Bula Acefato Fersol 750 SP

acessos
Acephate
458294
Ameribrás

Composição

Acefato 750 g/kg Organofosforado

Classificação

Acaricida, Inseticida
IV - Pouco tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó solúvel (SP)
Sistêmico, Contato, Ingestão

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
0,5 a 0,75 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Broca do algodoeiro
(Eutinobothrus brasiliensis)
1 kg p.c. / 100 kg sementes - - Único. Não determinado. Tratamento de sementes
Curuquerê
(Alabama argillacea)
0,4 a 0,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
1 a 1,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
1 kg p.c. / 100 kg sementes - - Único. Não determinado. Tratamento de sementes
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
0,5 a 0,75 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Tripes
(Caliothrips brasiliensis)
0,4 a 0,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Tripes
(Frankliniella schultzei)
0,4 a 0,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
0,4 a 0,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Lagarta do pescoço vermelho
(Stegasta bosquella)
0,5 a 1 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Tripes
(Caliothrips brasiliensis)
0,4 a 0,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Tripes do bronzeamento
(Enneothrips flavens)
0,4 a 0,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
0,4 a 0,6 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
1 a 1,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Pulgão das solanáceas
(Macrosiphum euphorbiae)
0,4 a 0,6 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Pulgão verde
(Myzus persicae)
0,4 a 0,6 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
0,75 a 1,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
0,5 a 1 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Pulgão verde
(Myzus persicae)
0,5 a 1 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Traça das crucíferas
(Plutella maculipennis)
0,5 a 1 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
1 a 1,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. 21 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
1 a 1,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. 21 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Parlatoria
(Parlatoria pergandii)
1 a 1,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. 21 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
0,5 a 1 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Pulgão verde
(Myzus persicae)
0,5 a 1 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Traça das crucíferas
(Plutella maculipennis)
0,5 a 1 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
100 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Pulgão verde
(Myzus persicae)
100 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Traça das crucíferas
(Plutella maculipennis)
100 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
0,2 a 0,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
0,5 a 1 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Lagarta enroladeira das folhas
(Hedylepta indicata)
0,5 a 1 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Manhoso
(Chalcodermus bimaculatus)
0,5 a 1 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
0,2 a 0,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Tripes
(Caliothrips brasiliensis)
1 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
0,25 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
0,5 a 1 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Pulgão verde
(Myzus persicae)
0,5 a 1 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Traça das crucíferas
(Plutella maculipennis)
0,5 a 1 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
0,75 a 1 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Lagarta enroladeira das folhas
(Hedylepta indicata)
0,6 a 0,75 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Percevejo marrom
(Euschistus heros)
0,6 a 0,75 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Percevejo verde
(Nezara viridula)
0,75 a 1 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
0,2 a 0,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Tripes
(Frankliniella schultzei)
0,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Tripes
(Frankliniella rodeos)
0,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Tripes do feijoeiro
(Caliothrips phaseoli)
0,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico
Vagem Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cochonilha pardinha
(Selenaspidus articulatus)
1 a 1,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. 21 dias. Quando as pragas alcaçarem o nível de dano econômico

Saco- Hidrossolúvel : 0,05; 0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 1; 1,5; 2; 2,5; 3; 3,5; 4; 5; 6; 8; 10; 15; 20 e 25 kg.
Saco- Plástico; aluminizado; papel; polietileno ou metalizado: 0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 1; 1,5; 2; 2,5; 3; 3,5; 4; 5; 6; 8; 10; 15; 20 e 25 kg.
Frasco- plástico ou metálico: 1; 1,5; 2; 2,5; 3; 4; 5; 8; 10; 15; 20 e 25 kg.
Cartucho de Papelão com Proteção Impermeável : 0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5;3; 4,0; 5,0; 8,0; 10; 15; 20; 25 kg
Fibrolata de Corpo de Papel com Tampa e/ou Fundo de Flandres -contendo sacos hidrossolúveis de: 0,5; 1,0; 2,0; 3,0; 4,0; 5,0 kg
Tambor de Plástico/Metálico (com revestimento anticorrosivo) - Uso exclusivo Industrial: 50; 100; 200; 250; 500 kg
Big Bag de Tecido com Proteção Impermeável - Uso exclusivo Industrial : 100; 200; 250; 500; 600; 625; 650; 700; 800;900; 1000; 1 100; 1 200; 1 500 kg

O produto ACEFATO FERSOL 750 SP é um inseticida e acaricida sistêmico do grupo químico organofosforado, com ação por contato e ingestão, indicado para tratamento de semente e aplicação foliar no controle de pragas das culturas indicadas conforme a seguir:
ALGODÃO(SEMENTES)
Para o controle do Pulgão-do-algodoeiro(Aphis gossypii) e da Broca-do-algodoeiro(Eutinobothrus brasilienses) recomenda-se aplicação única com dose de 1 kg/100 kg de semente.
ALGODÃO:
Para o controle do Pulgão-do-algodoeiro(Aphis gossypii) e do Ácaro-rajado(Tetranychus urticae) recomenda-se a dose de 0,5 a 0,75 kg/ha com volume de calda de 300 a 400 L/ha.
Para o controle da Lagarta-das-maçãs(Heliothis virescens) recomenda-se a dose de 1,0 a 1,5 kg/ha com volume de calda de 300 a 400 L/ha.
Para o controle dos Tripes(Frankliniella schultezei e Caliothrips Brasiliensis) e do Curuquerê-algodoeiro(Alabama argilácea) recomenda-se a dose de 0,4 a 0,5 k/ha com volume de calda de 300 a 400 L/ha.
Para todos os casos recomenda-se no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 10 dias entre elas.
AMENDOIM:
Para o controle dos Tripes(Enneothrips flavens e Caliothrips brasiliensis) e da Cigarrinha-verde(Empoasca kraemeri) recomenda-se a dose de 0,4 a 0,5 kg/ha com volume de calda de 300 a 400 L/ha.
Para o controle da Lagarta-do-pescoço-vermelho(Stegasta bosquella) recomenda-se a dose de 0,5 a 1 kg/ha com volume de calda de 300 a 400 L/ha.
Recomenda-se aplicação única.
BATATA:
Para o controle do Pulgão-verde(Myzus persicae), do Pulgão-das-solanáceas(Macrosiphum euphorbiae) e da Cigarrinha-verde(Empoasca kraemeri) recomenda-se a dose de 0,4 a 0,6 kg/ha com volume de calda de 300 a 400 L/ha.
Para o controle da Traça-da-batatinha(Phthorimaea operculella) e da Lagarta-militar(Spodoptera frugiperda) recomenda-se a dose de 0,75 a 1,5 kg/ha com volume de calda de 300 a 400 L/ha. Para todos os casos, recomenda-se no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 10 dias entre elas.
CITROS:
Para o controle da Cochonilha-pardinha(Selenaspidus articulatus), Cochonilha-da-raiz(Parlatoria pergandii), do Bicho-furão(Ecdytolopha aurantiana) e da Cochonilha-de-placa(Orthezia praelonga) recomenda-se a dose de 1,0 a 1,5 kg/ha com volume de calda de 300 a 400 L/ha.
Para todos os casos recomenda-se aplicação única.
COUVE, BRÓCOLIS E REPOLHO:
Para o controle do Pulgão-da-couve(Brevicoryne brassicae), do Pulgão-verde(Myzus persicae) e da Traça-da-couve(Plutella maculipennis) recomenda-se a dose de 0,5 a 1,0 k/ha com volume de calda de 300 a 400 L/ha. Para todos os casos recomenda-se no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 10 dias entre elas.
COUVE-FLOR:
Para o controle do pulgão-da-couve(Brevicoryne brassicae), do Pulgão-verde(Myzus persicae) e da Traça-da-couve(Plutella maculipennis) recomenda-se a dose de 100 g/100 L d'água com volume de calda de 500 a 1000 L/ha. Recomenda-se no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 10 dias entre elas.
FEIJÃO:
Para o controle do Manhoso(Chalcodermus bimaculatus), da Lagarta-enroladeira-folhas(Hedylepta indicata) e da Lagarta-da-soja(Anticarsia gemmatalis) recomenda-se a dose de 0,5 a 1 kg/ha com volume de calda de 300 a 400 L/ha.
Para o controle do Tripes-do-prateamento(Caliotrips brasiliensis) recomenda-se a dose de 1 kg/ha com volume de calda de 300 a 400 L/ha.
Para o controle da Mosca-branca(Bernisia tabaci) e da Cigarrinha-verde-amarela(Empoasca kraemeri) recomenda-se a dose de 0,2 a 0,5 kg/ha com volume de calda de 300 a 400 L/ha. Para todos os casos recomenda-se no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 10 dias entre elas.
MELÃO:
Para o controle do Pulgão-das-inflorescência(Aphis gossypii) recomenda-se a dose de 0,25 kg/ha com volume de calda de 300 a 400 L/ha. Recomenda-se no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 10 dias entre elas.
SOJA:
Para o controle da Lagarta-da-soja(Anticarsia gemmatalis) e do Percevejo-da-soja(Nezara viridula) recomenda-se a dose de 0,75 a 1 kg/ha com volume de calda de 300 a 400 L/ha.
Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetir se necessário de acordo com o número máxima de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação.
Para o controle da Lagarta-mede-palmo(Trichoplusia ni) recomenda-se a dose de 0,2 a 0,5 kg/ha com volume de calda de 300 a 400 L/ha.
Para o controle dos Tripes(Caliothrips phaseoli, Frankiliniella rodeos e Frankliniella schultzei) recomenda-se a dose de 0,5 kg/ha com volume de calda de 300 a 400 L/ha.
Para o controle do Percevejo-marrom(Euchistus heros) e da Lagarta-enroladeira-folhas(Hedylepta indicata) recomenda-se a dose de 0,6 a 0,75 kg/ha com volume de calda de 300 a 400 L/ha.
Em todos os casos recomenda-se no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 10 dias entre elas.
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetir se necessário de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação.
MODO DE APLICACAO:
ACEFATO FERSOL 750 SP deve ser aplicado em pulverização terrestre com pulverizador de barra tratorizado munidos de bicos adequados que produzam gotas de 250-350 µs e densidade de 40 gotas/cm², gastando-se de 300-400L de calda/ha procurando obter pulverizações com cobertura uniforme da parte aérea das plantas.
TRATAMENTO DE SEMENTES:
Para o tratamento de semente o equipamento a ser usado deve ser tambor giratório ou similar. O umedecimento é feito previamente no interior do aparelho, observando o volume de modo a não causar excesso de umidade.
Preparo da Calda:
ACEFATO FERSOL 750 SP é acondicionado em saco hidrossolúvel, que é totalmente dissolvido em contato com a água, não havendo necessidade de abrir ou cortá-lo. A embalagem hidrossolúvel deve ser despejada diretamente no tanque de preparo da solução.
Para o uso de sacos hidrossolúveis:
1) Encher o tanque com água limpa com ¼ do volume de calda recomendado
2) Iniciar agitação no tanque
3) Colocar o saco hidrossolúvel diretamente no tanque, sem cortá-lo ou abri-lo, ao colocá-lo na água ele se dissolverá rapidamente.
4) Adicionar tantos sacos hidrossolúveis quanto necessário para conseguir a dosagem recomendada.
5) Aguardar a completa dissolução do saco hidrossolúvel na água. A agitação continua é necessária para a boa mistura.

Limpeza do equipamento de aplicação:
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágüe completamente o pulverizador e faça
circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
3. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza. Enxágüe completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
4. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
É PROIBIDA A APLICAÇÃO COM EQUIPAMENTO MANUAL OU COSTAL.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Temperatura ambiente: máxima de 30°C.
Umidade Relativa do ar: mínima de 55%.
Velocidade do vento: 2 a 10 km/hora.
O Engenheiro agrônomo pode alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima, o número máximo de aplicações e o intervalo de segurança determinados na bula.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Melão e amendoim: 14 dias
Citros: 21 dias
Algodão, Couve, Batata, Brócolis, Couve-flor, Repolho, Feijão, Soja: 14 dias
Algodão-tratamento de sementes: Não especificado devido a modalidade de emprego.

AVISO AO USUÁRIO: ACEFATO FERSOL 750 SP deve ser utilizado exclusivamente de acordo com as recomendações de bula/rótulo. Recomendamos a leitura da Cartilha Informativa que acompanha o produto de forma complementar às informações da bula. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS, QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTOS E TRATAMENTO, NO QUE DIZ RESPEITO À SAÚDE HUMANA.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES:

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não desentupa, bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA (Manuseio do Produto):
Use protetor ocular:
Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente, VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Use máscara cobrindo o nariz e a boca:
Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Use luvas de borracha:
Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar poeiras:
Use macacão com mangas compridas, touca árabe, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES DURANTE O USO (Aplicação Propriamente dita):
Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação.
O produto produz neblina, use máscara cobrindo o nariz e a boca.
Não aplique o produto contra o vento e nas horas mais quentes do dia.
Use macacão com mangas compridas, touca árabe, botas, luvas, óculos e máscara cobrindo o nariz e a boca.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Não reutilize a embalagem vazia.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado na embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Tome banho, troque e lave suas roupas contaminadas separadas das demais roupas do restante da família ou de uso diário.
Ao lavar as roupas de proteção use luvas e avental impermeável.

PRIMEIROS SOCORROS:

INGESTÃO: Provoque vômito até 2 horas após a ingestão se o paciente estiver consciente. Não dê nada via oral a uma pessoa incosciente. Beba 1 a 2 copos de água com 10 g ou mais de carvão medicinal e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, a bula ou receituário agronômico do produto.

OLHOS: Lave com água em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, a bula ou receituário agronômico do produto.

PELE: Lave com água e sabão em abundância e, se houver irritação, procure o médico, levando a embalagem, rótulo, a bula ou receituário agronômico do produto.

INALAÇÃO: Procure lugar arejado e vá ao médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA:
INTOXICAÇÕES POR ORGANOFOSFORADOS
Informações Médicas
ANTÍDOTO: Sulfato de Antropina é o antídoto de emergência em caso de intoxicação. Nunca administre Sulfato de Antropina antes do aparecimento de sintomas de intoxicação.
•Grupo Químico: Organofosforados.
•Classe toxicológica: Classe IV - Pouco Tóxico
•Mecanismos de toxicidade: Inibem permanentemente a enzima acetilcolinesterase através de sua fosforilação, causando acúmulo de acetilcolina e conseqüente superestimulação das terminações nervosas, tornando inadequada a transmissão de seus estímulos às células musculares, glandulares, ganglionares e do Sistema Nervoso Central (SNC).
•Vias de absorção: Oral, inalatória, dérmica e mucosas.
•Sintomas e sinais clínicos:Os efeitos podem ocorrer minutos ou horas após exposição. As manifestações agudas são classificadas como:
Muscarínicas (síndrome parassimpaticomimética, muscarínica ou colinérgica): vômito, diarréia, cólicas abdominais, broncoespasmo, miose puntiforme e paralítica, bradicardia, hipersecreção (sialorréia, lacrimejamento, broncorréia e sudorese), cefaléia, incontinência urinária, visão borrada. Diaforese severa pode provocar desidratação e hipovolemia graves, resultando em choque.
Nicotinicas (síndrome nicotínica): midríase, mialgia, hipertensão arterial, fasciculações musculares, tremores e fraqueza, que são, em geral, indicativos de gravidade. Pode haver paralisia de musculatura respiratória levando a morte. A freqüência cardíaca e a pressão arterial podem estar aumentadas ou diminuídas, devido aos efeitos muscarínicos.
Efeitos em SNC (sindrome neurológica): ansiedade, agitação, confusão mental, ataxia, depressão de centros cardio-respiratórios, convulsões e coma.
Também podem ocorrer, mais tardiamente, os seguintes quadros:
Sindrome intermediária: pode ocorrer entre 24-96 h após a exposição e resolução da crise colinérgica aguda. É caracterizada por paresia dos músculos respiratórios e debilidade muscular que acomete principalmente face, pescoço e porções proximais dos membros. Também pode haver comprometimento de pares cranianos e diminuição de reflexos tendinosos, podendo prolongar-se por meses após a exposição.
Neuropatia Retardada Induzida por Organofosforados: Desencadeada por dano aos axônios de nervos periféricos e centrais, caracterizada por paresias ou paralisias de extremidades, sobretudo inferiores, podendo persistir durante semanas ou anos. São casos raros, após exposições agudas e intensas, que também podem desencadear déficit residual de natureza neuro-psiquiátrica, com comprometimento da memória, concentração e iniciativa.
•Metabolismo/Farmacocinética: Após absorção, são distribuídos por todos os tecidos do organismo, atingindo altas concentrações no fígado, onde é metabolizado, e nos rins, que os excretam. A meia-vida destes inseticidas variam muito, dependendo da natureza do composto. Alguns metabólitos são mais tóxicos que a substância que os originou. Nas primeiras 48 h a acetilcolinesterase pode ser desfosforilada pela pralidoxima, recuperando sua arividade.
•Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição, de quadro clínico compatível, associados ou não a queda na atividade das colinesterases. Queda em 25% ou mais de sua atividade original indica exposição importante. Queda de 50% é geralmente associada com exposição intensa. A pseudocolinesterase é um indicador sensível, mas não específico. Ambas podem demorar de 3-4 meses para se normalizar.
A identificação das substâncias e seus metabólitos em sangue e urina pode evidenciar exposição, mas não são facilmente realizáveis. Outros controles incluem: eletrólitos, glicemia, creatinina, amilase pancreática, enzimas hepáticas, gasometria, ECG (prolongamento de QT), RX tórax (edema pulmonar e aspiração).
Convém considerar a possibilidade de associação do organofosforado a outros tóxicos, o que pode alterar ou potencializar o perfil clínico esperado.
Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento a confirmação laboratorial.
•Tratamento:As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação.
Descontaminação: Visa limitar a absorção e os efeitos locais.
ADVERTÊNCIA: A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamentos de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
1.Remover roupas e acessórios, e proceder descontaminação cuidadosa da (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado
2.Se houver exposição ocular,irrigar abundantemente com Soro Fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
3.Em caso de ingestão recente, proceder à lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1g/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 ml de água.
4.Emergência, suporte e tratamento sintomático: Manter vias aéreas pérveas, se necessário através de entubação oro-traqueal, aspirar secreções e oxigenar. Atenção especial para fraqueza de musculatura respiratória e parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias cardíacas. Adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário.
Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, amilase sérica.Tratar pneumonite, convulsões e coma se ocorrerem. Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
Específico e antídotos:
A administração de Atropina só deverá ser realizada na vigência de sintomatologia. Não deverá ser administrada se o paciente estiver assintomático.
Atropina - agente antimuscarínico - é usada para reverter os sintomas muscarínicos, não os nicotínicos, na dose de 2,0 - 4,0 mg em dose de ataque (adultos), e 0,05 mg/Kg em crianças, EV. Repetir se necessário a cada 5 a 10 minutos. As preparações de Atropina disponíveis no mercado, normalmente têm a concentração de 0,25 ou 0,50 mg / ml. O parâmetro para a manutenção ou suspensão do tratamento é clínico, e se baseia na reversão da ausculta pulmonar indicativa de broncorréia e na constatação do desaparecimento da fase hipersecretora, ou sintomas de intoxicação atropínica (hiperemia de pele, boca seca, pupilas dilatadas e taquicardia). Alcançados sinais de atropinização, ajustar a dose de manutenção destes efeitos por 24 horas ou mais. A presença de taquicardia e hipertensão não contra-indica a atropinização.
- Manter em observação por 72 horas, com monitorizarão cardio-respiratória e oximetria de pulso. A ação letal dos organofosforados pode ser comumente atribuída a insuficiência respiratória, pelos mecanismos de: broncoconstrição, secreção pulmonar excessiva, falência da musculatura respiratória e conseqüente depressão do centro respiratório por hipóxia. Devido a esta complicação, manter a monitoração e tratamento sintomático.
É indicado supervisão do paciente por pelo menos 48 horas
Oximas-Pralidoxima - é um antídoto específico para organofosforados. Sua ação visa restaurar a atividade da colinesterase, o que justifica coleta de amostra de sangue heparinizado prévia a sua administração, para estabelecimento da efetividade do tratamento. Age em todos sítios afetados (muscarínicos, nicotínicos e provavelmente em SNC). Não reativa a colinesterase plasmática.
Dose de ataque:
Adultos: 1-2 9 preferencialmente EV, podendo ser utilizada IM ou SC , em doses não maiores que 200 mg/minuto, diluídos em Soro Fisiológico, podendo ser repetida a partir de 2 horas após a primeira administração, não ultrapassando a dose máxima de 12g/dia.
Crianças: 20 a 40 mg/kg preferencialmente EV, podendo ser utilizada IM ou SC (não exceder 4 mg/kg/min).
Deve ser iniciada nas primeiras 24 hs, para ser mais efetiva, mas pode ser realizada mais tarde,
Se ocorrer convulsões, o paciente pode ser tratado com Benzodiazepínicos sob orientação médica.
A diálise e hemoperfusão não estão indicadas.
•Contra-indicações: Emese- em razão do risco potencial de aspiração.
Morfina, succinilcolina, teofilina, fenotiazinas e reserpina. Aminas adrenérgicas só devem ser usadas em indicações específicas devido a possibilidade de hipotensão e fibrilação cardíaca.
•Efeitos sinérgicos: Com outros organofosforados ou carbamatos
•ATENÇÃO:As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através do telefone: CIT - 0800-410148 (PR), (11) 5012-5311 FERSOL Ind. Com. Ltda: (11) 4026-6200.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO:
Ação: Atuação como inibidor moderado de acetilcolinesterase.
Absorção:Pode ser absorvido pela via dermal, pelo trato gastrointestinal e pela inalação do pó.
Excreção: Através da urina.
SINTOMAS DE ALARME:
Fraqueza, dor de cabeça, opressão no peito, visão turva, pupilas não reativas, salivação abundante, suores, náuseas, vômitos, diarréias e cólica abdominal.
EFEITOS AGUDOS E CRONICOS:
Os efeitos agudos e crônicos são relacionados com efeitos muscarínicos, nicotínicos e neurológicos.
EFEITOS ADVERSOS: por não ter o produto finalidade terapêutica não há como caracterizar seus efeitos adversos.
TELEFONES DE EMERGÊNCIA:
Centro de Controle de Intoxicações: (11) 5012-5311 FERSOL Ind. Com. Ltda: (11) 4026-6200.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1.PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Ameribras Indústria e Comércio Ltda. - telefone de Emergência: (11) 4026-6200.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado.
Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4.PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVADA.

-ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL.
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas-modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente(Embalagens Padronizadas-modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA:
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM - SACARIAS - NÃO PODEM SER LAVADAS.
- ARMAZENAMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
O armazenamento das embalagens - SACARIAS- vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio das SACARIAS
As embalagens - SACARIAS - vazias devem ser armazenada separadamente, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com
lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS - SACARIAS - VAZIAS
Devem ser devolvidas em conjunto com a embalagem do agrotóxico ACEFATO FERSOL 750 PS ou no local onde foram adquiridas as sementes tratadas.
Terceiros que efetuarem o manuseio do agrotóxico, devem descrever nas sacarias que as sementes foram tratadas com o agrotóxico ACEFATO FERSOL 750 PS e informar que as mesmas devem ser devolvidas no local em que foram tratadas ou adquiridas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇAo INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais

· Incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.

Qualquer agente de controle de inseto pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se o inseto desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à inseticida - IRAC-BR, recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticida, visando prolongar a vida útil dos inseticidas e acaricidas:
· Qualquer produto para controle de insetos da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga;
· Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula;
· Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o manejo de resistência a inseticidas.

Compatibilidade

Incompatível com produtos de reação alcalina.