Bula Comet

acessos
Pyraclostrobin
8801
Basf

Composição

Piraclostrobina 250 g/L Estrobilurina

Classificação

Fungicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramularia
(Ramularia areola)
0,4 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações do 25º ao 35 º dia após o plantio ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Tombamento
(Colletotrichum gossypii)
0,4 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações do 25º ao 35 º dia após o plantio ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia allii)
0,4 L p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
0,4 L p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sintomas
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
0,6 L p.c./ha 400 L de calda/ha - 14 a 18 dias. 14 dias. : Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha preta
(Pseudocercospora personata)
0,6 L p.c./ha 400 L de calda/ha - 14 a 18 dias. 14 dias. : Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia coronata var. avenae)
0,8 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 1 aplicação. 30 dias. Aplicar no aparecimento dos sintomas quando 10 a 20% do número total de folhas apresentarem sintoma
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
0,4 L p.c./ha 15 a 20 L de calda/ha 15 L de calda/ha (aéreo) 14 a 21 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Sigatoka negra
(Mycosphaerella fijiensis)
0,4 L p.c./ha 15 a 20 L de calda/ha 15 L de calda/ha (aéreo) 14 a 21 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
0,4 L p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - 10 a 14 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
0,6 a 0,8 L p.c./ha 500 L de calda/ha - Reaplicar sempre que o sintoma reaparecer. 45 dias. A aplicação deverá ser efetuada quando forem constatados índices de infecção foliar de até 5%
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
0,6 a 0,8 L p.c./ha 500 L de calda/ha - REaplicar sempre que o sintoma reaparecer. 45 dias. A aplicação deverá ser efetuada quando forem constatados índices de infecção foliar de até 5%
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia melanocephala)
0,4 a 0,5 L p.c./ha 100 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 1 aplicação no máximo. 30 dias. Realizar a aplicação no aparecimento dos primeiros sintomas
Podridão da coroa
(Ceratocystis paradoxa)
0,4 a 0,5 L p.c./ha 80 a 100 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Na época do plantio
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
0,4 L p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sintomas
Míldio
(Peronospora destructor)
0,4 L p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sintomas
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
0,4 L p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - 10 a 14 dias. 7 dias. : Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Drechslera teres)
0,8 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 1 aplicação. 30 dias. Aplicar no aparecimento dos sintomas quando 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,8 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 1 aplicação. 30 dias. Aplicar no aparecimento dos sintomas quando 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Phyllosticta citricarpa)
15 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha - 45 dias. 14 dias. Realizar a primeira aplicação entre 4 a 8 semanas após a queda das pétalas
Verrugose da laranja doce
(Elsinöe australis)
10 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha - 4 semanas. 14 dias. Iniciar as aplicações preventivamente quando 2/3 das pétalas da florada principal tiverem caído
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem branca
(Puccinia horiana)
40 mL p.c./100L água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. U.N.A. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
0,3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 10 a 14 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações a partir do quarto trifólio ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
0,3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 10 a 14 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações a partir do quarto trifólio ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
0,3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 10 a 14 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações a partir do quarto trifólio ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
40 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações preventivamente a partir de outubro
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
40 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - 8 a 12 dias. 14 dias. A partir do estágio E2 (botão rosado) em diante
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
40 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - 10 a 14 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Oídio
(Oidium caricae)
40 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - 10 a 14 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Varíola
(Asperisporium caricae)
40 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - 10 a 14 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
40 mL p.c./100L água 1000 a 1500 L de calda/ha - 15 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente a partir do pré-florescimento
Oídio
(Oidium mangiferae)
40 mL p.c./100L água 1000 a 1500 L de calda/ha - 15 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente a partir do pré-florescimento
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
0,4 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente a partir de 2 semanas da emergência
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
0,4 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente a partir de 2 semanas da emergência
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
0,4 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente a partir de 2 semanas da emergência
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
0,4 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente a partir de 2 semanas da emergência
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem polisora
(Puccinia polysora)
0,6 L p.c./ha 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 1 aplicação. 45 dias. Aplicar preventivamente no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Mancha foliar de phaoeosphaeria
(Phaeosphaeria maydis)
0,6 L p.c./ha 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 1 aplicação. 45 dias. Aplicar preventivamente no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
40 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente a partir de 2 semanas da emergência
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
40 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente a partir de 2 semanas da emergência
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Leveillula taurica, Oidiopsis taurica e Oidium sp.)
0,4 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 12 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha negra
(Diplocarpon rosae)
40 mL p.c./100L água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. U.N.A. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Oídio
(Sphaerotheca pannosa)
40 mL p.c./100L água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. U.N.A. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha alvo
(Corynespora cassiicola)
0,3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 14 dias. A aplicação deve ser feita entre os estádios R5.1 e R5.3
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 14 dias. A aplicação deve ser feita entre os estádios R5.1 e R5.3
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 14 dias. A aplicação deve ser feita entre os estádios R5.1 e R5.3
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 14 dias. Quando forem constatados índices de infecção foliar de até 30%
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
40 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Septoriose
(Septoria lycopersici)
40 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,6 a 0,8 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 1 aplicação. 30 dias. Aplicar quando 10 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,6 a 0,8 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 1 aplicação. 30 dias. Aplicar quando 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas
Mancha das glumas
(Stagonospora nodorum)
0,6 a 0,8 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 1 aplicação. 30 dias. Aplicar quando 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,6 a 0,8 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 1 aplicação. 30 dias. Aplicar quando 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas
Mancha salpicada
(Septoria tritici)
0,6 a 0,8 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 1 aplicação. 30 dias. Aplicar quando 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Plasmopara viticola)
0,4 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 14 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente a partir da emissão dos cachos
Oídio
(Uncinula necator)
0,4 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 14 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente a partir da emissão dos cachos

Frascos de polietileno(COEX): 1, 5, 10 e 20 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
Comet® atua como inibidor do transporte de elétrons nas mitocôndrias das células dos fungos, inibindo a formação de ATP, essencial nos processos metabólicos dos fungos.
Comet® apresenta excelente ação protetiva, devido a sua atuação na inibição da germinação dos esporos, desenvolvimento e penetração dos tubos germinativos e proporciona maior atividade metabólica da planta, aumento da atividade da enzima nitrato redutase, resultando em melhor sanidade da planta.

CULTURAS/ DOENÇAS/ DOSES/ NÚMERO/ ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Vide Indicações de Uso/Doses.

Algodão: Iniciar as aplicações do 25º ao 35º dia após o plantio ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, e repetir, se necessário, em intervalos de 15 a 20 dias, dependendo da evolução da doença. Máximo de 3 aplicações, respeitando-se o intervalo de carência.

Alho e Cebola: Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas, e repetir se necessário, em intervalos de 7 a 10 dias para míldio (na cultura da cebola) e 10 a 12 dias para mancha-purpura (na cultura da cebola e alho) e ferrugem (na cultura do alho), dependendo da evolução da doença. Máximo de 4 aplicações, respeitando-se o intervalo de carência.

Amendoim: Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas, e repetir se necessário, em intervalos de 14 a 18 dias, dependendo da evolução da doença. Máximo de 2 aplicações, respeitando-se o intervalo de carência.

Aveia e Cevada: Aplicar no aparecimento dos sintomas quando 10 a 20 % do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de ferrugem e 15 a 20 % do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de manchas foliares. Máximo de 1 aplicação.

Banana: Iniciar as aplicações preventivamente, ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, e repetir se necessário, em intervalos de 14 a 21 dias para Sigatoka-negra e de 28 a 35 dias para Sigakota-amarela, dependendo da emissão de folhas e evolução da doença. Máximo de 5 aplicações, respeitando-se o intervalo de carência.

Batata: Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, que normalmente ocorre no início do fechamento da cultura e início da tuberização (ao redor dos 45 dias após plantio), e repetir se necessário, em intervalos de 10 a 14 dias, dependendo da evolução da doença. Máximo de 5 aplicações, respeitando-se o intervalo de carência.

Café: A aplicação deverá ser efetuada quando forem constatados índices de infecção foliar(*) de até 5 %, reaplicar Comet® na dose de 0,6 l/ha, sempre que o índice de infecção foliar da ferrugem atingir novamente até 5 %.
Em regiões onde as condições são favoráveis a ocorrência de cercospora, recomenda-se realizar uma aplicação preventiva no mês de novembro de fungicida cúprico, seguindo-se com a aplicação em dezembro de Comet® na dose de 0,8 l/ha, em condições de alta infecção por cercospora reaplicar Comet®, na dose de 0,6 l/ha em intervalos de 60 dias, caso a infecção, torne a subir. Máximo de 2 aplicações, respeitando-se o intervalo de carência.
(*) Método de amostragem: coletar ao acaso do terço médio da planta, folhas entre o 2 e 4o par de folhas do ramo, 10 folhas/planta sendo 5 de cada lado de 20 a 30 plantas /talhão conforme a uniformidade do mesmo.

Cana de açúcar:
Ferrugem: Realizar a aplicação no aparecimento dos primeiros sintomas, ou preventivamente quando as condições forem favoráveis a ocorrência das doenças. Máximo de 1 aplicação, respeitando-se o intervalo de carência.

Podridão-abacaxi: Realizar tratamento preventivo, diretamente sobre o sulco de plantio e/ou mudas (“toletes” ou plântulas) na época do plantio. Utilizar a maior dose quando as condições forem favoráveis a ocorrência das doenças.

Cenoura: Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, e repetir se necessário, em intervalos de 10 a 14 dias, dependendo da evolução da doença. Máximo de 3 aplicações, respeitando-se o intervalo de carência.

Citros: Para o controle de verrugose, iniciar as aplicações preventivamente quando 2/3 das pétalas da florada principal tiverem caído, e repetir se necessário, em intervalos de 4 semanas. Para o controle de pinta-preta, realizar a 1ª aplicação entre 4 a 8 semanas após a queda das pétalas, dependendo do volume de chuvas e liberação de ascósporos (em áreas onde existir equipamentos para verificação), reaplicando em intervalo de 45 dias. Máximo de 2 aplicações, respeitando-se o intervalo de carência.

Crisântemo e Rosa: Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, e repetir se necessário, em intervalos de 7 a 10 dias, dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de carência.

Feijão: Iniciar as aplicações a partir do quarto trifólio ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, e repetir se necessário, em intervalos de 10 a 14 dias, dependendo da evolução da doença. Máximo de 3 aplicações, respeitando-se o intervalo de carência.

Maçã: O controle da sarna (Venturia inaequalis), deverá ser realizado com tratamentos preventivos, devendo ser aplicado, a partir do estágio E2 (botão rosado) em diante, em intervalos de 8 a 12 dias, dependendo da pressão de infecção, das condições climáticas e da evolução das folhas. Caso exista na região, “Estação de Aviso”, aplicar o produto até 72 horas após o alarme. Para controle das doenças de verão iniciar as aplicações preventivamente a partir de Outubro, e repetir se necessário, em intervalos de 7 a 14 dias. Máximo de 4 aplicações, respeitando-se o intervalo de carência.

Mamão: Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença e repetir se necessário, em intervalos de 10 a 14 dias, dependendo da evolução da doença. Máximo de 4 aplicações, respeitando-se o intervalo de carência.

Manga: Iniciar as aplicações preventivamente a partir do pré-florescimento, e repetir se necessário, em intervalos de 15 dias, dependendo da evolução da doença. Máximo de 2 aplicações, respeitando-se o intervalo de carência.

Melancia, Melão e Pepino : Iniciar as aplicações preventivamente a partir de 2 semanas da emergência, e repetir se necessário, em intervalos de 7 a 10 dias para míldio e oídio, dependendo da evolução da doença. Máximo de 4 aplicações, respeitando-se o intervalo de carência.

Milho: Aplicar preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Máximo de 1 aplicação.

Pimentão: Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença e repetir, em intervalos de 7 a 12 dias, dependendo da evolução da doença. Máximo de 4 aplicações, respeitando-se o intervalo de carência.

Soja:
Oídio: a aplicação deverá ser efetuada nas seguintes condições:
- preventivamente, a partir da fase vegetativa, quando houver condições favoráveis da doença; ou
- quando forem constatados índices de infecção foliar de até 30%.
Temperaturas entre 18ºC e 24ºC favorecerem a doença.
Doenças de final de ciclo:
- a aplicação deve ser feita entre os estádios R5.1 e R5.3, quando as condições climáticas estiverem favoráveis à ocorrência das doenças. Temperaturas entre 22ºC e 30ºC favorecerem a doença.

Repetir, se necessário, em intervalos de 15 dias, dependendo da evolução da doença, o máximo de 2 aplicações e respeitando-se o intervalo de carência.

Tomate: Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, que normalmente ocorre entre o primeiro e o segundo amarrío do tomate estaqueado (45 dias do transplante) e a partir do florescimento do tomate rasteiro (40 a 50 dias após transplante), repetindo se necessário, em intervalos de 7 a 14 dias, dependendo da evolução da doença. Máximo de 5 aplicações, respeitando-se o intervalo de carência.

Trigo: Aplicar quando 10 a 20 % do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de ferrugem e 15 a 20 % do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de manchas foliares. Utilizar a dose de 0,6 l/ha quando o nível de incidência de ataque mencionado for atingido antes da emissão da folha bandeira. Utilizar a dose de 0,8 l/ha, quando o nível de incidência mencionado for alcançado após a emissão da folha bandeira. Máximo de 1 aplicação, respeitando-se o intervalo de carência.

Uva: Iniciar as aplicações preventivamente, a partir da emissão dos cachos, em intervalos de 14 dias, aplicando-se fungicidas de diferentes modos de ação entre as aplicações de Comet®, promovendo desta maneira, uma alternância de produtos com diferentes modo de ação. Máximo de 4 aplicações, respeitando-se o intervalo de carência.

USO EM CULTURA FLORESTAL:
Eucalipto: Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas, e repetir se necessário, caso ocorra reaparecimento da doença, para controle de Mancha-foliar-de-Cylindrocladium.

MODO DE APLICAÇÃO:
Comet® deve ser diluído em água e aplicado por pulverização sobre as plantas a proteger, de modo que haja uma boa cobertura.

- Aplicação terrestre :
Pulverizadores : costais, estacionários, montados ou tracionados por trator, turbinados. Usar bicos de jato cônico ou em leque com abertura e pressão que possibilitem densidade de 70 a 100 gotas/cm2, com diâmetro entre 100 a 200 micra , bem como a aplicação dos volumes de calda indicados.
Para a cultura de banana com pulverizador costal motorizado ou atomizador canhão modelo AF 427 bananeiro , observar sempre que seja feita uma cobertura total das folhas.
Vazão de 15 a 20 litros de óleo de pulverização agrícola por hectare .
Para a cultura da cana-de-açúcar: na obtenção de mudas sadias exclusivamente tratadas em bifábrica consulte o fabricante BASF.
Para a cultura do eucalipto:com pulverizadores costais, montados ou tracionados por trator, com barras de bicos preferencialmente de jato cônico ou leque. Os bicos devem ser distanciados 50 cm e a barra deve ser mantida numa altura que permita uma cobertura total da parte aérea das plantas. Utilizar bicos com abertura e pressão que possibilitem densidade de 70 a 100 gotas/cm², com diâmetro entre 100 e 200 micra, bem como a aplicação dos volumes de calda indicados.


- Aplicação aérea :
• Com uso de barra e bicos :
Para as culturas de algodão, aveia, cana-de-açúcar, cevada, feijão, milho, soja e trigo usar bicos de jato cone vazio, do tipo D6 a D12, com disco (core) nunca maior que 45 graus. Pressão na barra de 30 a 50 libras.
Volume de calda de 20 a 30 litros de água por hectare .
Para a cultura de banana usar bicos de jato cone vazio do tipo D5 com disco (core) de 45 graus , espaçados a cada 20 cm. Pressão na barra ao redor de 30 libras
Volume de calda de 15 litros de óleo de pulverização agrícola por hectare .
Largura da faixa de pulverização, devendo ser estabelecida por teste. Altura de voo de 2 a 3 metros sobre a cultura; em locais onde essa altura não for possível, fazer arremates com passadas transversais, paralelas aos obstáculos. Vento máximo de 15 km por hora , sem ventos de rajada.
Para a cultura do eucalipto: usar bicos de jato cone vazio, do tipo D6 a D12, com disco (core) nunca maior que 45 graus. Pressão na barra de 30 a 50 libras. Volume de calda de 20 a 50 litros de água por hectare.
• Com uso de atomizadores rotativos (Micronair AU 3000) :
Na cultura de banana usar 4 atomizadores por barra. Ângulo das pás de 25 a 35º, ajustado segundo as condições de vento, temperatura e umidade relativa, para reduzir ao mínimo as perdas por deriva e evaporação. Largura de faixa devendo ser estabelecida por teste. Altura de voo de 3 a 4 metros sobre a cultura. Pressão conforme a vazão, seguindo a tabela do fabricante.
Vazão de 15 litros de óleo de pulverização agrícola por hectare.

INTERVALO DE SEGURANÇA :
Cultura Dias
Algodão 07
Alho 07
Amendoim 14
Aveia 30
Banana 03
Batata 03
Café 45
Cana-de-açúcar 30
Cebola 07
Cenoura 07
Cevada 30
Crisântemo UNA
Feijão 14
Maçã 14
Mamão 07
Manga 07
Melancia 07
Feijão 14
Melão 07
Milho 45
Pepino 07
Pimentão 03
Rosa 14
Soja UNA
Tomate 01
Trigo 30
Uva 07
Eucalipto UNA

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
Não há limitação de uso quando utilizado de acordo com as recomendações constantes na bula.

PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES QUANTO AOS PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTO E TRATAMENTO:

ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ATENÇÃO: “Durante o manuseio, preparação da calda e aplicação, use macacão com mangas compridas, capa ou avental impermeável, luvas impermeáveis, chapéu impermeável de aba larga, botas, óculos protetores e máscaras protetoras especiais providas de filtros adequados.”

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto;
• Não utilize equipamento com vazamento;
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
• Não distribua o produto com as mãos desprotegidas;
• Não transporte este produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
• Uso exclusivamente agrícola.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Use Protetor Ocular. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
• Use Máscaras cobrindo o nariz e a boca. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
• Use Luvas de Borracha. Ocorrendo contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
• Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos e use macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, touca árabe, óculos protetores ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara protetora especial provida de filtro adequado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação;
• Aplique somente as doses recomendadas;
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes;
• Não aplique o produto contra o vento;
• A pulverização do produto produz neblina, use máscara cobrindo o nariz e a boca, macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, óculos protetores ou viseira facial, touca árabe, avental impermeável, luvas e botas;
• Não fume, beba ou coma, durante a aplicação do produto;
• Não permita que crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto, ou em áreas tratadas, logo após a aplicação.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Não entre nas áreas tratadas até a secagem do produto sobre as folhas das plantas, se necessário use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas, botas, máscara e óculos;
• Não reutilize a embalagem vazia;
• Mantenha o restante do produto em sua embalagem original adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais;
• Tome banho, troque de roupa. Lave suas roupas de trabalho separado das demais roupas de seus familiares, utilizando luvas e avental impermeável;
• Dar manutenção necessária nos equipamentos de segurança. Atentar para o período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.

PRIMEIROS SOCORROS :
• Em caso de ingestão acidental, NÃO PROVOQUE VÔMITO, se a vítima estiver consciente administre 2 - 3 copos de água e procure imediatamente o médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
• Em caso de contato com os olhos, lave-os imediatamente com água corrente em abundância e procure imediatamente o médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
• Em caso de contato com a pele, remova roupas e sapatos contaminados e lave imediatamente com água e sabão em abundância e, procure um médico, levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
• Em caso de inalação, remova o paciente para local arejado, procure um médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA:
Entrar em contato imediatamente com a BASF S.A.

Não há antídoto específico conhecido.

Tratamento sintomático de acordo com o quadro clínico.

Nos casos de ingestão utilizar catártico salino e carvão ativado. Avaliar a necessidade de lavagem gástrica, sempre protegendo as vias aéreas, evitando aspiração de solvente orgânico. Eventuais convulsões podem ser tratadas com benzodiazepínicos IV (Diazepam ou Lorazepam).

TELEFONES PARA OS CASOS DE EMERGÊNCIA:
BASF S.A. Guaratinguetá - S.P.: 0800 011 2273 ou (0xx12) 3128-1357

CENTROS DE INFORMAÇÕES TOXICOLÓGICAS:
CCI-UNICAMP: 0XX19 3788 7573/3788-7290
CURITIBA-PR: 0XX41 264-8290/363-7820/0800 41 01 48
PORTO ALEGRE-RS: 0XX51 3217-1751/ 0800 78 0200
SÃO PAULO-SP: 0XX11 5012 5311/ 0800 771 3733

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO:
Pyraclostrobin quando testado em animais de laboratório foi absorvido pelo trato gastrointestinal, metabolizado pelo fígado, principalmente através da reação de n-desmetoxilação. Pyraclostrobin e seus metabólitos foram excretados principalmente pelas fezes (74-92%) e bílis (35-38%). Não houve acúmulo da substância nos tecidos e órgãos.

EFEITOS AGUDOS:
Comet foi testado em animais de laboratório, a DL50 aguda oral estabelecida para ratos foi maior que 200 mg/kg p.c. e os principais sintomas de intoxicação apresentados pelos animais foram: dispnéia, apatia, animais cambaleantes e diarréia. Os animais se recuperaram após 1 dia da administração. A DL50 aguda dermal em ratos foi maior que 4.000 mg/kg p.c. e não foram apresentados sinais de toxicidade referente à substância. O produto apresentou potencial irritante para olhos e pele de coelhos e em cobaias o produto não apresentou sensibilizante dérmico.

EFEITOS CRÔNICOS:
O Pyraclostrobin foi testado em animais de laboratório, sendo administrado por via oral na dieta de ratos durante um período de 24 meses em diferentes concentrações. Na maior dose 9,2 mg/kg p.c. (machos) e 12,6 (fêmeas) a substância apresentou toxicidade para o fígado e ocasionou a diminuição de peso para machos e fêmeas; o NOEL estabelecido para este estudo foi de 4,7mg/kg p.c. para fêmeas e 3,4 mg/Kg p.c. para machos. O produto também foi testado por um período de 18 meses em camundongos em diferentes concentrações e observou-se diminuição de peso nas duas doses mais altas; o NOEL estabelecido para este estudo foi de 20,5 mg/kg p.c. para fêmeas e 4,1 mg/kg p.c. para machos. Para procariontes e eucariontes em testes de laboratório o produto não foi considerado mutagênico. A substância teste não foi considerada carcinogênica, teratogênica e não apresentou efeitos sobre a reprodução e prole quando testada em animais de laboratório.

SINTOMAS DE ALARME:
Não são conhecidos sintomas de alarme, sendo recomendado a suspensão do uso do produto se surgirem quaisquer sintomas durante a sua manipulação.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BASF S.A. - Telefones de Emergência: 08000 11-2273 ou (0xx12) 3128-1357.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO E DESUSO:

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDA AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO E DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Manejo integrado é a associação de medidas de controle que visa atender os aspectos econômicos, ecológicos e sociológicos.
Dentre os princípios de manejo integrado, podemos destacar as seguintes práticas: utilizar sementes/material de propagação sadios, trabalhar com materiais resistentes/tolerantes sempre que possível, realizar adubação adequada, praticar sempre rotação de culturas e utilizar o tratamento fitossanitário, quando recomendado através de diagnose correta do problema.

Comet® é um novo fungicida, eficiente sobre patógenos resistentes que não tenham manifestado resistência cruzada a estrobilurinas.
Seguindo normas internacionais do Comitê de Resistência a Fungicidas (FRAC), para uso de fungicidas do grupo químico das estrobilurinas e outros com mesmo modo de ação, recomendam-se as seguintes estratégias no intuito de preservar a atividade dos fungicidas:
• Sempre aplicar os fungicidas com o mesmo modo de ação das estrobilurinas de acordo com a dose registrada pelo fabricante;
• O número total de aplicações de fungicidas com o mesmo modo de ação das estrobilurinas devem ser limitadas durante o ciclo da cultura, seguindo-se a seguinte recomendação:

a) No manejo de controle de doenças com um total de até 7 aplicações de fungicidas durante o ciclo da cultura, utilizar no máximo 2 aplicações de fungicidas com o mesmo modo de ação das estrobilurinas.
b) No manejo de controle de doenças com um total de 8 a 11 aplicações de fungicidas durante o ciclo da cultura, utilizar no máximo 3 aplicações de fungicidas com o mesmo modo de ação das estrobilurinas.
c) No manejo de controle de doenças com um total de 12 aplicações de fungicidas durante o ciclo da cultura, utilizar no máximo 4 aplicações de fungicidas com o mesmo modo de ação das estrobilurinas.
d) No manejo de controle de doenças com um total acima de 12 aplicações de fungicida durante o ciclo da cultura, utilizar somente 30 % do total das pulverizações com fungicidas com o mesmo modo de ação das estrobilurinas.

• Usar os fungicidas com mesmo modo de ação das estrobilurinas em aplicações em blocos ou alternadas com fungicidas de diferentes modo de ação. Quando forem realizadas aplicações em blocos não realizar mais do que 3 aplicações consecutivas;
• Fungicidas com o mesmo modo de ação das estrobilurinas são extremamente eficientes na prevenção da germinação dos esporos, por isso, devem ser usados preventivamente, evitando-se o uso em condições curativa e erradicativa no intuito de diminuir a pressão de seleção;
• Nunca finalizar as pulverizações ao término do ciclo da cultura com fungicidas com mesmo modo de ação das estrobilurinas.