Bula Domark 100 EC - Isagro

Bula Domark 100 EC

acessos
Tetraconazole
6099
Isagro

Composição

Tetraconazol 100 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico

Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
50 a 100 mL p.c./100L água 600 a 800 L de calda/ha - 7 a 12 dias. 7 dias. Após o aparecimento dos primeiros sintomas
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramularia
(Ramularia areola)
0,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - 15 dias. 28 dias. 40 a 45 dias após a emergência da cultura
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
0,5 a 1 L p.c./ha - - 30 dias. 3 dias. Após o aparecimento dos primeiros sintomas
Sigatoka negra
(Mycosphaerella fijiensis)
1 L p.c./ha - - 14 dias. 3 dias. Após o aparecimento dos primeiros sintomas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
0,5 a 1 L p.c./ha 600 a 800 L de calda/ha - 14 dias. 14 dias. Após o aparecimento dos primeiros sintomas
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
0,5 a 1 L p.c./ha 500 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 15 dias. Após o aparecimento dos primeiros sintomas
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
50 a 100 mL p.c./100L água 600 a 800 L de calda/ha - 7 a 12 dias. 7 dias. Após o aparecimento dos primeiros sintomas
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem branca
(Puccinia horiana)
50 a 100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - 7 a 15 dias. UNA. Preventivo em condições favoráveis da doença
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
0,5 L p.c./ha 350 a 400 L de calda/ha - 14 dias. 7 dias. No início dos primeiros sintomas
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
0,75 a 1 L p.c./ha 350 a 400 L de calda/ha - 14 dias. 7 dias. No início dos primeiros sintomas
Gladíolo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces transversalis)
50 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - 7 a 15 dias. UNA. Preventivo em condições favoráveis da doença
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
40 a 50 mL p.c./100L água 1,5 L de calda / planta - 7 a 15 dias. 7 dias. Durante o ciclo vegetativo da cultura
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
50 a 100 mL p.c./100L água 10 a 30 L de calda / planta - 10 a 15 dias. 7 dias. Antes do florescimento
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Crestamento gomoso do caule
(Didymella bryoniae)
50 a 75 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - 7 a 12 dias. 7 dias. Após o aparecimento dos primeiros sintomas
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
50 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - 7 a 12 dias. 7 dias. Após o aparecimento dos primeiros sintomas
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
50 a 100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - 7 a 12 dias. 7 dias. Após o aparecimento dos primeiros sintomas
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
50 a 75 mL p.c./100L água 350 a 400 L de calda/ha - 7 a 12 dias. 7 dias. Após o aparecimento dos primeiros sintomas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
500 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 7 dias. A partir do início do florescimento
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
500 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 7 dias. A partir do início do florescimento
Oídio
(Erysiphe diffusa)
500 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 7 dias. Quando 20 % da área foliar for afetada
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
50 a 100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. No início do florescimento, ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Septoriose
(Septoria lycopersici)
50 a 75 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. No início do florescimento, ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da videira
(Phakopsora euvitis)
50 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - 7 a 15 dias. 7 dias. Preventivo, em condições favoráveis a doença
Oídio
(Uncinula necator)
30 mL p.c./100L água 1000 a 1200 L de calda/ha - 7 a 15 dias. 7 dias. Preventivo, em condições favoráveis a doença

Frascos e bombonas de plástico de 0,5; 1; 2,0; 5,0; 10; 20; 50 e 100 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
Domark 100 EC é um fungicida sistêmico que deve ser aplicado em pulverização na parte aérea das culturas para controle das doenças.

CULTURAS, DOENÇAS E DOSES:
Vide a seção “Indicações de Uso/Doses”

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Abóbora, Cenoura, Melão e Pepino: aplicar após o aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir quando necessário com intervalo de 7 a 12 dias, com no máximo 4 aplicações.

Algodão: Iniciar as aplicações de forma preventiva, 40-45 dias após a emergência da cultura e repetir se necessário em intervalos de 15 dias, dependendo da evolução da doença. Em condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da doença (chuvas freqüentes com alta umidade e alta temperatura), o monitoramento deve ser intensificado para a avaliação da necessidade de reaplicação, não exceder o número máximo de 4 aplicações

Banana: aplicar preventivamente no aparecimento dos sintomas, principalmente visando a proteção das folhas mais novas (número O, 1 e 2). O intervalo entre aplicações dependerá das condições favoráveis ou não ao patógeno.
Em geral em condições de alta pressão para Sigatoka-amarela, intervalos mínimos de 30 dias, e para Sigatoka¬negra intervalos de 14 dias. Para Sigatoka-negra não exceder o número máximo de 4 aplicações seguidas com o Domark® 100 EC.



Batata: aplicar no aparecimento dos primeiros sintomas a partir do final do desenvolvimento foliar e início do desenvolvimento dos tubérculos. Repetir quando necessário com intervalo de 14 dias, com no máximo 4 aplicações.
Café: fazer 2 aplicações, sendo a primeira no aparecimento dos sintomas, e a segunda no ressurgimento dos mesmos.
Crisântemo e Gladíolo: fazer aplicação preventiva ou quando as condições forem favoráveis ao aparecimento das doenças. Repetir quando necessário com intervalo de 7 a 15 dias, com no máximo 4 aplicações.
Feijão: iniciar o tratamento preventivameÇj~/'nW~~ttl&~;~id5'j'fffilftêiros sintomas ou quando as climáticas forem favoráveis a ocorrência das doenças. Fazer 2 aplicações, espaçadas de 14 dias.
Maçã: controlar durante o ciclo vegetativo em aplicações de 7 a 15 dias, com no máximo 4 aplicações.
Manga: iniciar as aplicações antes do f1orescimento e repetir se necessário com intervalo de 10-15 dias, com no máximo 4 aplicações.
Melancia: aplicar após o aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir quando necessário com intervalo de 7 a 12 dias, com no máximo 3 aplicações.
Tomate: aplicar a partir do início do f1orescimento, no aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir quando necessário com intervalo de 7 dias, com no máximo 4 aplicações.
Uva: as aplicações devem ser de caráter preventivo (Ferrugem-da-videira: inicio do florescimento estádio 15 da classificação de Eichlorn-Lorenz; Podrdão-da-uva-madura: quando as plantas atingirem o estádio 25 da classificação de Eichlorn-Lorenz - "grão de ervilha"; Oídio: a partir do estádio 09 da classificação de Eirchlorn¬Lorenz -"2-3 folhas separadas''), ou quando as condições forem favoráveis ao aparecimento das doenças. Repetir quando necessário com intervalo de 7-15 dias, com no máximo 4 aplicações. Utilizar a maior dose em condições altamente favoráveis para a doença.
Soja:
Fazer no máximo 2 aplicações considerando:
Ferrugem:deve ser controlada sempre preventivamente. A aplicação deve ser iniciada logo que for detectado algum foco nas lavouras vizinhas ou nas unidades de alerta da região. Em condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da doença, o monitoramento deve ser intensificado para a avaliação da necessidade de reaplicação. Em situações de alta incidência e severidade, a necessidade de reaplicação é maior, pois o intervalo entre as aplicações é reduzido.
Doenças de Final de Ciclo (D.F.C.): fazer a aplicação a partir do inicio do f1orescimento reaplicando sempre que necessário.
Oídio: o controle deve ser realizado quando a lavoura apresentar área foliar afetada de 20%, reaplicando sempre que necessário.
OBS.: Para as instruções acima, recomendamos alternância com fungicidas de ação protetora.

MODO DE APLICAÇÃO:
Domark 100 EC é um fungicida usado em pulverização por meio de equipamentos costais manuais ou tratorizados, ou pelo sistema convencional com barra. Os equipamentos devem ser adaptados com bico de jatos cônico da série “D” ou similar, com pressão variando de 80 a 100 PSI.
A quantidade de calda varia de 200 L/ha para soja, 350-400 L/ha para feijão e pepino, 500 L/ha para café, 600-800 L/ha para batata, cenoura e abóbora, 1000 L/ha para crisântemo, gladíolo, tomate, melão e melancia, 1,5 L/planta para maçã, 1000-1200 L/ha para uva e 10-30 L/planta para manga.
Para a banana o produto é indicado para ser aplicado em mistura com óleo mineral e/ou água. A aplicação deve ser feita na forma de pulverização com equipamentos aéreos ou terrestres. Para o caso de equipamentos terrestres (turbo atomizadores ou costaI motorizado), poderá ser usado o mesmo volume da mistura ou volume maior da aplicação aérea, conforme os recursos do equipamento e condições topográficas e de acesso da área, sendo que nesse caso a dose do produto/ha deverá ser mantida inalterável, variando apenas a quantidade do veículo. Para condições específicas de equipamentos que aplicam maior volume de calda/área, poderá ser feita adição de água (até 50% do volume total) respeitando-se a dose de Domark 100 EC por área, para completar o volume desejado.
Recomenda-se para melhor emulsificação o uso de surfactante na dose indicada pelo fabricante e a agitação da calda durante a aplicação.
Respeitar a dosagem mínima de 0,5 L/ha para as pulverizações onde se utilizam as dosagem por hectolitro (50 mL/l00 L), com volume de calda abaixo de 1.000 L/ha.
Em aplicações aéreas, recomenda-se como veículo na pulverização a utilização de óleo mineral ou "spray-oil" com índice de sulfonação mínima de 90% e outras especificações exigidas para uso agrícola. O produto poderá ser aplicado somente com óleo mineral (0,5 a 1,0 L + 14,5 a 14,0 de óleo mineral) ou a mistura do produto + óleo mineral + adjuvante + água (0,5 a 1,0 L + 5 L de óleo mineral + dose recomendada do adjuvante e completar com água até o volume de 15 L). Para o preparo da calda, seguir a seguinte ordem: misturar o Domark 100 EC com o óleo mineral, adicionar o espalhante adesivo, agitar intensamente e finalmente, completar o volume com água. Manter agitação intensa durante a aplicação. Devido à sua viscosidade, no caso de aplicação da mistura com aeronaves deve ser dada preferência à utilização de Micronair modelo AU-5000, com volumes de 15 L/ha da mistura (Domark 100 EC+ óleo) na mesma faixa de pressão e parâmetros climáticos recomendados.
Em aplicação aérea para a cultura da soja, utilizar bicos com jatos cônicos da série “D” com difusor “core” inferior a 45, com atomizadores rotativos micronairs ou bicos pequenos com alta pressão que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 60 a 80 gotas/cm². Recomenda-se um volume de 30 a 40 L de calda/ha, altura de vôo de 3 metros do alvo e largura da faixa de deposição efetiva de 15 a 18 metros.
Respeitar a dosagem mínima de 0,5 L/ha para as pulverizações onde se utilizam as dosagem por hectolitro (50 mL/100 L), com volume de calda abaixo de 1.000 L/ha.
Aplicar com temperatura menor que 30ºC, velocidade do vento entre 2 a 10 km/hora e umidade relativa superior a 60%.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO

Algodão, Banana e Soja

Equipamentos tratorizados
- pulverizadores com barra
- atomizadores

Equipamentos costais
- pulverizadores manuais providos ou não de pistolas
- pulverizadores e atomizadores motorizados, providos ou não de pistolas

Equipamentos aéreos
- Avião Ipanema

Abóbora, Batata, Café, Cenoura, Feijão, Maçã, Manga, Melão Melancia, Pepino e Tomate Rasteiro

Equipamentos tratorizados
- pulverizadores com barra
- atomizadores

Equipamentos costais
- pulverizadores manuais providos ou não de pistolas
- pulverizadores e atomizadores motorizados, providos ou não de pistolas

Crisântemo, Gladíolo, Feijão, Maçã, Manga, Uva e Tomate Estaqueado

Equipamentos tratorizados
- pulverizadores, providos ou não de pistolas
- atomizadores

Equipamentos costais
- pulverizadores manuais providos ou não de pistolas
- pulverizadores e atomizadores motorizados, providos ou não de pistolas

INTERVALO DE SEGURANÇA:
- Algodão: 28 dias
- Abóbora, Cenoura, Feijão, Maçã, Manga, Melancia: 07 dias
- Melão, Pepino, Soja, Tomate e Uva: 07 dias
- Banana: 03 dias
- Batata: 14 dias
- Café: 15 dias
- Crisântemo e Gladíolo: UNA

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Domark® 100 EC não é fitotóxico às culturas indicadas quando utilizado nas doses recomendadas.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamentos com vazamento. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO DO PRODUTO: Use protetor ocular. O produto é irritante para os olhos. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha. Produto irritante para a pele. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e veja PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara protetora.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação. O produto produz neblina, use máscara cobrindo o nariz e a boca. Não aplique o produto contra o vento. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga e botas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas.

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: Não provoque vômito e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Olhos: Lave com água em abundância e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Pele: Lave as partes atingidas com água e sabão em abundância e se houver irritação procure o médico, levando a embalagem ou rótulo do produto. Inalação: Procure lugar arejado e vá ao médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

ANTÍDOTO: Não há antídoto específico.

TRATAMENTO: Sintomático.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO: Tetraconazole pertence ao grupo químico dos triazóis, agindo portanto como inibidor da desmetilação esteróide. Quando administrado a ratos por via oral, Tetraconazole é rapidamente metabolizado e excretado pelos animais. Cerca de 72 horas após a administração, o produto é excretado (95%), sendo que de 61 a 76% pela urina e 9 a 15% pelas fezes. Tetraconazole não se acumula nos tecidos.

EFEITOS AGUDOS, CRÔNICOS E COLATERAIS: Não são conhecidos sintomas de intoxicação no homem. Nos animais, o produto é irritante para os olhos e moderadamente irritante para a pele de coelhos. A DL50 oral é de 2 070 mg/kg para ratos e a DL50 dermal é maior que 2 000 mg/kg para ratos. Tetraconazole não apresenta potencial de carcinogênese, mutagênese e teratogênese em animais de laboratório.

INTERVALO DE REENTRADA DAS PESSOAS NAS ÁREAS TRATADAS: Não deve ocorrer a reentrada de pessoas nas culturas antes de 24 horas após a aplicação, a menos que se use roupas protetoras.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO À PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II). Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos. É PROIBIDA a aplicação deste produto em áreas alagadas ou sujeitas a inundação por causar danos ao meio ambiente, quando aplicado nessas condições. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamento. Não aplique o produto na presença de ventos ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamentos aplicadores em lagos, fontes, rio e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens disponíveis adequadas para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SIPCAM AGRO S.A. - telefone de emergência: (011) 5506 9242. Utilize o EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Isole e sinalize a área contaminada. Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou cursos de água naturais, siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: coloque material absorvente (p.ex.: serragem ou terra) sobre o conteúdo derramado e recolha o material com auxílio de uma pá e colocar em recipiente lacrado e identificado devidamente. Remova conforme orientações de destinação adequada de resíduos e embalagens. Lave o local com grande quantidade de água.

Solo: Retire as camadas de terra contaminada, até atingir o solo não contaminado, e adotar os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada.

Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contate o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características d recurso hídrico em questão e da quantidade de produto envolvido;

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação

DESTINAÇÃO ADEQUADA DE RESÍDUOS E EMBALAGENS: As embalagens devem ser enxaguadas três vezes e a calda resultante acrescentada à preparação para pulverização (tríplice lavagem). Não reutilize embalagens. As embalagens devem ser perfuradas de maneira a torná-las inadequadas para outros usos. Observe as legislações Estadual e Municipal específicas. Fica proibido o enterrio de embalagens. Consulte o Órgão Estadual de Meio Ambiente.

MÉTODO DE DESATIVAÇÃO DO PRODUTO: A incineração é o método indicado, em fornos apropriados, alimentados com uma mistura de ar e metano à 1100 - 1200ºC. A formação HF e HCl deve ser levada para um sistema de absorção com 18 - 20 % de Ca(OH)2 solução de água.

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Fungicidas - (FRAC-BR), recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Qualquer produto para controle de doenças, da mesma classe ou de modo de ação, não deve ser utilizado em aplicações consecultivas do mesmo patógeno.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre manejo de resistência.
- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, bioógico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade