Bula Bravonil Ultrex

acessos
Chlorothalonil
4896
Syngenta

Composição

Clorotalonil 825 g/kg Carbonitrilas

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1,5 a 1,8 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar logo após a emergência da cultura
Requeima
(Phytophthora infestans)
1,5 a 1,8 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar logo após a emergência da cultura
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
1,8 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença
Míldio
(Peronospora destructor)
1,8 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
250 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
1,5 a 1,8 kg p.c./ha 500 L de calda/ha - 10 - 15 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições climáticas favorecerem o aparecimento da doença
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
1,5 a 1,8 kg p.c./ha 500 L de calda/ha - 10 - 15 dias 14 dias. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições climáticas favorecerem o aparecimento da doença
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
150 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Iniciar no estádio C (pontas verdes) e repetir a cada 7 dias até o estádio D2 (meia polegada verde com folhas). Iniciar novamente em dezembro repetindo a cada 7 dias 14 dias. Iniciar no estádio C (pontas verdes) e repetir a cada 7 dias até o estádio D2 (meia polegada verde com folhas). Iniciar novamente em dezembro repetindo a cada 7 dias
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Varíola
(Asperisporium caricae)
250 g p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 14 dias. 7 dias. niciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
250 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. niciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
250 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. niciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha negra
(Diplocarpon rosae)
250 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. Uso não alimentar. niciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
150 a 180 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar uma semana após a emergência
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Plasmopara viticola)
150 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - 7 - 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições climáticas favorecerem o aparecimento da doença

Saco de papel: 1 e 5 kg. Cartucho de papelão: 5 kg. Saco de papel para 1 kg contendo 10 sacos de filme hidrossolúvel com 100 g cada. Big Bag de plástico (polipropileno) com capacidade para 500 kg (USO EXCLUSIVAMENTE INDUSTRIAL). Saco de papel com revestimento aluminizado para 1 e 5 kg. Saco de papelão com revestimento aluminizado para 10kg e 25 kg. Saco plástico para 1, 5, 10, 20 e 25 Kg.

INSTRUÇÕES DE USO:
Trata-se de um fungicida a ser utilizado em pulverizações nas culturas de batata, cebola, cenoura, feijão, maçã, mamão, melancia, pepino, rosa, tomate e uva.

CULTURAS / DOENÇAS CONTROLADAS / DOSES:
Vide a seção "Indicação de Uso/Doses".

ÉPOCAS DE APLICAÇÃO:
-BATATA: Iniciar logo após a emergência da cultura e repetir a cada sete dias, usando volume de calda de 600 a 1000 L/ha.

-CEBOLA: Iniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença. Repetir a cada 7 dias. Utilizar volume médio de 800 litros/ha.

-CENOURA: Iniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença. Repetir a cada sete dias. Utilizar volume médio de 800 litros/ha.

-FEIJÃO: Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições climáticas favorecem o aparecimento da doença.Repetir a cada dez ou quinze dias, usando volume de calda de 500 L/ha.

-MAÇÃ: Iniciar no estádio C (pontas verdes) e repetir a cada sete dias até o estádio D2 (meia polegada verde com folhas). Iniciar novamente em dezembro repetindo a cada 7 dias. Usar volume de calda de 1000 a 2000 L/ ha.

-MAMÃO:Iniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença. Repetir a cada 14 dias. Utilizar volume médio de 800 litros/ha.

-MELANCIA:Iniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença. Repetir a cada 7 dias. Utilizar volume médio de 800 litros/ha.

-PEPINO:Iniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença. Repetir a cada 7 dias. Utilizar volume médio de 800 litros/ha.

-ROSA:Iniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença. Repetir a cada 7 dias. Utilizar volume médio de 800 litros/ha.

-TOMATE: Iniciar uma semana após a emergência e repetir a cada sete dias, usando um volume de calda de 1000 L/ha.

-UVA: Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições climáticas favorecerem o aparecimento da doença. Repetir a cada 7 a 10 dias, usando o volume de água de 1000 L/ha.

MODO DE APLICAÇÃO:
Feijão - Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos tipo cônico. O volume de calda a ser utilizado deverá ser de 500 L/ha.
Batata, Cebola, Cenoura, Mamão, Melancia, Pepino, Rosa e Tomate - Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos tipo cônico. O volume de calda a ser utilizado deverá ser de 400 a 1000 L/ha de modo a se obter excelente cobertura de toda a parte aérea das plantas, mas evitando-se o escorrimento. Realizar as aplicações com intervalos de sete dias.
Maçã - Utilizar turbo-atomizador tratorizado ou costal motorizado para proporcionar melhor cobertura de toda a planta. Aplicar a cada sete dias, usando um volume de calda de 1000 a 2000 L/ha. (vide: Época de aplicação).
Uva - Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos tipo cônico. O volume de calda a ser utilizado deverá ser de 2000 L/ha. Realizar as aplicações com intervalos de sete dias.
O sistema de agitação, do produto no tanque, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Seguir estas condições de aplicação, caso contrário, consultar um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Batata, cebola, cenoura, mamão, melancia, pepino,tomate e uva: 7 dias.
Feijão e maçã: 14 dias.
Rosa: Uso não alimentar.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (ou 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Fitotoxicidade para as culturas indicadas: O produto não causa fitotoxicidade para as culturas recomendadas desde que seguidas às recomendações de uso. Na cultura da maçã observar o período em que o produto não deve ser aplicado por problemas de "russeting".

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES
PRODUTO PERIGOSO
USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO

PRECAUÇÕES GERAIS:
-Produto para uso exclusivamente agrícola.
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
-Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual(EPI) recomendados.
-Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
-Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
-Não utilize equipamento com vazamento ou com defeitos.
-Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
-Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações,animais e pessoas.
- Mantenha o produto afastado de crianças, animais domésticos, alimentos,medicamentos ou ração animal.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
-Produto extremamente irritante aos olhos.
-Produto causa sensibilidade dérmica.
-Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
-Ao abrir a embalagem , faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
-Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2): óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila
-Manuseie em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
-Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita)
-Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
-Utilize o Equipamento de Proteção Individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; luvas; botas de borracha; touca árabe; máscara com filtro de carvão ativado, cobrindo nariz e a boca; óculos de proteção.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
-Sinalizar a área com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso seja necessário entrar na lavoura antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, na embalagem original, em local trancado, londe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão. luvas e máscara.
- Tome banho, imediatamente após a aplicação.
- -Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilize luvas e avental impermeáveis
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
-Não reutilizar a embalagem vazia.

PRIMEIROS SOCORROS:
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorrer naturalmente. deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Inalação Se o produto for inalado ("respirado"), levar a pessoa para um local aberto e ventilado. Se o acidentado parar de respirar faça imediatamente respiração artificial e providencie assistência médica.
Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente durante 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

INFORMAÇÕES MÉDICAS - BRAVONIL ULTREX
•Grupo Químico: isoftalonitrila
•Classe toxicológica: I- Extremamente tóxico
•Vias de absorção: Oral, Inalatória e dérmica
•Toxicocinética: Em estudos com ratos, foram administradas doses orais de clorotalonil acima de 50 mg/kg. Aproximadamente 30% da dose foi absorvida após 48 h. O clorotalonil foi distribuído no sangue e tecidos em 2 horas. As concentrações mais elevadas foram encontradas nos rins , seguido pelo fígado e sangue. A excreção biliar foi rápida, sendo o pico atingido 2 h após uma dose oral de 5 mg/kg; a excreção foi saturada em dose maior ou igual a 50 mg/kg. A maipr parte da excreção ocorreu através das fezes, sendo menor através da urina. Quando o clorotalonil foi aplicado na pele de ratos, aproximadamente 28% da dose foi absorvida em 120 h.
•Mecanismos de toxicidade:Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.


-No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas e botas de borracha

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é Muito Perigoso ao meio ambiente. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO a organismos aquáticos. Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Este produto é ALTAMENTE IRRITANTE ocular para mamíferos. Evite a contaminação ambiental - Preserva a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto - siga as instruções da bula. Em caso de acidente, siga corretamente as instruções constantes na bula.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO: Mantenha o produto em sua embalagem original. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis, para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observar as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Contate as autoridades locais competentes e a empresa. Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Isole e sinalize a área contaminada. Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou cursos de águas naturais. Siga as instruções: Piso pavimentado: recolher o material com auxílio de uma pá e colocar em tambores ou recipientes devidamente lacrados e identificados. Remover para área de descarte de lixo químico. Lave o local com grande quantidade de água. Solo: retirar as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, e adotar os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada; Corpos d'água: interromper imediatamente o consumo humano e animal e contactar o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

DESTINAÇÃO ADEQUADA DE RESÍDUOS E EMBALAGENS: Não reutilize embalagens vazias. As embalagens devem ser destruídas e enterradas em fosso para lixo tóxico. O local para construção do fosso deve ser distante de casas, de instalações ou de qualquer fonte de água, fora do trânsito de pessoas ou animais, porém de fácil acesso e onde não se preveja o aproveitamento agrícola, mesmo em longo prazo. O local não deve ser sujeito a inundações ou a acúmulos de água. O solo deve ser profundo, de permeabilidade média para permitir uma percolação lenta e degradação biológica do agrotóxico. Abrir um fosso de 1 a 2 metros de profundidade, comprimento e largura, não devendo exceder a 3 m, de acordo com as necessidades. Distribuir no fundo do fosso uma camada de pedras irregulares e uma camada de brita. Ao redor do fosso cavar uma valeta, com escoadouro, para impedir a penetração de enxurradas. Reservar uma área suficiente para a instalação de mais fossos, de acordo com a necessidade. Isolar a área com cerca de tela, para impedir a entrada de animais e dificultar a entrada de pessoas. Colocar uma placa de advertência (CAVEIRA) com os dizeres: CUIDADO LIXO TÓXICO. Antes de iniciar o uso do fosso, e após cada 15 cm de material descartado, colocar camadas de cal virgem ou calcário para ajudar a neutralização. Completada a capacidade do fosso, cobrir com uma camada de 50 cm de terra e compactar bem. Uma camada adicional de 30 cm de terra deve ser colocada sobre o aterro, para que este fique acima do nível do terreno. Observar a legislação estadual e municipal específica. Fica proibido o enterrio de embalagens em áreas inadequadas, consulte o Órgão Estadual de Meio Ambiente.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
•Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
•Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
•Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
•Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Compatibilidade

Incompatível com óleos em geral.