do pré-florescimento, e repetir se necessário, em intervalos de 15 dias, dependendo da evolução da doença. Máximo de 2 aplicações, respeitando-se o intervalo de carência.

Melancia, Melão e Pepino : Iniciar as aplicações preventivamente a partir de 2 semanas da emergência, e repetir se necessário, em intervalos de 7 a 10 dias para míldio e oídio, dependendo da evolução da doença. Máximo de 4 aplicações, respeitando-se o intervalo de carência.

Milho: Aplicar preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Máximo de 1 aplicação.

Pimentão: Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença e repetir, em intervalos de 7 a 12 dias, dependendo da evolução da doença. Máximo de 4 aplicações, respeitando-se o intervalo de carência.

Soja:
Oídio: a aplicação deverá ser efetuada nas seguintes condições:
- preventivamente, a partir da fase vegetativa, quando houver condições favoráveis da doença; ou
- quando forem constatados índices de infecção foliar de até 30%.
Temperaturas entre 18ºC e 24ºC favorecerem a doença.
Doenças de final de ciclo:
- a aplicação deve ser feita entre os estádios R5.1 e R5.3, quando as condições climáticas estiverem favoráveis à ocorrência das doenças. Temperaturas entre 22ºC e 30ºC favorecerem a doença.

Repetir, se necessário, em intervalos de 15 dias, dependendo da evolução da doença, o máximo de 2 aplicações e respeitando-se o intervalo de carência.

Tomate: Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, que normalmente ocorre entre o primeiro e o segundo amarrío do tomate estaqueado (45 dias do transplante) e a partir do florescimento do tomate rasteiro (40 a 50 dias após transplante), repetindo se necessário, em intervalos de 7 a 14 dias, dependendo da evolução da doença. Máximo de 5 aplicações, respeitando-se o intervalo de carência.

Trigo: Aplicar quando 10 a 20 % do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de ferrugem e 15 a 20 % do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de manchas foliares. Utilizar a dose de 0,6 l/ha quando o nível de incidência de ataque mencionado for atingido antes da emissão da folha bandeira. Utilizar a dose de 0,8 l/ha, quando o nível de incidência mencionado for alcançado após a emissão da folha bandeira. Máximo de 1 aplicação, respeitando-se o intervalo de carência.

Uva: Iniciar as aplicações preventivamente, a partir da emissão dos cachos, em intervalos de 14 dias, aplicando-se fungicidas de diferentes modos de ação entre as aplicações de Comet®, promovendo desta maneira, uma alternância de produtos com diferentes modo de ação. Máximo de 4 aplicações, respeitando-se o intervalo de carência.

USO EM CULTURA FLORESTAL:
Eucalipto: Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas, e repetir se necessário, caso ocorra reaparecimento da doença, para controle de Mancha-foliar-de-Cylindrocladium.

MODO DE APLICAÇÃO:
Comet® deve ser diluído em água e aplicado por pulverização sobre as plantas a proteger, de modo que haja uma boa cobertura.

- Aplicação terrestre :

Pulverizadores : costais, estacionários, montados ou tracionados por trator, turbinados. Usar bicos de jato cônico ou em leque com abertura e pressão que possibilitem densidade de 70 a 100 gotas/cm2, com diâmetro entre 100 a 200 micra , bem como a aplicação dos volumes de calda indicados.
Para a cultura de banana com pulverizador costal motorizado ou atomizador canhão modelo AF 427 bananeiro , observar sempre que seja feita uma cobertura total das folhas.
Vazão de 15 a 20 litros de óleo de pulverização agrícola por hectare .
Para a cultura da cana-de-açúcar: na obtenção de mudas sadias exclusivamente tratadas em bifábrica consulte o fabricante BASF.
Para a cultura do eucalipto:com pulverizadores costais, montados ou tracionados por trator, com barras de bicos preferencialmente de jato cônico ou leque. Os bicos devem ser distanciados 50 cm e a barra deve ser mantida numa altura que permita uma cobertura total da parte aérea das plantas. Utilizar bicos com abertura e pressão que possibilitem densidade de 70 a 100 gotas/cm², com diâmetro entre 100 e 200 micra, bem como a aplicação dos volumes de calda indicados.


- Aplicação aérea :
• Com uso de barra e bicos :

Para as culturas de algodão, aveia, cana-de-açúcar, cevada, feijão, milho, soja e trigo usar bicos de jato cone vazio, do tipo D6 a D12, com disco (core) nunca maior que 45 graus. Pressão na barra de 30 a 50 libras.
Volume de calda de 20 a 30 litros de água por hectare .
Para a cultura de banana usar bicos de jato cone vazio do tipo D5 com disco (core) de 45 graus , espaçados a cada 20 cm. Pressão na barra ao redor de 30 libras
Volume de calda de 15 litros de óleo de pulverização agrícola por hectare .
Largura da faixa de pulverização, devendo ser estabelecida por teste. Altura de voo de 2 a 3 metros sobre a cultura; em locais onde essa altura não for possível, fazer arremates com passadas transversais, paralelas aos obstáculos. Vento máximo de 15 km por hora , sem ventos de rajada.
Para a cultura do eucalipto: usar bicos de jato cone vazio, do tipo D6 a D12, com disco (core) nunca maior que 45 graus. Pressão na barra de 30 a 50 libras. Volume de calda de 20 a 50 litros de água por hectare.

• Com uso de atomizadores rotativos (Micronair AU 3000) :
Na cultura de banana usar 4 atomizadores por barra. Ângulo das pás de 25 a 35º, ajustado segundo as condições de vento, temperatura e umidade relativa, para reduzir ao mínimo as perdas por deriva e evaporação. Largura de faixa devendo ser estabelecida por teste. Altura de voo de 3 a 4 metros sobre a cultura. Pressão conforme a vazão, seguindo a tabela do fabricante.
Vazão de 15 litros de óleo de pulverização agrícola por hectare.

INTERVALO DE SEGURANÇA :
Cultura Dias
Algodão 07
Alho 07
Amendoim 14
Aveia 30
Banana 03
Batata 03
Café 45
Cana-de-açúcar 30
Cebola 07
Cenoura 07
Cevada 30
Crisântemo UNA
Feijão 14
Maçã 14
Mamão 07
Manga 07
Melancia 07
Feijão 14
Melão 07
Milho 45
Pepino 07
Pimentão 03
Rosa 14
Soja UNA
Tomate 01
Trigo 30
Uva 07
Eucalipto UNA

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
Não há limitação de uso quando utilizado de acordo com as recomendações constantes na bula.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

A integração de medidas de controle é premissa básica para um bom manejo de doenças nas plantas cultivadas. As diferentes medidas de controle visam desacelerar, integradamente o ciclo das relações patógeno-hospedeiro. O uso de fungicidas adequados, variedades resistentes, rotação de culturas e controle do ambiente devem ser vistos como métodos de controle mutuamente úteis. Dentro deste princípio, todas as vezes que seja possível devemos associar as boas práticas agrícola como: uso racional de fungicidas e aplicação no momento e doses indicadas, fungicidas específicos para um determinado fungo, utilização de cultivares resistentes ou tolerantes, semeadura nas épocas menos propícias para o desenvolvimento dos fungos, eliminação de plantas hospedeiras, rotação de culturas, adubação equilibrada, escolha do local para implantação da cultura, etc. Manejo de doenças de plantas cultivadas deve ser entendido como a utilização de métodos químicos, culturais e biológicos necessários para manter as doenças abaixo do nível de dano econômico.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:

? Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G2 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
? Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
? Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
? Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
? Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou informados à Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), ao Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org) e ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO C3 FUNGICIDA

O produto fungicida Comet® é composto por Piraclostrobina, que apresenta mecanismo de ação dos inibidores do complexo III: citocromo bc1 (ubiquinol oxidase) no sítio Qo, pertencente ao Grupo C3, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).