Bula Chapter - Tradecorp do Brasil
CME MILHO (DEZ/20) US$ 3,650 (0,50%)
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Bula Chapter

Glufosinato - sal de amônio
10620
Tradecorp do Brasil

Composição

Glifosato - Sal de Amônio 200 g/L

Classificação

Terrestre
Herbicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Não seletivo, Ação Total

Alface

Dosagem Calda Terrestre
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Polygonum aviculare (Erva de bicho )
Soliva anthemifolia (Roseta)
Sonchus oleraceus (Serralha)
Stellaria media (Esparguta)

Algodão

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Alternanthera tenella (Apaga fogo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brachiaria plantaginea (Papuã) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Chenopodium album (Erva formigueira branca)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Digitaria sanguinalis (Capim colchão)
Eleusine indica (Capim pé de galinha)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Ipomoea grandifolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida glaziovii (Guanxuma branca)
Sorghum halepense (Capim massambará)

Banana

Dosagem Calda Terrestre
Ageratum conyzoides (Mentrasto)
Crepis japonica (Crepis)
Cuphea carthagenensis (Sete sangrias)
Digitaria horizontalis (Capim colchão)
Dioscorea batatas (Erva cará)
Eleusine indica (Capim pé de galinha)
Gnaphalium spicatum (Erva branca)
Paspalum conspersum (Capim milhã)
Phyllanthus tenellus (Quebra pedra)

Batata

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum australe (Carrapicho rasteiro)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho)
Digitaria sanguinalis (Capim colchão)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Solanum tuberosum (Batata)
Spermacoce alata (Poaia do campo)

Café

Dosagem Calda Terrestre
Ageratum conyzoides (Mentrasto)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Conyza bonariensis (Buva)
Digitaria horizontalis (Capim colchão)
Gnaphalium spicatum (Erva branca)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Sida rhombifolia (Guanxuma)

Citros

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Digitaria horizontalis (Capim colchão)
Digitaria insularis (Capim amargoso )
Digitaria sanguinalis (Capim colchão)
Eleusine indica (Capim pé de galinha)
Emilia sonchifolia (Falsa serralha)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Sida cordifolia (Malva branca)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Talinum paniculatum (Maria gorda)

Eucalipto

Dosagem Calda Terrestre
Acacia plumosa (Arranha gato)
Bauhinia variegata (Unha de vaca)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Conyza bonariensis (Buva)
Emilia sonchifolia (Falsa serralha)
Lantana camara (Cambará)
Melinis minutiflora (Capim gordura)
Panicum maximum (Capim colonião)
Pteridium aquilinum (Samambaia)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Solanum paniculatum (Jurubeba)
Sonchus oleraceus (Serralha)
Spermacoce alata (Poaia do campo)
Spermacoce verticillata (Poaia)
Stachytarpheta cayennensis (Gervão)

Feijão

Dosagem Calda Terrestre
Phaseolus vulgaris (feijão) (Feijão) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maçã

Dosagem Calda Terrestre
Bidens pilosa (Picão preto)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Digitaria horizontalis (Capim colchão)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Lolium multiflorum (Azevém)
Oxalis oxyptera (Azedinha)
Parthenium hysterophorus (Losna branca)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)
Rumex obtusifolius (Língua de vaca)
Senecio brasiliensis (Maria Mole)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Sonchus oleraceus (Serralha)

Milho

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum australe (Carrapicho rasteiro)
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Digitaria sanguinalis (Capim colchão)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Sida cordifolia (Malva branca)
Sida rhombifolia (Guanxuma)

Nectarina

Dosagem Calda Terrestre
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Digitaria horizontalis (Capim colchão)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Sida rhombifolia (Guanxuma)

Pêssego

Dosagem Calda Terrestre
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Digitaria horizontalis (Capim colchão)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Sida rhombifolia (Guanxuma)

Repolho

Dosagem Calda Terrestre
Coronopus didymus (Mentruz)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Polygonum persicaria (Erva de bicho)
Sonchus oleraceus (Serralha)
Stellaria media (Esparguta)

Soja

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro)
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Avena sativa (Aveia) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria plantaginea (Papuã) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho)
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Conyza bonariensis (Buva)
Digitaria insularis (Capim amargoso )
Digitaria sanguinalis (Capim colchão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Glycine max (Soja)
Hordeum vulgare (Cevada) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lolium multiflorum (Azevém) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Richardia brasiliensis (Poaia branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Rottboellia exaltata (Capim camalote)
Secale cereale (Centeio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Triticum aestivum (Trigo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Triticum secale (Triticale) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Trigo

Dosagem Calda Terrestre
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho)
Conyza bonariensis (Buva)
Digitaria insularis (Capim amargoso )
Digitaria sanguinalis (Capim colchão)
Eleusine indica (Capim pé de galinha)
Glycine max (Soja)
Oryza sativa (Arroz)
Sida cordifolia (Malva branca)
Spermacoce alata (Poaia do campo)
Triticum aestivum (Trigo)

Uva

Dosagem Calda Terrestre
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Galinsoga parviflora (Picão branco)

Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 20 L
Tipo: Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 1 L
Tipo: Tambor
Material: Plástico e Metálico
Capacidade: 200 L

INSTRUÇÃO DE USO

CHAPTER controla eficientemente, em pós-emergência de jato dirigido, plantas daninhas nas culturas de: alface, algodão, banana, batata, citros, café, eucalipto, maçã, milho, nectarina, pêssego, repolho, soja, trigo e uva; na dessecação de feijão, batata, soja e trigo. No sistema de plantio direto, em soja e trigo; e na pós-emergência total do algodoeiro OGM.

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO

Aplicação terrestre: CHAPTER pode ser aplicado com equipamento costal manual ou motorizado, bem como por equipamento tratorizado, utilizando-se bicos tipo leque SO.02, 110.02 a 110.04, com uma pressão de 40 a 60 libras/pol². O volume de calda varia de 200 a 600 L/ha. O diâmetro de gotas deve ser ajustado de acordo com o volume de aplicação (L/ha), proporcionando adequada densidade de gotas, obedecendo ventos de até 10 km/hora, temperatura e umidade relativa, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva ou evaporação. Para as hortaliças (alface e repolho) quando utilizar o “sistema de copinhos”, cobrir as mudinhas com copinho plástico, para protegê-las da ação herbicida do produto. Na dessecação do trigo, a vazão deve ser de 200 litros de calda/ha com uma densidade média de gotas acima de 40 gotas/cm2 . Aplicar o produto de modo que este atinja sempre da melhor forma toda a superfície das plantas de trigo, folhas e colmos, com uma cobertura uniforme. Recomenda-se uma velocidade de trabalho do trator em torno de 6 km/h. Utilizando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter uma cobertura uniforme. Aplicação aérea: Para efeito de dessecação nas culturas de soja e feijão. O volume de calda varia de 30 a 40 litros de calda/ha. Utiliza-se barra com bicos da série D (D6 a D10) ou bicos tipo leque. Respeitar altura de voo de 3-4 metros, faixa de deposição 13-15 metros e ventos de até 10 km/hora. Algodão OGM: Pode ser aplicado com pulverizadores terrestres, manuais costais ou tratorizados, dotados de barra com bico de jato plano (leque) a uma vazão de 200 a 300 litros de calda/ha, ou aeronaves agrícolas com volume de calda de 30 a 40 litros de calda/ha diretamente sobre as plantas daninhas. Sendo um produto de contato, é importante uma cobertura uniforme das plantas daninhas pela calda de pulverização. Condições climáticas favoráveis: Temperatura mínima de 10º C e máxima de 28º C. Umidade relativa do ar de mínimo 60%. Velocidade de vento: acima de 2 km/h até o máximo de 10 km/h. Preparo de calda: Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica) a presença destes pode reduzir a eficácia do produto. Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada de CHAPTER, acrescentar o adjuvante na proporção de 0,25% v/v, misturar, após este procedimento, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação antes e durante todo o processo de pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Alface, maçã, nectarina, pêssego, repolho, uva: 7 dias
Algodão: 28 dias
Algodão OGM: 116 dias
Banana, batata, soja: 10 dias
Café: 20 dias
Citros: 40 dias
Eucalipto: Uso não alimentar
Feijão: 5 dias
Milho, trigo: Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
Trigo (dessecante): 15 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca.

LIMITAÇÕES DE USO

CHAPTER é um herbicida de ação total, não seletivo, devendo ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, observando atentamente as instruções de uso do produto. Chuvas ou irrigação por aspersão no período de 6 horas após a aplicação do produto pode reduzir seu efeito herbicida. Algodão OGM: O produto não promove efeitos negativos quando utilizado dentro das instruções de uso. A recomendação de uso do produto é restrita em algodoeiro geneticamente modificado expressando a proteína PAT, não sendo recomendado o uso do produto nesta modalidade sobre cultivar convencional. O produto não deve ser aplicado em plantas daninhas ou culturas que estejam sob “stress”, ou quando o solo se apresenta com deficiência hídrica. Os melhores resultados são obtidos quando as plantas daninhas se apresentam em condições favoráveis de desenvolvimento. Evitar aplicações quando as plantas daninhas estiverem excessivamente molhadas. Para o bom funcionamento do produto deve ser observado um período de 6 horas sem ocorrência de chuvas.

Outras restrições

- Evitar deriva de pulverização e de resíduos do produto sobre lavouras vizinhas, CHAPTER pode causar fitotoxicidade às culturas ou vegetações próximas às áreas nas quais está sendo aplicado. Restos ou “tiguera” de plantas de algodão LL não serão controlados por este herbicida, da mesma forma que não serão controlados por herbicidas seletivos convencionais. Sendo um produto de contato, é importante uma cobertura uniforme das folhas das plantas daninhas pela calda de pulverização. O controle de plantas daninhas pode ser reduzido se a aplicação for realizada em períodos de baixa insolação (nevoeiro ou neblina); ou quando as ervas daninhas estão sob estresse devido às condições ambientais como a seca, temperatura frias ou longos períodos de nebulosidade. Os melhores resultados são obtidos quando as plantas daninhas se apresentam nos estádios iniciais e em condições favoráveis de desenvolvimento.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Quando houver recomendação/informações sobre MIP oriundas de pesquisa pública ou privada, as mesmas devem ser implementadas.

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo H (homoalanina substituída) para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br). GRUPO H HERBICIDA O produto herbicida CHAPTERClick here to enter text. é composto por Glufosinato de amônio, que apresenta mecanismo de ação dos Inibidores da GS (Glutamina sintetase), pertencente ao Grupo H, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).