Bula Cartap BR 500

acessos
Cartap
538696
Sumitomo

Composição

Cloridrato de cartape 500 g/kg Bis(tiocarbamato)

Classificação

Fungicida, Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó solúvel (SP)
Contato, Ingestão

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do algodoeiro
(Eutinobothrus brasiliensis)
1 a 1,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 14 dias. No caso do algodão, iniciar os tratamentos quando se atingir o nível de dano econômico e não ultrapassar de duas aplicações seguidas. Os tratamentos devem ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalos de 7 em 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme as necessidades. Para as instruções acima, devem ser alternadas com outros inseticidas de grupos químicos diferentes (mecanismo de ação diferente) para a prevenção e gerenciamento da resistência e controle
Curuquerê
(Alabama argillacea)
1 a 1,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 14 dias. No caso do algodão, iniciar os tratamentos quando se atingir o nível de dano econômico e não ultrapassar de duas aplicações seguidas. Os tratamentos devem ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalos de 7 em 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme as necessidades. Para as instruções acima, devem ser alternadas com outros inseticidas de grupos químicos diferentes (mecanismo de ação diferente) para a prevenção e gerenciamento da resistência e controle
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
250 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 14 dias. Os tratamentos devem ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalos de 7 em 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme as necessidades. Para as instruções acima, devem ser alternadas com outros inseticidas de grupos químicos diferentes (mecanismo de ação diferente) para a prevenção e gerenciamento da resistência e controle
Larva minadora
(Liriomyza spp)
250 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 14 dias. Os tratamentos devem ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalos de 7 em 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme as necessidades. Para as instruções acima, devem ser alternadas com outros inseticidas de grupos químicos diferentes (mecanismo de ação diferente) para a prevenção e gerenciamento da resistência e controle
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
250 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 10 dias. 14 dias. Na cultura da batata, fazer o controle da “traça-da-batata” com intervalos de 10 em 10 dias. Os tratamentos devem ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme as necessidades. Para as instruções acima, devem ser alternadas com outros inseticidas de grupos químicos diferentes (mecanismo de ação diferente) para a prevenção e gerenciamento da resistência e controle
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
0,8 a 1 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 14 dias. No caso do café, na aplicação, usar espalhante-adesivo. Os tratamentos devem ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalos de 7 em 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme as necessidades. Para as instruções acima, devem ser alternadas com outros inseticidas de grupos químicos diferentes (mecanismo de ação diferente) para a prevenção e gerenciamento da resistência e controle
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
120 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 14 dias. Os tratamentos devem ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalos de 7 em 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme as necessidades. Para as instruções acima, devem ser alternadas com outros inseticidas de grupos químicos diferentes (mecanismo de ação diferente) para a prevenção e gerenciamento da resistência e controle
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
1,5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 14 dias. No controle da doença “ferrugem” do feijoeiro efetuar as aplicações com intervalos de 7 em 7 dias. Os tratamentos devem ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalos de 7 em 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme as necessidades. Para as instruções acima, devem ser alternadas com outros inseticidas de grupos químicos diferentes (mecanismo de ação diferente) para a prevenção e gerenciamento da resistência e controle
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
175 g p.c./100 L de água 300 a 500 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 14 dias. Os tratamentos devem ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalos de 7 em 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme as necessidades. Para as instruções acima, devem ser alternadas com outros inseticidas de grupos químicos diferentes (mecanismo de ação diferente) para a prevenção e gerenciamento da resistência e controle
Girassol Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do girassol
(Chlosyne lacinia saundersii)
1 a 1,5 kg p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 14 dias. Os tratamentos devem ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalos de 7 em 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme as necessidades. Para as instruções acima, devem ser alternadas com outros inseticidas de grupos químicos diferentes (mecanismo de ação diferente) para a prevenção e gerenciamento da resistência e controle
Maracujá Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do maracujazeiro
(Dione juno juno)
120 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 14 dias. Os tratamentos devem ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalos de 7 em 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme as necessidades. Para as instruções acima, devem ser alternadas com outros inseticidas de grupos químicos diferentes (mecanismo de ação diferente) para a prevenção e gerenciamento da resistência e controle
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Minador de folhas
(Liriomyza sativae)
1 a 1,5 kg p.c./ha 400 a 800 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 3 dias. Os tratamentos devem ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalos de 7 em 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme as necessidades. Para as instruções acima, devem ser alternadas com outros inseticidas de grupos químicos diferentes (mecanismo de ação diferente) para a prevenção e gerenciamento da resistência e controle
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
1 a 1,5 kg p.c./ha 400 a 800 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 3 dias. Os tratamentos devem ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalos de 7 em 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme as necessidades. Para as instruções acima, devem ser alternadas com outros inseticidas de grupos químicos diferentes (mecanismo de ação diferente) para a prevenção e gerenciamento da resistência e controle
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
200 a 250 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 3 dias. Os tratamentos devem ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalos de 7 em 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme as necessidades. Para as instruções acima, devem ser alternadas com outros inseticidas de grupos químicos diferentes (mecanismo de ação diferente) para a prevenção e gerenciamento da resistência e controle
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
200 a 250 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 3 dias. Os tratamentos devem ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalos de 7 em 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme as necessidades. Para as instruções acima, devem ser alternadas com outros inseticidas de grupos químicos diferentes (mecanismo de ação diferente) para a prevenção e gerenciamento da resistência e controle
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
150 g p.c./100 L de água 600 a 1000 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 3 dias. Os tratamentos devem ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalos de 7 em 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme as necessidades. Para as instruções acima, devem ser alternadas com outros inseticidas de grupos químicos diferentes (mecanismo de ação diferente) para a prevenção e gerenciamento da resistência e controle
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
200 a 250 g p.c./100 L de água 600 a 1000 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 3 dias. Os tratamentos devem ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalos de 7 em 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme as necessidades. Para as instruções acima, devem ser alternadas com outros inseticidas de grupos químicos diferentes (mecanismo de ação diferente) para a prevenção e gerenciamento da resistência e controle
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
250 g p.c./100 L de água 600 a 1000 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 3 dias. Os tratamentos devem ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalos de 7 em 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme as necessidades. Para as instruções acima, devem ser alternadas com outros inseticidas de grupos químicos diferentes (mecanismo de ação diferente) para a prevenção e gerenciamento da resistência e controle
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
250 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 14 dias. Os tratamentos devem ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalos de 7 em 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme as necessidades. Para as instruções acima, devem ser alternadas com outros inseticidas de grupos químicos diferentes (mecanismo de ação diferente) para a prevenção e gerenciamento da resistência e controle
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
250 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 14 dias. Os tratamentos devem ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalos de 7 em 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme as necessidades. Para as instruções acima, devem ser alternadas com outros inseticidas de grupos químicos diferentes (mecanismo de ação diferente) para a prevenção e gerenciamento da resistência e controle
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
250 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 14 dias. Os tratamentos devem ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalos de 7 em 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme as necessidades. Para as instruções acima, devem ser alternadas com outros inseticidas de grupos químicos diferentes (mecanismo de ação diferente) para a prevenção e gerenciamento da resistência e controle
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia adultera)
1 a 1,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 14 dias. Os tratamentos devem ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalos de 7 em 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme as necessidades. Para as instruções acima, devem ser alternadas com outros inseticidas de grupos químicos diferentes (mecanismo de ação diferente) para a prevenção e gerenciamento da resistência e controle

Embalagens: sacos plásticos de polietileno 1 kg;
Sacos plásticos aluminizados 1 e 5 kg.
Tambor de fibra, plástico e metálico:25, 50, 100, 110, 150, 200, 300, 500 e 1000 kg.Contêiner: 100, 200, 500, 1000, 1100, 1200, 1300, 1500 e 20.000 kg.

INSTRUÇÕES DE USO:

CULTURAS/PRAGAS/DOSES: "Vide Indicações de Uso/Doses"
CARTAP BR 500 trata-se de um inseticida-fungicida empregado no controle de inúmeras pragas em diversas culturas e também para doenças na cultura do feijoeiro.

INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Os tratamentos devem ser iniciados aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalos de 7 em 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta.
Repetir as aplicações conforme as necessidades.
No caso do algodão, iniciar os tratamentos quando se atingir o nível de dano econômico e não ultrapassar de duas aplicações seguidas.
No caso do café, na aplicação, usar espalhante-adesivo.
No controle da doença "ferrugem" do feijoeiro efetuar as aplicações com intervalos de 7 em 7 dias.
Na cultura da batata, fazer o controle da "traça-da-batata" com intervalos de 10 em 10 dias.

NOTA: Para as instruções acima, devem ser alternadas com outros inseticidas de grupos químicos diferentes (mecanismo de ação diferente) para a prevenção e gerenciamento da resistência e controle.

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
- Via terrestre: Para as culturas de Batata, Tomate, Algodão, Trigo, Couve, Girassol, Maracujá, Café, Feijão, Melancia, Melão e Pepino.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra, dotados de bicos cônicos D2 a D3, ou equivalentes com pressão de 100 lb/pol² Usando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter uma cobertura uniforme da parte aérea da planta.

- Via aérea: Para as culturas de Algodão, Trigo, Girassol e Feijão
Uso de barra ou atomizador rotativo Micronair AU 3.000:
•Volume de aplicação: com barra: 20 - 30 L/ha e com Micronair: 20 – 30 L/ha.
•Altura do vôo: com barra: 2 - 3 m e com Micronair: 3 - 4 m.
•Largura da faixa de deposição efetiva: 15 m.
•Tamanho/densidade de gotas: 100 - 120 micra com mínimo de 40 gotas/cm2
•Condições Climáticas: o diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação (L/ha), para proporcionar a adequada densidade de gotas, obedecendo ventos de até 8 Km/h, temperatura inferior à 27°C e umidade relativa acima de 70%, visando reduzir ao mínimo, perdas por deriva ou evaporação.
•No caso de barra, usar bicos cônicos pontas D6 a D12, disco (core) inferior a 45°.
•Usando Micronair, o número de atomizadores devem ser 4, onde para o ajuste do regulador de vazão (VRU), pressão e ângulo da pá, seguir a tabela sugeri da pelo fabricante.
•O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação.

OBS: Seguir estas condições de aplicação, caso contrário, consultar um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Batata, Tomate, Café, Feijão, Algodão, Trigo, Couve, Girassol e Maracujá.................... 14 dias
Melão, Melancia e Pepino............................................................................................... 3 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela saúde humana - ANVISA/MS)

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade: para a cultura do algodão, não efetuar mais que duas aplicações seguidas Outras restrições: Não há.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

PRECAUÇÕES E RECOMENDAÇÕES GERAIS, QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTOS E TRATAMENTOS NO QUE DIZ RESPEITO À SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES

PRECAUÇÕES GERAIS:
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
Não utilize equipamentos com vazamentos.
Não desentupa bicos, orifícios, válvulas e tubulações com a boca.
Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Use Protetor ocular:
Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Use máscara cobrindo o nariz e a boca:
Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Use luvas de borracha:
Ao contato do produto com a pele lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar levantamento de pó:
Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, máscara apropriada, óculos ou viseira facial, luvas, botas e avental impermeáveis.

PRECAUÇÕES DURANTE O USO:
Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação.
Não aplique o produto contra o vento.
Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, máscara cobrindo o nariz e a boca, protetor ocular, luvas e botas impermeáveis.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Não reutilize a embalagem vazia.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Tome banho, troque e lave as suas roupas.
Para reentrada nas áreas tratadas usar macacão com mangas compridas, luvas e botas.

PRIMEIROS SOCORROS
INGESTÃO: Provoque vômito, e procure logo o médico.
OLHOS: Lave-os com água em abundância e procure logo o médico.
PELE: Lave com água e sabão em abundância e, se houver irritação, procure o médico.
INALAÇÃO: Procure lugar arejado.

Obs.: Ao procurar o médico leve a embalagem, o rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto.

SINTOMAS DE ALARME:
Como não se conhecem casos relatados de intoxicação humana com o produto, são desconhecidos os sintomas de alarme, a não ser os efeitos agudos apresentados nos estudos com animais de laboratório.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA:
A descontaminação deverá ser feita através de esvaziamento estomacal e utilização de carvão ativado. Para irritação cutâneo-mucosa, tratamento sintomático. No caso de risco de colapso, oxigenoterapia e vaso constritores por via parenteral.
Antídoto: L- Cysteine.

TELEFONES DE EMERGÊNCIA:
Centro de Controle de intoxicações (CCI): (0XX11) 5012-5311
Iharabras S.A.: (0XX15) 225-1744

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:
O CARTAP é um inseticida que age como bloqueador neuromuscular em mamíferos. Atua no receptor nicotínico da acetilcolina (AchR). Estudos recentes sugerem que os anticolinesterásicos incluindo os organofosforados e carbamatos atuam diretamente nestes receptores nicotínicos. Os efeitos do CARTAP nos receptores de feocromocitoma de ratos foram estudados. Os resultados indicaram que este inseticida modula os receptores nicotínicos por diferentes mecanismos de ação. O CARTAP atua como um bloqueador da abertura do canal no receptor nicotínico AchR.
O produto pode ser absorvido por todas as vias, incluindo as vias oral, inalatória e dérmica.
Em ratos a porção carbonyl é hidrolizada e o enxofre oxidado, com N-dimetilação dos derivados thiomethyl. Não acumula-se nos tecidos. É rapidamente absorvido, metabolizado e excretado pela via urinária. Em experimentos realizados com ratos foi verificado que 85% de uma dose administrada por via oral foi eliminada dentro de 48 horas. Não há observações em seres humanos.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS
Efeitos agudos: Não há relatos de efeitos tóxicos em seres humanos na literatura disponível até o momento. Em virtude de seu mecanismo de ação, podem ser esperadas parestesias e paralisias após elevadas exposições como as que ocorrem em insetos, devidas ao bloqueio neuromuscular. O produto não foi irritante para a pele ou para os olhos do coelho.
Efeitos crônicos: Em estudos crônicos realizados com animais de laboratório não foram registradas evidências de efeitos crônicos.

EFEITOS COLATERAIS:
A norma adotada internacionalmente não contempla a realização desses estudos no ser humano. Não há como caracterizar os efeitos colaterais do produto por não ter finalidade terapêutica.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1.PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE

-Este produto é MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
-Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos
-Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-Não utilize equipamentos com vazamentos.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-Aplique somente as doses recomendadas.
-Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'agua. Evite a contaminação ambiental.
-A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona a contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
-Não execute a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação de mananciais de captação de água para abastecimento publico e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptível a danos.
-Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes as atividades aeroagricolas.

2.INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
-Mantenha 0 produto em sua embalagem original, sempre fechada.
-O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
-A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
-O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
-Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
-Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
-Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
-Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
-Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3.INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
-Isole e sinalize a área contaminada.
-Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SUMITOMO CHEMICAL DO BRASIL REPRESENTAÇOES LTDA. - Telefone de Emergência: 0800-111767.
-Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e mascara contra eventuais vapores).
-Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado - absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante, através do telefone indicado no rotulo para sua devolução final.
Solo - retire as camadas de terra contaminada ate atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
-Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4.PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

-LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's-Equipamentos de Proteção Individual- recomendados para o preparo da calda do produto.

•Tríplice Lavagem (Lavagem Manual)
-Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa a embalagem ate ¼ do seu volume;
-Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
-Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
-Faça esta operação três vezes;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

•Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagens sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcionar o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
-Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda água de lavagem e dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

-ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Àpos a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com tampa, em caixa coletiva, quanto existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, ate sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

-DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo e ainda estiver dentro de sua prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 (seis) meses apos o termino do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano apos a devolução da embalagem vazia

-TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

-EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

-ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

-ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia ate sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇAO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de ate um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo e ainda estiver dentro de sua prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 (seis) meses apos o termino do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

-TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

-ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

-ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, ate sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem
Esta embalagem deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagem Padronizada - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual devera ser adquirido nos Canais de Distribuição.

-DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo e ainda estiver dentro de sua prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 (seis) meses apos o termino do prazo de validade.

-TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em sacos plásticos transparentes (Embalagem Padronizada - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

Obs: as orientações abaixo deverão ser mantidas para embalagem SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

-ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

-ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

-DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
È obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

-TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

-DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizadas pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

-É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DO PRODUTO.

-EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA OU RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água, e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

-PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para esse tipo de operação, equipados com câmara de lavagem de gases e efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
Para desativação do produto, contate a empresa SUMITOMO CHEMICAL DO BRASIL REPRESENTAÇÕES LTDA, e o Órgão Estadual do Meio Ambiente.

5. TRANSPORTE DE AGROTOXICOS, COMPONENTES E AFINS.
O transporte esta sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de doenças (Ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponíveis e apropriados.

Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência.
Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas.
- Qualquer produto para controle de insetos da mesma classe ou mesmo modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o Manejo de Resistência.