Bula Bendazol - Adama

Bula Bendazol

acessos
Carbendazim
1698706
Adama

Composição

Carbendazim 500 g/L Benzimidazóis

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
80 mL p.c./100 kg de sementes 400 a 900 mL de água/100 Kg de sementes - Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação na forma de tratamento de sementes
Fungo de armazenamento
(Penicillium spp)
80 mL p.c./100 kg de sementes 400 a 900 mL de água/100 Kg de sementes - Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação na forma de tratamento de sementes
Fungo de pós colheita
(Aspergillus spp)
80 mL p.c./100 kg de sementes 400 a 900 mL de água/100 Kg de sementes - Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação na forma de tratamento de sementes
Fusariose
(Fusarium moniliforme)
80 mL p.c./100 kg de sementes 400 a 900 mL de água/100 Kg de sementes - Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação na forma de tratamento de sementes
Fusariose
(Fusarium pallidoroseum)
80 mL p.c./100 kg de sementes 400 a 900 mL de água/100 Kg de sementes - Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação na forma de tratamento de sementes
Fusariose
(Fusarium oxysporum f.sp. vasinfectum)
80 mL p.c./100 kg de sementes 400 a 900 mL de água/100 Kg de sementes - Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação na forma de tratamento de sementes
Ramulose
(Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides)
80 mL p.c./100 kg de sementes 400 a 900 mL de água/100 Kg de sementes - Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação na forma de tratamento de sementes
Tombamento
(Colletotrichum gossypii)
80 mL p.c./100 kg de sementes 400 a 900 mL de água/100 Kg de sementes - Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação na forma de tratamento de sementes
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Flor preta
(Colletotrichum acutatum)
50 a 100 mL p.c./100L água 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo mínimo de 28 dias. 7 dias. Aplicar quando as flores se encontrarem nos estágios de botão redondo até completamente desenvolvido
Verrugose da laranja doce
(Elsinöe australis)
50 a 100 mL p.c./100L água 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo mínimo de 28 dias. 7 dias. Aplicar após a queda de dois terços das pétalas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
0,5 L p.c./ha - - Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo mínimo de 10 dias. 14 dias Iniciar as aplicações preventivamente ao redor de 30 dias após a emergência
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
100 mL p.c./100 kg de sementes 400 mL de água/100 Kg de sementes - Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação na forma de tratamento de sementes
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
100 mL p.c./100 kg de sementes 400 mL de água/100 Kg de sementes - Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação na forma de tratamento de sementes
Fungo de armazenamento
(Penicillium spp)
100 mL p.c./100 kg de sementes 400 mL de água/100 Kg de sementes - Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação na forma de tratamento de sementes
Fungo de pós colheita
(Aspergillus spp)
100 mL p.c./100 kg de sementes 400 mL de água/100 Kg de sementes - Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação na forma de tratamento de sementes
Pinta preta
(Alternaria spp)
100 mL p.c./100 kg de sementes 400 mL de água/100 Kg de sementes - Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo mínimo de 10 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Iniciar as aplicações preventivamente ao redor de 30 dias após a emergência
Podridão radicular seca
(Fusarium solani f. sp. phaseoli)
100 mL p.c./100 kg de sementes 400 mL de água/100 Kg de sementes - Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação na forma de tratamento de sementes
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
60 mL p.c./100L água 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações com intervalo de 15 a 20 dias, de acordo com a pressão da doença e condições climáticas. 14 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, a partir da queda das pétalas, prolongando-se até a colheita
Podridão branca
(Botryosphaeria dothidea)
60 mL p.c./100L água 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações com intervalo de 15 a 20 dias, de acordo com a pressão da doença e condições climáticas. 14 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, a partir da queda das pétalas, prolongando-se até a colheita
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum truncatum)
100 mL p.c./100 kg de sementes 400 mL de água/100 Kg de sementes - Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação na forma de tratamento de sementes
Antracnose
(Colletotrichum dematium)
100 mL p.c./100 kg de sementes 400 mL de água/100 Kg de sementes - Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação na forma de tratamento de sementes
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
100 mL p.c./100 kg de sementes 400 mL de água/100 Kg de sementes - Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação na forma de tratamento de sementes
Fungo de armazenamento
(Penicillium spp)
100 mL p.c./100 kg de sementes 400 mL de água/100 Kg de sementes - Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação na forma de tratamento de sementes
Fungo de pós colheita
(Aspergillus spp)
100 mL p.c./100 kg de sementes 400 mL de água/100 Kg de sementes - Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação na forma de tratamento de sementes
Fusariose
(Fusarium pallidoroseum)
100 mL p.c./100 kg de sementes 400 mL de água/100 Kg de sementes - Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação na forma de tratamento de sementes
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,5 L p.c./ha - - Se necessário, repetir no intervalo de 15 a 20 dias, após a primeira aplicação. 14 dias. A aplicação deve ser iniciada na fase de formação de vagem (Estádio 5.1), até o estádio R.5.5. (final do enchimento de grãos)
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,5 L p.c./ha - - Se necessário, repetir no intervalo de 15 a 20 dias, após a primeira aplicação. 14 dias. A aplicação deve ser iniciada na fase de formação de vagem (Estádio 5.1), até o estádio R.5.5. (final do enchimento de grãos)
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,5 L p.c./ha - - Reaplicar quando o índice for atingido novamente, podendo realizar no máximo duas aplicações no ciclo da cultura. 14 dias. A aplicação deve ser realizada quando a doença atingir o índice de 20% de infecção (severidade)
Podridão seca
(Phomopsis sojae)
100 mL p.c./100 kg de sementes 400 mL de água/100 Kg de sementes - Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação na forma de tratamento de sementes
Podridão vermelha da raiz
(Fusarium solani)
100 mL p.c./100 kg de sementes 400 mL de água/100 Kg de sementes - Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação na forma de tratamento de sementes
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Fusariose
(Fusarium graminearum)
0,5 L p.c./ha - - A aplicação poderá ser repetida, no intervalo de 15 a 20 dias, sendo a primeira, logo após o espigamento. Realizar no máximo duas aplicações durante o ciclo da cultura. 35 dias. Aplicação foliar. A variação do volume de calda por hectare dependerá do estádio de desenvolvimento da cultura
Mancha das glumas
(Stagonospora nodorum)
0,5 L p.c./ha - - A aplicação poderá ser repetida, no intervalo de 15 a 20 dias, sendo a primeira, logo após o espigamento. Realizar no máximo duas aplicações durante o ciclo da cultura. 35 dias. Aplicação foliar. A variação do volume de calda por hectare dependerá do estádio de desenvolvimento da cultura

Frascos metálicos de 1L;
Frascos plásticos de 1 L;
Bombona plástica de 5, 10, 20 e 50 L.
Balde metálico de 5, 10 e 20 L.
Tambor plástico de 100 e 200 L.
Tambor metálico de 200 L.
Container de 1000 L com embalagem interna em bolha de polietileno e externamente de maderite com tratamento naval.

INSTRUÇÕES DE USO:

BENDAZOL é um fungicida sistêmico, de largo espectro, do grupo químico benzimidazol, inibidor da síntese de tubulinas. Apresenta rápida penetração na planta e translocação ascendente. É utilizado para o controle de doenças da parte aérea, na cultura da soja e do trigo.

CULTURAS E DOSES (l/ha): TRIGO E SOJA: 0,5 L/ha. (Vide seção “Indicações de Uso/Doses”)


NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALOS DE APLICAÇÃO: O controle de doenças da parte aérea deve ser realizado com base em repetidas vistorias e amostragens, observando os estádios de desenvolvimento das culturas, juntamente com os sintomas e/ou sinais das doenças, que ocorrem na lavoura. Estas informações indicarão o momento para se iniciar a pulverização. Deve-se observar os seguintes aspectos: resistência e susceptibilidade do cultivar, condições climáticas, época de aparecimento dos primeiros sintomas; além de outros fatores que determinarão o melhor momento da aplicação.

SOJA:
a) Crestamento-foliar e Mancha-parda ou Septoriose:
A aplicação deve ser iniciada no estádio R.5.l. (fase de formação de vagem) até R.5.3. (maioria das vagens entre 25% e 50% de granação ), em condições climáticas favoráveis a ocorrência das doenças ( chuvas freqüentes e temperaturas entre 22° e 30°C).
Realizar no máximo duas aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 15 a 20 dias.

b) Oídio: A aplicação deve ser baseada na vistoria periódica (monitoramento) da lavoura e no nível de infecção. A infecção pode ocorrer em qualquer estádio de desenvolvimento da planta, porém é mais freqüente na floração.
A aplicação deve ser feita quando o nível de infecção atingir 40 a 50% de severidade. Reaplicar quando esse índice for atingido.
Realizar no máximo duas aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 15 a 20 dias.

O monitoramento deve ser feito durante todo o ciclo da cultura da soja observando a presença de baixa umidade relativa do ar e temperaturas amenas, que são favoráveis ao desenvolvimento da doença. A amostragem deve ser feita percorrendo vários pontos representativos da lavoura. Considera-se como situações diferenciais de lavouras cultivares e épocas de plantio. Uma amostra deve conter, no mínimo, 50 plantas.

TRIGO:

a) Mancha-das-glumas:
A aplicação pode seguir dois critérios para quantificar a doença:
a.1) Severidade (área foliar atacada pela doença, calculada em porcentagem, tomando-se a área de cada folha, individualmente). Iniciar o controle quando a severidade for de 5% da área foliar necrosada, a partir do perfilhamento ( estádio 4 da escala de Feeks e Large );
a.2) Incidência (é a quantidade de plantas ou de partes das plantas que foram amostradas e que apresentam manchas foliares comparadas com aquelas que estão sadias). É expressa em percentagem, em função do número de plantas ou partes das plantas infectadas. Iniciar o controle quando a incidência atingir 80%, a partir do perfilhamento ( estádio 4 na escala de Feeks e Large );
Realizar no máximo duas aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 15 a 20 dias, se as condições climáticas forem favoráveis.

b) Giberela ou Fusariose:
Iniciar o controle no período que corresponde ao início do florescimento, estádio 10.5.1. da escala de Feeks e Large quando as flores estiverem abertas e as anteras expostas (antese) o que na prática, significa de 10 a 20% da floração; embora a doença possa ocorrer em qualquer momento, após o espigamento, sendo o estádio mais crítico, o estádio de florescimento. Em localidades onde as condições climáticas são favoráveis ao aparecimento da doença ( 48 horas de precipitação pluviométrica com temperatura média de 20-25° C neste período), a aplicação deverá ser preventiva, visando atingir as anteras (plena floração).
Realizar no máximo duas aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 15 a 20 dias, sendo a primeira, logo após o espigamento. Iniciar o monitoramento a partir do afilhamento (estádio 4 da escala de Feekes & Large). Amostrar a lavoura percorrendo vários pontos representativos. Considera-se como situações diferenciais de lavouras: cultivares, épocas de plantio, tratamento de sementes e rotação de culturas. Uma amostra deve conter, no mínimo, 50 plantas.

MODO DE APLICAÇÃO:

Aplicação Terrestre

BENDAZOL é um fungicida sistêmico, indicado para a aplicação em mistura com água, no controle das doenças indicadas nas culturas da soja e trigo.
Recomenda-se agitar a embalagem do produto antes do preparo da calda, devendo adicionar à calda do produto, um espalhante adesivo na dose recomendada pelo fabricante.
Manter sempre a calda em agitação durante o preparo e aplicação do produto, da formulação (suspensão concentrada).

SOJA:
Para aplicação via terrestre na cultura da soja, no controle da mancha-parda ou septoriose e
crestamento-foliar, usar pulverizador de barra equipado com bicos cônicos (série D ou similar, espaçado de 25 cm). Utilizar pressão de trabalho de 80 a 120 Lb/po1², com tamanho de gotas de 200 a 400 micra e densidade de gotas de 40 a 60 gotas/cm². O volume de calda deve ser de 300 a 400 L/ha. A variação do volume de calda/ha dependerá do estádio de desenvolvimento da cultura. Para oídio, seguir as mesmas recomendações, acima, utilizando volume de calda de 250 a 300 L/ha.

TRIGO:
Para aplicação via terrestre na cultura dó trigo, usar pulverizador de barra com bicos cônicos da série D ou equivalentes ou bico leque, distanciados de 25 a 50 cm, proporcionando um volume de calda entre 100 a 200 L/ha, usando pressão de 45 a 90 lb/po12 (bicos cônicos) ou 30 a 60 Lb/po1² (bicos leques), com tamanho de gotas de 200 a 400 micras e densidade de gotas de 40 a 60 gotas/cm². Deve-se realizar uma boa cobertura da superfície vegetal com regulagem adequada do equipamento e altura da barra, permitindo cobertura uniforme da parte aérea da cultura.

OBS.: No caso de usar outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas.

Condições climáticas:
Obedecer as seguintes condições climáticas:
.Umidade relativa do ar: maior que 50%
.Temperatura: menor que 30°C
.Velocidade do vento: entre 2 a 6 km/hora

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Trigo 35 dias
Soja 14 dias

LIMITAÇÕES DE USO:

.Este produto não deve ser aplicado através de equipamento manual ou costal.
.Não aplicar o produto em dias nublados ou na probabilidade de ocorrência de chuvas e ventos fortes. Caso chova logo após a pulverização, repetir a aplicação do fungicida.
.Evitar aplicações via terrestre, sob condições de orvalho na cultura. Aplicar somente após seu desaparecimento.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual
(EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos
na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações
descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de
emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual
- EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por
cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2 cobrindo o
nariz e a boca; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do
dia.
- Aplique o produto contra o vento, quando utilizar trator ou avião para realizar
aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável;
máscara com filtro mecânico classe P2 cobrindo o nariz e a boca; óculos de
segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA
TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo
de reentrada utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados
para o uso durante a aplicação.
10
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em sua embalagem
original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados
na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação
do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações
do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI:
macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas
de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando
a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra
naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15
minutos. Evite que a água da lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água
corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto
e ventilado. A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas
e avental impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR CARBENDAZIM
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico Benzimidazol
Classe Toxicológica III - MEDIANAMENTE TÓXICO
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética: O Carbendazim é um metabólito ativo do tiofanato metílico. Após
absorção, o Carbendazim é distribuído por todos os tecidos, atingindo altas
concentrações no fígado, onde são metabolizados. Tem excreção renal e biliar em
até 72 horas.
Mecanismos de Toxicidade
Altera enzimas microssomais hepáticas em animais de laboratório (ratos e
camundongos).
Sintomas e sinais clínicos
Nenhuma referência de intoxicação aguda causada pelo Carbendazim foi
encontrada.
11
Diagnóstico: Não foram observados sintomas de alarme. Provas laboratoriais
associadas à confirmação de exposição ao produto. Provas de função hepática e
urinária, detecção do produto no vômito coletado ou lavado da pele. Doseamento de
resíduos do produto no sangue.
Tratamento: As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para
a adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas
concomitantemente ao tratamento medicamentoso e à descontaminação. Utilizar
luvas e avental durante a descontaminação. 1. Remover roupas e acessórios e
descontaminar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água
fria abundande e sabão. Colocar a vítima em local ventilado. 2. Se houver exposição
ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15
minutos, evitando contato com a pele e mucosas. 3. Em caso de ingestão recente,
fazer lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do
risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos
e 25 -50 g em crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em
água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água.
Contraindicações: A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de
aspiração e de pneumonite química. Efeitos sinérgicos Não há como caracterizar
seus efeitos sinérgicos. ATENÇÃO Ligue para o Disque-intoxicação: 0800-722-
6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS Notifique ao sistema de informação de agravos de
notificação (SINAN/MS) Telefone de Emergência da Empresa: 0800-200-2345.
MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE
LABORATÓRIO: Após a administração oral de Carbendazim - 14C a ratos, a Cmax.
de 1,03 mg/mL foi atingida no sangue no espaço de 15 - 40 min. Uma dose 100
vezes maior resultou em um Cmax. desproporcionalmente menor de 16 mg/mL no
espaço de 0,4 - 4 h pós tratamento. A excreção ocorreu quase que exclusivamente
pela urina, sem diferenças entre machos e fêmeas; somente cerca de 1% da dose
administrada foi encontrada nas fezes. Camundongos tiveram uma Cmax. similar à
vista nos ratos em uma dose oral de 3 mg/kg p.c., mas a Cmax. na dose de 300 mg/
kg p.c., foi maior do que em ratos (36 - 53 mg/mL). A excreção fecal foi maior em
camundongos do que em ratos, representando 10 - 27% da dose administrada. Os
órgãos excretores continham as maiores concentrações teciduais; a concentração
nas gônadas esteve próxima ou foi inferior à concentração no sangue.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO: EFEITOS
AGUDOS
O Bendazol apresenta DL50 oral e dérmica para ratos > 5.000 mg/kg e CL50
inalatória para ratos maior que 6,08 mg/L. O Bendazol é levemente irritante a pele de
coelhos e não irritante ocular. Não é sensibilizante.
EFEITOS CRÔNICOS:
Estudos demonstram que o ingrediente ativo não é indutor de efeitos reprodutivos. O
ingrediente é não mutagênico, não carcinogênico e não teratogênico.

Este produto é:

( X ) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE ( CLASSE II).

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2 - INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas n��o autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3 - EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: MILENIA AGRO CIÊNCIAS S/A-
Telefone da empresa: 0800 400 7505 e o CCI - Centro de Controle de Intoxicações: (Oxx43) 3371-2244.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso Pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminadas até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de COz ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4 - PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGENS RÍGIDAS LAVÁVEIS
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI' s -Equipamentos de Proteção Individual- recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água da lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
o armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
o usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGENS RIGIDAS NÃO LAVA VEIS
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA.
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
o usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA ( NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuada em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS V AZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTO
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais componentes.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
.Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
.Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
.Incluir outros métodos de controle de doenças ( ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (Mill) quando disponíveis e apropriados.
.Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.